Tarde

Cerca de 7746 frases e pensamentos: Tarde

A tarde desta quinta feira é suave e tranquila... E traz consigo pensamentos positivos de paz, amor e alegria.
Que Deus nos abençoe!
Shirlei Miriam de Souza

Inserida por Shirleimiriam

Deus, acampai Seus anjos ,nesta tarde, sobre nós... que sintamos a Sua presença e o Seu amor ... que Sua luz ilumine nossos caminhos e nos dê discernimento e sabedoria. Amém.
Linda tarde pra você.
Seja luz ✨✨✨
Seja amor♥♥♥
Leandra Lêhh
05/08/2018

Inserida por LeandraCristina

Cidade do amor

As folhas passam do verde para o marrom,
No brilho turvo da tarde,
Tirando a alegria e também o tom,
Deixando feia essa cidade.

Cidade do amor,
Onde mora a felicidade,
Simbolizada pela flor,
Sua essência é a verdade.

Verdade da luz,
Que rompe as trevas,
Bons pensamentos induz,
O coração da pequena Eva.

Minha doce e ilustre moradora,
Dessa cidade apagada,
Com sua sensualidade arrebatadora,
Eva,Flor e namorada.

Me seduz de tal maneira e natural,
De forma tranquila e suave,
Como uma coisa rotineira e normal,
Viajando no espaço sideral em uma nave.

Estrelas brilhantes e cometas fulgurantes,
Flutuando nesse vasto universo,
Explosões cósmicas flamejantes,
Atração gravitacional do regresso.

Regresso para a cidade do amor,
Onde caiu o asteróide da paixão,
Foi lá que encontrei a flor,
Às margens do rio da emoção.

Sua essência às águas perfumavam,
Suas lágrimas formam o grande oceano,
Sua beleza os pássaros encantavam,
Nobres qualidades de um ser humano.

Um pássaro me tornei,
Devido ao néctar dessa flor,
Por ela me apaixonei,
Por ela tenho um doce amor.

Lourival Alves

Inserida por Diariodeumcravo

Quando eu voltar pra casa, será tarde para os que ficarem pra trás.

Inserida por ampliatogodiva

A primeira vez.
Jovem viveu uma tarde de amor,
Um namoro adolescente que seria duradouro.
A transformação aconteceu entre nós dois,
A menina mulher e o menino um homem.
A falta de compreensão externa os separou,
Causando conflito e muita dor nos corações.
Perante as circunstâncias, namoraram escondidos,
A relação estava ficando fraca na coragem.
A impressão de que nada mudaria,
O primeiro passo foi dado.
A única e errada solução que se tinha,
Foi sofrido viver separada.
O tempo passou e cada um tomou um rumo.
Tornara-se amigos, como um tesouro escondido.

Inserida por AlineBastos

A paz mentirosa pensando somente em nós mesmos, é infelicitar-nos, cedo ou tarde. Se manca enquanto há tempo.

Inserida por swamipaatrashankara

presa por um fio à tarde, encosto a cabeça à janela e logo uma saudade escaldante me assedia com ébrios sonhos e rubras fontes de amor para onde o meu coração se desloca...

