Texto de Duplo Sentido

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Não faz sentido amar o outro mais que a si!
O outro, um dia se vai.
Mas você, o seu EU, mesmo com suas cicatrizes, continuará contigo, ainda que você tenha mudado tanto à ponto de nem se reconhecer mais.
Nessa situação, Ame-se ainda mais!
Se você não for capaz de amar-se em primeiro lugar, espera mesmo que o outro faça isso por você?

⁠A ideia que temos de amor é, grande parte das vezes, a confusão que fazemos sobre o sentido de “paixão”.
A paixão é um vendaval! É aquele misto de sentimentos inexplicáveis, que nos impede de racionar coerentemente. Que nos tira o fôlego e tira nossos pés do chão. É aquilo que nos faz querer estar juntos o tempo todo , vivendo e respirando a outra pessoa. E que por vezes até nos rouba de nós mesmos.
O amor, diversamente da paixão, é paz! Ele chega e se mantém, com um misto não só de sentimentos, mas de relações, sendo a principal delas, a AMIZADE. O amor nos faz ou nos auxilia a pensar racionalmente. Nos devolve o fôlego da vida e até nos faz voar alto, mas também é capaz de nos ensinar o quanto ter os pés no chão é importante. O amor real, é o sentimento que nos permite saber que, embora não estejamos próximos fisicamente, ainda assim o sentimento, as lembranças, os momentos partilhados e o cheiro, estão onde o amor mora: no coração ! E uma vez aí estando, permanece. Ainda que além do universo…

Sentimento Alheio


Tudo faz sentido , quando está aqui comigo
És a flor mais bela , me lembro da primavera
Você me encanta nessa dança
Me faz refletir bem longe daqui
Vamos esquecer esse mundo de ilusões
Sair nas multidões , em meio turbilhões
Meu coração pertence a ti
Sair pela manhã , o sol brilhando é um encanto
Gostamos do mar , da natureza , ali que está a nossa riqueza.
Vivemos da arte e da música
Não pertencemos aquela loucura
É muita tortura
Trabalhadores explorados por um tal real
E afinal , do que vale essa moral ?
Pensem na idéia diferente desses seres
Venham com a gente
Viver a liberdade com lealdade
Meu amor bem perto de mim
Não pensamos no fim
Viajamos pelo mundo
Em descobertas profundas
Que esta dentro do nosso coração
E desperta emoção
Venham conhecer o interno que pertence a ti
E nos façam sorrir e jamais desistir
Eu e meu amor nessa jornada
Em meio a tantas estradas
Sigamos esse caminho.
E sempre sorrindo.

O Império da Ignorância e a Busca pelo Eu e o Sentido da Vida Inatingível"
A pergunta que atormenta o mundo e a nós mesmos é quem verdadeiramente somos, já que até o nosso nome foi escolhido por outros e nossa vida virou um amontoado de números, documentos, títulos, cargos e posses materiais — nos transformamos em tudo, menos em nós mesmos. Vestir a imagem e a máscara que a sociedade espera é uma forma lenta de desaparecer, tornando-se um mero personagem da própria história sem saber em que momento tudo começou. A grande maioria sequer é capaz de raciocinar sobre o existencialismo; nela reina a prevalência da ignorância em detrimento da busca do eu, da existência e do sentido da vida. Esse mal, que é a mais pura, cruel e terrível ignorância, mata o sujeito por dentro, mas ironicamente o deixa sob o alívio anestesiado, esvaziado da capacidade de questionar qualquer coisa, inclusive a si mesmo, vegetando como um barco sem velas à deriva.Por outro lado, os poucos que buscam a contestação parecem carregar o sofrimento libertador de quem busca a verdade. Na busca faminta de si mesmos, do porquê da existência e de seus objetivos, vivem em uma lapidação constante e dolorosa, quase uma eterna retrogradação. Buscam uma verdade real do 'eu' que se mostra inatingível neste plano, uma realidade oculta que fomos iludidos a acreditar, fazendo com que muitos nasçam, cresçam e morram sem respostas.Essa verdade absoluta permanece inalcançável aos vivos. Só estaremos de frente com ela após a morte.Diante desse cenário, a verdadeira coragem não está em sustentar a aparência exterior, mas em ousar adentrar em nosso eu para perguntar qual é a própria e verdadeira identidade. Buscar conhecer a si mesmo — sabendo que o que nos faz genuínos é justamente não tentar ser, pois a essência morre no instante em que vira esforço."

