Termino de um Amor Proibido
Nada é proibido pra uma sonhadora
Sonhos, poesias e amores
Tudo ela pode ser!
Nas linhas de suas escritas nos pensamentos bordados a mão
Tecidos com pureza da sua alma
Ela faz trama colorida com suas mãos de fada
Transforma retalhos em roupagem com gravuras de paixões avassaladoras
Para cobrir o amor da sua vida no inverno
Aconchegando com a ternura que há nos seus abraços
Autora:Simone Lelis
A angústia da maldição
Adão e Eva, a serpente, o triviato da história.
O fruto proibido, paladar maldito.
Assim é o registro, livro da memória.
Caim, a grande tribulação.
Sete à nova geração.
Can, Canaã, o peso da escravidão.
Abraão, transcendência, uma guerra na sua constelação.
Ciúmes, inveja, ódio.
Algumas brilhantes.
Outras estrelas sangrentas gerações.
Gigante Roma, os grandes ditadores.
Guerras, estupros, escravidão.
Sangue, rumores, horrores.
Os segredos, o oculto baú milenar.
A alma de Nero, o mundo está em fogo.
A terra santa, o homem judia.
O homem querendo construir o homem.
Ciência e tecnologia.
A teologia, costumes, adoração.
Cultura, deuses e suas formas.
Cada nariz, cada raiz, normas.
A vida moderna, a informação de oriente a ocidente.
O homem correio, leitura, informação inserida na mente.
Mas, porém, contudo, muito oculto.
O escritório do homem.
O laboratório do luto.
Segura, rouba, desvia todo ouro.
O grande devorador devolve lixo.
Eu aqui, um calouro.
Entendo que a cruz foi, é o capricho.
Pois os gigantes, chifres, basã, os touros.
Giovane Silva Santos
Eu sou o livro proibido,
banido em muitos países
repudiado por muitos,
alvo de olhares hostis e de falsos pudores
sou o livro que te desafia, que te faz desaprender...
em poucas livrarias me enfeito, esquecido pelos deuses, abominado, sou renegado,
mas sou acolhido por ti.
Há buracos, espinhos e curvas para te manterem alerta na viagem que te leva à vitória. É proibido cochilar.
Todo processo é longo,
É difícil e inquietante.
O choro não é proibido,
Mas o louvor e a oração,
Tem que ser constantes.
Vai passar. Confie.
Discernindo “julgamento”
É proibido julgar, é errado, é condenável?
A falta de entendimento da palavra de Deus leva a conclusões errôneas. Pensa-se, por exemplo, que não podemos julgar pessoas ou coisas.
Mas vejamos com discernimento e sabedoria alguns versículos bíblicos, não esquecendo que a palavra de Deus é uma espada de dois gumes, ou seja, aplica-se devidamente a cada situação porque Deus é perfeito em tudo o que faz!
Não é proibido, errado, tampouco condenável emitir notas de julgamento desde que saibamos fazê-lo segundo a direção de Deus, pela sua palavra.
O problema é que não costumamos interpretá-la devidamente; antes, temos o mau hábito de tentar adaptá-la aos nossos interesses.
Somos muito fracos para sermos superiores às nossas próprias tendências maliciosas.
Precisamos ser melhores e mais voltados à verdade de Deus, e não às nossas vontades.
Lendo os versículos abaixo aprendemos de Deus que mediante bons pensamentos, prudência, sabedoria e intenções verdadeiras podemos julgar ações e comportamentos com propósitos construtivos e não destrutivos a fim de ajudar o próximo como Jesus ensina.
“Julgando as doze tribos de Israel” (Lc 22:30).
“Não sabeis vós que os santos hão de julgar o mundo? Ora, se o mundo deve ser julgado por vós, sois, porventura, indignos de julgar as coisas mínimas?” (1 Co 6:2).
“Não julgueis, para que não sejais julgados” (Mt 7:1).