Inserida por nataliarosafogo1943

FACETAS DO DESTINO

CONTO
À tarde já avistando as casas do lugar e, começando a cair uma chuvinha, João César de Oliveira, que trabalhava na Agência dos Correios local, retornava de uma longa jornada que fazia por aquelas cercanias entregando correspondências, em lombo de animal...
Chegou o burro nas esporas e procurou abrigo na residência de um amigo mais próximo.
- João, sê num sabe da maior!…
- Conta logo cumpade Martiliano, a novidade!...
- Bernadete, sua noiva, fugiu de casa noite passada, com Venceslau, o fio de Seu Juquinha.Escafedeu-se; somente na manhã de hoje é que ficamos sabendo.
- Não fala isso!...Santo Deus!...Bem que eu vi: ela andava muito estranha comigo ultimamente!...
O boêmio João César, que amava entreter-se em serestas e bebidas, com colegas de farra; a partir desse tsunami sentimental, ganhou mais forças no entretenimento e hábito, mas, em alguns momentos, se recolhia em seu silêncio.
Seguia seu destino duvidoso, naquele desvario sem fim, pelas ruas,praças e bares da cidade. Parecia mesmo que o mundo havia desabado sobre si, depois deste drástico acontecimento afetivo que lhe sobreveio.
Mas, “quem tem muitos amigos pode congratular-se”... Não lhe faltaram ombros e bons conselhos; no sentido d’ele se apegar mais a Deus e firmar o pensamento n’Ele; parasse ou diminuisse a bebedeira pois, com certeza se continuasse daquela maneira iria à ruína… Que, arrumasse uma boa moça que o amasse verdadeiramente: assim, não o abandonaria nunca.
“Na multidão de conselheiros há sabedoria”...
De alguma maneira às palavras daqueles ilibados senhores de mais experiência, os guiou mostrando-lhe alguma direção…
João César deu de por assunto naquelas sábias orientações. Precisava como nunca, dar a volta por cima. Iria lutar pelo “leite derramado”. “A vida é para os fortes”... Pensava.
Se a tormenta entristeceu seu caminho, sua força e garra, para vencer os desafios, e, a bonança advindo disso, lhe trouxeram o sol de volta.
Casou-se com D. Júlia. Moça séria e dedicada, de família humilde...Como professora, percorria a pé,consideráveis distâncias de sua casa à escola - ida e volta -, todos os dias, para ensinar “seus meninos” -, como os mestres gostam de chamar os seus pequeninos discentes.
Viviam tão bem que não era de duvidar ter nascido um para o outro. Umas rusguinhas haviam de ter, mas muito raramente. Dessa união tiveram três filhinhos adoráveis: Nonô ( Jescelino) e Naná (Maria da Conceição) e Eufrosina que logo falecera.
Quando do nascimento de Nonô, como não era pra ser diferente, a felicidade transbordou naquele casal... Logo a cidadezinha sabia da novidade em forma de “gente nova”, que alegrava aquele “doce lar”. Pois o orgulhoso papai, João César, vivia anunciando as “boas novas” aos quatro cantos:
“Lá em casa nasceu um ‘Presidente da República’ ”. Seu lindo garoto veio ao mundo saudável. Benza Deus!...O que ninguém sabia era que o orgulho daquela família mineira, mais tarde, se tornaria também o orgulho do povo brasileiro. Pelo ilustre filho estadista inconteste, que a nossa “Pátria Amada” abrigou.
Um pouco mais adiante Nonô, já na vida adulta, tornou-se amante das serestas; parceiro e amigo inseparável de Dilermano Reis. - Expoente máximo do mundo artístico brasileiro.Quando executava seu velho pinho o rouxinol, o uirapuru... Se os ouvisse, interromperia suas atividades e cânticos, nos galhos das árvores, para o reverenciá-lo no mais profundo silêncio.Esse violonista, ao dedilhar o seu instrumento de cordas, nos passava (ou passa) a impressão de haver vários outros instrumentistas o acompanhando nas suas execuções melódicas.Está para nascer outro maior.
Como vinha discorrendo: João César não viu, governar o Brasil, o Presidente da República que ele mesmo vivia apregoando ter nascido em sua casa – ao nascer; que o colocou no mundo para o “bem de todos e felicidade da nação”.
Curtiu muito pouco o filho - uns dois anos e pouco - e este, por sua vez, também não teve o pai ao seu lado, por muito tempo, acompanhando seu crescimento e trajetória de sucesso.