Procuro sentido nas palavras,
Dos livros, da fala e da vida.
Mas a vida não as dar.
Pouco ricos muitos pobres.
Miseráveis, famintos e doentes.
Procuro sentido na morte e na dor.
Sentido do nascer, viver e morrer.
A morte, um descanso.
No silencio uma tristeza.
De quem não fez grande e nem tão poucas obras.
Há um homem a quem não nos reverenciamos.
Por sua grandeza, seu amor e suas obras.
Obras que sois vós.
Homem perfeito aos olhos do criador,
e imperfeita a própria criatura.

Eu tenho uma mania engraçada. Toda vez que eu digo algo no sentido de brincadeira ou zoação, no final da frase eu tenho que dizer "nossa" de uma forma bem rápida e abafada. Tipo quando você faz "hum", um som com a boca fechada, mas usar "nossa" no lugar.

Não sei quando foi que isso começou, mas parece alguma forma de garantir que a pessoa entendeu que é uma brincadeira? Kkk não sei.

O sentido é compartilhar,
não guardar...
Pois, de qualquer forma,
quando a morte chegar,
em referência,
só vai sobrar
o ar,
para os outros respirarem.

Respirando essa ideia,
além do ar,
que é dar,
tudo o que tenho para acrescentar,
do meu próprio bem-estar,
para os outros usarem,
tudo o que eu tenho para dar.

Dar o que me faz aceitar;
Dar o que me faz observar;
Dar o que me faz expressar;
Dar o que me faz falar;
Dar o que me faz mostrar;
Dar o que me faz informar;
Dar o que me faz ensinar;
Dar o que me faz ajudar;
Dar o que me faz acreditar;
Dar o que me faz realizar;
Dar o que me faz encontrar...

Encontrar o sentido dessa vida,
que é dar tudo o que sou para compartilhar.

⁠Lutar por ideais sem ter medo de se entregar
Pessoas dizem coisas sem sentido pra te contrariar
E é nessa vida sem sentido que querem te enjaular
A sua história vai ser algo que ninguém pode apagar
O brilho no céu explode e não são estrelas cadentes
Tirada mais uma vida de pessoas inocentes
Nascer no lado certo garante sua existência
E viver sabendo que vão tentar apagar a sua essência

- Segregar

A crença que eu acredito é o óbvio...

Não vejo sentido algum ir para uma igreja buscar "Jesus", sendo que Jesus tá em mim, dentro de mim, e pra mim, Jesus é amor.

Não vejo sentido algum ir para um centro espírita "limpar as energias ruins", sendo que qualquer energia "ruim" que eu tenha, sou eu mesmo inventando isso dentro de mim.

Não vejo sentido algum fazer "terapia" com psicólogos e psiquiatras, sendo que minha melhor terapia é questionar minha própria vida e ir mudando o que tá ruim.

Não vejo sentido algum "meditar", sendo que eu medito toda vez que eu durmo.

Não vejo sentido algum buscar "alguma ajuda" externa, sendo que toda minha cura, é interna.

O externo, é só pra lembrar, o que já vive em mim, depois que eu lembro, não é mais tão necessário assim...

Tocar o céu


Eu já te disse adeus, mesmo sabendo do sentido contrário que os meus olhos e minhas mãos tomaram,


O amor, um mistério,


Te amar, uma anestesia delirante,


Por todo esse tempo juntos tu tens me dado de presente a sensação de viver como se fosse no nosso início, com aquela sensação de êxtase, de atingir o nirvana, sempre procurei você nas multidões e cada vez mais entendo o porque de estarmos juntos,


Um molde da felicidade foi feito e ele tem peso, pertencimento e continuidade,


A tua habilidade de me fazer tocar o céu sem tirar os pés do chão é um segredo, uma magia que só você tem.

