Tenho Cara de Metida
O que de melhor tenho há oferecer...
As vezes gostaria de não ser tão racional, mas na maior parte do tempo é necessário para saber a diferença entre as pessoas e o que elas podem ser e fazer. Na minha vida, as vezes sou o condutor, outras vezes apenas passageiro, muitas vezes estou como um observador, muitas nem na foto da minha própria vida eu estou. Simples assim, não é necessário ser protagonista de nada, apenas viver, dedicar e nunca parar de lutar, e deixar acontecer o que estiver por vir. O que é destinado a mim há outro não caberá.
Marcelo Martins
O estágio mais deplorável do ser Humano: Quando vive de recordações. “Eu era...”, “Eu tinha...”, “Nos meus tempos...”
Temos por Deus uma entidade que por sua essência Ele É! Ora se nós somos a imagem e semelhança de Deus é justo que nós também sejamos!
Se pensar bem na diferença
deste clima destemperado,
o calor não recompensa
os frios que tenho apanhado.
POEMA NÃO TENHO
Poema não tenho, para te dar a poesia
temo, gesto, ardo em fogo, peço apelo
ao coração, e aguardo pelo poético dia
de sentimento atraente, sem contê-lo
Liberto, os versos se abrem, ó alegria
escolhe o sentido, e assim escolhê-lo
dando causa, cheiro, amor e cortesia
criando canto com terno verso singelo
Agrada, a mim mesmo, ter requisitado
pois, em cada sensação, então, cortejo
sinto-me, vejo com emoção, doce hora
Afeto me apraz, e versejo, afeiçoando
sonho sonhando, nas asas do desejo
quero viver, e ter mais que um agora.
© Luciano Spagnol - poeta do cerrado
31/10/2024, 18’45” – Araguari, MG
duma coisa eu tenho certeza e convicção Jesus vem, a igreja será arrebatada, nós iremos morar no céu
Eu vi
Eu vi o que eles ainda verão,
Eu vira o que ninguém tinha visto,
Eu tenho visto o que alguém verá,
Eu verei o que vocês já viram.
Que vocês vejam o que teriam visto,
Quando virem o que precisavam ver,
Que vejamos então o que temos visto,
Para quando virmos continuemos a ver.
Que vós vejais o que teríamos visto,
Quando virdes o que precisávamos ver,
Que vejais o que ainda não vimos,
Para quando virdes voltemos a ver.
Se estou vivo, tenho sorte,
nesta selva desmedida,
e por cúmulo do desnorte
valho mais depois da morte,
por isso aproveito a vida.
Tenho medo de me acostumar
e perder o significado
Medo disso tudo ser só
um aprendizado
De como deixar de amar
Virando a págima
Já não te tenho presente
em minha vida.
No pensamento, apenas vez
por outra.
Tenho a mania de rever com
quem troquei conversa, e as
tuas não eram tantas, mas
suaves e ternas, sempre
estavas presente em meus
caminhos.
Viro do livro de lembranças
a página em que estavas, outra
vem trazendo outros momentos.
Foste alguém que a mim alegrou.
Tivemos mpmentos, não muitos.
São resquícios de um passado
que nem saudades deixou.
Roldão Aires
Membro Honorário da Academia Cabista de Letras Artes e Ciências
Membro Honorário da Academia de Letras do Brasil
Membro da U B E
Eu não tenho medo de tempo ruim. Nunca tive medo de trovão, raio e relâmpago. Chuva e vento forte, onda grande, a força da água quebrando na pedra, maré alta, bandeira vermelha, nada disso me intimida. Eu não tenho medo de tempestades.
Tudo que é meu não deixou de ser só porque se foi, se afastou ou me rejeitou, afinal o que é meu que não tenha sido dado pelas mãos de Deus? Meu pai, minha mãe, meus irmãos, meus filhos, minha família…
Não são minha posse, e têm o direito de não me quererem, só não podem deixar de ser.
Aquilo que realmente é meu, não fiz o menor esforço para possuir e assim identifico o que ninguém me rouba. O que tenho realmente nessa vida? O hoje, com ou sem a presença daqueles que Deus me deu.