Juscelino fez uma revelação surpreendente sobre o pai numa mídia impressa que acho ter sido na revista “O Cruzeiro”; lá pelos anos 70, mais ou menos assim: “Me lembro muito do papai quando ficou “isolado” do nosso convívio por causa de uma lepra - hoje hanseníase; eu tinha beirando três anos de idade. Quando íamos com a mamãe, visitá-lo, eu corria na frente para abraçá-lo, mas não me permitiam ficar com ele: logo eu era interrompido disso. Vi uma multidão o conduzindo na rua da minha casa para sua última morada...”.
Tal matéria jornalística ainda pontuava que João César, sabendo que não sairia com vida daquela terrível enfermidade e, pressentindo as cortinas da sua existência se fechando, orientou à esposa:
“Eu tenho duas mudas de roupas mais conservadas, me vista com a melhor delas para o meu enterro. Em poucos dias assim foi feito...
Naquele tempo os pais sonhavam pelos filhos; e se empenhavam ardentemente que os mesmos seguissem a carreira de clérico,de advogado ou de médico. O ofício do religioso contava mais. Por acharem “a vida de padre santa e bonita”. Então D. Júlia se encarregou de matricular o seu garoto num seminário católico. Para a alegria de todos, teria um “padre” na família num futuro não muito distante.
Seria um ledo engano aquela pretensão?!... Sim, com certeza:seu rapaz sempre deixou claro à instituição católica que, não levava jeito para aquilo; e confirmou também à sua mãe a surpresa desagradável: não iria mesmo usar batinas e nem dizer missas... “Não tinha vocação para a vida eclesiástica”.
Imagino o quão doloroso foi para aquela mãe saber disso. Mas, fiquemos com o que escreveu Machado: “Antes um padre de menos que um padre ruim”.
Resoluto, Juscelino rumou para capital mineira...Com 200 mil réis, montante proveniente da venda da única jóia que D,Júlia havia recebido de herança.
Em Belo Horizonte seu primeiro ofício foi de telegrafista dos correios; posteriormente, tornou-se médico e entrou para a Força Pública Mineira (hoje Polícia Militar PM); - eu soube disso numa visita ao Museu JK, ano passado; Secretário de Estado, prefeito,Dep. Federal,Governador…
A barragem da Pampulha rompeu-se no final de seu governo, em 1954. A fúria das águas foram tantas que levou embora inúmeras aeronaves do Aeroporto Tancredo Neves, que fica logo abaixo da represa; eu vi as ruínas de uma ponte atingida por este acidente; suas ferragens foram rasgadas como papel.
Então, Juscelino ainda no seu cargo majoritário, providenciou uma nova barragem no mesmo lugar da anterior, para “não mais se romper”. - Segundo ele. Conta-se que, na referida edificação, uma carreta, só dava conta de transportar uma única “pedra” em cada viagem que realizava.
Aproveitando o ensejo, ainda impulsionou o turismo local e mundial quando construiu no entorno da obra, o Complexo Arquitetônico da Lagoa da Pampulha; hoje, tombado pela ONU, como Patrimônio Histórico e Cultural da Humanidade.
Como se tudo isso fosse pouco Juscelino deu de escrever e como tudo que fazia se dedicava ,virou escritor; depois de publicar várias obras literárias de grande relevância,dentre elas “Porque Construí Brasília” e “Cinquenta Anos Em Cinco”, tornou-se membro da Academia Mineira de Letras.
Perdendo uma vaga na Academia Brasileira de Letras (ABL) para o goiano Bernados Élis, disse que era mais fácil ser presidente do que acadêmico naquela instituição literária.
E conforme a “profecia” de João César, o Presidente da República que dizia ter nascido em sua casa, em Diamantina - MG, já como tal, convidou dois amigos: Oscar Niemeyer e Lúcio Costa, para construírem uma nova Capital Federal para o seu país, nos ermos de Goiás. Cumpriram com denodo os enormes desafios.E eis que tudo se fez novo.
E Brasília – DF se tornou uma das capitais mais modernas do mundo...
Em 1960, na sua inauguração, perante um mar de pessoas que se podia contar, Juscelino Kubitschek de Oliveira, Presidente da República do Brasil,cantou abraçado com a mãe, D. Júlia kubitschek, “O Peixe Vivo”, uma de sua canções preferidas.
Como pode um peixe vivo/ viver fora d’água fria/como poderei viver/ sem a sua companhia/...
(29.07.18)

