Texto de Duplo Sentido

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* Se deu vontade e faz sentido para você, vá em frente.
A pior coisa do mundo é você se tornar referência daquilo que os outros fazem, seja sua própria versão, deu vontade de fazer, faça!! Seja referência daquilo que você quer e não só daquilo que todos estão fazendo, lembre-se da frase que sua mãe mais te repetiu: VOCÊ NÃO É TODO MUNDO!*

Poema final


No princípio da tarde,
Tarde sem sentido ou valia
Dessas que corre a vida e o sol arde
Começo de mais um morto dia
Olhei a janela
A brilhante esquadria
Não sei se foi uma pancada
Mas um “Acorda bobo!”dizia
Uma voz de vida encharcada
Clamando”Revê o dia!”.
Procurei, dei mais uma olhada,
E, ao sol ofuscante,
Qual joia dourada,
Se via um besouro gigante

Por Celso Roberto Nadilo
Nuances do tempo e espaço

​Sendo o sentido contemporâneo da cor a própria entropia da evolução existencial, compreende-se que a cor também pode abrigar sentimentos. O que observamos são apenas noções; são os sentidos que conferem à lembrança o senso de realidade, moldando a percepção do abstrato. Este, por sua vez, mostra-se relativo — seja no negacionismo ou no relativismo —, abrindo uma janela de segurança. E essas janelas são portais para a imensidão.
​Prevalecendo no instante, avançamos pelo espaço-tempo, dando significado ao caminho contínuo através do efeito da conexão das cores.
​Sob essa ótica, torna-se possível afirmar que o azul já foi verde; que o amarelo nunca foi amarelo, mas marrom, e agora se fez cinza com cheiro de morango. O arco da memória pode, sim, enganar o cérebro, pois a cor e o aroma só se completam quando fundidos ao gosto absoluto da realidade.

Nas lágrimas nos libertamos.
Mais mesmas lágrimas escorrem a tristeza. Mais profundo sentido do sentimentos vemos alegria da existência.


Compaixão é a virtude da alma...
O amor é centro do universo e compõem a vida que amamos.


Nos rabiscos da ilusão trazem desilusão as liberdade de chorar traz infinito desejos....
As lágrimas veladas pela angústia e saúde torna se a resiliência da existência.

Poço sem fundo,
Sentimentos em conflitos.
A mente busca sentido para continuar.
Dentro da densa mente dominada sentimentos que ninguém esplica.


Dos males da natureza humana a mente sofre com conflitos da existência.
Conflitos sociais e morais.
Para o qual a psicologia está ganhado espaço nesta era moderna antológica.


Dos desatinos da depressão a tristeza e a autoestima se deduz que ser humano vive numa ilha dentro da gaiola o conceito eleva a afirmação de esperança de cura alivia a existência contemporânea dando ausência do relativismo no estado mais profundo do paciente a medicação tras tratamento.
E cada sessão ilucida a personalidade do indivíduo...


O sentido do existência para existir.

Projeções da moda se dão na linha da evolução humana.
O sentido da existência tornasse únicas ... ( no espaço translúcido obtemos a consciência dda essência humana.)
Sonsa luz na calida resiliência.
O exato momento irônico e que observamos o abismo da existência.
Entre sentimentos dos eventos somos conivente ou pobres no espírito...
Mas, transcendência uma parte do ser humano. E compreender o que somos diante da adversidade.
Temos a esperança no futuro...


Por Celso Roberto Nadilo...
Ecos da alma

Essência do ser humano...
Um espírito em busca de um sentido por existir.
É uma alma que existe pela Essência.
E para essa conexão apenas um corpo.
Dentro da existência de 80 anos em média a vida resiste com espírito envelhecido.
Muitas vezes as experiências vividas são parte da existência e tornam-se a essência do ser humano.

O ser humano é um paradoxo.


