Texto com a Palavra Ouse Ousar Ousadia Alma
Metastase
A alma estranha, o corpo age de maneira indevida
Quando te olho o coração não reage, não há alterações
Meu corpo é indiscreto, revela meus pensamentos secretos
Quando te sinto, minha mente vagueia e retorna intacta
Seu toque não me traz sensações, talvez eu seja o centro da ilusão
Respiro fundo e no plano de fundo da sua alma eu vejo dor
A mentira jogada ao vento retorna pra mim como um furação
Do meu interior sai tanta acidez, que ácido tornei o que você sente por mim
Sorrio esperando teu coração sorrir
Em meio a tantas diferenças, no caos do teu abraço te agarro e nao te deixo ir
Se você partir eu viro cinza
Se você ficar me torno rasa
Pensando no amanhã eu nao consigo respirar
Competindo pra ver quem se importa mais
Qual dos dois rapidamente perde a paz.
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O inexorável transcorrer do tempo traz à alma a certeza de que nada dura para sempre, de que tudo se modifica a cada fração de segundo. As marcas que ele deixa, tatuadas na alma e na pele, não nos deixam esquecer da nossa transitoriedade.
Que isso não nos entristeça, mas que nos sirva de alerta para vivermos o nosso tempo como a maravilhosa oportunidade de experimentarmos a vida, por mais efêmera que seja. Cika Parolin
estou preso a sua alma
e sou uma maquina sem sentimentos
sem alma pois vendi
por te amar tanto...
ninguém compreende o amor,
entre todos te amei até morrer,
todos os dias morro um pouco
pois sempre vou te amar...
nos dias difíceis te amo garota...
as horas são drogas vencidas,
pactos que controlam alma
de forma que o amor seja sempre lembrado...
te quero mais que tudo amo essa mulher...
Poesia sua nudez,
alma se dispersa,
nítida voz que clama por seu amor.
diante a verdade que esconde
por amar morrerá,
numa vontade que vaga tão longe
se delicia todos momentos que vivemos.
diante a inquisição de outros tempos
deixamos de viver...
por amar demais deixei a vida ser vivida,
estranhamente tempo paro quando senti que
seria a ultima vez que amei seria parte da imensidão...
mesmo que escuridão tome conta de tudo ainda terei sua lembrança.
A PEDAGOGIA DA TRISTEZA
Quando a dor penetra a nossa alma e atravessa nossos ossos, tudo parece uma eternidade.
A brisa, que antes transportava suavidade, transforma-se num toque gélido e pesado.
O tempo nos arrasta feitos seres acorrentados em fatos e histórias tristes. São dias longos que exige de nós uma pausa. Perdemos a noção de tempo e espaço e não temos mais controle sobre coisa alguma, restando apenas tristeza em um olhar cansado e o desânimo nos braços de quem acreditava que a esperança e a fé triunfariam no final.
São dias difíceis em que o sol sufoca e a melancolia do frio se avizinha.
Contar os dias se torna uma tarefa muito mais difícil nos fazendo perceber que o tempo é relativo.
Aquele tão esperado sorriso, que agora teima em retornar, aos poucos se transforma em aprendizagem pedagógica, nos fazendo mais maduros, sensíveis e humanos.
Não é a esperança a última a morrer; e sim, a paciência.
Dizer “Eu te amo” se torna muito fácil quando não se sabe que o amor transcende a alma,modifica hábitos,gera dependência de fidelidade,um elo indestrutível se torna a maior fonte vital.
Diz que ama e és infiel.
Diz que ama e fere.
Diz que ama,apenas enquanto tenho saúde.
Diz que ama, apenas enquanto tenho beleza.
Diz que ama enquanto proporciono algo.
Ora se a saúde me faltar,a beleza se despir e o que proporciono se acabar,logo estarás com sua verborragia traindo e ferindo outro,pois o ciclo vicioso para o infiel é eterna,colecionador de almas!
Amor del alma
Amor de vidas pasadas
Busco ver
si yo Pienso en quien
A menudo vivimos juntos y felices.
Ah!
Amor del alma
Amor de otras vidas
como reconocer
en esta vida el amor del alma
Amor de vidas pasadas.
¿Cómo reconocer el amor de otras vidas?
¿Cuál es la primera señal, mi señor?
"Fitando a janela da alma me surpreendo como tudo mudou.
O vento tão caprichoso, soprou as promessas vazias; quis mimosear me trazendo recomeço.
Secaram-se as lágrimas e e tempestade que me fez fechar as portas um dia.
A paz me abraça e me faz sorri do passado com o alívio que tudo passou. A prova de tudo é o coração que nesse intervalo lindamente cicatrizou."
