Tag vão
Eles não vão entender
Eles não entendem a sua luta, mas o que eles tem haver com você ? Nada, então apenas continue lutando se agarre a vida que várias vezes já tentou desistir, que tentou tirar com as próprias mãos, que felizmente não deu certo mas porque não deu certo ?
Porque ainda as de lutar pra sobreviver , mesmo sem entender o caminho ira caminhar. Pois dor faz parte do caminho.
Acredito ser mais útil pensar nos obstáculos não como bloqueios desanimadores e imutáveis, mas como vãos. É o espaço vazio entre o que você quer e onde você está.
" Nem todos que vão, vão porque não gostam ou não amam,
...as vezes vão porque tiveram um momento de falta de lucidez,
...se tiver que voltar, e a pessoa ainda amar e sentir que vale a pena,
...ela deve aceitar, mas só se ainda amar. "
Só saberemos, e vamos entender o valor real da juventude, quando chegarmos a velhice.
Então perceberemos o quanto fomos tolos, insensatos!
E lamentaremos. E será em vão.
Nada é em vão, nem tampouco, um inesperado acontecimento, e um encontro inusitado é por acaso; tudo que nos acontece tem uma razão, modus operandi, uma lição, uma exortação, um precioso legado, presente valioso ofertado por Deus.
“Vão dizer que foi sorte”
Não, não vão dizer porque as pessoas não dizem. Dizer isso é assumir pra si um fracasso. E normalmente o sucesso do outro é ameaçador até quando for por sorte. Segue apenas fazendo teu corre!
Somos empresas Limitadas.
Não somos empresas S/A (sociedade anônima).
Por isto doe-se e faça valer a dádiva de ser Humano.
Por que estás impaciente coraçãozinho? Suas promessas vão chegar, elas vão se cumprir. Deus não é homem para que minta.
Não importa o que esteja acontecendo na sua vida. Saiba que todos passamos pela escola de Deus, e essa escola é o deserto, a luta... Cada luta é uma vitória, cada vitória uma benção.
Deus vai te honrar, Ele vai te usar. Você vai ver o agir de Deus na sua vida e todos vão contemplar o brilho no seu olhar.
"O Senhor não demora em cumprir a sua promessa, como julgam alguns. Ao contrário, Ele é paciente com vocês, não querendo que ninguém pareça, mas que todos cheguem ao arrependimento.
~ 2Pedro 3:9
Sobre pessoas que se vão...
Pessoas vem e vão em nossas vidas pelos mais diversos motivos. Desde mudanças de endereço, telefone. Carreiras profissionais diversas e etc. Algumas idas são alívios. Outras eternas saudades. Agora, quando leio ou ouço sobre "descartar pessoas" simplesmente por "incompatibilidade de ideais" isso me machuca. Me dá idéia sobre a "descartabilidade" de uma pessoa. "Hoje você me serve. Amanhã já não mais". Isso é falta de visão além de pura irresponsabilidade emocional. Cortar laços as vezes é necessário. Mas gosto das coisas claras e bem esclarecidas. Coisa mais doida do que a morte é a dúvida da vida.
Fabio Junqueira Franco
A vida é como um oceano, muitas coisas vão e vem, mas a certeza que temos é que com o mar a calmaria vem.
Na jornada da vida, reconheça que nada é em vão. Se não for uma bênção directa, encare como uma valiosa lição. Cada desafio, cada obstáculo, oferece uma oportunidade única de aprendizado e crescimento. Aceite as lições com gratidão, pois, no final, cada experiência contribui para a construção do seu caminho e aprimoramento pessoal.
Ó velas do meu moinho,
rodízios da minha azenha,
vão rodando lentamente
esperando que a morte venha.
I
Há qualquer coisa no rosto
desse teu ser pachorrento,
como quem espera o vento
nas belas tardes de Agosto…
O que me causa desgosto
é ver o teu descaminho,
deixo neste pergaminho
saudades do teu passado,
e ao ver-te abandonado
ó velas do meu moinho.
II
Foste um símbolo da vida,
remoeste farinha a rodos,
foi pena não dar p´ra todos,
como é triste a despedida...
Foste pão numa guarida,
imperador real da brenha...