No profundo sentido do ser humano transcende a poliformismo.
A antropologia do ser humano transcende o indivíduo,
Numa nova fase dimensional o ser humano torna se copia da evidência do próprio prazer (...)
Sinopses da evolução dão partido novas crônicas do ambiente social.
O cavalo de troia na interlocução da caótica virtude da humanidade.
O homem vive dentro do capitalismo.

O cubismo político dá um sentido a revelação inerte todavia pirataria governantal.
O cubismo e retrato do capitalismo em si da aspiral irrelevante pois o olhar se define por fatos históricos.
Seus atos medonhos e insanos denotam a fragilidade da mente no governo.
Pois era de Nero passou sua era também passará sera este seu legado.
Nas profundezas da ética e moral somos meros filhos de um tempo comandado por uma pessoa como questionar um lobo que cuida de ovelhas tem alimentação infinitamente.
O retrato do capitalismo se da nas sombras do imperialismo.

​O Despertar da Poeira Falante
​No estado inerte da matéria profunda, tateamos o sentido em um manto vibratório. Ali, onde a ordem universal estabelece suas leis imensas, o caos nos empurra para a frente, avançando sempre em direção às perguntas que geram novas perguntas. A própria Relatividade responde ao contínuo do espaço e do tempo, desabrochando a cada amanhecer e dando asas aos elementos abstratos — sintéticos ou ainda por conhecer — para que possamos prosseguir nesse processo seletivo de compreensão que a vida nos proporciona.
​Tudo está em movimento, até mesmo o inerte, pois cada ser carrega o tempo e o espaço no contínuo exato de sua existência. No microespaço, dois seres se conectam pelo emaranhado quântico, possibilitando viagens temporais e dobrando as dimensões como as cordas de um violão, onde cada nota ressoa como um momento na história.
​Lá fora, nas cascatas de energia de Andrômeda, os aglomerados de estrelas irradiam uma luz que intriga: ver essa energia viajar por milhares de anos-luz nos dá a perspectiva de que o cosmos pulsa e chora, espalhando suas emoções pelo universo. Como poeira falante, observamos o universo derramar suas lágrimas nessa monumental novela cósmica.
​E quando a estação espacial orbita a Terra, olhamos para a imensidão e percebemos o quanto estamos ligados ao momento da criação. Em um suspiro cósmico, a humanidade saiu das cavernas, olhou para as estrelas e abraçou o universo.

Virtuoso no estar caindo num precipício. Alma se torna no profundo sentido de ser criticado e julgado.
Pois é assim alienação
O choro se cala num silêncio medonho.
Os espaços da virtude são expostos pequenos lampejos diante a fronteira da esperança que vivemos.
Num suposto estado vazio existencial.
Sinto o ar atroz demais pra o espelho do espírito.

No ar profundo do maximo sentido.
O ar se torna fenômeno realista dificilmente notado mais valorizado,
Nas virtudes das sombras o ar se torna parte de um todo e parte de nos.
Nos pertence ao mesmo tempo nos da vida...
Pois pentecer não ter mais ter nascimento dentro do seu ser.
Pois o ser so vive seu destino com ar ate último suspiro...
Os peixes tem agua respiram as vezes o ar que respiramos pois ate menor vida precisa de ar para o profundo do ser.

Em toda imensidão não cabe eu e minha imersão na imensidão so comparável ao sentido por você.
Dentro da imensidão só apenas a poeira cósmica soprada pelos ventos solares para os quais senti parte da imensidão passando por meus olhos.
Uma nuvem de poeira cosmica.
A mesma que deu origem a vida,
No silencio respiro parte da mesma imensidão vejo o tempo se efêmero diante o complexo na vida poeira um dia foi rocha no outro momento parte de um planeta algo parte do universo.
Num enigmático dia abri olhos vi que era um terraquio como pode ser...?
Pois me pergunto meus olhos queimarem nos raios do sol vejo cada segundo como único.
Respirar e respirar sentir coração bater sangue correr pelas veios.
Me sinto no macro cosmo olhando imensidão de ser parte de um sonho na imensidão da humanidade.
Ouvir carros passar a música ao fundo ouvi o mundo seu movimento compreendo que sentir é maravilhoso e monumental.

