Tag velas

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⁠E quando tudo parecer escuro, 
sejamos velas na escuridão.

Inserida por astharsharan

⁠[...] Quando eu via as estrelas do céu
Quando eu via as nuvens de Mel
Ali...
Eu via você

E eu achava que estava louco
Como se já não fosse
Louco...
Por você

"Ocasião"


"Olhar para o céu,
Escrever entre linhas,
O destino não escolhe,
O caminho que vai tomar ou mesmo o destino do seu andar .
Mas oque posso controlar e como vais me tratar
Me trate com privilégios os terá igualmente ,
Me trate com igualdade os recebera ,
Me trate como especial sera tratada como especial ,
Apenas lhe dou o nível de minha atenção ao que você quer me proporcionar estou Aberto ao amor ?
Como você estará para min !!!
O jogo e duplo , relacionamento também so essa dica.
Versos simples ao ver
Versos complexos ao pensar
Bem""

Inserida por johnatasDsm

Valor escondido

O que eu tenho, o que conquistei
Foi tudo Deus que me ofereceu
Entre papos e confissão
Ajoelhado em oração
O que eu fumo, o que eu bebo
Não fazem parte da questão
O que está a se observar
O que eu quero ressaltar
É a fé que me salva
No subúrbio ou no Baixo Gávea
Não basta ser opinião
Tem que ter reflexão
O valor escondido em mim
Que procuras tanto assim
Não está em meus bolsos
Nem ingeri só pra ter
O prazer de cuspir
Precisará de joelheiras
E muitas velas acesas
Derreterá em cera
Valorizando a sua fé
De sab a dom
E nos dias de feira.

Inserida por tgralha

Soltei finalmente as amarras, e lá naquele porto, ficaram todos as minhas velhas e conhecidas emoções. Apesar de serem cruéis, eu as suportava, até que a vida me pediu para tentar outros caminhos.
À minha frente se descortina um mar imenso, onde não enxergo nada além do horizonte. Um lugar misterioso e desconhecido para onde vou. Novas emoções brotam nesta alma tempestuosa. Um misto de medo e ansiedade pelo desconhecido. Mas a ânsia por um novo mundo, é o vento que enfuna as velas do meu velho barco.

Inserida por FabioDellaRosa

Silenciar... Sim... Será melhor... Só observar, refletir e continuar em silêncio. Quando a luz não é aceita, sopra-se as velas.

Inserida por valdirventuri

navega, pequena. apruma tuas velas.

Inserida por poetaedit

Nota de falecimento: Estão sendo velados em local bem distante, a vaidade, o orgulho e o ego, onde se pede para não levarem flores por nunca haverem transmitido a beleza, não acendam velas porque nunca gostarem da luz, não façam preces porque nunca houve fé em seus corações. A saudade só estará liberada para aqueles que ainda carregam essas lembranças dentro de si mesmos

Inserida por Jaderamadi

No meio do mar, sem bússola, sem vento, sem velas. Perdido, esquecido e sem alguém pra conversar... Muitas vezes na nossa vida passamos por momentos difíceis. Momentos tão difíceis que mal conseguimos falar sobre eles. Sonhos se vão, a esperança nos escapa e completamente sem rumo e sem direção, sentamos na beira da calçada da vida sem qualquer expressão no rosto. Pensamos no ontem, sofremos o hoje e achamos que não haverá o amanhã. No meio do mar, sem bússola, sem vento, sem vela e sem saída, eu estou à deriva.
Durante o período de tempestade lutei bravamente. Icei as velas, mantive o leme do barco estável e por mais que a chuva caísse e o vento provocasse devastadoras ondas, apesar das feridas no casco do barco, consegui permanecer sem me afogar, mas a tempestade foi forte demais, apesar de dar trégua, me deixou exausto, sem forças e sem ânimo para continuar.
Existem dias, depois da tormenta que é de cortar a alma e mesmo depois da luta, ficamos a pensar se vale a pena continuar, se vale a pena persistir, ou se o melhor a fazer é desistir. Nesses dias no meio do mar, sem bússola, sem vento, sem velas e sem forças, me encontrei navegando em meus pensamentos sem saber se levantava ou se apenas me deixava levar. Num desses dias um sussurro brotou dentro do meu peito. Uma força que não era minha não me deixou desistir. Uma voz no meu coração começou a ecoar dizendo que eu não estava só.
E essa voz além de afagar meu coração e mostrar que estava comigo ainda me falou o seguinte: “No meio do mar, sem bússola, sem vela e sem vento olhe mais alto, e veja ao longe, que logo depois do mar, tem todo um continente seguro esperando por você, mas que você ainda não percebeu, pois estava preocupado com a bússola, com a vela e com o vento”. Agora com os olhos no alto, meu coração se enche de esperanças. Pode ser que demore um tempo, mas sei que vou chegar.
A vela pode fazer falta, as ondas do mar podem atrapalhar, mas não estou só.

