Tag vovó

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⁠Ser avó é a chance que Deus nos dá para nascer de novo.
Ser avó é colher os frutos de uma colheita que se plantou, ao longo do tempo.
Ser avó é entender que, daqui por diante tem-se uma missão importante e permanente...
É compreender que seus dias serão dedicados a produzir boas lembranças, que serão eternizadas pelas memórias de seus netos.

Inserida por joana_rodrigues_1

⁠"Obrigado por me ensinar, vovó".⁠ Theo😍

Frase do meu neto com apenas três anos, e oito meses.

Inserida por IvaneideHenrique

⁠Duplo Amor


Vovó!
Estou aqui, então Sorria!
Eu praticamente acabei de chegar ao mundo.
Não fique assim tão triste, não chore vovó.
Sou sua neta,
E não te deixarei aqui sozinha.
Diante de ti , estou aqui feliz por ter-te em minha vida...
Feliz por ser neta de uma avó como a senhora.
Estamos de frente,
E debaixo do mesmo teto.
Vovó,
Em todo sentido, há muitos sentidos.
Estou te sentindo agora..
E isso, é um sentido, e nesse sentido contém Amor.
E esse amor que tenho por ti vovó, nele existem muitos outros sentidos..
Um deles é o medo de lhe perder,
O outro,
é minha admiração pela pessoa que és..
Entenda,
Criastes muitos filhos com muita honra e muita dignidade...
Cuidastes de muitos netos com duplo amor, amor de mãe e amor de vó...
Se eu for vovó algum dia, vou me espelhar em ti tá...
Eu sei que meus pais me amavam muito.
Mas ser amada por um duplo amor,
Isso não é só viver,
É ter dupla vida e dupla felicidade também.....
Tá bom vovó,
Te amo, para sempre te amarei,
vovó...



Autor:Ricardo Melo
O Poeta que Voa...

Inserida por JoseRicardo7

A vovó é a mãe com mais experiência.

Inserida por rayallabrandao

Pombal assim nos dá
a felicidade que nos adorna
foi na terra de maringá
de vovô Luiz Barbosa.

E saudando a vida
esbanjando sorrisos e amor
recordo-me de Valdecira
na Budega de vovô

E sentada no recanto
espreitando as idas e vindas
está vovó Belarmina
nossa mãe de acalanto.

Pelas ruas de Pombal há esperas
que encontro na imensidão
o amor de Dona Vera
que preenche meu coração

Inserida por gnpoesia

A notícia da partida da vovó que vendia sacolés pelo portão da casa verde no Sana desceu amarga. Como eram gostosos os sacolés vendidos por aquelas mãos. Podiam não ser lá muito higiênicos, isso é verdade, mas que eram gostosos eram. Aliás, essa questão de higiene, àquela época, não era muito levada em conta. Não que isso fosse coisa do século passado, quando ainda não se sabia muito sobre vírus e micróbios. Não. Mas também fiz uma pesquisa e vi que sacolés eram vendidos na década de 20, e, já então, as autoridades sanitárias faziam exigências que ninguém cumpria, como hoje. Daí, aquela gente imunda e encharcada com a água que lhes descia pelo corpo proveniente do degelo mal contido nas sorveteiras que equilibravam os isopores carregados de sacolés na cabeça. Mas, gula sempre foi gula. Voltando aquela senhora do Sana: os dedos que tocavam o dinheiro transportado por uma bolsa de coro que andava com ela eram os mesmos dedos que apanhavam pra mim dois guardanapos, que eu sempre pedia. Era daquela mesma bolsinha onde guardava o dinheiro que puxava os guardanapos. Me limpava como um pinto no lixo após degustar sempre a dobradinha: "um de coco e um de baunilha vó". Era o sacolé gostoso que compensava depois daquela manhã inteira torrando no sol na cachoeira. E o mais engraçado é que era tão bom, que até engolir pedacinhos de plástico mordendo o sacolé a gente engolia. Aquela casinha verde fica logo atrás da pracinha, do coreto. Quando ela abria a porta, dava pra ver lá dentro uma forma cilíndrica, de zinco, onde ela acondicionava todos os sacolés. Em torno desse cilindro, gelo picado e sal grosso com um pouco de serragem. Eu perguntei preocupado com a cor avermelhada da serragem. Coroando isso tudo, uma espécie de rodilha de pano, sempre suja, protegendo a tampa, impedindo o ataque de insetos durante a madrugada. A última vez que estive com a vovó do sacolé no Sana, custava R$ 2. Funcionava todo dia até às 18h, mas nas noites quentes de verão era comum ver-se à porta da casa aquela senhora se abanando com uma folha de bananeira estendendo mais um pouco o horário das vendas pra nossa alegria e dos colegas no camping, que nem esperavam que fossemos lembrar deles, de tão bom que o sacolé era. Uma vez, no desespero, bati palmas em seu portão 1 hora da manhã, bêbado, pra pedir sacolé. Tomei um esporro da vovó, mas pergunta se ela deixou de me atender e, depois do esporro, lembro que passou docemente a mão em minha testa e avisou que amanhã estaria mais cedo vendendo os sacolés. Os sabores eram: laranja, abacate, manga, caju e, nos últimos anos, começou a ter de chocolate, além do tradicional coco e baunilha. Mas, nenhuma delas, superava o coco-baunilha, que eu ia degustando ao mesmo tempo. Que me perdoem a propaganda, mas hoje, com todo progresso e processos modernos de fabricação mecânica, como toda e relativa duvidosa higiene no fabrico, o sacolé da minha vó do Sana continua insuperável. Os picolés de hoje, ridículos até no nome, as conchas novas que têm dado forma empírica aos sorvetes, não irão conseguir nunca matar a saudade que comecei a sentir a partir deste momento, quando recebi a notícia. Não sei se exagero ao afirmar que os sacolés do meu tempo, até os extravagantes e alcoólicos que começaram a pegar moda nos blocos de carnaval, nunca serão mais gelados do que aqueles sacolés de coco-baunilha. Faltarão neles agora, eternamente, o perfume delicioso de sabonete que vinha daquela senhora. Faltarão neles, inclusive, a poesia do pedido batendo palmas no portão, e do sorriso carinhoso e aconchegante na entrega. Siga seu caminho vovó. Novos sabores chegaram pra senhora. Delicie-se.

