Término
Sacolas plásticas e garrafas PET
Com o término do fornecimento gratuito de sacolas plásticas nos estabelecimentos comerciais paulistas, algo positivo, surge a ponderação sobre o uso do plástico (originado do petróleo) pelo consumo involuntário de garrafas PET, nas quais estão contidos os produtos que de fato interessam aos seus consumidores específicos. Tão ou mais danosas que as referidas sacolas, essas garrafas abrigam produtos que, em sua maioria, são prejudiciais à saúde, afinal, refrigerantes produzem malefícios ao organismo e suas embalagens tão típicas completam os danos, mas em relação à "saúde" do meio ambiente. Posto isso, caberia uma taxação, à parte, dos produtos que utilizam tal embalagem (garrafa PET)? Ou caberia mais ainda uma expressiva e intensa campanha de reciclagem com caráter pedagógico?
Pilhas, baterias e celulares precisam ser encaminhados pelos consumidores para serem recolhidos por órgãos específicos, ou pelos respectivos fabricantes, e encaminhados ao correto descarte; por que não proceder de forma equivalente em relação a determinadas embalagens plásticas, especialmente as garrafas PET?
Se os consumidores podem se adaptar às mudanças, os fabricantes também. Ou convém interromper o uso do nocivo plástico atualmente empregado em garrafas PET, por outros materiais menos danosos (por exemplo, plástico de origem vegetal)? E em relação aos outros produtos que também são vendidos em embalagens plásticas, as quais são adquiridas de forma casada? Afinal, há a compra implícita e involuntária da embalagem plástica juntamente do seu conteúdo...
O plástico descartado é um "X" da questão, além disso, considere-se o imenso volume que é depositado no meio ambiente em relação ao pouco que é reciclado, assim como a lógica consumista e os grandes interesses envolvidos (por exemplo, os da Petrobras).
Que o consumidor não seja um "detalhe", ou vetor de ilusória mobilização dos supermercados etc. em prol de uma sustentabilidade a qual ainda demanda resultados práticos mais significativos e eficazes.
Ao término de mais um dia, antes de adormecer, pare por alguns instantes e repasse a página que você escreveu neste dia em seu livro da vida.
Observe tudo àquilo que seus olhos registraram, que seu coração sentiu, do maior ao menor acontecimento, mas principalmente das pequenas alegrias, dos sorrisos sinceros, da beleza das flores pelo caminho, dos gestos solidários, das lágrimas que ensinam, do carinho compartilhado e das delicadezas que se escondem por trás de singelas ações.
Não esqueça de registrar o brilho do sol que aqueceu seu corpo, as nuvens pinceladas no céu azul, o canto dos pássaros, o perfume das flores, o vento que acariciou seu rosto, mas principalmente, da presença do Criador que te deu de presente mais um dia de vida.
Antes de adormecer, ofereça através de uma oração, um coração grato a Deus por este dia que se encerra. Agradeça o privilégio de escrever a cada dia uma nova história através da sua vida.
Antes de adormecer, prepara as tintas da esperança, da fé, da bondade e do amor para pintar a luz do novo amanhecer!
E depois do término de uma relação sempre vem aquela palavrinha clichê: ''Pode contar comigo pra sempre". Todo mundo ama ouvir e dizer, mas ninguém é capaz de cumprir.
SEU SHOW TERMINOU
o show do qual você se imaginava
a atriz principal,
a dona da festa
terminou
mas o tempo passou,
seus shows, e festas
não estão mais em cartaz
e nada deles restou
hoje você é só solidão
revolvendo o passado
vem somente as lembranças
dos amores que teve
e desprezou
Sinto mais esperanças durante as manhãs, as noites pra mim são como um prelúdio de término, de acabado.
E agora fica a sujeira de um término, mas eu estou com uma preguiça de fazer faxina, me renovar, talvez eu varra apenas pra baixo do tapete, e aí fica tudo bem.
E ao término dos muitos breves textos, imagino que possa estar a aparecer um ridículo e clichê sentimental, posso estar parecendo transmitir isso de maneira piega, mas que seja, de que adianta expor se não com os sentimentos? Escrever é fácil, qualquer um pode desenvolver esta arte, embora, escrever com a alma, transmitindo sentimentos, isto é único, isto é raridade, assim como raros os que sabem reconhecer e apreciar.
Mas ao termino do dia, todos estamos bem e quando a chuva começa a cair tudo o que esperamos, eu, meu coração e minha caixa de emoções é um abraço forte, quente e revelador.
Quando eu termino o escrito: O poeta grita, o prosador o vê amadurecer e o filósofo entra numa escola cristã, numa igreja.
(...) sinto quando termino um livro: a pobreza da alma, e esgotamento das fontes de energia.
Espíritos vagantes no termino da minha vida,
sonhos trágicos que obtenho de um futuro sombrio
e até nefasto... em dores cruéis nas profundezas...
meu coração com sentimentos meros e perdidos,
coração de dor infinita em que tanto desejei,
ultimo estante que vi diante o espelho de almas.
Eu me declaro, me apaixono, me relaciono, sofro, amo, termino, depois começa tudo de novo. É uma mania que tenho de entrar e sair de um relacionamento comigo mesmo sem que ninguém além de mim sofra, sem que mais ninguém perceba...
Eu sou aquele tipo de pessoa que está com uma faca cravada no peito
E eu mesmo termino
De cravar restante da lâmina
Apenas pra ver
O estrago que vai causar
E o quanto eu consigo suportar da dor.
Nossas vidas são passíveis de desprezo
Frutos de um termino sem fundamento
Está como uma espécie em declínio
Tremendo sucesso sua própria destruição
Cantaria minhas tristezas assim ainda sorri
Abandono estes sentimentos levianos
Ate atroz emocional se reprimi a este respeito
Rir conto mentirosos tão mesquinhos
Numa felicidades para qualquer tipo
Seja um pouco do relato extremo
De nossas almas perdidas no alem.
Sentimentos morrem
Lembranças se apagam
Momentos esquecidos
Olhares perdidos
O término é um começo
De algo inesperado
De algo quem simplesmente aconteceu
O amor morreu
Mas causa dor
Não dor física
Mas sentimental
Em algo essencial
Nos leva a loucura
Mesmo sem perceber
Você já está à procura
De algo para esquecer
Esquecer oque passou
Oque viveu
Para esquecer
Oque já morreu
...poesia anônima