Sem abrigo

Há um sentido profundo em ignorar aquilo que é tão transparente,

Nós herdamos o que representamos na memória falha do outro,

Se na história vivida não foi construído um abrigo para suportar os momentos difíceis do inverno, então o esquecimento logo vai se apoderar do que não deixou raízes,

Éramos tão íntimos, depois completos estranhos.

Olha o Trem 🚂

Paisagem que às vezes faz sentido
É gente que entra e que sai
Movimenta a estação.
São sempre coisas corriqueiras
Fotos e fatos de família
Conversas diversas
em cada vagão

Assim é uma viagem de trem

Um meio de transporte antigo e novo...
E ao mesmo tempo é comunicação
De fato, linha de trem
assemelha-se à linha da mão
tem seus mistérios que descobrem-se
em cada ponto de estação.
Ambas atravessam cidades,
pela sua geografia, monte,
vales e pontões.

E o percurso da viagem
vai sempre seguindo...
Obedece a trilha e o sinal,
Tempo de duração construído.
Pois, em cada parada,
desce ou sobe alguém...
Enquanto outros, por miragem,
Seguem além...

..
Riqueza na simplicidade ,
é ser anônimo na história.
Dá um sentido à vida
com atitude de pertencimento.
Viver não tem preço mas, tem validade!
Pensar emdividir bem o tempo
colaborar para que mundo seja melhor.
Multiplicar as boas ações
Faça_as acontecerem.!!!
colabore na ajuda
do seu próximo
através de um projeto social.
Festejar a vida.
Numa visão de temporalidade,
ser simples é fazer_se parte
desse universo.

Viagem é comunhão
Paisagem que às vezes
faz sentido vê....
É gente que entra
e que sai.
São sempre coisas corriqueiras
Fotos e fatos interesse de família
Rola conversa e aperto de mão 🫱 ✋
Tudo isso em cada parada
E continua em cada vagão
.. sabia?
É no trem!!

Dizem que o homem procura sentido naquilo que faz, enquanto o cão encontra sentido em quem ele é ao nosso lado.
Muitas vezes buscamos a razão de estarmos aqui em grandes teorias, mas a resposta pode estar nessa ressonância, aprendo que o "eu" se dissolve no "nós". O sentido existencial aqui mora na entrega. É saber que, no meio do barulho do mundo, existe alguém que entende o seu silêncio e responde ao seu menor gesto.

Hoje eu entendi algo que nunca havia sentido com tanta clareza.


Há uma dor silenciosa em estender a mão e vê-la permanecer vazia. Há um sentimento difícil de explicar quando o coração deseja ajudar, quando os olhos enxergam uma necessidade, quando a alma se dispõe a caminhar junto, mas a ajuda é recusada.


Não por falta de amor.
Não por falta de disposição.
Não por falta de cuidado.


Simplesmente porque o outro não quer.


E foi nesse momento que percebi uma verdade que, até então, eu apenas conhecia na teoria: o verdadeiro poder da mudança não está nas mãos de quem oferece ajuda, mas nas mãos de quem decide recebê-la.


Podemos aconselhar, insistir, orar, chorar e até carregar no peito a preocupação por alguém. Podemos estar dispostos a fazer tudo. Mas existe uma porta que ninguém pode abrir por outra pessoa.


A porta da decisão.


Hoje senti o peso dessa realidade dentro de mim. Senti a impotência de querer fazer algo e descobrir que nem todo amor é suficiente para mudar alguém. Porque existem batalhas que só começam a ser vencidas quando a própria pessoa decide lutar.


Talvez uma das maiores provas de amor seja justamente entender isso: continuar se importando sem controlar, continuar disponível sem forçar, continuar presente sem invadir.


