Texto das Borboletas
Ai que raiva!!!
Não, não consigo evitar... posso até engulir, não demostrar, mas que sinto raiva sinto. Ponto final.
raiva de tudo... raiva do sol quente demais, do sol que não aparece quando quero... do sol que se põe atrás dos montes e não me deixa ver a beleza do pôr do sol... do pôr dele mesmo... que raiva...
raiva do dia que amanhece cedo demais... raiva da noite que deixa o dia pra trás...
raiva da chuva molhada... das ruas alagadas...
raiva dos políticos... do horário político... da falta de opção... tô tomada de raiva...
raiva dos buracos nas ruas... do imposto que pago... do cara que ganha pra ver o sol nascer quadrado...
que raiva... da fila do banco... de ter que dar no tranco... raiva do cara do lado... do cara da frente...
raiva de não ser diferente... raiva de ser tão impotente... raivaraivaraivaemaisraiva
Ai que raiva....
que raiva que nada... sou paz e amor... uma doçura... uma flor... nunca perco a paciência, não me estresso, não me ingesso... sou supermegahiperdescoolada.... cool!!
no caminho pego os atalhos... colho as flores... corro atrás das borboletas.... sou feliz... e sou feliz porque minha vida é a vida que eu sempre quis... estar ou não na lista da vida pra mim não foi por um triz. Ou foi por um triz?
No, no, no... foi porque Deus quis :)
DESENCONTRO
Pintei um céu
Para nós dois
Um quadro azul
Em tom pastel.
Morreu meu sonho
quando amanheceu
Você, indiferente,
Não me reconheceu
E no vale ficou
Sem olhar para o céu.
Eu te acenei amor
Amorosa te beijei,
E o dia era instante
Sereno, constante,
Gravura em papel
Mas um beijo de amor
Não foi o bastante.
Despedaçada,
Abandonei os teus olhos
Perdidos no vale
Sondando ilusões
Sem olhar para o céu.
Enveredei nas alturas
Carregando teu nome
Um punhado de estrelas
E um doce pincel.
Estava certa que vinhas
Porque tinha que ser
Mas olhei para baixo
E chorei a verdade:
Você tão cruel
No vale voejava
Junto às borboletas
Sem olhar para o céu.
Borboleta e sua Metamorfose,
uma meta em cada fase,
Ovo - Objetivo que se descobre,
uma estratégia que é traçada,
Lagarta - Dos planos à prática, início da Jornada,
Pupa - Na falta de engano, depois do cansativo processo, um momento de descanso
E Borboleta - Principal meta alcançada, poder usufruir os frutos de uma vida Transformada.
Borbeletas graciosas que
com suas lindas asas se libertam
alçando vôos bastante aguardados,
uma recompensa mais que merecida,
assim, suas vidas foram transformadas
e cada uma com sua própria conquista.
Apreciar uma ocasião como esta
certamente, é uma dádiva,
então, merecedora de muita estima.
Minha mente fica feliz
com a tua chegada
assim como as flores se alegram
com a primavera,
fazes os meus versos florescerem
por seres bela e muito inspiradora
por carregares contigo, amor, vivacidade, sutileza e simplicidade
à semelhança de um cenário
com lindase glomerosas borboletas
com a leveza de suas asas
voando livres pelo céu,
assim, abriga uma vida
que não se acaba,
tendo em vista que por lá,
a inspiração não esmoreceu.
Despretensiosamente, Adentro profundamente na tua essencialidade através do brilho evidente dos teus olhos,
lá encontro um lugar intensamente expressivo graças às lindas borboletas de asas azuis voando livremente por toda parte do teu íntimo, representando
aparentemente cada fase vitoriosa
da tua vida de acordo com o plano divino.
Isso reflete na tua maneira de viver,
vivendo numa busca incessante
de uma metamorfose contínua,
respeitando e enfrentando etapa
por etapa com uma perseverança nítida, seja doce ou amarga,
assim, graças a Deus, aos poucos,
tuas asas vão conquistando mais força e ficando mais vívidas,
alçando vôos cada vez mais altos
como uma justa conquista.
Esta minha percepção talvez seja bastante atípica
por conter a mistura da visão lúdica
com tons realistas, mas que não deixa de ser sincera e muito significativa,
expressada nestes meus versos simples e tão cheios de vida.
A tranquilidade de um dia bom que esbanja simplicidade entre sorrisos, afetos, amores e olhares com a leveza dos vôos tranquilos de lindas borboletas, expressando suas liberdades em um momento oportuno, rico de tanta singularidade.
Mostra que, graças ao Senhor, não é preciso muito para saborearmos a felicidade, se soubermos de fato apreciar a soma encantadora dos lindos detalhes, obtendo uma riqueza transformadora, que nos enche de muita vivacidade.
Por conseguinte, é evidente que se a brevidade for sabiamente aproveitada, parecerá mais duradoura, na mente, ficará marcada, grata recompensa por ter valorizado o agora, consciente de que viver é uma dádiva e o tempo certamente não volta.
