Texto com a Palavra Ouse Ousar Ousadia Alma
Verbo Amar -
EU AMO o que tu és
expresso p'lo teu corpo,
nascido da tua Alma...
TU AMAS o mundo naquilo que ele é
fugindo de nós ...
ELE AMA o que tu não és,
quando estando tão perto
está tão longe de ti.
NÓS AMAMOS, quando juntos,
envolvidos, nos tocamos, entregamos,
...instante... apenas isso ... breve instante!
VÓS AMAIS somente,
o que separados nós não somos,
quando longe nos situamos...
ELES AMAM sem sonhar
o desejo que os possui,
apenas querem outros corpos
não nos sabem AMAR!
Quem sabe um dia,
se aprenderei a conjugar
de forma mais Feliz
a Profundidade do Verbo AMAR
SONETO DE AMOR
E, foi assim, de repente, aconteceu
Com a alma alumiada, doce sentido
Aquela esperança, o olhar revestido
De poética, então, o amor apareceu
Pois, o sentimento já não era só meu
Fui de sensação e agrado aspergido
Em um lirismo de outrora perdido
E agora, tão apaixonado, e tão seu
Não me envergonha ser acometido
De sentimental coração, enamorado
Cheio de ardor, que por ti, enchido
Um relicário que no peito faz suspirar
Tão intenso, vibrante e compassado...
Bom. Como é tocante poder te amar!
© Luciano Spagnol – poeta do cerrado
14 setembro, 2022, 21’04” – Araguari, MG
Dois Amantes -
Sem ti minh'Alma fez-se pranto,
escura, escusa como a Bruma,
e da esperança nasceu espuma
e a dor velou o Canto!
De repente chegou o vento
que levou o teu olhar,
apagou meu pensamento,
calou o meu cantar!
Distantes, assim nos situamos, ofegantes,
loucos, perdidos, dois Amantes ...
Espinhos na carne
Correntes na alma
Qual dói mais?
Qual mais tira sua calma?
Nunca ser tu próprio
Nunca viver
Nunca ter nascido
Mas nunca morrer
Qual o sentido
De respirar num corpo
Que a tu não pertence
É ser um morto
Quem ama prende?
Prender não é amor
Prender é medo
Quem prende não entende
Me manter uma folha em branco
Para ser dobrada e descartada
Atirados os pedaços ao vento
Eu tento
Mas quem devia apoiar destrói
O que devia edificar, corrói
O que devia alegrar, só dói
Não choro, não grito
Não digo, só sinto
Palavras não saem
Não entra-me o fôlego
Luzes caem
Não conto, só minto
Minto a mim mesmo quem sou
Vinte oito Primaveras
Todas as manhãs a aurora é fria e nada de solidão.
A alma vibra o despertar forte a emoção.
Tipo aquele banho ensolarado próprio do serrado.
O sorvete natural de uma fruta local até de jabuticaba nada mal.
Um caju, cajá, cupuaçu licor de murici,
Você fruta madura todinha para mim...
Eu fico ali calado procurando o cheiro do seu cabelo,
Como cachos de açaí e frutos doce do campos e do serrado.
Mas o sol desperta e vem o desejo de encontrá-la.
Quem sabe em uma praça, estrada,
Mais certo no cantinho da fazenda...
Espero que entendas essa simplicidade de amá-la.
As vezes pode ser assim.
E te encontre sorrindo ou chorando.
Agradecendo ou reclamando.
Mas assim sempre humana frágil e forte.
Trevo da sorte quatro folhas não impossível de encontrar...
Mas a vida nos coroa com o brilho,
Desse infinito de anjos que cuida de ti
E os meus cuida de mim enfim ,
poderíamos nos divertir,
e tudo continuar belo assim simples...
Podíamos sonhar e começa bem o dia toda manhã.
Acordar os pássaros.
Acordar o silêncio.
Acordar o lado frio dos que não amam.
Acordar perigosamente juntos.
Dislumbra-se com a essência da vida,
Ser parte do amor que vem do sertão!
Ser na chegada tambem saudade da partida adrenalina do coração...
Salvar nós dois pois a formula nao é proibida,
O brejo parecer ser sujo mas tem as água mais cristalina...
Gosto de nossos olhares
Gosto da saudade que sinto de você.