Inserida por AlessandroLoBianco

⁠Os avós observando as galerinhas. Disputando espaço para ver a eclipse lunar. Uns falavam mais alto do que outro. Com celular de última geração para tirar fotos da Lua. Eles estavam esquecidos nos cantos da sala. Ninguém lembrou de levá-los para participar deste evento. Afinal, eles dão trabalhos. Não andam. Estão velhinhos gagas. E ninguém se propôs a interagir. Nem celular eles têm! 
- Olha a lua q linda que tá hoje! Gritava alto uma das adolescentes, para que todos pudessem ouvir. Click. Click. Todos tentando pegar o melhor ângulo da eclipse. - Olha que linda! Esqueceram os idosos sentados e pensativos. 
Mas, a lua... Os filhos, os primos e amigos estavam em festas. A Lua!!!!
Desatentaram-se. Ao que está tão raro. O Amor! Quase q extinto. Raro de se ver.Até existe sim. O "amor" pelo interesse. Tá até espalhado pelo mundo. Mas, o amor genuíno. Raríssimo. Tão extraordinário qto a lua distante. O amor. Tão lindo quando há entre os irmãos. Impossível ser registrado pelos melhores celulares.

 A Lua passou!!! Os momentos foram registrados. As fotos. As melhores. Foram postadas. Quantas curtições!!! 👍👍👍👉👌 Ops! Dois últimos não.
Quando tudo acabou. Alguém se lembrou de levar, aqueles que tanto deram amor aos filhos e netos, para a cama. Um dos filhos fez q já não existiam. Impaciente. Tiveram de cuidá-los. Obrigação.  
Enfim, muitos perdem tempo com algo tão distante. E que não aquece a alma da humanidade. Sendo objeto de exploração do homem. Enquanto, que o amor transforma o mundo. Combate o ódio, o preconceito, a desunião, a destruição. Inclusive, a ganância q está destruindo o planeta. O AMOR entre os q estão próximos. Que até há de preservar a lua da destruição humana. Pq a terra já está comprometida. 
Até a próxima eclipse! O amor está aí do lado. Aproveite!!

Inserida por walaguia

⁠Vovó,

Queria te dar uma história bonita para você se orgulhar de mim.
Um livro que se abrisse, perfumado, com o cheiro jasmim.
E no fim, mesmo que triste, tu avistasse um jardim.

O que posso dizer, vovó?
Histórias não gosto de ler
Nem trabalho a as inventar
Eu sei mesmo as viver,
Mesmo que me façam chorar

Mesmo cansado
Meu coração, resistirá.
A vista do mundo sozinha é bonita,
mas é tão triste não ter para quem contar.

Há tanto tempo fico quieta
Aprendi a não incomodar.
Quem quer saber? Quem quer saber?
Ninguém quer dialogar.

Converso sozinha com Deus
A Ele, não sinto incomodar.
Mas é triste, não é?
Esperar em Deus a cumplicidade que o ser humano não dá.

Amar incomoda,
Incomoda mais não amar.
Só você quer saber
O que vou rabiscar.