Porque ajudar é um ato de amor.


Mas aceitar ajuda também é um ato de amor.


Que na maioria das vezes é confundido com escolha apenas.

Sendo provado pelo fogo


Abri mão de tudo.
E mesmo assim,
parece que nada faz sentido.
Por dentro, estou queimando —
minha mente é um caos,
meu coração, um campo de guerra.
Tento orar, mas as palavras não saem.
Tento crer, mas tudo parece distante.
Olho pra todos os lados
e não vejo saída.
Só silêncio.
Só o vazio.
Tenho medo de admitir
que não estou bem.
Tenho medo de pedir ajuda,
porque parece que só incomodo.
Então engulo tudo —
a dor, o cansaço,
e essa fé que, às vezes,
parece morrer um pouco por dia.
Mas, no fundo,
ainda acredito que Deus me ouve,
mesmo quando não sinto nada.
E talvez,
esse fogo que me prova agora
seja o mesmo que vai me moldar depois.

A juventude


A juventude perdeu o brilho
Perdeu o sentido
Perdeu o respeito


Antigamente a juventude tinha mais vida
A vida era bela
A gente brincava na rua


O tempo era lento
O riso era fácil
O abraço era casa


Hoje o mundo corre
Mas o coração se arrasta
Cheio de tudo
Vazio de essência


Não é que a juventude acabou
Ela só está ferida
Tentando existir
Num mundo que esqueceu de cuidar


Ainda há brilho — escondido
Ainda há vida — cansada
Ainda há sentido — esperando
Alguém chamar de volta

só postar quando fizer sentido pra mim

porque eu, porque não?

Antes, o mundo parecia uma fila organizada de causas e consequências. Havia um acordo silencioso entre as coisas: se você fosse bom o suficiente, gentil o suficiente, paciente o suficiente, o universo acabaria devolvendo tudo na mesma moeda.

Então alguém apagou as placas da estrada.

Foi estranho perceber que a tempestade nunca escolhia quem merecia. Ela apenas acontecia. Derrubava telhados de quem rezava e de quem amaldiçoava, afundava barcos de pescadores experientes e de crianças brincando na margem. O céu nunca pediu desculpas por chover.

Ele passou anos perguntando.

“Por que comigo?”

Como se existisse uma secretaria do destino pronta para responder e anexar um relatório detalhando os motivos de cada cicatriz.

Mas o silêncio sempre foi mais competente do que qualquer resposta.

Então começou a reparar em outra coisa.

As pessoas passavam a vida inteira negociando com o inevitável. Acendiam velas para convencer o escuro a não entrar. Faziam promessas para comprar alguns meses de paz. Inventavam versões de si mesmas esperando que a próxima fosse poupada.

Nunca eram.

Porque a vida não perseguia ninguém.

Ela simplesmente não sabia mirar.

E talvez essa fosse a parte mais difícil de aceitar: não havia um vilão escondido atrás das cortinas. Não existia uma inteligência cruel desenhando tragédias personalizadas. O universo era apenas um oceano. E o oceano nunca odiou quem se afogou.

A pergunta começou a mudar.

Não era mais “por que eu?”

Era…

“Por que eu seria diferente?”

Naquele instante, alguma coisa rachou dentro dele.

Não de um jeito triste.

De um jeito libertador.

Percebeu que carregava o ego vestido de vítima sem perceber. Achava que sua dor era uma exceção na história do mundo, quando na verdade era apenas mais uma língua da mesma fogueira onde todos aquecem as mãos e queimam os dedos.

As pessoas chamavam aquilo de azar.

Outras chamavam de destino.

Ele começou a chamar apenas de existência.

E, curiosamente, quando deixou de procurar culpados, a raiva perdeu o emprego.

Não porque as perdas doíam menos.

Mas porque finalmente entendeu que dor nenhuma carregava seu nome gravado.

Ela visitava.

Depois ia embora.

Assim como a felicidade.

