Texto das Borboletas
O foda é que eu queria recomeçar. Conhecer alguém legal e sentir as borboletas no estômago no primeiro encontro, sentir a emoção do primeiro beijo, e como resultado de tanto encanto... sentir a esperança de que tudo seria diferente dessa vez... Que o amor iria perdurar. Mas toda vez que eu encontro alguém que poderia me fazer sentir tudo isso de novo, eu me lembro das últimas vezes em que eu me encontrei com o coração despedaçado no final, e assim os traumas e inseguranças me dizem que tudo vai terminar do mesmo jeito...então os medos engolem as esperanças de encontrar um novo amor, e eu afasto de mim todos aqueles que chegam perto, não por egoísmo, mas por medo de ser machucado outra vez ou de acabar machucando aquela pessoa.Afinal, como posso confortar o coração de outro alguém se eu ainda não cicatrizei as minhas feridas ?
É o tempo seco, tudo seca , o frio ajuda a secar a natureza, as borboletas entram num estagio metamórfico como fazem as lagartas, ficam em cápsulas enterradas ao solo, os caçadores com as suas enxadas já não as procuram em ramos, são saborosas depois de fervidas com água e sal e temperados, o óleo é a banha de porco porque o sebo cheira a bode mesmo que seja de vaca, a carne é de vaca porque o boi é proibido, a carne é de cabrito porque a cabra é proibida, e o galo vai ditando as horas, horas não percebidas durante o dia, mas à noite sabe-se logo, 1º galo dita 22 h, 2º galo a meia noite , 3ºgalo duas da madrugada etc..., o galo é colossal depois de morto passa por galinha, só as galinhas morrem. É a natureza que o homem inventa, mas o tempo permanece igual.
Não eram as borboletas multicoloridas do Vinícius de Morais que me impressionavam o sentido da visão. Eram as luzes azuis das árvores de Natal, que brilhavam em um espetáculo indescritível, e as fascinantes bolas de gude, azuladas como o anil e em meia lua branca, que rolavam na terra das ruas sem asfalto no Recife dos anos 70.
As vezes tenho vontade de sentir o amor verdadeiro, sentir a sensação de borboletas na barriga ao ouvir um “ eu te amo “ , sentir vontade de querer que o dia nunca passe quando a pessoa estiver ao seu lado, ir dormir e não conseguir dormir porque você não para de pensar nessa pessoa… envelhecer e olhar para trás, lembrando de cada dia que passaram juntos, sem se arrepender e o amor continuar á crescer… até morrer.
Sinto saudades do tempo que você me causava borboletas na barriga, hoje te vejo passa, nos olhamos por baixos como dois estranhos despercebidos e cada um segue seu caminho, eu tentei entender o porquê de tudo ser assim, mas foi tolice minha tentar, eu já superei nos dois, foi difícil mas conseguir, eu não quis mas saber de você e também não fui lhe procurar, não pense que desistir de nos dois porque não sabemos ao certo quem desistiu de quem apenas seguimos nossa vida e nos deixamos de ser querer, talvez seremos uma interrogação sem explicação.
Olha, eu quero muito me envolver novamente, quero muito sentir as borboletas no estômago, as pernas amolecerem e o coração acelerar. Mas eu lhe peço, vá com calma, depois de tantos tropeços eu aprendi a não entregar meu coração de bandeja à ninguém. Não estou dizendo que será uma tarefa difícil, mas também não será tão fácil assim. Não vá pensando que com alguns encontros, e meia dúzias de palavras bonitas você vai me consquistar. Eu não acredito em palavras, não mesmo, então por favor, não me venha com palavras melosas, engula garganta a baixo todas elas. Eu gosto mesmo é das atitudes, dos gestos, dos pequenos detalhes, a forma que você me olhar, pegar em minha mão e me tocar que irá causar o meu interesse ou desinteresse total. E sim, será uma tarefa a longo prazo, irei te dar bastante 'trabalho', eu não vou te ligar, vou sumir em alguns dias, serei fria e me mostrarei desinteressada ás vezes. Mas eu não faço isso por mal, eu faço isso pelo meu bem, pelo bem do meu coração. Pois só quem esperar o meu tempo, entender os meus medos e suportar toda a minha loucura, será digno do meu amor.