Sonho vivo, cujo aspecto é majestoso, fragmento de um paraíso muito apaixonante, beleza diferenciada, formas estonteantes, semblante pacífico, olhar charmoso, natureza que causa um justo impacto, sentimento harmonioso, intenso e enigmático.
Os meus pensamentos interessados neste enigma, criam uma fábula na minha mente, onde ela é a grande protagonista com seus cabelos soltos, reluzentes, vívidos como o fogo, há lindas borboletas voando tranquilamente em torno dela.
A sua essência é feita de muito amor, simplicidade, veemência, também da viveza de uma rica obra de arte, de uma flor exuberante de pétalas formosas, dessarte, uma expressividade imponente, bastante sedutora, calorosa integridade.
Através desta singularidade, certos momentos ao seu lado são fantasiosos, inusitados, amorosos, engraçados, simplesmente, valiosos, assim, os sentidos são aguçados, correspondidos, espíritos e corpos entrelaçados por um laço forte e recíproco.
Maia
"Eles, pequenos, conseguem perceber o que muitas
vezes não conseguimos."
Márcia A. Prazeres
..., perceber a beleza na simplicidade de viver
e das pessoas com grandes corações. Márcia
Maia
"Significa inicialmente belo e delicado – nome feminino apresentando muitas possibilidades de origem e, como consequência, diferentes significados associados a ele.
O nome Maia pode ter sido originado a partir do latim maia ou mai, que quer dizer "grande".
Existe ainda a possibilidade do nome Maia ter sido originado como uma variante de Maya, nome que possivelmente surgiu no hebraico mayim, que quer dizer "água" ou no sânscrito maya, que significa "ilusão", ou ainda no tupi maya, que quer dizer "mãe".
O nome Maia pode também ter surgido por influência do povo maia, uma civilização que viveu na América Central entre os anos 1.000 a.C e 900 d.C.."
Música é Poesia
Se a poesia não existisse
As borboletas não sairiam do casulo
O zero seria nulo
As flores perderiam seus odores
O arco-íris não teria sete cores
E nem haveria o sol na lua
Se a poesia não existisse
Amar seria tão triste
Quanto um deserto sem um oásis
Ou um luar sem eclipse
Se o poeta não existisse
As musas não seriam lindas
Os amantes não amariam o próximo
E o próximo amor seria o ultimo
Talvez a poesia só exista
Para derreter corações de gelo
Afinando o piano humano
Humana e sacana
Sentimental como o medo
Viva a poesia
Ex-poesia
Ei, eu adoro falar com você, adoro sentir o que sinto
meu peito fica quentinho e sinto borboletas voando em meu estômago.
Sinto uma paz misturada com medo do desconhecido, uma vontade louca de estar com você
deitar no seu colo, te abraçar bem forte, pele a pele.
Quero que você fale ao meu ouvido, sussurre bem baixinho um texto, alguma frase
um mistério seu, um segredo, quero te ouvir,
sua voz, suas mãos tocando meus cabelos, percorrendo meu corpo
Você cheirando e fungando o meu pescoço. quero sentir sua respiração, me aperta bem forte e não solta, deixa eu dançar em cima de você.
Olhar fundo no seu olho e ouvir você gemer.
“Borboletas sempre voltam e o seu jardim sou eu! – É mesmo, jardim? Tal borboleta, no lugar de ficar e polinizar-te, ajudando-o a manter-se florido, mete-se a polinizar o jardim alheio. Daí, quando esse jardim seca, a borboleta, sem ter opções, volta para você e tu a serve parcimoniosamente... Jardim idiota!”.
Tenho borboletas clichês em meu estômago. Essas tais borboletas passam de um estado para o outro de forma muito rápida. Está vendo como é difícil cuidar dessas meninas? O motivo da mudança de estado delas tem nome,endereço,pais e documentos. Em um momento,essas borboletas ficam agitadas só de lembrar do amado. Em outros ficam amuadas,tristes,quase mortas pela falta do dito cujo. Há momentos felizes,resumem-se bem com uma frase do livro O Pequeno Príncipe: "Se tu vens, por exemplo, às quatro da tarde, desde as três eu começarei a ser feliz. Quanto mais a hora for chegando, mais eu me sentirei feliz"...Ah esses momentos felizes e efêmeros! Deliciosos ao qual eu e minhas borboletas se deleitam de êxtase em te ver e te tocar,sentir o teu perfume e ouvir a sua voz. É um imenso prazer para minhas meninas,e claro,para mim também. Que esses momentos durem,que esses sentimentos se eternizem em meu ser,que esses sentidos jamais se extinguem. Flor do meu dia,motivo das minhas manhãs felizes,querido da minha alma e do meu viver.
