Texto das Borboletas
Amo a forma como você acelera meu coração. Amo o jeito que as borboletas no meu estômago ficam todas bobas quando te vê. Amo essa carinha de menino emburrado que você tem. Amo ouvir as batidas do seu coração, pois elas soam como uma linda melodia pra mim. Amo seus olhos castanhos, eles me lembram o outono que é minha estação do ano favorita. Amo seu cheiro e o seu cabelo todo bagunçado. Amo jeito que mesmo bravo comigo, você não consegue segurar o riso. Amo jeito que me abraça e me olha profundamente com esse teu sorriso torto que me desarma todinha. Amo cada detalhe seu: cada parte do seu corpo, cada cantinho do seu coração e sua alma tão linda. Ah, moço como eu amo você e amo tantas coisas em você que eu poderia passar horas e horas citando cada uma delas. Mas apenas lhe digo mais uma coisa: você sempre será a melhor pessoa que tenho em minha vida.
Sejamos parecidos com as borboletas que seguem em direção da luz, que cada um de nós saiba abandonar antigos casulos, de um passado que só nos ensinou coisas boas ou não.Que de agora em diante, voemos em direção ao brilho da vida. Cada dia ao acordarmos, inicia-se de forma exuberante. Vamos dar chances a novas pessoas do bem que se apresentam e novos caminhos a serem trilhados... Sejamos sempre verdadeiros e sem máscaras...Sejamos do bem. E nessa magia de luz... Esta Deus com seu amor, e nos abençoando com sabedoria transformada em luz...
Vejo um filme que passa em câmara lenta, vejo um pássaro que voa rasante...borboletas que se aconchegam em mim. Toco flores, falo versos...canto risos, rosas. De quebra cheiros, clarão, brilhos...luar, flor e mar que se misturam em ondas, que naufragam em águas. Olho, vejo tardes distantes, olhares calados, músicas no ar. São tempos de outrora, saudades marcantes. Falta coragem de olhar em teus olhos, de cantar teu corpo...medo, depois de tantos nãos, desaprendi a encontrar saídas.
Ei moça o que aconteceu com você? Cadê as borboletas do estômago? Pra que serve esse sorriso tão lindo se não o veste mais. Ei, conte-me o que te impede de sonhar? De amar? É medo? Calma, feche os olhos e ore que todo o mal se afastará. É algo sobre à vida? Não temas, pois o melhor está por vir. É algo sobre o amor? Dê mais uma chance, duas, até três ele sempre merecerá uma nova chance. Talvez esteja assim porque fizestes muitos cálculos, chegastes a muitos resultados, mudou demais o cenário, acendeu muitas velas, preparou muito camarão e, simplesmente, esqueceu de apenas sorrir. Acredite que dará certo, assim dará. Você terá alguém para lhe cobrir quando a coberta cair, alguém para massagear os ombros tensos de cansaço, alguém para perdoar teus medos e fortalecer suas fraquezas. Por isso, aumente o volume, intensifique o ritmo e viva. Viaje, cante, dance, beba, sonhe, mas de vida à vida. Quando você estiver cheia de vida o próprio destino conspirara amor para você. Pois quem se enche de vida, transborda-se de amor.
“O céu sorriu para mim, e eu sorri para o céu. Hoje o dia está lindo, cheio de flores e borboletas voando a favor do vento. Não vou olhar para pessoas, porque elas falam e eu quero o meu mundo só com o som do vento e dos pássaros cantando. Os pássaros lembram a mim mesma, que quando pequena, meus pais me davam o que comer e me ensinavam o básico pra sobreviver nesse mundão gigante, mas no dia que aprendi a voar… Eu me apaixonei pelo céu, a liberdade de estar livre pra poder traçar o meu próprio caminho, errando e aprendo sempre. Hoje eu me sinto em paz, e nem a morte pode me tirar isso.”
E eles passaram a noite em claro,trocando mensagens,rindo de coisas bobas,sentindo borboletas no estômago ao se falarem, se amando como se ninguém soubesse o que é amar, planejando uma vida juntos . E quando amanheceu eram como estranhos seguindo caminhos diferentes,dois inimigos mortais. Os planos foram esquecidos,e o amor jamais existiu.