Assim como o amor.

Assim como todas as versões dele que jurou serem definitivas.

No fim, percebeu que a vida nunca prometeu justiça. Prometeu movimento.

E talvez fosse exatamente isso que havia tanta beleza escondida no caos.

O vento nunca pergunta quem merece ser levado.

Ele apenas sopra.

E, pela primeira vez, em vez de gritar contra ele, o homem abriu os braços.

Não como quem venceu.

Mas como quem finalmente parou de perguntar por quê.

só me apaixonar de novo quando esse texto fizer sentido

Às vezes eu fico tentando lembrar do momento exato em que você deixou de ser alguém que eu conhecia para se tornar o lugar onde meus pensamentos descansavam.

E eu nunca encontro.

Talvez porque essas coisas nunca aconteçam de uma vez.

Ninguém se apaixona num instante.

A gente vai se acostumando com a presença do outro sem perceber.

Primeiro sente falta de uma conversa.

Depois de uma risada específica.

Depois de um “chegou em casa?” no fim da noite.

Quando percebe, a ausência daquela pessoa já faz mais barulho do que a presença de qualquer outra.

O mais bonito é que você nunca tentou ser extraordinária.

Você nunca precisou.

Nunca precisou dizer as palavras certas.

Nem inventar versões melhores de si.

Eu gostava justamente das pequenas distrações.

Do jeito que você esquecia o que estava contando porque outra ideia aparecia no meio da frase.

Do jeito que seu riso chegava um pouco antes da piada terminar.

Do jeito que você olhava para o céu sempre que precisava pensar.

Você nunca percebeu, mas eram essas coisas que me faziam acreditar que o mundo ainda sabia criar alguém pela primeira vez.

Eu passei tanto tempo procurando pessoas que me impressionassem, que esqueci como era encontrar alguém que simplesmente me deixasse em paz.

Você nunca ocupou espaço demais.

Você preenchia os espaços que já existiam.

Como a luz entrando pela janela sem pedir licença.

Como uma música baixa tocando em outro cômodo da casa.

Você não mudava quem eu era.

Só fazia parecer que eu sempre estive caminhando na direção certa, mesmo quando tinha certeza de que estava perdido.

Às vezes isso ainda me assusta.

Porque existem encontros que parecem improváveis demais.

Penso em todas as decisões pequenas que precisaram acontecer para que nós existíssemos ao mesmo tempo, no mesmo lugar, olhando um para o outro.

Se eu tivesse acordado dez minutos mais tarde.

Se você tivesse escolhido outra rua.

Se qualquer conversa da sua vida tivesse durado um pouco mais.

Talvez nós nunca soubéssemos que o outro existia.

E, mesmo assim, de alguma forma, existimos.

É estranho sentir gratidão por algo que ninguém planejou.

Você apareceu sem fazer promessas.

Sem dizer que ficaria para sempre.

E talvez tenha sido exatamente isso que tornou tudo tão bonito.

Porque nunca foi sobre vencer o tempo.

Foi sobre existir dentro dele.

Sobre dividir cafés que esfriavam porque a conversa era mais importante.

Sobre caminhar sem destino porque nenhum lugar parecia melhor do que andar ao seu lado.

Sobre descobrir que algumas pessoas não chegam para transformar nossa vida em um filme.

Elas chegam para transformar uma terça-feira qualquer na lembrança mais bonita que você vai carregar por anos.

No fim, acho que o amor nunca foi encontrar alguém perfeito.

Foi encontrar alguém que faz o acaso parecer delicado.

Alguém que olha para você de um jeito tão simples que, por alguns segundos, todas as dúvidas que o mundo construiu deixam de fazer sentido.

E então você percebe que passou a vida inteira procurando grandes sinais.

Quando, na verdade, o maior deles estava escondido na tranquilidade de poder olhar para alguém e pensar, sem precisar dizer em voz alta:

Como foi que, entre bilhões de pessoas, a vida resolveu me apresentar justamente você?