Gosto dos amores que durão.
Gosto de ser crianças de longe bem no horizonte da chuva e sol...
Para fazê-la sorrir e ser abrir flor de Jasmim,
Gosto de ser seu homem no florecer,
E no entardecer dos seus prazeres!
E quando acordar são vinte oito primavera...
Para mostra para a mulher mais bela,
Que essa riqueza imortal belo risco
no céu bonito e o infinito é a calma,
Que ilumina nossas almas...
E de boa Deus coroa,
sua felicidade com fortes realidades e fantasias,
Com cores gostosas raízes,
E os sonhos se tornam verdadeira matriz
Onde Deus desenha com arte sua vida
e o próprio céu sereno fica.
Mais belo uma menina de diadema
e com olhar nas nuvens.
Seu coração esse chafariz
que o vento do destino faz seu arco iris.
Pobre o pássaro que existe em mim,
Que atravessa todo o oceano só
para te dizer... tiamo!
Esse meu segredo o encanto do meus encantos.
A essência e a providência da inocência,
de olhar para o amor
E saber esperar sua hora de chegar...
18.09.2022
Derruba o gigante
Diante de mim, anos e anos de muita sangrenta peleja da alma.
Um valente gigante se levantou.
As minhas estruturas ele feriu e balançou.
Nem mesmo sei, de onde respirar Senhor, tua calma.
Muralhas tantas impedindo prosseguir.
Um grande mar de agonias venho colidir.
O deserto assolando, o que há, o que acontece pai amado.
Diga o que acontece com este que clama.
Não rejeite este que clama e lhe chama.
Da direita, da esquerda e vem sempre algo, alguém a me ferir.
Parece tanto sim muita loucura todo meu proceder.
Mergulhado nas incertezas, não sei o que fazer.
Derrube as muralhas Senhor, teu escudo contra as pedradas.
Proteja este, pelos ataques maléficos perseguidores.
Como dói esse mundo de desamores.
Endireite, tome no teu colo esta minha caminhada.
Derrama teu poder Senhor em minha vida sedenta.
Tantas barreiras se levantaram.
Os inimigos não pouparam.
Pressão, opressão uma verdadeira tormenta.
Revista, derrame teu óleo, teu ungüento de água verdadeira viva.
Não tarde, não demore, ainda hoje quero sentir, ver, viver.
Creio unicamente em ti, somente o Senhor pode agir.
Estremecer as muralhas da maldade.
Sacudir as estruturas dos gigantes, propagadores de perversidade.
Sozinho e sem vida, somente em ti, razão tenho em permanecer.
Giovane Silva Santos.
05/09/2022 09:26hs.
“Soneto despedida, sem adeus”
— À momentos que julgo minh’alma despovoada
— No instante que a saudade aperta
— Sinto-me desprotegida, a vagar
— Não é um lugar que eu gostaria de estar
— Me vejo caminhando sozinha num deserto, sem ter você por perto
— Na escassez de tuas carícias
— O frio me visita, as noites parecem contraditórias
— Não sei como bloquear você de minha memória
— Espero que o tempo venha acomodar esse louco sentimento.
— Alinhar essa história, trazer sossego e alento, paz e contento
— Necessito dessa ordenança, não ter a mente vagando nessa contradança
— Você chegou radiante, feito o amanhecer.
— Brilhou…me amou, e partiu!
— Se foi, como um melancólico entardecer e nem se despediu!
Rosely Meirelles
Bonito ?
Bonito ? É quem tem a alma colorida , mesclada com os melhores sentimentos .
Quem consegue perfumar a alma do outro todos os dias com leveza , simplicidade e amor .
Bonito ? É quem sabe levar a alegria , a naturalidade de um sorriso e a paz , porque somente quem a possue compreende a importância de transmiti - la .
Bonito ? É quem faz academia diária mais espiritual , é quem tem fé , esperança e gratidão
Quem sabe abraçar com o coração , e destila o brilho da humildade e amor no olhar .
Quem acorda desejando o bem , praticando o bem .
Bonito ? É isso , é elegante , é nobre , porque todos os gestos de amor nos aproxima de Deus .
Simone Vercosa .
psicanálise
Freud. Teoria da alma ou da psique.
