Texto de Conscientização
Hoje trago essa reflexão
Se o transmissor é a minha consciência, o receptor é o seu coração;
É importante o que tenho para falar, é uma palavra amiga e com certeza irei tentar te motivar;
Eu reflito a minha história e vejo tudo o que superei!
Mas não desejo que sintam piedade de mim e nem das coisas que passei...
Só lhes trago verdades, mas nunca desistam do que queiram conquistar, sejam pessoas de atitude e não se importem o que irão falar;
Não é o achar de alguém que te fará recuar!
Sejam fortes e tenham coragem que com certeza a sua vida irá mudar;
As dificuldades não está ausente e nem nunca estará, mas se tiver bom ânimo em sua luta, vitorioso você chegará;
É vera a mancha de Caim,
Que o Brasil traz na fronte,
A consciência aos poucos
Vem sendo temperada...;
E, a escuridão dissipada.
Ninguém pode suportar,
Condenação tão dura assim...;
O Brasil ainda esconde...
O olhar está se abrindo
- aos poucos,
A alma ainda chagada,
Agonizando está a terra amada.
O grito gemente por liberdade,
Geme em todas as alturas,
No solo estão os sinais das torturas...
A Pátria é como uma Mãe
Que não suporta ver os filhos
abandonados à sorte e infelizes.
Ela espera com esperança,
Que os homens educados,
- sejam abolicionistas
E, libertem todos aqueles
que neste solo têm pisado.
Aspira o fim da degradação
- naturalmente humana -
E assim cultivemos juntos
uma Mátria de pessoas felizes.
A dor pungente na pele do escravo,
Perpassa os séculos e todas as cores,
Sangra o Brasil de partos e dores...
Até a utopia passa a ser tortura,
O nosso povo não sabe mais sonhar.
O gosto do cálice grudou na boca,
- a Repressão deixou tatuada,
Sou a filha desterrada,
- sou negra, sou branca, sou indígena
A herança é oriental,
- sou afrodescendente
Brasileira - sou caboclinha,
Em minha pele carrego um 'cado' de tudo,
- tenho a cor de todas as cores
Perante toda a América e todo o mundo,
Acredito que seremos um país de homens
e mulheres livres quando acordarmos do
falso sonho de independência e nos
tornarmos abolicionistas das
penas que nos foram [infligidas por
todos que tiveram poder sobre as nossas [vidas.
Dormi os 15 anos e acordei aos 45.
Acordar a consciência é sentir a magia da vida, alterar os resultados com ações e descobrir que há algo a mais do que só conhecimento.
A sabedoria surpreende o conhecimento com respostas inesperadas.
Pequenos sonhos requerem uma grande dedicação, deixando para trás coisas simples da vida, para buscar vencer, mas o que é vencer? Deixar de viver pequenos momentos para sonhar com algo que pode ou não ser realizado? Uma tarefa difícil de decidir.
Ainda sou um jovem.
Quem sabe o futuro seja a resposta.
O EVANGELHO NO LAR COMO DISCIPLINA MORAL DA CONSCIÊNCIA À LUZ DA REVISTA ESPÍRITA DE 1864.
A publicação de O Evangelho segundo o Espiritismo, em abril de 1864, marcou um ponto decisivo no esforço de sistematização moral da Doutrina Espírita. Não se tratava apenas de uma obra de exegese evangélica, mas de um instrumento de educação interior, voltado à transformação do pensamento, do sentimento e da conduta humana. Foi nesse contexto que surgiram questionamentos legítimos por parte dos leitores acerca da ausência de preces específicas para o início e o término do dia.
A questão foi formalmente apresentada a Allan Kardec por diversos assinantes, os quais manifestaram surpresa por não encontrarem, na obra então intitulada A Imitação do Evangelho segundo o Espiritismo, uma oração destinada ao uso habitual da manhã e da noite. A resposta do Codificador foi publicada na Revista Espírita de 1864 e revela não apenas uma orientação prática, mas um princípio doutrinário de grande alcance psicológico e moral.
Kardec esclarece que as preces inseridas no Evangelho não constituem um formulário completo, pois fazem parte das comunicações transmitidas pelos Espíritos e foram reunidas no capítulo dedicado ao estudo da prece em razão de sua afinidade temática. Do mesmo modo que em outros capítulos se agruparam instruções espirituais correlatas, ali se reuniram preces que iluminassem o sentido espiritual da oração, e não o hábito mecânico de recitá-la.
Ao omitir deliberadamente preces fixas para a manhã e a noite, Kardec buscou preservar o caráter essencialmente doutrinário da obra, afastando qualquer possibilidade de formalismo repetitivo que desviasse o leitor do objetivo central do Espiritismo, que é o aprimoramento moral do ser humano pela compreensão racional da lei divina. Cada indivíduo, segundo ele, poderia encontrar tais preces nas tradições de seu culto particular, sem que isso interferisse na proposta espírita.