Que as borboletas jamais descuidem do cristal de outono que escondo em minhas costas. É minha clareza além dos olhos. Escudo obsequioso de lucidez que nunca dorme. Os gigantes e as feras por tras de mim, jamais terão a seu favor a prerrogativa da surpresa, antes do golpe, já os conheço e os antecipo. Quem disse que anjos também não se disfarçam de borboletas?
Áridas borboletas, redemoinhos de flores em condolência, aqueles rios de lama assassinaram os peixes, faço um lembrete a natureza, ponha-te a frente dessa escassez... já vou indo – onde não possas me observar, salvando os ramalhetes de flores... mortos já estás, minha alma – petrificada, no cantarolar dos ventos... rumando a noite em busca da madrugada... vou-me dormir, descansar meus desejos... de um dia feliz – vou regressar... procurar meu beijo; voltar a amar...
Engoli todas as borboletas da terra. Vi constelações nos seus olhos. O vento soprou, e não era mais frio, agora era quente. Era outono mas virou verão, graças ao teu abraço. Teu sorriso me invadia e sem pudor roubava meu ar. Um coração que não cabe em linhas. Você é o céu inteiro. O sol raiou no seu sorriso e de repente amanheceu. Em degradê de vermelho, rosa e amarelo quando se põe. Teu cheiro é aquarela. E se dissolve em mim. Inevitável. É melhor que amor se isso é possível. E eu acredito. Em tudo aliás, depois que te encontrei. Minha alma encontrou uma casa. Teu peito é minha morada. Lar doce lar.
Ver borboletas voando nos da uma sensação de liberdade, mas o que realmente é liberdade? Talvez algo que nunca vamos entender, pois vivemos presos na realidade que tanto nos machuca, presos ao trabalho e diversos outros problemas... Estive pensando em como ter a liberdade que as borboletas tem...Libertando minha alma para voar livremente para o céu sem ter que voltar a essa carne e terra de tanto desprezo e dor!
Sinto saudades do tempo que você me causava borboletas na barriga, hoje te vejo passa, nos olhamos por baixos como dois estranhos despercebidos e cada um segue seu caminho, eu tentei entender o porquê de tudo ser assim, mas foi tolice minha tentar, eu já superei nos dois, foi difícil mas conseguir, eu não quis mas saber de você e também não fui lhe procurar, não pense que desistir de nos dois porque não sabemos ao certo quem desistiu de quem apenas seguimos nossa vida e nos deixamos de ser querer, talvez seremos uma interrogação sem explicação.
Saudades de sentir borboletas no estômago. Arrepios desvairados. Beijos desconcertantes. Abraços recheados de calor. Palavras doces. Saudades de sentir aquela ansiedade que antecede àquela hora. Aquela ligeira inquietação. Aquele suor nas mãos. Aquele tremor que se sente tomar o corpo inteiro e que não se doma, nem se monta, mas nos desmonta. Ultimamente tem sido tudo tão mórbido e morno. Sempre a mesma coisa. Figurinhas repetidas. Amores irônicos e cômicos. Paixões passageiras e superficiais. Corações vazios, mas vazios de sentimentos. Corações que erguem muros ao seu redor. Saudades dessa tal felicidade!
Saudades de sentir borboletas no estômago. Arrepios desvairados. Beijos desconcertantes. Abraços recheados de calor. Palavras doces. Saudades de sentir aquela ansiedade que antecede àquela hora. Aquela ligeira inquietação. Aquele suor nas mãos. Aquele tremor que se sente tomar o corpo inteiro e que não se doma, nem se monta, mas nos desmonta. Ultimamente tem sido tudo tão mórbido e morno. Sempre a mesma coisa. Figurinhas repetidas. Amores irônicos e cômicos. Paixões andarilhas e superficiais. Corações vazios, mas vazios de sentimentos. Corações que erguem muros ao seu redor
Ah estes humanos que pousam nos corações dos outros como sutis borboletas. Tão hábeis em chegar que quando pousam não balançam sequer, as flores da vida de ninguém. E não discretamente, marcam sua presença com asas majestosas de simpatia e beleza. Mas, na menor brisa, com intenção ou não, voam indiferentes para outra flor. Um dia descobrirão, estas borboletas, que ninguém passa na vida de outro sem levar consigo, o pólen do convívio incrustado nas frestas da personalidade. E como sabendo ou não, todos temos uma missão, a delas, sem dúvida é compartilhar, no próximo pouso, misturando vivências, um pouquinho de quem ficou na vida de quem ela está pousando.