Ver borboletas voando nos da uma sensação de liberdade, mas o que realmente é liberdade? Talvez algo que nunca vamos entender, pois vivemos presos na realidade que tanto nos machuca, presos ao trabalho e diversos outros problemas... Estive pensando em como ter a liberdade que as borboletas tem...Libertando minha alma para voar livremente para o céu sem ter que voltar a essa carne e terra de tanto desprezo e dor!
Amo a forma como você acelera meu coração. Amo o jeito que as borboletas no meu estômago ficam todas bobas quando te vê. Amo essa carinha de menino emburrado que você tem. Amo ouvir as batidas do seu coração, pois elas soam como uma linda melodia pra mim. Amo seus olhos castanhos, eles me lembram o outono que é minha estação do ano favorita. Amo seu cheiro e o seu cabelo todo bagunçado. Amo jeito que mesmo bravo comigo, você não consegue segurar o riso. Amo jeito que me abraça e me olha profundamente com esse teu sorriso torto que me desarma todinha. Amo cada detalhe seu: cada parte do seu corpo, cada cantinho do seu coração e sua alma tão linda. Ah, moço como eu amo você e amo tantas coisas em você que eu poderia passar horas e horas citando cada uma delas. Mas apenas lhe digo mais uma coisa: você sempre será a melhor pessoa que tenho em minha vida.
Eu vi o vento soprar, e as borboletas voarem, a tempestade se formou , nuvens negras paira sobre a humanidade; caos talvez, ou um grito de socorro para a humanidade desenfreada; tempo de reflexão, de se unir de longe, de olhar a dor do outro e ver a sua. Hipócritas, charlatões o que importa sabemos que atras de cada porta há um vírus batendo, correndo querendo nos pegar.
Bendito seja o amor, que traz brilho nos olhos, borboletas no estomago, paz nas palavras, flores nas mãos. Que te faz sentir arrepios na pele, bastando só, um pensamento leve. Bendito seja o amor que adoça o silencio que traduz no olhar o que o coração diz, fazendo a nossa alma sentir-se, amada e acolhida
Ah estes humanos que pousam nos corações dos outros como sutis borboletas. Tão hábeis em chegar que quando pousam não balançam sequer, as flores da vida de ninguém. E não discretamente, marcam sua presença com asas majestosas de simpatia e beleza. Mas, na menor brisa, com intenção ou não, voam indiferentes para outra flor. Um dia descobrirão, estas borboletas, que ninguém passa na vida de outro sem levar consigo, o pólen do convívio incrustado nas frestas da personalidade. E como sabendo ou não, todos temos uma missão, a delas, sem dúvida é compartilhar, no próximo pouso, misturando vivências, um pouquinho de quem ficou na vida de quem ela está pousando.
Alguém mexe com todas as borboletas a tanto adormecidas no meu estômago. Adoro quando ele me chega em toda sua imensidão e mergulha nesse meu poço pequeno. Seus olhos cheios de mistérios me sugam para essa história e eu sempre tão comedora de letrinhas, mergulho em letra por letra. Gosto quando me cheira, me seduz, complementa. Ele é como uma soma de mim a muito perdida, talvez seja esse nosso jeito meio torto, meio quebrado, meio sei lá, de ainda sim se somar. Eu era tão cheia de nada, e agora sou cheia de dele. Ele acende um cigarro e me olha, com aquele tipo de olhar que diz tudo o que você precisa saber e o nosso silêncio fala por nós. Fala da boca que já decorou os movimentos, fala do cheiro que é só o dele e só o meu e só o nosso, fala desse nosso começo as vezes tão incerto e as vezes tão correto, fala do acaso que foi nosso olhar ter se juntado, reconhecido, misturado, fala de tudo aquilo que sentimos e achamos clichê demais para compartilhar, fala do nosso medo do incerto, do inseguro, do desconhecido, fala de todo esse “deixa rolar” que já virou sentimento.