Todavia, atento às necessidades psicológicas dos leitores e ao valor pedagógico da prece regular, Kardec apresenta uma solução de elevada sobriedade espiritual. Para atender ao desejo manifestado, recomenda a Oração Dominical como a mais completa, simples e profunda de todas, adequada tanto para a manhã quanto para a noite. Essa recomendação foi publicada na página 234 da Revista Espírita de 1864, com a clara indicação de que o Pai Nosso encerra, em poucas palavras, todos os sentimentos essenciais da verdadeira oração.
A escolha da Oração Dominical não é fortuita. Trata-se de uma prece que dispensa excessos verbais, apela diretamente à consciência e orienta o pensamento para a submissão lúcida à vontade divina, para a vigilância moral e para a fraternidade. Sob o ponto de vista psicológico, ela conduz o espírito à interiorização, ao exame de si mesmo e à disciplina das intenções. Sob o aspecto moral, educa para a humildade, o perdão e a responsabilidade diante das próprias ações.
Na mesma passagem da Revista Espírita, Kardec vai além e sugere que, uma vez por semana, por exemplo, no domingo, se reserve um tempo mais amplo para a prece, acompanhado da leitura de algumas passagens do Evangelho e de instruções edificantes transmitidas pelos Espíritos. Essa orientação, simples e profundamente humana, constitui o verdadeiro embrião do que mais tarde seria conhecido como Culto Evangélico no Lar ou Evangelho no Lar.
Não se trata de uma prática formal, mas de um exercício contínuo de educação espiritual no seio da família. A leitura refletida do Evangelho, associada à prece consciente, cria um ambiente psíquico favorável à harmonização dos pensamentos, à pacificação das emoções e ao fortalecimento dos vínculos morais entre os participantes. O lar transforma-se, assim, em espaço de aprendizado ético e de elevação interior.
Essa prática encontra ressonância na tradição cristã primitiva, conforme narrado no capítulo 1 da obra Jesus no Lar, psicografada por Francisco Cândido Xavier, na qual Neio Lúcio descreve o Mestre reunindo-se com os discípulos em ambiente doméstico para o ensino e a convivência fraterna. Kardec, ao sugerir essa vivência semanal, não institui algo novo, mas recupera uma pedagogia espiritual ancestral, adaptada à razão e às exigências morais do século.
O Evangelho no Lar, à luz da Revista Espírita de 1864, não é um ato exterior, mas uma disciplina da consciência. Ele convida o espírito à vigilância constante, à introspecção lúcida e à vivência sincera dos ensinamentos evangélicos, fazendo do cotidiano um campo legítimo de transformação moral e de fidelidade à lei divina.
Autor: Marcelo Caetano Monteiro.
Todo o dia saio
pela sua
consciência,
Sem autorização
dos velhos pais
E de quem
quer que seja;
É porque estou
em busca
do General
que foi preso;
indevidamente
e está
desaparecido,
Só Deus
sabe se ele
continua vivo.
As minhas não
são palavras
inventadas,
elas são
reais e estão
por todos
os jornais;
E agora nada
mais tenho
a fazer,
Só apenas
ficar tentando
entender
que anda tudo
muito estranho:
a Alta Comissariada
veio e nada mudou;
Levaram brutalmente
os velhos pais
do sargento
metropolitano.
Um almirante
que ninguém
sabe onde está,
Falam de generais
de uma nova
conspiração
ainda sem prova:
Apenas falam,
porém nada
me dizem até
que me provem
o contrário(...)
A intransponível
prisão é aquela
que de nós
nos rouba
a consciência,
a aceitação,
a sapiência
o valor pessoal
para vencer
o quê não presta,
e se encontra
no coração.
Dizem que um
jovem pedreiro
falsamente
acusado
de envolvimento
com o maldito
levante do dia
30 de abril
e foi torturado.
Por causa desse
dia qualquer
um pode ser
considerado
culpado,
Até mesmo
você que me lê
neste momento.
Dizem que a vida
do Capitão
urge cuidado,
Não deixe de fazer
a sua parte
em nome do que
pede boa vontade.
Não sabia que há
uma sucursal
do Inferno
de cinco letras
em Fuerte Tiuna,
lá é que está
preso injustamente
o General
dos meus poemas.
Nas profundezas
da América do Sul,
Se tornar um preso
de consciência tem
sido muito comum,
A prisão não escolhe
fardados ou paisanos,
Ela vem como uma
onda carregando
quem pensa diferente;
E neste Natal ainda há
um oceano de gente
sem hora da pena cessar,
As queixas são tantas que
tenho medo nelas me afogar.