Metodologia terapêutica, elaborada por Freud, que examina o teor inconsciente das palavras, atos e/ou concepções imaginativas de um ser, baseando-se nas relações livres e na transferência.
Investigação psicológica que tem por fim trazer à luz da consciência os sentimentos obscuros ou recalcados.
Diz-se também análise.
Qual é a relação do homem com o dinheiro? A religião, a filosofia, a psicanálise e a literatura já explicaram o fascínio do homem pela moeda de muitas maneiras.
A ciência do oculto, silêncio da alma, traços na palma da mão.
A beleza que se vê, admira, através dos olhos enxerga além.
Empatia e simplicidade .
Desejos,
Sentidos,
Intuição,
Diferenças, o reencontro, a pausa do coração.
Enxergar o vazio, perturbador.
São tentativas.
O ciclo se repete.
Voltas em torno do sol.
Caminhos opostos ao encontro do desconhecido.
Sensibilidade ,
Espelhos colados se quebrando.
Reconstruindo, desconstruindo.
Tempo que se faz em segundos.
São fantasmas, estrelas disfarçadas de planetas vistos a olho nu.
(o dia seguinte)
a tristeza não cabe no peito
não cabe na alma
não cabe de jeito
NENHUM
dentro de mim
mas a tristeza acorda o sentido
já adormecido
do corpo que inflama
da mente que clama
um tempo melhor
então, tristeza, lava
com tuas penúrias
a face daqueles
que sonham
que pedem
o alvorecer
vem!
derrama a verdade
despida de medos
livre de segredos
no rosto que espera
o milagre de SER
e, depois de tudo,
a vida continua…
talvez a esperança
esta doce criança
chegue, enfim…
O silêncio é exercício da alma,
Nesse espaço presente ,
No agora,
Conectado ao universo,
Tempos de dimensões.
Terra nossa, mundo de quinta
E nós, presos na terceira,
Insanos, cegos.
Animais evoluindo, plantas, seres galácticos.
Ainda joga-se lixo nas ruas,
Poluímos ,
Somos zero, na soma de 1.
Zumbis.
Há um olhar negro eluarado que pulsa em meu peito já cansado. Olhar meio de alma encantada, com um sorriso bobo de mulher desejada.
Há uma pele clara que cheira a flor, um aroma familiar, coisa de infância, um grande amor.
Há um quadro pintado em meu imaginário quando ela aparecia do nada na minha tela já bloqueada.
“Um só coração e uma só alma” "Cor unum et anima una"
*Madre Maria Beatriz Sdn**
Após uma fundamentada, incontestável vivência de vida religiosa, ante outra congregação a das irmãs Servas de Maria do Brasil, em Jacarepaguá, no Rio de Janeiro, a jovem Adélia filha de Carlos Augusto Frambach, de ascendência, originalidade alemã e de Marcelina Fanei, italiana, recebeu o nome de Maria Beatriz integrou a esta Congregação no decorrer de oito anos. Depois de uma válida experiência de vida religiosa na referente congregação Madre Maria Beatriz ao lado de Pe Júlio Maria De Lombaerde foi a coluna, viga principal, Co-fundadora da Congregação das Missionárias Sacramentinas de Nossa Senhora em Manhumirim
Do ano 1930 até 1968 foi nomeada Superiora Geral, com o consentimento do Bispo de Caratinga, Dom Carloto foi nomeada Superiora Geral da Congregação. De mãos dadas com o fundador Padre Júlio Maria De Lombaerde, hoje "Servo de Deus" comungando mesmas crenças, opiniões, e mesmos ideais, portou, deteve sempre os olhos e o coração canalizados, direcionados para os desvalidos, encorajando, acolhendo e motivando nos colégios, a plebe. No seu modelo de confraternidade, insinuava à Congregação o lema: “um só coração e uma só alma” "Cor unum et anima una". A fé no Crucificado, em Maria Santíssima, Senhora do Ss, confiança inabalável em Deus, a impetuosidade, humildade, permitindo-se ser moldada, esculpida, por Ele, a habilitou para ser a Co-Fundadora, que transmitia, comunicava às Irmãs Sacramentinas de Nossa Senhora, grande inspiração, impulso pela Vida Religiosa Consagrada. Em 1974, Madre Beatriz foi vítima de um espasmo cerebral. A enfermidade atormentou-a no decurso falho de cinco anos. Após muito padecer, o óbito aconteceu em Manhumirim, dia 03 do sétimo mês, julho de 1979. Solange Malosto
Ele não tomava banho a três dias
Seu corpo estava em pé, mas
Sua alma permanecia deitada...