Inserida por nanavedo

Chuva No Telhado

Poucas coisas na vida têm a magia
Do barulhinho de chuva caindo no telhado
Na hora de dormir.

A alma se ajeita dentro do corpo
E o corpo de encolhe e se curva
Em noites chuvosas e de baixas temperaturas.

Vez ou outra bate uma vontade de fazer peraltice,
Sair correndo em meio à chuva intensa
E banhar-me em suas águas torrenciais...
Fazer barquinho de papel e
Observa-lo desafiar as correntezas.

Hoje, eu morando só, na grande cidade
Ainda trago em mim os conselhos da minha vó:
Menino, não use aparelhos eletrônicos durante a chuva!
Sendo assim, quando a chuva cai,
Desligo tudo, como um menino obediente,
Silencio e adormeço .

EDSON LUIZ ELO

Inserida por ProfessorEdson

Chuva No Telhado

Poucas coisas na vida têm a magia
Do barulhinho de chuva caindo no telhado
Na hora de dormir.

A alma se ajeita dentro do corpo
E o corpo de encolhe e se curva
Em noites chuvosas e de baixas temperaturas.

Vez ou outra bate uma vontade de fazer peraltice,
Sair correndo em meio à chuva intensa
E banhar-me em suas águas torrenciais...
Fazer barquinho de papel e
Observa-lo desafiar as correntezas.

Hoje, eu morando só, na grande cidade
Ainda trago em mim os conselhos da minha vó:
Menino, não use aparelhos eletrônicos durante a chuva!
Sendo assim, quando a chuva cai,
Desligo tudo, como um menino obediente,
Silencio e adormeço .

EDSON LUIZ ELO

Inserida por ProfessorEdson

⁠Nas rugas suaves dos rostos dos avós, encontramos a beleza da vida vivida, a força da sabedoria acumulada e o calor de um amor que transcende gerações.

Inserida por lirioreluzente

⁠Um rosto cansado, esgotado, fruto de um trabalho árduo. Fez de tudo para nos dar uma vida melhor. Não é vó? Quantas privações e necessidades já passou. Mas manteve a família firme, tudo isso com o seu imenso e inigualável amor.

Moça guerreira, sem eira nem beira. Para ela, não tem tempo ruim. Se chover, podemos plantar, se fizer sol, é hora de colher. Você é linda, sabia? Mesmo que a vaidade não esteja em dia e que um alicate de unha não seja sua melhor companhia, você é linda assim.

Você fica mais linda a cada dia. Cada ruga, foi uma luta, cada expressão marcada em seu rosto são lembranças de um passado bem vivido e batalhador. Você hoje reclama dos carros, das motos, da correria que está nas nossas vidas. E eu concordo. Não foi seu passado que te fadigou.

Foi essa falta do que fazer. É a falta do campo, do cheiro das flores, do contato com os animais, das prosas com uma “cumadi” e até dos amores. Vai falar que não adorava lavar roupa e ficar se banhando no rio?

Dos seus momentos de paz e sossego, sentada debaixo de uma árvore e pescando uns peixes para a janta? É, foi bom aquele tempo que a senhora era criança. Talvez não se recorde muito bem das brincadeiras e que pena que não consegue repeti-las, pois o corpo está cansado e o tempo castiga.

Ô minha velha! Ops! Desculpa! “Velho é o mundo.” Pelo menos é isso que diz ela. Espero ainda te dar um bisneto, me sinto nessa responsabilidade, pois sou o neto mais velho. Todas as avós são “mestres-cucas”, cozinheiras de mão cheia.

Quando vou a sua casa, já era! Acabou a dieta. Não conseguimos resistir e não da para comer uma vez só. “Comida de vó é a melhor”. Sem falar nos mimos. Quem nunca ouviu: "para de mimar ele, a senhora vai estragar essa criança".

Vó, é para se gabar. A senhora é a peça chave do nosso lar. Quem ainda tem o prazer de ter a senhora por perto, só tem elogios para te descrever e quem não tem, convive incessantemente com essa saudade.

Inserida por Avipen

Cadeira de balanço

Num canto da varanda
em meio a vasos e pilastras
a cadeira de balanço mágica
onde vovó tirava a sesta
Momento único do dia
onde tarefas diminuíam
um luxo ali ficar um pouco
cochilando em venturas mil
Velha cadeira de balanço
em seu molejo natural,
impressão de que a vida era só aquilo,
um espreitar o céu e sonhar
viajando entre nuvens
ouvindo passarinhos na tarde
que dengosa seguia
ah...vovó que saudade imensa
desse tempo onde tudo era apenas
despreocupação e magia !