Não existe Natal sem consciência social, e a imagem do presépio criado por São Francisco ilustra bem isso como uma tentativa de reiterar altos valores através da arte para uma Humanidade que menospreza o próximo em situação de vulnerabilidade, trata refugiados como marginais e menospreza a Natureza.
Seremos lembrados como uma geração que nada aprendeu vezes nada e que repetiu em até fechar os olhos para aberração dos campos de concentração que são herança viva e nefasta da 2a Guerra Mundial.
O nosso continente virou um oceano de presos políticos e uma considerável parte da nossa gente tem saído para tentar a vida nos EUA para morrer no deserto ou acabar presa em locais que podem ser chamados de campos de concentração e ser separada dos filhos, e seguimos indiferentes!
As minhas preces neste Natal seguem dedicadas a todos que estão encontrando desafios existenciais de todas as ordens, aos presos políticos, exilados, refugiados e imigrantes do nosso continente e do mundo, e segue extensiva sem dúvida aos uigures, tibetanos, hong-congues e outros povos presos no campos de concentração da China.
O melhor presente de Natal que podemos nos dar diante disso tudo é a empatia, a paz social, a solidariedade sem fronteiras e o resgate de uma cultura de vida, e sobretudo ensinar as novas gerações ao culto do pensamento autônomo e o amor a Natureza para que a vida dure.
Que o espírito de Natal inunde os corações e aprendamos a valorizar a paz mundial!
Há presos de consciência
soldados e outros não,
A luta deles é a mesma,
só não vê quem não quer,
A justiça tem feito deles
sempre o quê bem quer,
e não para de malmequer.
O quê é vejo contra eles
é o silêncio programado
o tempo correndo frouxo
e um inferno requintado;
Um fato latino-americano
que provou que nunca
o passado foi passado.
Soldados e outros não,
presos não deveriam
ter sido e nem mesmo
continuado como estão,
A liberdade deles deveria
ter sido o primeiro passo
desde o primeiro minuto
desta rodada de diálogo.
Ainda quero crer na sorte
justa para todos eles,
Minha poética insistente
não se esquece nunca
do General injustiçado
que ousou pensar diferente.
o quê é liberdade
de consciência
é tudo aquilo que
nada tem a ver
(com ofensa)
por mais que
a pessoa mereça;
deixem de ser
(pessoas esquisitas)
é tempo de lucidez,
calma, estabilidade
e de reatar a amizade
(com a verdade)
o General é inocente
e apenas deu uma opinião
como todos vocês sabem,
nem o tempo é capaz
de dissolver a realidade.
É véspera de Ano Novo
e as famílias dos presos
de consciência seguem
num calvário brutal,
Estes versos latino-americanos
contam histórias que ninguém
sabe como será o final.
Só sei que para o General
o quê ainda existe é feito
de atraso processual,
e para todos a tragédia
segue esta rotina infernal.
O Tenente Coronel
está em greve de fome
porque tudo continua igual;
ainda estão presos
injustamente a tropa e o General.
Como o painel da Guerra
na entrada para confrontar
a consciência este é o poema
que apresento a Humanidade.
O Deus da Guerra nunca
mais dançará neste país,
O Brasil de Portinari
haverá de ser ainda muito feliz.
Como o painel da Paz
na saída para iluminar
a consciência é o meu poema
para converter a guerra em paz plena.
O Deus da Guerra nunca
mais ousará tocar no meu continente,
na América Latina
e em cada país das Nações Unidas:
(O Deus da Guerra sempre morre
diante de quem escreve poesias).
Consciência Negra
Só um povo com uma
consciência imensa
foi capaz de cruzar
o Oceano Atlântico
e em nome dela resistir,
se libertar e seguir
libertando muitos
de nós que continuamos
presos e nem sabemos.
O Quilombo de Palmares
sempre estará vivo
sempre que houver
necessidade de heroísmo.
Ter muito o quê aprender
com a herança do passado
deve ser compromisso
para que no presente
o quê for nefasto não
seja copiado e no futuro
não seja nunca mais repetido.
(Sempre que houver chamado
a minha poesia é Zumbi,
A minha Consciência é Negra
porque com a vida eu aprendi).
#DiadaConsciênciaNegra
Quando sabem
que se tem
consciência
do que está
errado,
Falando ou não,
ela sempre
incomodará,
Darão à ela
sem pena
a punição,
Farão qualquer
comparação
para a sua
importância
evaporar,
Cercearão
o teu direito
a defesa
Para o mundo
não te escutar,
Porque aquele
que prende
uma consciência
acusando-a
de traição,
O destino já
se encarregou
de desmascarar.