Inserida por VilmarBecker

⁠Vento, não  assopres ,tão forte, no meu parco, ideólogo ... Sem velas, nem mastros, que as sustente
                 ,

Inserida por valentim_casimiro_4

A mocinha da fazenda corria livre e sem perceber encalços pelos caminhos. Seguia por musgos macios, beirando ribanceiras, arriscando-se a cair, mas loucamente prosseguia. Vestia suas asas de borboleta e voava sobre as paisagens, recolhendo a beleza que conseguia captar. Suas tranças eram velas ao mar em aventuras infantis ou seriam asas de um colibri em busca de néctar? Ela não percebia isso ainda, apenas voava em sua imaginação - ao sol cantava, as estrelas do céu apanhava e um colar fazia. Se enfeitava toda, não para aparecer, mas porque já viera ao mundo como poeta e assim seria, toda e qualquer poesia. 

Inserida por neusamarilda

⁠A tergiversação é a marca registrada de todo político capitalista; acende duas velas; uma para o satanás e outra para o Lúcifer.

Inserida por JBP2023

⁠Ó velas do meu moinho,
rodízios da minha azenha,
vão rodando lentamente
esperando que a morte venha.

I
Há qualquer coisa no rosto
desse teu ser pachorrento,
como quem espera o vento
nas belas tardes de Agosto…
O que me causa desgosto
é ver o teu descaminho,
deixo neste pergaminho
saudades do teu passado,
e ao ver-te abandonado
ó velas do meu moinho.

II
Foste um símbolo da vida,
remoeste farinha a rodos,
foi pena não dar p´ra todos,
como é triste a despedida...
Foste pão numa guarida,
imperador real da brenha...
O meu ser em ti se empenha
em ser cantante e moleiro,
ó águas do meu ribeiro,
rodízios da minha azenha.

III
Rodopiando a nostalgia
onde o meu ser nada viu,
não laborou, não sentiu,
nem fez de ti moradia...
Resta a minha simpatia,
o supor de quem não sente,
recordar o antigamente,
enaltecer a nossa História,
E os meus versos, na memória
vão rodando lentamente.

IV
Rodam como uma moagem
com carradas de cultura
e os sinais de desventura
dão-me gritos de coragem...
São murmúrios da mensagem
celebrada na resenha,
pra que o vento nos mantenha
sempre a par do seu saber,
e todo o mais é só viver,
esperando que a morte venha.

Inserida por AntonioPrates

⁠Saber para onde vai é ter o vento a seu favor. É olhar para o oceano e, mesmo com tanta incerteza, baixar as velas para que o vento nos faça velejar para onde ele quer nos levar. É entender que não podemos mudar o caminho que o vento percorre, mas sabemos que ele é nosso aliado. Porque ninguém melhor do que nós para controlar o rumo da nossa felicidade.

Inserida por fcfolhaseca

⁠O amor é o mar onde devemos navegar. Navegar por estas águas e nelas desejar mergulhar, é buscar as profundezas do amor alcançar.

Inserida por darcicley

⁠Não teve flores
Não teve velas
Não teve missa
Caixão também...
Foi enterrado
Junto à maré
Por operários
Mesmos do trem...

A flor de orvalho
Pendeu da nuvem
E pelo chão
Despetalou...
O céu ergueu
A hóstia do sol
E o mar em ondas
Se ajoelhou...

Cortejo lindo
Maior não houve
Do que o da morte
Desse amiguinho:
Iam vestidas
Com a lã das nuvens
Todas as almas
Dos carneirinhos!

Os gaturamos
Trinaram hinos
No altar esplêndido
Da madrugada;
E o vento brando
Desfeito em rimas
Foi badalando
Pelas estradas!

Vinicius de Moraes
A arca de Noé. São Paulo: Companhia das Letrinhas, 1993.

Nota: Poema A morte de meu carneirinho.

...Mais
Inserida por viviane_1

A chama queima mesmo quando seus olhos estão fechados, porque sabemos que quando apagarmos essas velas a chama dos escoteiros nunca se apagará.

Inserida por pensador

⁠Ajustando as vela

E de tanto castigar-me eu alcei a minha âncora
E zarpei novo destino navegando em outros mares
Quis chegar a um novo rumo onde nunca navegares
Mas o vento ainda sopra.

Eu passei por tempestade navegando águas sombrias 
Com o mar entrando a popa e na proa a ventania
Eu busquei Porto Seguro, Precisava calmaria
Mais o vento ainda sopra.

Expandindo outros horizontes, oceanos de incertezas.
Me encantei novos romances que confunde os sentimentos.
E busquei amores rasos pra livrar o meu tormento.
Mas o vento ainda sopra

Pra esquecer o teu sorriso eu foquei todas as faces.
Mas a ti vento me leva não importa o caminho 
Não adianta muitos amores é melhor viver sozinho.
Pois o vento ainda sopra.