O meu ser em ti se empenha
em ser cantante e moleiro,
ó águas do meu ribeiro,
rodízios da minha azenha.
III
Rodopiando a nostalgia
onde o meu ser nada viu,
não laborou, não sentiu,
nem fez de ti moradia...
Resta a minha simpatia,
o supor de quem não sente,
recordar o antigamente,
enaltecer a nossa História,
E os meus versos, na memória
vão rodando lentamente.
IV
Rodam como uma moagem
com carradas de cultura
e os sinais de desventura
dão-me gritos de coragem...
São murmúrios da mensagem
celebrada na resenha,
pra que o vento nos mantenha
sempre a par do seu saber,
e todo o mais é só viver,
esperando que a morte venha.
Sobre “OS NÃO VÃO CHEGAR PRA TODOS”
Vivemos em um mundo onde a comparação virou norma. Pessoas competem silenciosamente, medindo suas vidas pelos sucessos alheios, desejando aquilo que os outros possuem, como se a felicidade estivesse no que falta. Querem o carro que o vizinho tem, a vida que o amigo posta, o sucesso que nunca testemunharam de perto.
Mas nessa corrida insana, ninguém se pergunta: e o que realmente me faz feliz?
A busca pelo "ter" ofusca o "ser". As conquistas dos outros tornam-se espelhos distorcidos da nossa própria autoestima. E, no fim, nos perdemos, esquecendo que a verdadeira vitória não está em superar o outro, mas em encontrar paz no próprio caminho.
Pare. Respire. Não é sobre a competição. É sobre se libertar dessa prisão invisível que nos amarra ao que não somos.
Lá vão os mascarados, podem vê-los
de tantas formas, no seu mundo subumano;
levam caraças por debaixo dos cabelos,
mais os embuços que carregam todo o ano.
Vão prá folia, vão alegres, vão perfeitos,
como histriões dos artifícios mais bonitos;
folgam-se normas, repetidos preconceitos,
em prol dos cultos aos assuntos interditos.
São tão felizes, disfarçados e contentes,
pulam e troçam, nesses grupos a granel;
é Carnaval, deixai-os ir que vão contentes
como as estrelas que são feitas de papel.
Tanta alegria, tanta farra neste Entrudo,
tanta folgança, tanta cor, tanto brilhante;
riem-se as almas, as tenções e quase tudo,
das zombarias deste enlevo extravagante.
Vão-se-me
Dos versos para ti, dantes, nada existe
A lembrança é algo de um pouco valor
A poesia, vazia, está sem aquele amor
Que um dia foi certo, da poética saíste
Porque assim como chegaste, partiste
Cessando o peito que batia com ardor
Sangrando n’alma, criando tom de dor
Na prosa, chorosa, suspirante e triste
O tempo anda, a emoção sai do cais
E a sofrência apenas lesão no sentir
E o coração atrelado em outras elos
De quanto foi outrora, nada tem, mais
Nada, daquela sensação, só o resistir
Vão-se-me uns após uns, dos flagelos.
© Luciano Spagnol – poeta do cerrado
14 abril, 2024, 12’04” – Araguari, MG
Ah quisera eu que as pedras não fossem mudas...
Que no fundo dos copos encontrasse as verdades...
Que as palavras fossem de fácil entendimento...
E que os amores não fossem desfeitos...
Quisera eu que meus pés descalços não fugissem...
Do tempo que a tudo destrói e forma fuligens...
Que as ilusões não se desfolhassem...
Que os sonhos não perdessem as virtudes...
E que amando só conhecessemos as verdades...
Às vezes uma dor nos desespera...
E a verdade nos engana...
Então o desalento clama...
E a vida queremos que encerre...
Então para que nunca nada se perca...
O desejo cultivamos mesmo amargo e rude...
E diante das auroras que se avizinham...
Para que o sonho viva de certezas...
Para que o tempo da paixão não mude...
Por bem vos quero...
E morro despedido...
Na esperança de um vão contentamento...
Em saber que nem tudo está perdido...
Sandro Paschoal Nogueira
As coisas que se vão ensinam o
valor das que permanecem…
Os que morrem, o valor da vida.
Os arrependimentos, o tempo perdido.
A dor, o tamanho da nossa fragilidade.