Entre imortais
jogos de prazer
seu coração sangra...
seu deleite torna se vital
como alma que vaga
em busca de amor perdido,
nas translações do destino
a amarga luz do dia que amanhece,
solitude no ápice do luar
vozes viajam em pensamentos,
para os quais esta na cama
ainda lembro que senti quando a vi,
o regaço do ar frio destrona
em abalos da ultima noite,
sentimentos privados,
atroz aurora que inunda a virtude,
sob as deusas da noite somos cúmplices
de tantos crimes que cometemos
será á um perdão?
em meros vultos somos sombras
que se arrastam na embalada noite,
nos momentos que se passam,
vultos que adquirem vida...
_Diga me amor_
entre momentos fantásticos,
a alma consome o fogo,
sendo o espirito o desejo,
pairando no infinito da imensidão...
seja os fonemas dispersos
em sensações de prazer
sussurros de amor
bem baixinho, desejos,
os céus são musica que invade seu corpo...
em volúpia voz que atordoa
entre vastas dimensões...
a língua invade seu ser,
difundindo a transição do seu algoz
dando a luz a exótica alma,
sob as somas irreais,
desejo de luxuria,
ainda assim é o amor.
nos profundos gemidos
tem se o sétimo sentido,
na loucura exposta na madrugada
áudios que transfundem a mente.
em movimentos de sensações
prorrogações no âmbito do julgo...
ganha se o ador imposto pela luz,
a gravidade se perde na extensão...
de ares pesados pelo aroma da espirito perdido...
de fato sendo o castigo do desejar...
mais a mais o calor embriaga
num suplicio de cálida alma,
verte a magia do ritmo,
abraçando forte, sendo magico...
VERSOS LIVRES DOS DEZESSEIS
(26/07/2019)
A verdade mexe com a alma,
E a faz sentir harmonia e inspiração.
Tudo são como oceanos,
Que em sua calmaria, revela amor.
Sublimidade de quem vive,
Escrevendo e se ponderando!
Desejando e transformando,
Os versos em trilogias.
Ah, como o tempo passou...
Sem ter pena de voltar atrás.
Dezesseis anos se completou,
Num coração que não fica escondido.
Um mistério a envolver meu chão,
E com gratidão, confesso ao mundo:
Sou leitor muito antes da poesia,
Assim, ser humano, antes de ser leitor.
A profundidade de como cresci,
Internamente, me modelou.
Indiscutivelmente, olho para frente...
Observando o vento, e a sua paz.
Se queres tua ALMA salvar, tal como de ti, AOS TEUS; algo de bom deixar, do tal praticar; TENS que te DEIXAR!!!!!!!!!
Acto TERRORISTA…
Não há, para nós mais triste acontecer;
Que o ser vítima, do seu tão fraco acto;
Praticado, pra JUSTIÇA fazer;
Mas tão GRANDE INJUSTIÇA; TER de facto!
Injusto, para o próprio terrorista;
Por geralmente, a vida lhe tirar;
Tal como, para todos que ele avista;
Por A INOCENTES, ser; aniquilar!
Que pena, ele em nós estar tão presente;
Tal como: a má GUERRA, a FOME ou a POBREZA;
Por nos matar, tão prematuramente!...
Pois caso, de facto se encontre ausente;
Pode em nós, então nascer a riqueza;
Que nos deixe, morrer; naturalmente!
Com esperança;
fagia entre consignação
submissão em alma derradeira,
desvendando orientação da estrelas
refúgios no translado de cada medo
ansiedade moral no infamo do ser
espaçado em voz tremida deixada ao acaso,
a luz relativa na expressão esquecida
num resultado mero sentimento.
largo vontade que se da com fome
sendo ansiedade arremetida
descontrole profundo instante...
as emoções são apenas gatilhos
ainda mais o sofrimento se destila
profundamento no poço sem fundo.
desatino em correntes insanas.