“És inescusável quando julgas, ó homem, quem quer que sejas, porque te condenas a ti mesmo naquilo em que julgas a outro; pois tu, que julgas, fazes o mesmo” (Rm 2:1).
“O que não come não julgue o que come; porque Deus o recebeu por seu” (Rm 14:3).
“E por que reparas tu no argueiro que está no olho do teu irmão e não vês a trave que está no teu olho?” (Mt 7:3).
“Não julgueis, e não sereis julgados; não condeneis, e não sereis condenados; soltai, e soltar-vos-ão” (Lc 6:37).
A Trindade do Eu
No centro onde o nada é proibido,
Ergue-se o trono do ser incontido.
Ali reina aquele do meio, verbo e sentença,
A mão que molda, o olhar que dispensa.
Na sombra à direita, o silêncio respira,
Frio como aço, sussurro que delira.
É a mente que nunca vacila,
Que lê o caos, destrincha e destila.
Olhos de cálculo, voz sem paixão,
Diz: “Aqui há padrão, aqui há razão.”
Nenhum suspiro escapa despercebido,
O que está à direita vê o invisível escondido.
Mas à esquerda... ah, à esquerda há fogo,
Labaredas que dançam, desejo sem rogo.
É o faminto, o ardente querer,
Que ama, que odeia, que vive pra ter.
Risos quebrados, pupilas em chamas,
Quer tudo, devora, acende mil tramas.
Se o que está à direita mede, o da esquerda quer possuir,
Transforma em fascínio até o que é porvir.
E então, no meio, aquele se ergue,
O Juiz, o Criador, aquele que segue.
Recebe dos lados o dado, o desejo,
E cria o caminho, o mundo, o ensejo.
Não ama, não teme, não sofre, não chora,
Ele escolhe quem vive, quem some, quem mora.
O da direita aponta, o da esquerda quer incendiar,
Mas é o do meio quem decide... quem faz colapsar.
Três em um. Um em três.
O da direita, o da esquerda, e o do meio a comandar,
A dança do Eu, o fluxo a pulsar.
Aqueles se ajoelham, imploram, suplicam...
Mas só o do meio… decide quem fica.
Ateus e desinformados: “tem algo de suspeito numa religião onde a arvore do conhecimento é proibido.”
Resposta: Tem algo de errado em alguém que critica Deus por proibir o acesso ao conhecimento da iniquidade, do mal, e também critica o fato de Deus permitir o mal; ou seja, acha que não era para proibir e nem para permitir. Decide ateu nutella...
Como o nome já diz, a árvore dava conhecimento do bem e do MAL, eles eram inocentes (Gn 2.25), mas não burros ou desprovidos de inteligência; pelo contrário, eram bem sábios e inteligentes, pois Adão tinha conhecimento de cultivo, pois ficou responsável por lavrar e guardar a terra (Gn 2.15) e colocou nomes em todos os animais (Gn 2.20). Agradeço a oportunidade, Marcelo Rissma.
Se for de outro é proibido, indigesto e inconcebível, portanto, não sejas remido ao ponto de esconder-se nos mitos.
Sua voz é o suficiente para arrepiar
Borboletas a voar
Sirenes a tocar
Proibido
Divertido
Descontraído
Sorriso doce como mel
Com você, é como se estivesse no céu
Mesmo sem nunca te tocar
Sei que posso confiar
Você traz a tona meus sorrisos mais sinceros
Percebe o quanto eu te quero?
Ainda não entendo como fez isso comigo
Mas sinto que posso fazer tudo contigo
Todos os seus pequenos detalhes
Nenhum com um sequer pingo de male
Você faz meu coração palpitar
Através da tela de um celular
Não vejo a hora de te ter por perto
Para que você fique certo
Do que sinto por ti
Por mais que ainda tente te contar daqui
Nunca será tão expressivo
Como poder ver meu olhar decisivo