O odor que dele exalava apodrecia
Tudo em seu deredor...
A luz hora vinha, mas permanecia inerte um passo atrás
Ele não enxerga nada, mas sente que tudo roda...
O relógio que fica na parede não marca somente as horas
Apenas um banho não removeria as dores de sua carne
Mesmo se tomasse banho em leite de rosas o seu odor não iria escorrer pelos ralos
Mesmo que recebesse um holofote só para si
Continuaria nas sombras
Mesmo se rebesse um par de telescópios para por em seus olhos
sua miopia transtornada distorceria tudo o que olha...
Selenofilia ll
Hoje, minha alma acordou sedenta!
Dia e noite esperando sua volta.
Neste céu à qual passeia, Espreito-me nas frestas das nuvens.
Entre as árvores, ela vem.
Brincalhona, aparece em quartos de seu todo
Às vezes tímida, se escondendo de meus olhares
Fui andando em seu rastro
Estiquei as mãos para tocar em seu véu de nuvens
Em noites serenas, te olhando firmemente, usei as cordas do varal para compor serenatas de amor para ti
Em tom maior, me envolvi em suas nuvens
Dançando juntos, usando o infinito do espaço, eterno reduto de paz.
Sol e lua
As estrelas cintilantes sorriam
Imaginárias flores brilhantes
Acomodo- as em um jardim suspenso, longe do perigo
Em seu quintal, fui colhendo seus sorrisos
Emolduro- te com o dourado do amanhecer
Entrego-te nas manhãs perfumadas.
Quando se está sonhando,
Pensando naquilo que nos fascina
Nos toca a alma
Nos preenche de emoção
Sentindo alegria e tendo paz no coração...
Aquilo que mais amamos
Por mais longe que esteja
Mais distante de nós
Trazemos para bem perto
E nos envolvemos com essa magia
Com essa realização
Dentro do coração.
Traga para dentro de você
O que te faz feliz
Se envolva com o que te toca
E passe a amar a vida
E a se amar
De verdade
Abundantemente
Abraços
Felicidades
O amor é aquele sentimento que pode levar
nossa alma além de todos os limites
da vida, além das estrelas...
BEM ALÉM DE TUDO
Marcial Salaverry
Bem além de tudo,
perto da alma, contudo,
está o amor,
dando à vida calor...
Para perto trazendo,
o que longe estamos tendo...
Assim está nossa imaginação,
dando à vida a emoção,
que revigora o coração...
Indo além do limite,
além do que permite...
Ainda que esteja além das estrêlas,
o amor nos leva onde possamos vê-las,
e vivemos o amor em nossa imaginação,
dando mais vida e calor ao coração...
Marcial Salaverry
Inspirado na música ALDILA
A mor de mãe... Sem igual
B eleza na alma... Sensacional
I rradiante Ser... Deslumbrante
G ratidão por nos acompanhar
A mizade fraternas
I luminada sempre serás
L ivre para voltar
Mourão
Paz no coração
Jesus confortando os nossos corações
O vosso espírito
A nossa essência
Sempre
Eternamente
Amém...
Ausência de Luz -
Caroço d'Alma,
duro, rijo, obscuro ...
O que dentro é Centro,
veneno, puro ...
Inconsciente em permanência,
incapaz de ser doado,
sem Vida nem ardência,
num corpo, fechado ...
Coração parado, louco de dor,
sem forma, banal,
intenso, breve, incolor,
preso, ao leito, afinal ...
Um peso, imenso, aninhado,
ao peito - sem jeito - sem jeito!
E a noite vem!
Lua pura, densa, escura,
luar d'Agosto, lâmina quente
em fogo posto!
E quem ousou este destino?!
Quem o fez, tão triste,
tão sensível?! ...
Sonhos presos, pousados,
na teia dos sentidos.
Só não entendo o que há em mim
de tão achado, tão perdido
e impossível ...
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