Tempos Passageiros
Pés descalço .
Ruas sem intervalos
Tempos rompemos , vidas sobre vividas , ínvidas, sorvidas pela atenuante do minuto um instante .
Vidros , pétalas , caminham com a força da gravidade .
longevidade amor não tem idade .
Foge irrompe a realidade , lampejos beijos torrentes .
São ávidos pelo tempo cruzado , olhos existentes , abertos fechados .
D.A
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Autora : Gislene Pascutti
Na sua insana certeza de controle, em tempos em que todos têm de dizer as coisas certas, faz-se um povo que manipula o que lhe torna manipulado!
Em meio a multidões de palavras as pessoas se afogam sem ver, enquanto isso, não sabe-se qual é o proveito e quem vai ter!
O que é hoje, o que antes seria a comunicação, a compreensão do que é e o que deva ser?
Receio que o povo compreendeu mal, compreendeu que não há mais nada para compreender!!!
Os tempos são graves demais para papinhos de salão.
Gostaria de repensar esses nossos tempos.
Com certeza serei ainda que em pensamentos apedrejado.
Falar de uma situação de gente se afrontando e expandindo o velho ódio em seus corações por se acharem esta acima de tudo, sem ver que vivem dogmatizados por um algo que se quer temos consciência.
Primamos a esbornia nossa, mas a do outro nos causa desafeto e comentários maldosos.
Queremos integridade e exigimos,porém a regra não se aplica ao outro.
Os dias nos atrai feito imas a debatermos sobre até a teoria do tudo, contanto que EU não esteja incluso.
Precisamos repensar nossas atitudes, até porque devemos começar por nós.
Pensemos nisso!
Final de ano, não gosto,
Há tempos que estão sem novidades,
saudades do amor que partiu,
Saudades dos que não partiram,
Mas estão ausentes!
MUDANÇAS
Avançam os tempos
Os tempos passam.
Sem contradição
Quer ver acontecer.
Qual seu tipo de mudança?
A de anunciação
Ou do silêncio?
Novo ano
Ano novo.
Quer que aconteça tudo de novo?
Pedes mudança a cada ano,
Mas a cada ano não muda.
A história é repetitiva,
Já vi esse filme!
Se não consegues mudar,
Pelo menos dança.
embora o veneno do humanismo continue a ensurdecer a alguns nos tempos em que vivemos, a voz continua clamando no deserto e asseverando que: “O homem não é a medida de todas as coisas, não! - O antigo filósofo Protágoras se enganou redondamente”.
Quer seja em momentos de paz assim como em tempos de guerra, sou feliz por que o meu Deus tem me permitido seguir em frente, mas sobretudo porque sei que Ele tem ido junto comigo na trajetória.
“Embriagada e sozinha
Como nos velhos tempos
Sinto-me entorpecida
Em busca de um beijo;
Quero estar em chamas
Experienciar a intensidade
Sentir sobre a cama
Do prazer às extremidades;
Me apetece ocupar a boca
Mesclar sabores antagônicos
Me apetece despir a roupa
D’um corpo ou amor platônico;
Todavia o outrora se repete
E como outrora o desejo excessivo
Apenas, infeliz, se converte
Em poemas sobre vinho tinto.”
Meu Coração
Tenho uma triste poesia a escrever
Ela me lembra tempos que quero esquecer
Sem mais, não há o que revelar
Os sentimentos foram levados pelo mar
Ou talvez jogados ao vento para ele soprar
Nada a declarar
Meu coração está a navegar
Na imensidão do mar
Só não sei quando irei me encontrar.
O poeta definiu a morte;
Dormiu e sonhou
E descobriu o que é morrer
Nada revelou
Há tempos ainda dorme
Do sonho jamais acordou
Pára com isso menina, porque eu conheço um cara com esse apelido. Há tempos que não o vejo, mas ele existe. Fique alerta! Beijos do papi. Te amo muito.
INFÂNCIA AMIGA
Quando recordo os tempos,
Do cheiro da terra molhada
Lembro dos meus amigos queridos
Que partiram nessa longa caminhada.
Brincadeiras de crianças,
Corre corre no chão,
Sem asfaltos ou mesmo prédios
Era assim o cenário da emoção.
Desfrutamos de pura amizade,
Na infância assim marcou
O que outrora passamos juntos,
E nessa vida foi o que restou.
O futuro veio à galope
Deixando tudo para trás,
Mas o que jamais passará
É a doce e terna lembrança,
Dos risos, das falas de crianças,
Onde almas marcaram,
Resistindo ao próprio tempo
Apagada jamais será.
Sombras
As nossas andam separadas.
Em outros tempos eram vistas de mãos dadas.
Eram enormes ao final do dia,
Agora já não são mais nada.
A companhia boa é aquela que não se precisa.
Tu eras a sombra que a mim encantava.
A minha hoje, anda sem camisa.
A tua era a proteção onde eu me sentava.
Talvez sejam vistas
De outras acompanhadas.
Não uma,
Mas duas imagens sombreadas.
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