Alguém mexe com todas as borboletas a tanto adormecidas no meu estômago. Adoro quando ele me chega em toda sua imensidão e mergulha nesse meu poço pequeno. Seus olhos cheios de mistérios me sugam para essa história e eu sempre tão comedora de letrinhas, mergulho em letra por letra. Gosto quando me cheira, me seduz, complementa. Ele é como uma soma de mim a muito perdida, talvez seja esse nosso jeito meio torto, meio quebrado, meio sei lá, de ainda sim se somar. Eu era tão cheia de nada, e agora sou cheia de dele. Ele acende um cigarro e me olha, com aquele tipo de olhar que diz tudo o que você precisa saber e o nosso silêncio fala por nós. Fala da boca que já decorou os movimentos, fala do cheiro que é só o dele e só o meu e só o nosso, fala desse nosso começo as vezes tão incerto e as vezes tão correto, fala do acaso que foi nosso olhar ter se juntado, reconhecido, misturado, fala de tudo aquilo que sentimos e achamos clichê demais para compartilhar, fala do nosso medo do incerto, do inseguro, do desconhecido, fala de todo esse “deixa rolar” que já virou sentimento.
Eu sempre tive medo de borboletas, desde a infância, lembro-me que bastava uma passar perto para eu me esconder, mas eu mesmo assim,admirava a leveza, a beleza, admirava as cores. A magia do céu, eu então cresci e amei incondicionalmente uma borboleta, linda, cheia de vida, suas asas me abraçavam em qualquer lugar, a magia do céu estava no encanto do seu voar, esta tatuada no meu pulso, marcada no meu coração, que todos os anjos sempre te façam feliz, que você continue brilhando na vida de outras pessoas, que alegre o coração alheio e que sua magia nunca morra. Que suas asas voem até o céu, para quando eu admirar as nuvens te encontrar lá.
Eu vi o vento soprar, e as borboletas voarem, a tempestade se formou , nuvens negras paira sobre a humanidade; caos talvez, ou um grito de socorro para a humanidade desenfreada; tempo de reflexão, de se unir de longe, de olhar a dor do outro e ver a sua. Hipócritas, charlatões o que importa sabemos que atras de cada porta há um vírus batendo, correndo querendo nos pegar.
"Felicidade é como borboletas, e correr atrás de ambas é perda de tempo. Querer ser feliz é espantar a felicidade. Serás feliz quando a ética e a moral forem a filosofia de vida aplicada, e quando as vivências te revelarem que felicidade não se trata de emoção ou sentimento, mas de estado de espírito. Daí, quando não mais te preocupares com a felicidade ou em ser feliz está se tornará companheira sempre presente.' - Misael Malagoli.
Borboletas invadem as nações com amor, beleza interna, amarguras no chão assombrado, Bem inteiras assim, não cometem assaltos baratos, inteligentes assim não caem assustadas, bela inteira adormecida, nada cala a benevolência inocente avante no continente aliado, barcos invadem as nações com amor, beleza interna, assaltos no coração avermelhado...
Adoraria pintar a vida com as cores aquarela, e todas as borboletas de amarelo, exceto a 88, minha predileta, como um mar de rosas, uma imensidão delas, contemplar os raios de sol tocando as de leve, como se as beijasse com ternura e gratidão, agradecendo pela a beleza que irradiam das suas pétalas asas, aquarela, borboletas ou mar de rosas?