Inserida por NemilsonVdeMoraes

Meu segredo!

Meu pobre coração é tarde!
Durma eternamente dentro do meu peito,
infelizmente, fui covarde,
agora não há outro jeito!
Meus olhos tristes se fechem logo!

Preciso dormir um sono sem fim.
Ao menos, enquanto durmo, sonho,
é quando te tenho aqui comigo!
Posso tocar-te, beijar-te, amar-te...
Por alguns momentos, viver faz sentido
e meus sentimentos, enfim, são correspondidos!
Quando a vida acorda, nos meus olhos,
não ouso te fitar, tenho medo!
Teu nome?
Não digo, é o meu segredo!

Inserida por mateus_dahmer

Cedo ou tarde nos reuniremos com Deus para um acerto de contas. É bom termos em mãos as chaves de entrada para o segundo round.

Inserida por IoneMorais

É tarde de brisa quente
Me seguras de um jeito gostoso, largo, solto
Deixas sempre uma brecha entre os dedos suados
Quase não quero, mas escapo
Observada por teus olhos
Rabiola de pipa assanhada
Rebolo longe, vou alto.

Inserida por GabrielaBi

Memórias do Espelho

Naquela tarde ensolarada de outono, onde o verão ainda imperava, ela olhou-se no espelho, entretanto, não conseguiu ver-se. Ao contraio do que acontecia fora das muralhas do seu quarto, ali, em frente ao espelho havia tanto frio, tudo era cinza, chuvoso...
Sentiu vontade de gritar, percebeu que sua voz nãos seria ouvida...
Havia nela tanta culpa por senti-se assim, ela não tinha nenhuma doença física, deformidade, a vida lhe dera oportunidades, não era ignorante em muitos sentidos, e no entanto, havia em si tanta dor, tanta certeza do incerto.
Nesse momento, eu, o espelho, olhei para ela, seus olhos verdes ardiam em meio as lágrimas, dando-lhe nuances azuladas e turvando-lhe a imagem.
_ As lágrimas lhe caem bem _ sua voz interior ecoou como uma sentença fazendo seu coração quase parar por um segundo. Sim, ela parou de respirar por um instante, quase senti sua dor, as horas implacáveis seguiram em um tique-taque frenético movido pelo tempo, mas nada aconteceu, nada mudou dentro daquela menina. Então, ela vestiu-se de solidão, blindou-se de desesperança, sepultou qualquer réstia de sonho e adormeceu para a vida.
Dormiria ela todos os dias que restassem dentro da sua rotina viciante do dia-dia. Sabia que nunca mais iria despertar então, aceitou o sono e esperou que uma nova vida chegasse.

Inserida por FabianaFloss

A tarde caiu
Com ela também caiu
Os amores loucos
Os gritos sufocantes
As decepções
As mágoas
Uma vida

Noite vem vindo
Com ódio
Com brasa e dor
Com mortes trágicas
Rompimentos e alucinações
Pesadelos
Lágrimas

Mas disso tudo eu já sei.

17/08/18

Inserida por deyvyson

Antes tarde do que mal feito.

Inserida por Hadouken

Nunca é tarde para se arrepender e buscar levar uma vida plena,pois até no último suspiro Deus ainda pode perdoar e salvar

Inserida por Cacio01

Em uma Tarde de agosto

Agosto. No cerrado. Abro as janelas
Sob o céu calado, e poucas nuvens,
Invernado. Flutuam cinzas penugens,
Das queimas, sobre flores amarelas (dos ipês).