Inserida por neusamarilda

DIA DOS AVÓS 

⁠Iluminados, energicos mas carinhosos;
Orientadores e quase sempre mantenedores;
Sensíveis a causa da família, fazem da experiência, um exercício de sabedoria, paciência e amor.
Muita felicidade para vocês, vovó e vovô.
Gonçalvesdarocha 
Sabedoria amiúde 

Inserida por carloscezarocha

Brasilita amor e bondade.
Sua luz contagia.
Tem carinho e lealdade.
Muita paz e alegria.

Brasilita é diamante.
Parente de presidente.
É inteligência e saber.
Piano para aprender.

Brasilita é tudo isso,
mas para mim é simplesmente,
Laíta.

Inserida por Zuccarato

⁠O delicioso sabor da Nostalgia

Num domingo preguiçoso, o aroma de bolo de cenoura invadiu a casa, despertando lembranças há muito adormecidas. O cheiro, doce e reconfortante, flutuava pelo ar, como uma canção suave que ecoava pelos corredores e reavivava memórias felizes.

"Ah, que cheirinho maravilhoso!" exclamou minha avó, com um sorriso de contentamento ao abrir o forno.

Aproximei-me, sentindo-me envolvido por uma onda de nostalgia. "Lembra quando fazíamos esse bolo juntos, vovó?" perguntei, me perdendo nos recantos do tempo.

Ela assentiu, os olhos brilhando com a lembrança. "Como poderia esquecer? Você sempre foi meu pequeno ajudante na cozinha."

Juntos, mergulhamos naquelas lembranças preciosas. Misturamos os ingredientes com cuidado, compartilhando histórias e risadas enquanto o aroma delicioso se espalhava pela casa, enchendo cada canto com promessas de conforto e alegria.

"É incrível como um simples cheiro pode nos transportar para o passado, não é?" comentei, sentindo-me aquecido por dentro.

Minha avó concordou, um brilho de saudade nos olhos. "Sim, querido. Os sabores e aromas têm esse poder mágico de despertar emoções e memórias que pareciam perdidas no tempo."

Enquanto mordíamos os pedaços macios de bolo, cada mastigação era acompanhada por um coro de lembranças. Recordamos os dias de verão na casa da avó, onde o aroma de delícias recém-saídas do forno era uma constante.

"Você sempre teve um talento especial para fazer esse bolo", elogiei, saboreando a textura macia e os pedaços de cenoura que derretiam na boca.

Ela riu, uma risada suave que parecia carregar consigo todo o peso dos anos de experiência. "Ah, meu querido, a receita é simples. Mas é o amor que torna tudo mais especial."

Enquanto conversávamos e nos deliciávamos com cada garfada, o tempo parecia desacelerar. É como se estivéssemos em um momento intemporal, onde o presente se misturava com o passado em uma dança harmoniosa de sabores e memórias.

Ao final da tarde, com os pratos vazios e os corações cheios, olhei para minha avó com gratidão. "Obrigado por compartilhar esses momentos comigo, vovó. E por me ensinar que a verdadeira magia está nos pequenos prazeres da vida."

Ela sorriu, um sorriso que iluminava todo o cômodo. "O prazer foi todo meu, querido. Sempre que quiser relembrar esses momentos, basta assar um bolo de cenoura e deixar que os aromas nos levem de volta ao passado."

E assim, com o coração cheio de lembranças doces como o bolo que compartilhamos, saí da casa da minha avó, sabendo que aquele dia se tornaria uma memória preciosa a ser guardada para sempre, como um tesouro escondido nas gavetas da minha mente.

Inserida por LyuSomah

Vovó Coruja: nem na chuva enferruja.

Inserida por HelgirGirodo

⁠A CASA DA VOVÓ

Na casa da minha vó
ali me sinto à vontade
Já até monopolizei a TV
prá ligar meu video game
Tem sempre quitutes gostosos
 sempre do melhor que há
Tem docinhos , bolos e tortas
Tanta gostosura
 Que acho delícia pura
Vóvó não briga com a gente
 Aprecia minhas brincadeiras
Mamãe é quem ralha sempre
Porque me acha bagunceiro
Vovó está sempre risonha
Mesmo contrariada
Tem sempre um sorriso bondoso
 Me deixando mais dengoso
Um jeito de falar estranho
Que me faz rir escondido
"É centi um,centi vinte , centi trinta
centi quarenta , centi cinquenta..."
E assim segue a sequência
 Jeito de falar arranjado
 do pessoal do interior
 Onde vovó sempre morou.
Embalados neste falar curioso
Vamos construindo frases novas
 Sempre com muito respeito
Tudo acabando em risadas.
**************************
Editelima
26/7/2o22

Inserida por editelima

"Mulher, seja machista.
Ainda é tempo.
Caímos no conto do feminismo e nos lascamos".
(Esperta foi a vovó!)
☆Haredita Angel

Inserida por HareditaAngel