Te Guarde na Palma das tuas Maos
Às vezes penso que vivo num mundo
Onde estou na palma do Criador.
Mas quem será o Criador, afinal?
Será Deus, será o Diabo, num duelo imortal?
Muitos dizem que Deus é o bem,
E que o Diabo é o mal que vem.
Mas será que, dentro de nós, existe essa luta?
Será a criança que nasce, já moldada e absoluta?
Será que tudo vem da alma pura,
Ou de algo que, na infância, já perdura?
Fruto do Criador ou de uma força que é oculta,
Que nos guia sem que a percebamos, como uma sombra absoluta?
Vivemos entre o que é certo e errado,
Num mundo onde o bem e o mal estão entrelaçados.
Mas, quem somos nós, senão reflexos de algo maior?
Seremos criaturas ou apenas ecos do Criador?
Onde está a história do meu chão?
Nos tambores que batem, na palma da mão.
Nas vozes antigas que o vento levou,
Nos cantos do povo que o tempo calou.
Rasgaram os livros que nunca escrevemos,
Silenciaram os deuses que sempre tivemos.
Diziam que éramos sombra, sem luz, sem razão,
Mas esquecem que somos raiz do chão.
Na areia do Saara, no ouro de Mali,
Nas pedras de Zimbabué, na força de Aksum, ali,
Está a verdade que tentaram esconder,
Queimar a memória, mas não nos deter.
Escravos das mentiras, livres na essência,
Somos a história que desafia a ausência.
Mesmo roubada, reescrevemos o destino,
Com sangue, suor e o orgulho genuíno.
Onde está a história? Está nos corpos dançantes,
No ritmo dos passos, nos olhos brilhantes.
Nos griots que cantam, nas mãos que criam,
Nas lutas do ontem, nas dores que uniam.
A história da África não pode morrer,
Pois vive no povo que nunca vai ceder.
Se apagaram os textos, recontamos a canção,
A história roubada é nossa redenção.
desenhei teu rosto
na palma da minha mão
e repousei sobre meu coração
deixei tudo exposto
uma obra de arte
que tatuei na alma.
Ideias podem ser tão insignificantes quanto mosquitos, merecem uma palma da morte e nada mais. É preciso entender isso para aprender a encontrar o que merece dedicação.
O mundo na palma da mão, cuidando com o que você coloca no seu coração. “Porque a boca fala o que transborda o coração”Mateus 13,37
Naufrágio
Não nego
no leito
um trago
te entrego
na palma
da mão
a alma
sossego
no peito
me acalma
no leito
da palma
da mão
um afago
com calma
Naufrago
no lago
da alma
e apago.
A ciência do oculto, silêncio da alma, traços na palma da mão.
A beleza que se vê, admira, através dos olhos enxerga além.
Empatia e simplicidade .
Desejos,
Sentidos,
Intuição,
Diferenças, o reencontro, a pausa do coração.
Enxergar o vazio, perturbador.
São tentativas.
O ciclo se repete.
Voltas em torno do sol.
Caminhos opostos ao encontro do desconhecido.
Sensibilidade ,
Espelhos colados se quebrando.
Reconstruindo, desconstruindo.
Tempo que se faz em segundos.
São fantasmas, estrelas disfarçadas de planetas vistos a olho nu.
Tens-me em sua palma
Foi por inteiro
Estava bem ali
Gritos da minh'alma
Ouça o desespero
Veja-me partir
Olhos arrependidos
Ou só procuram
O que um dia perdeu
Tornam-se rendidos
Sentidos seguram
Aquilo que já morreu
Resgata o passado
Assombra a mente
Caos se instala
Reflito calado
Contemplo o presente
E minha voz cala
Essa é a realidade
Atitudes opostas
Qual sua intenção?
Mas isso é maldade
Brincar de apostas
Com um coração
Você perderia, mesmo não querendo
Eu te conheço como a palma da minha mão
mas confesso que não sei de cor todos os detalhes
porque estou sempre tentando esconder alguma coisa importante
com as mãos no bolso
e nunca reparo nas linhas e nos calos
como não vejo o fim dos seus anseios
e eu chuto no escuro qual será sua próxima jogada
e eu quase nunca acerto
se me olhasse nos olhos
saberia que venceu
mas mesmo não me olhando
você sabe do seu jeito
porque você disse que não queria mais me ver
e é assim que você me ganha.
Ela
Ela,
que pinta meu coração como se fosse aquarela,
que na minha mão toca a palma
tão cuidadosamente como se fosse sua alma.
Acena,
ansiedade chega na matriz e envenena,
mesmo antes serena
e passa a me rabiscar lindamente de forma amena.
Intrigas,
mesmo antes tão escondidas,
não passam de inimigas
que só querem nos ver sem um sorriso puramente feliz.
Amor,
cujo seu me faz superar toda a dor,
que me faz te tratar com louvor
e esquecer de qualquer um anterior.
Sou moça querendo ser mais miúda, pequenina, cabendo na palma da mão. Esconderijo. Moça que não espera que a sua vida a sorte surta efeito, prefere ser autora dos seus feitos, dar a eles seu feitio e fazer deles mais que enfeites. Poder fazer desfeitas, porque tem defeitos, mas não buscando o perfeito — apenas o seu inteiro. Há de ser moça também feita de fases e de frases: um sujeito com seus jeitos, objetos e objetivos, apostos e opostos, travessões e travessias, linhas e ladainhas, vírgulas e virtudes. Garotinha-mulher que prefiro ser, ainda me conservo e sou secreta por natureza
Quando se revela o verdadeiro mal, o número da besta se destaca na palma da mão ou no centro da testa.
O que tenho para oferecer cabe na palma da minha mão. Considerando a imensidão que me cerca e o pouco tempo que tenho a única coisa que posso oferecer para outrem são frações de vida, agora estou viva, em uma fração de segundo isso pode mudar e a única coisa que terei deixado nesse vasto mundo vazio são frações de tempo de dediquei a algumas pessoas. Para alguns muito, para outros quase nada.
Existem aqueles que dançam na palma da mão da Sorte, e quanto mais dançam, mais a Sorte eleva sua mão, logo eles caem.
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