Eu quero seguir em frente mas pra traz vento me leva.
Fiz da arte minha vida, fascinei na melodia
Pra acalmar meu coração e conter a ventania
Mas o vento ainda sopra.

Sei que o vento ainda sopra bate forte a emoção 
Mas preciso fazer algo pra pra acalmar meu coração.
Se navego o meu destino mas ainda vivo por ela.
Tenho que rever a bússola ajustando minhas velas.

amor_in_versus

Inserida por amorinversus

⁠O veleiro

Somos como um veleiro
Em um mar revolto a atravessar,
De início com casco forte
E velas firmes a içar.

Mas eis que o tempo da viagem
E as peripécias do vento,
Vão moldando o veleiro
Aos poucos e a todo momento.

E então chegamos em terra firme!

Com orgulho podemos mostrar
As marcas e avarias
Que a história de um veleiro,
Um dia jovem
Podem nos contar!

Inserida por goulart_esdras

choro por ti....
segura de mim....
Sinto-me na lua....
fico a sonhar....
ardo como o fogo...
estremeço de frio....
voo com o vento....
derreto com a neve...
ponte velha,antiga....
candeeiros acesos...
sinto-te no meu corpo...
velas queimadas....
sinto-te em mim....
choro por mim...
acordo a pensar em ti.!

Inserida por IsabelRibeiroFonseca

⁠Viver uma vida sem emoções e sentimentos, é como um barco de velas içadas e ancorado.

Inserida por isaiasribeiro

⁠A mão que acende, é a mão da afago,
Que toca e apanha, é a mão do trago.
A mão que acende,
É a mão que ateia,
É a mão que acolhe, que chama e incendeia. 
É a mão do "olá", no encontro inesperado 
É a mão do aperto, no encontro marcado.
A mão que acende, é a mão da saudade 
Do cansaço, do amor, da vaidade...
É a mão da presença, da ausência, da verdade.

Inserida por salvadorbrenon

⁠Chamas amarelas de velas reunidas como lindas estrelas sobre o palco, instrumentos felizmente tocados e aos poucos ganhando vida com algumas músicas tocantes, muito conhecidas, daquelas que já foram ouvidas inúmeras vezes e em vários momentos significantes, 
Justificando perfeitamente a interação empolgante que houve entre os músicos e nós da plateia que foi ficando maior a cada instante, então, ficamos imersos em um mundo harmônico, nostálgico, onde a emoção foi se propagando e contagiando a todos ao mesmo tempo 
Ficamos com os ouvidos bem atentos e os olhos maravilhados naquele belo momento iluminado, afinado com notas, sentimentos e cordas numa noite memorável, diferente de outras, cada um tocado de uma forma, almas e corações alcançados pela música e a sua força.

Inserida por jefferson_freitas_1

⁠"Certo dia, ela pediu-me, que eu escrevesse sobre ela.
Pensou que eu fosse um pintor da solidão, que escreve palavras, como pinceladas em tela.
Um trovador da dor, que entoa canções, ao lembrar dela.
Mal sabe ela.
O perigo dos meus escritos, sempre envolto em dor, uma pitada de amor e um todo de trevas.
Cada vez que escrevo, cada palavra escrita, cada maldição proferida, é uma cicatriz, que novamente tornou-se, uma ferida aberta.
Tentei escrever sobre a moça; não consegui, também, não consegui amar ela.
Meus escritos são minha prisão, onde vislumbro as grades, e a dona das chaves é Ela.
O que me mantém me vivo é lembrar Ela.
A minha tortura é lembrá-la e escrever, acerca dela.
Se as palavras são vento, então, por quê os meus escritos, como ventania, não me levaram para junto dela?
O que é a dor pr'um poeta?
Perguntas confusas, respostas incompletas.
Mente turva, escrevo-lhe mais uma, tomando mais um trago, sob a luz de velas.
No velório do nosso amor, éramos os únicos presentes; minhas lágrimas eram de pranto, as suas, de festa.
Inamável, desarrazoada, sem coração, megera.
Ofensas escusas, minhas escusas, por favor, releva.
Isso tudo não era sobre você, tentei falar da moça que me pedira uma homenagem singela.
Daquela, que certo dia pediu-me, para escrever sobre ela..." - EDSON, Wikney

Inserida por wikney

DIÁRIO DE UM ALMIRANTE⁠

Da nostalgia do último sopro
vive as apagadas velas
dessa pobre embarcação
Veste luto na bandeira
e pelas águas que vagueia
traz pesar em seu timão
Por ironia do destino
viu a frota naufragar
Por que só os meu amigos
falta água nesse mar?
Não restaram dias de glória
navegando essa memória
até Netuno apagar

Inserida por EricJoLopes