DESPEDIDA!

Alma vazia,
vida sem sentido.
Já não existe sonho
que eu deseje alcançar.

Sem esperança para seguir,
sem fé para acreditar.
Por mais que eu tente permanecer aqui,
não encontro motivos para continuar.

Aos que permanecerão,
desejo apenas que prossigam,
guardando no coração
a melhor lembrança que tiverem de mim.

Sem sofrimento,
sem culpa,
sem tristeza nem mágoa.

A escolha que fiz
libertou minha alma.

Eu não podia continuar aqui,
sentindo-me um peso,
vivendo atormentada.

Tentei sobreviver,
mas sobreviver não bastava.

Então escolhi silenciar a matéria
para libertar a alma,
na esperança de encontrar na morte
o que não consegui encontrar em vida:
a paz.

Saúde existencial


Qual é o sentido da minha vida?
Como minhas escolhas refletem quem eu realmente sou?
Posso viver com significado mesmo diante da incerteza ou sofrimento?
Como eu lido com minha própria finitude (morte, perdas)?


Estas perguntas não têm respostas simples, mas fazem parte do processo de construção de uma vida mais plena e autêntica.

"Talvez eu já tenha sentido falta, mas nunca saudade.
Sentir falta é ausência, saudade é um futuro não realizado, com nossa metade.
Eu amo tanto aquela mulher, que até evito pensá-la, pois ao fazê-lo, meu peito arde.
Eu achava que só sentiria falta de você no fim de tarde.
Mas olha eu aqui, pela madrugada, lembrando você, minha beldade.
Já disse que te amo, já disse te quero, já disse que almejo você como mãe dos meus filhos, me chame de tolo a sábio, mas nunca covarde.
Dizem que incomensurável é o amor, então por que o meu para ti nada vale?
Meu coração pertence a ti, o desavergonhado, sarnento, algoz deste que lhe escreve, não bate.
Ele ladra, late.
Jogado na rua, tentando apagar toda memória sua, umas e outras rogando-me pragas, “cafajeste”, “traste”.
Deus, que fase!
É uma miríade de sensações, sinto seu cheiro ao vento, o apertar do abraço, te vejo em cada penumbra que envolve meu eu no fim de tarde.
Te sinto em todo perfume, te vejo em todo rosto, que parecem-me ser um todo de sua face.
Sinto você no frio da chuva, e no Sol do meio-dia, que me assola a fronte, também esta la você, minha beldade.
Eu sinto tanto ao lhe sentir, descrever-lhe, escrever-te, que chega a faltar-me ao âmago serenidade.
Amada minha, sinto tanto sua falta, indago-me: Será saudade?"

Sua vida não teria sentido, se mesmo aos trancos e barrancos não fôsse vivida . Percorremos uma jornada em busca de várias esperanças , e, algumas alcançamos , outras não , porém o tempo não pára e mesmo quedas, erros , tropeços , decepções , alegrias e tristezas , vão nos desafiando a ir sempre adiante , pois a fé nos encoraja a ver o que tem além do horizonte , e mesmo cansados ou desanimados , nossos passos vão ao encontro da liberdade , com persistência e resiliência para surgir a cada batida do coração , poder a cada volta que a vida dá, sentir que toda experiência nos leva o mais interessante pulsar da emoção .
Joao Batista Barbosa
Pensamentos

Por Celso Roberto Nadilo
No profundo sentido.