Pra quem as vês, as fazem de reféns,
Do belo. Caindo ao clarão das estrelas.
Ao vir o vento, se abri ao vento as velas,
Em um balé de harmonias e de poréns...

Por que, horizonte tão gigante e distante,
Se a angústia é semblante, não arrogante.
E me fazes por um instante, profanidades.

Porém, olho o céu deserto, e o vejo triste,
E minha alma insiste, e no amor consiste.
Inverno... chega à noite e é só saudades...

© Luciano Spagnol
poeta do cerrado
2018, agosto
Cerrado goiano
Olavobilaquiando

Inserida por LucianoSpagnol

"E todo fim de tarde é igual, essa vontade de te chamar
De perguntar como foi o teu dia
De contar os minutos pra sair correndo pros teus braços como já fiz um dia
Mas teus braços já não se encaixam nos meus

Todo fim de tarde é essa saudade do cheiro, da voz, do tom, do som

Todo fim de tarde me vejo menos sua
Todo fim de tarde vejo mais fim
E quando a noite cai não me vejo mais em mim
Quando a noite cai te vejo em cada canto
Quando a noite cai, teu vazio me preenche em pranto"

Iasmin Borges

Inserida por IasminBorges

Choro de madrugada.

Já é tarde, e os meus olhos continuam abertos.

O vento esgueira-se pela janela a dentro, e o meu corpo já há muito que ficou frio.

No céu, um manto de escuridão cobre o meu olhar, e pergunto-me se o vez também tu do mesmo geito.

No silêncio, o barulho da minha mente calou-se, e o único som que restou, foi a tua voz perdida numa recordação.

Levemente, fecho os olhos e vejo-te. Pergunto-me se continuas do mesmo geito.

Baixinho, escuto uma melodia.

Pergunto-me...

Serás tu a cantar para mim mais uma vez?

Receio que não... A tua voz já há muito se perdeu nas minhas recordações.

Abraço levemente o meu próprio corpo, mas ele continua frio.

E então, na mais intima das recordações, os meus olhos choram.

Pergunto-me...

Terás também tu chorado durante a madrugada?

Já é tarde, mas eu continuo a chorar e a saudade não me permite dormir.

Pergunto-me...

Estarás também tu acordado envolvido nas tuas recordações?

Tal como tu, também o sono me abandonou, e eu choro na solidão.

Tal como tu, também a natureza se calou, e eu choro sozinha.

Tal como tu, também a noite ficou negra e fria, e eu choro com medo.

E tal como tu, ninguém se importa, e eu não paro de chorar.

No silêncio, o meu peito bate, e pergunto-me porquê, se eu não mais tenho coração.

Contra o frio, a minha respiração ouve-se num suspiro, e pergunto-me como, se eu não mais vivo.

Tal como uma folha rasgada de um livro, eu perdi-me no mundo.

E pergunto-me...

Onde pertencerei eu?

Eu não sei.

E no meio de tanta recordação, recordo o que não queria mais recordar. As tuas palavras, que mentirosas são, na qual eu ingénuamente acreditei.

E então penso...

Sozinha me encontraste.

Sozinha me deixas-te.

E sozinha morrerei.

***

Os primeiros raios de sol iluminam-me o rosto, e lentamente abro os olhos.

Devo ter adormecido enquanto chorava.

De repente assusto-me.

Algo frio e molhado descia-me no rosto, e os lábios sabiam-me a sal.

Foi então que me apercebi.

Eu ainda estava a chorar.

Inserida por Agarotadocapuz

Mais cedo ou mais tarde, muitos irão descubri que não valeu a pena ter se preocupado tanto com coisas insignificantes e ter esquecido de ser feliz.

Inserida por ReginaldoLisboaRibei

Tarde boa de domingo ... com aconchego de quem nos ama e com as bênçãos de nosso bondoso Deus ...
Feliz tarde de domingo!!!

Inserida por LeandraCristina