Para se tornar
um preso
de consciência
não é preciso
de muito,
e não é preciso
ter feito nada,
não é preciso
nem ter
ter vestido
ou não alguma
vez na vida farda,
Aliás, a roupa
não faz a menor
diferença;
Para se tornar
um preso
de consciência
só é preciso
de duas coisas:
decência
e dizer aquilo
que o mundo
precisa ou tudo
o quê você pensa.
Da costura que ergue
esta poesia Montanka
sou o fio da consciência
que dialoga com paciência
com os seis continentes,
e por rebeldia virou poema.
Em plena Era narcísica
onde se maquia a índole
maligna com falsas
notícias para glamourizar
causas devastadoras,
e naufragar em falsas
promessas e incertezas.
Do tecido e de outros fios,
eis-me o bastidor
e chamamento em nome
do que deve ser dito:
(Imperialismo não se
combate com Imperialismo).
Imperialismo só se combate
com a base do povo unido,
e não existe aplauso duradouro
que ampare pela eternidade
com a fortaleza da tranquilidade
de uma cabeça que busca
a senda do que traz tranquilidade.
Você que se comporta
como fizesse parte
de qualquer decisão
obstruindo a real informação,
Saiba que você nunca obterá
a desejável ascensão:
(Por migalhas e aplausos
você está se esquecendo
que neste tabuleiro qualquer
um sempre será um simples peão).
Olhar para o passado
e repetir o velho hábito
contra quem nunca foi
ofensivo te coloca
apenas como mais um
covarde neste mundo
que cada um deveria
perceber a sua própria
responsabilidade para que
guerras nunca mais se repitam.
Nada mudou em relação
a vida dos presos
consciência e por todos
a minha poética memória
sem escolher a quem:
conta a trágica História
e tem escrito incansáveis
Versos Latino-Americanos
ao General e à uma tropa.
Esta questão interna
não deve impedir a reconquista
do direito territorial,
O Esequibo é da Venezuela
e o Ministro da Guyana
quer tirar o mapa desta visão
histórica e geográfica
muito antes da decisão
da Corte Internacional.
Mesmo sendo o Esequibo
um território em reclamação
o mapa não pode ser ocultado
o povo pode ser calado
e igualmente os meus poemas:
os insatisfeitos que aprendam
a resolver os próprios dilemas.
Que não haja nenhuma
previsão de libertação
para a tropa e o General:
os meus poemas seguirão
falando até encontrar
o mapa do Sol da Justiça
que dê a pacificação
e a mais do que justa libertação.
Por pretensão de ser
algo perto de um
batismo de fogo
rumo a consciência
mais profunda
dos governantes,
Estes versos levam
à luz para lembrar
que a Cruz hoje
está vazia e Ele vive
sempre que se permite
o amor vencer a morte:
O ego dos poderosos
despejou o peso
nas costas dos povos
humildes e imigrantes,
e há quem ainda distante
anda fingindo que não vê;
A Cruz está vazia
para mostrar que
não se deve repetir
a história de manter
em injusta prisão
quem pensa diferente
como o General está
há mais de dois anos
preso injustamente,
e todos os outros
que assim se encontram
independentemente
de na vida ter ou não patente.
A consciência tem dado
Voltas em círculos,
Porque levantar
Não tem conseguido,
Há um povo coagido,
A Justiça em exílio,
Quem pensa tem sido
Preso ou perseguido.
A Ditadura ganhou
Um jogo por ela perdido
Feito de falsa promessa;
As flores do calabouço
Devem ter desaparecido,
Nem os generais mais
Antigos escaparam
Do brutal autoritarismo.
A firmeza das ruas vazias
Tem feito a sua cabeça
Com a melodia, eco e refrão,
O mundo vê a agonia
Da Estrella pedindo justiça
Em nome do amor no coração.
Não sou a favor da violência,
eu sou a favor a tapas poéticos
que alcançam direto a consciência.
Se você não viu o míssil que explodiu
o Shopping em Kremenchuk,
a câmera da fábrica e muita gente viu.
Não foi um gesto de boa vontade
abandonar a Ilha da Cobra,
afinal a Ilha não te pertence.
Se o teu entendimento a cada
recuo é encarado como gesto
de boa vontade volte para a sua casa.
Não é da arte da política querer
se impôr por meio da guerra,
e sim buscar sempre convencer.
Você usou mal a arte da política
e o teu tempo será encurtado
e colocado numa situação crítica.
Não é da arte da guerra invadir
outra terra: quem convenceu
o contrário não passa de besta fera.
Nunca será da arte de qualquer
religião não fazer um exame
de consciência e para gente como
você não haverá na vida clemência.
Nunca será de todas estas artes
agir sem estado de ampla consciência,
retire as tropas de uma vez não prolongue a sua vergonha,
e pare de gastar toda a paciência.
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