Eu sempre tive medo de borboletas, desde a infância, lembro-me que bastava uma passar perto para eu me esconder, mas eu mesmo assim,admirava a leveza, a beleza, admirava as cores. A magia do céu, eu então cresci e amei incondicionalmente uma borboleta, linda, cheia de vida, suas asas me abraçavam em qualquer lugar, a magia do céu estava no encanto do seu voar, esta tatuada no meu pulso, marcada no meu coração, que todos os anjos sempre te façam feliz, que você continue brilhando na vida de outras pessoas, que alegre o coração alheio e que sua magia nunca morra. Que suas asas voem até o céu, para quando eu admirar as nuvens te encontrar lá.
Saudades de sentir borboletas no estômago. Arrepios desvairados. Beijos desconcertantes. Abraços recheados de calor. Palavras doces. Saudades de sentir aquela ansiedade que antecede àquela hora. Aquela ligeira inquietação. Aquele suor nas mãos. Aquele tremor que se sente tomar o corpo inteiro e que não se doma, nem se monta, mas nos desmonta. Ultimamente tem sido tudo tão mórbido e morno. Sempre a mesma coisa. Figurinhas repetidas. Amores irônicos e cômicos. Paixões passageiras e superficiais. Corações vazios, mas vazios de sentimentos. Corações que erguem muros ao seu redor. Saudades dessa tal felicidade!
Saudades de sentir borboletas no estômago. Arrepios desvairados. Beijos desconcertantes. Abraços recheados de calor. Palavras doces. Saudades de sentir aquela ansiedade que antecede àquela hora. Aquela ligeira inquietação. Aquele suor nas mãos. Aquele tremor que se sente tomar o corpo inteiro e que não se doma, nem se monta, mas nos desmonta. Ultimamente tem sido tudo tão mórbido e morno. Sempre a mesma coisa. Figurinhas repetidas. Amores irônicos e cômicos. Paixões andarilhas e superficiais. Corações vazios, mas vazios de sentimentos. Corações que erguem muros ao seu redor
Sejamos parecidos com as borboletas que seguem em direção da luz, que cada um de nós saiba abandonar antigos casulos, de um passado que só nos ensinou coisas boas ou não.Que de agora em diante, voemos em direção ao brilho da vida. Cada dia ao acordarmos, inicia-se de forma exuberante. Vamos dar chances a novas pessoas do bem que se apresentam e novos caminhos a serem trilhados... Sejamos sempre verdadeiros e sem máscaras...Sejamos do bem. E nessa magia de luz... Esta Deus com seu amor, e nos abençoando com sabedoria transformada em luz...
Vejo um filme que passa em câmara lenta, vejo um pássaro que voa rasante...borboletas que se aconchegam em mim. Toco flores, falo versos...canto risos, rosas. De quebra cheiros, clarão, brilhos...luar, flor e mar que se misturam em ondas, que naufragam em águas. Olho, vejo tardes distantes, olhares calados, músicas no ar. São tempos de outrora, saudades marcantes. Falta coragem de olhar em teus olhos, de cantar teu corpo...medo, depois de tantos nãos, desaprendi a encontrar saídas.
Que as borboletas jamais descuidem do cristal de outono que escondo em minhas costas. É minha clareza além dos olhos. Escudo obsequioso de lucidez que nunca dorme. Os gigantes e as feras por tras de mim, jamais terão a seu favor a prerrogativa da surpresa, antes do golpe, já os conheço e os antecipo. Quem disse que anjos também não se disfarçam de borboletas?
Áridas borboletas, redemoinhos de flores em condolência, aqueles rios de lama assassinaram os peixes, faço um lembrete a natureza, ponha-te a frente dessa escassez... já vou indo – onde não possas me observar, salvando os ramalhetes de flores... mortos já estás, minha alma – petrificada, no cantarolar dos ventos... rumando a noite em busca da madrugada... vou-me dormir, descansar meus desejos... de um dia feliz – vou regressar... procurar meu beijo; voltar a amar...
Como borboletas, que seguem em direção à luz, que cada uma de nós saiba abandonar os antigos casulos e voar em direção à luz, desse dia, que está trazendo o novo, a mudança, a alegria, em direção ao brilho da vida, que está no dia, que acabara de nascer, com o sol maravilhoso e o céu azul a nos encantar
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