Eu já ouvi, li, reli e transli tantas vezes sobre esse tal assunto de “borboletas no estomago”, mas eu não consigo entender, eu acho que deve ser apenas uma metáfora ou será que acontece mesmo? Talvez seja algum tipo de metamorfose que sofrem aqueles que se permitem sentir demais, com muita intensidade. Tipo um superpoder, entende? E aí as borboletas vagam dentro de seu estomago durante a primavera e quando chega a próxima estação elas adormecem, até chegar a primavera novamente. Imagino também que deve ser um tanto desconfortável, deve dar um embrulho no estomago, calafrios, náusea, longe de mim sentir isso.. ou.. será que faz cócegas? Deve ser por isso que tanta gente vive sorrindo por aí e outros que bebem loucamente, bebem pra matar afogadas essas borboletas incovenientes. Ninguém nunca me contou sobre tal sensação, mas se algo acontece eu imagino que seja assim.
Quando sonho com você não há lugar para o surreal, não possuo asas, borboletas não se transformam em dragão. Apenas a realidade dominando o onírico, eu de um lado, você do outro, quando queremos muito mudamos de calçada é pedida a permissão, sem o atrevimento da palavra a própria presença estabelece o cumprimento, determina a distância.
Casulo: as borboletas levam um tempinho para nascer. Elas se desevolvem no cazulo pelo um tempo curto. E quando nasce, elas ainda não estão formadas em uma mariposa 100%. Elas ainda estão tão frágies com suas azinhas estreitas. Elas são como os seres humanos que sofrem para nascer. Mesmo assim, elas não verem à hora de poder ganhar o mundo, para assim poder desfrutar da natureza e bailar na flor perfuma na luz do dia.
Sabe aquele friozinho na barriga quando eu te via? Sabe aquelas borboletas no estômago? Sabe aquela sensação de estar nas alturas? Pois é, o frio na barriga se tornou um nó na garganta todas as vezes que penso em te dizer algo. A sensação de borboletas no estômago se transformou em uma dor intensa no coração sempre que me lembro de você. E sabe aquela sensação de estar nas alturas? Essa era real, eu estava nas nuvens. No entanto, eu caí e a queda me fez acordar para quem você realmente era. E dói, você não tem ideia de quanto dói. Você prometeu que não sairia do meu lado, então, onde você está agora?
A questão é que não se corre atrás de borboletas e sim pacientemente deixe que os monstros de seu jardim façam o que tem de ser feito por eles, a metamorfose é preciso para eles, pois se não chegarem a esse ponto jamais terão borboletas sobrevoando seu jardim, a lagarta só é monstro comparada a você mesma depois de destruir o jardim e encasular-se para florir. A metamorfose da lagarta é a raiz da vida de uma borboleta. Sua conversão se torna visível pela aparência e pela atitude se torna mais bela, mas sabendo em si que se não fosse um monstro jamais seria ela.
No trono da liberdade as borboletas entram pela janela e fazem festa nas suas almas a pousar seus pés de águia. Eu observo e não me movo nas cores mais belas entre elas entrelaçadas. Nesse momento não quero pensar em nada, apenas olhar e divagar sobre as cores variadas que me deixam sobressaltada. Faço uma pausa de pensar em glória e alegria e a natureza me convida a ver os pássaros que esvoaçam na planície de vales pouco explorados, como se carregassem o propósito da humanidade. Os ouvidos da liberdade plenos dos ditames de seu espírito, voltam os olhos ao sol e fios de prata tecem teias inequívocas e sua empreitada ardilosa é digna de exílio. Dispersam os sonhos de prosperidade em primaveras e as flores regozijam o mensageiro da misericórdia no suspiro do mar a trazer lágrimas do céu das memórias. Louvados sejam o céu e o mar, que a terra vermelha contrasta. E o dia se passa. A lua se ergueu na cidade na quietude do sono do sol. A madrugada fria murmura ao vento melodias. Seja o que for, continuaramos a ser. A chuva torrencial no solo da solidão levam os galhos mortos e muito mais enterra nossas raízes na terra. Eis o que se espera em um momento de poético otimismo. Andamos altivos a carregar nossa honra e há vida em muitos mares muitos nunca navegados, idílicas paisagem para esquecer as andanças de nossos caminhos sobre a estrada. Por tal frugalidade os rios riam e seguiam rotas de margem. Um homem quieto e magro silenciava o mês de maio e escondia seu entendimento que certeiro seguia sem qualquer lamento, pois acariava as cordas vocais e suas mãos tocavam flautas inaudíveis no tempo de meu esquecimento e eu me transportava para águas passadas que já não me acrescentava alimentos de vida e minha sina era deixar passar o que passado está. Eu sou uma palavra gentil que atravessa os dedos do verso. Eu sou a filhas dos elementos que enaltece o momento presente.
Amor de verdade não vive só de borboletas no estômago. Ele se sustenta no respeito, na confiança, na parceria, no diálogo e na reciprocidade. E, quando tudo isso existe, o amor cresce em nós de um jeito inesperado, como uma pequena semente que, sem avisar, cria raízes profundas e floresce onde o coração nem sabia que havia espaço. E então, já não é apenas amor: é aquele sentimento que cria morada e se torna impossível de arrancar.