Acordo na escuridão de meus pensamentos,
está escuro dentro da minha alma atormentada,
fora de tudo parece perceptivo até definhe
nos abraços que sonhos, puros delírios...
desfeito na insanidade incompreendida,
a sinto com toda vontade mesmo inesperadamente,
o horizonte as lembranças bizarras de um mundo,
aparentemente se foi como programa que nunca pertenci,
o que fui e sempre serei muito triste tentar refletir,
mas as noites se perdem num fardo,
as coisas se despende as pessoas somem...
tudo continua como se não ouve se fim ou começo...
por pior seja ainda quero ver o fim
num olhar perdido se no infinito.
oh meu bem
não espere nada de mim
previsibilidade aguda
afiada me perfura
lateja na minha alma
como um dente que aperta
e sangra.
vistes a última notícia
que não de uma vida alheia?
a vida clama
grita
suplica compaixão e empatia
mas dos eruditos nada se pode esperar.
deles não,
que nem sei quem são.
menino franzino da mente malhada
olhos atentos e a língua afiada
ouvido macio, alma brilhante
coração colorido, peito cintilante
ohh menino
nas ruas do mundo a quiçá
ohh menino
crê que não se aprisionará
menino no rio nadando com esperteza
vê gente igual vai contra a correnteza
seus olhos atentos faz vê a esperança
buscais lindas flores meio a tanta lambança
ohh menino
não te desanimes com a humanidade
egos são maleáveis
independe de idades
não te cale que não falhas
acreditar na mudança é enfrentar as batalhas.
Durante o dia minha alma grita
Com devoção clama
Com agonia suplica.
Ela grita por mim
Eu, a quem me perdi em um toque
A quem deixou ser levado em um beijo para bem longe.
Suplico então, a falta que eu esta parte faz em mim
Corroe meus dias e tira de forma meus pés
Para que o meu andar seja fraco e cansado
Um andado que diga a ti
Que mesmo sem a parte que me falta,
Eu ainda consiga demonstrar
Que a solitude não é algo assim tão abominável
AMOR FANTASIA
Vida já feita de amor
fantasia e inspiração.
Versos que a alma dita
numa bela poesia.
No céu sintonia...
No querer harmonia.
O sol radiante
lá fora desponta.
O amor floresce
em flores e pétalas.
Na Primavera tudo se embeleza.
Guardo-te meu... lembrança.
Lembro-te vida em mim,
num relicário de recordações,
sacrário de emoções.
Dois corações.
Encontros e desencontros.
Paixões... ilusões.
CHOVE
Acordei
E vi que chove
Observei
Que não era só lá fora
Revestido de breu
Minha alma
Também chora
Dengosa
Amorosa
Reclama do olhar
Da sua beleza singular
Sua essência
Desta sua silenciosa ausência
Não importa os desencontros
A sua irreverência
Não diminui o meu amor
Nem a dor
De sua indolência
Onde está?
Os sonhos sonhados
Os beijos por nós calados
Curvo-me diante desta ferida
Aberta
Sofrida
Tocada sem nenhum pudor
Nenhuma compaixão
Nenhum valor
Acho que foi só ilusão!
Agora solidão...
© Luciano Spagnol
poeta do cerrado
Rio de Janeiro, 30/08/207
05'30"
Sou sensível
Telefono para meus amigos no aniversário deles, prefiro ouvir a voz, sentir a alma, olhar nos olhos, chorar junto e gargalhar das alegrias, sou poço preenchido, sou reações às injustiças.
Posso falar de mim, nessas besteiras que escrevo, posso priorizar a mim, nesse contexto de orgulho, não me julgue pelo que valorizo, sou insônia e sou medo, gosto de satisfazer minha curiosidade com energia, sou de encantos perdidos, não quero magoar ninguém.
Dou importância as frustrações, aos rancores e aos ressentimentos, preciso conhecer minha personalidade. Eu prometo me amar para o resto da vida, comer o que quiser, com absoluta impunidade.
Tenho os meus momentos de desprendimento, cinquenta porcento do tempo não sou assim, sou firme, mas não demonstro aos que me magoaram, não é uma capa, é só deixar passar.
Eu sou uma artista, tenho alma leve, brigo comigo mesma para que continue pluma, acreditava que seria assim para sempre. Mudei, virei autoritária e exigente. Muitas pessoas são infelizes apesar de terem muitos motivos para serem alegres, eu me exigia felicidade.
Se uma coisa aprendi com o Amor é que devo ser prática, dar importância ao que tem importância, a possibilidade de morrer deveria fazer brotar em nós o legado que queremos construir em cima da nossa imagem.
Eu me perco dentro da relação comigo mesma, reeducação alimentar é tortura ou castigo, zero empolgação, passou de uma semana fico a um passo da desistência, nunca me senti esperta nesse campo. Talvez a palavra certa seja inteligência ou talvez o fato de eu me amar de qualquer maneira me deixa desnivelada nesse aspecto.
Eu e a sensibilidade éramos almas gêmeas, tinha poucas horas para defender esta tese, por várias vezes me perdi por estar sensível, sou cortês e predisposta a ajudar, deixei de amar e não posso mais viver com alegria na tua presença, não sou de explicações, o que não me preenche, não me basta.
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