​Do rosa ao vermelho, na natureza inteira,
A beleza que paira em nossa alma e coração.
Saberão as novas gerações, de alguma maneira,
Manter essas cores vivas na memória e na canção?
​Em vidas corridas, na urgência de existir,
Busca-se o crédito, a perfeição, a ilusão.
Esquecem que no apressar-se para fluir,
Dão início à própria aniquilação.
​O pôr do sol torna-se invisível ao olhar,
As coisas singelas são tidas como banais.
Como entenderão que a lua vem para abrigar
Os amores puros, infinitos e imortais?
​Desejos e emoções são sentidos notáveis,
A paixão é instante único a brilhar,
Como a bruma nas madrugadas serenas,
Que os ventos dos montes fazem surgir no luar.

O que é a liberdade?
​Num contexto mais profundo, buscamos sentido nas amarras do trabalho e da vida que supomos ter. Acreditamos ser livres e detentores do livre-arbítrio, mas o trabalho, o estudo e até o amor são apenas escolhas manipuladas dentro de um menu de alternativas pré-fabricadas pelo sistema. Saberíamos, de fato, o que fazer com a verdadeira liberdade?
​Um deus político, um patrão, pai, mãe e irmãos... Tudo parte de um caminho de condicionamentos e escolhas. Até mesmo a saúde mental, física e moral deriva dessa teia. Aquilo que você julga conhecer sobre si mesmo é moldado por diagnósticos médicos ou pela alienação de seguir um político corrupto e mentiroso. A verdade esmagadora é que o tempo que nos resta nos condena ou nos glorifica em um abismo emocional.
​Quando a percepção cotidiana torna a vida mais fácil — ou nos envelhece —, isso se revela como evidência do despertar ou do desequilíbrio. Ao olharmos para o quadro da existência, vemos um silêncio sufocado por narrativas que iludem e alienam. Ainda assim, contemplamos essa imensidão visual, mesmo sabendo que o abismo dentro de nós é infinitamente mais profundo do que supomos.
​Na teia das sensações, a sensatez conectiva torna-se um fenômeno raro e de difícil compreensão. Ao contrário das relações humanas triviais, a dissociação da realidade ambígua se revela de dentro para fora, num vazio eterno e coletivo. Vendemos sensações e escolhas porque a narrativa do tempo nos oferece uma versão da realidade que seja minimamente aceitável.
​Nas relações mais profundas, a solidão social se escancara: somos seres medrosos e alienados em busca de aceitação. Buscamos o conforto de ser algo absorvível por uma realidade suportável. Afinal, "a colher não existe" — apenas nos entorpecemos olhando para ela.
​A percepção desse paradoxo eleva a dimensão metafórica do ser. Beber vinho faz de alguém um alcoólatra? A rotulação congela a condição do indivíduo em sua própria realidade. A depressão dentro da opressão surge das ironias impostas pela própria ilustração do aspecto moral. Aceitar essa ambiguidade é compreender o manto que nos cobre as costas, enquanto o medo de viver se transforma em tempo perdido e permanente.
​Assumimos múltiplas facetas para que haja um entendimento alienatório da existência — uma tentativa de sobreviver na mesma realidade ao lado de uma horda de pensamentos divergentes. Preso em si mesmo, o ser revela a realidade rasgada, enquanto a mente se redesenha a cada momento irônico em que busca uma identidade própria dentro dessa teia social. Afinal, quanto tempo realmente temos diante do medo de existir?

Depois que eu descobri que o sentido da vida, além da morte, é viver compartilhando, compartilho tudo o que sou.

Compartilho o ar que respiro, o sentimento que transmito, a ideia deste pensamento, tudo aquilo que invento... Compartilho minhas reflexões, percepções, emoções, minhas ações... Compartilho tudo o que falo, digo, expresso, demonstro, mostro... Compartilho meus movimentos, por onde passo, o que faço, o que traço, desfaço, satisfaço... Compartilho tudo o que vivo, seja positivo ou negativo, pois tudo o que experimento faz parte de mim.

Evito guardar, prefiro compartilhar, pois, de qualquer forma, a morte levará tudo. Então, escolho deixar no mundo tudo aquilo que sou...