Tag também
Sim, é do amor que vivemos. Porém, é do amor que também morremos. Sobreviver não faz parte dos que amam.
Toda vez que tu me olhas
O teu olhar...
O teu doce e terno olhar
a me falar...
“És na vida a minha prometida... a mais querida... a minha vida.”
O teu olhar
A se afastar tão devagar
No meu olhar a se perder
Cada vez um pouco mais...
Eu e essa minha mania de não acreditar ser possível alguém me amar.
Toda vez que tu me olhas...
Eu...
Eu só quero que não pares nunca de me olhar.
Também fui machucada... mas o teu olhar... teu doce e terno olhar é um eterno bálsamo a eternamente me curar.
Bom dia!
Sorria, a felicidade lhe sorri!
Sua felicidade também é minha felicidade,
Sorria, desarme minha antipatia, cativo de ti também desejo ser:
de teus gestos, jeitos e modo de ser.
A vida, nobre mestra da lida,
ensina que "lições que não se aprendem com amor,
fatalmente aprenderá com enfrentamento da dor".
A dor que instiga, castiga, se torna insuportável,
dado o alto grau de exigência da resistência que beira ao extremo estresse.
A dor nos corrige,
traçando caminhos em brasa viva por onde precisamos caminhar e,
de onde também jamais podemos recusar.
O amor é dócil, compreensível, justo,
nada nos pede em troca e nem exige qualquer contrapartida,
apenas oferece o que tem de bom e melhor;
pois sabe em sua perfeição,
que todo ato praticado no bem se reveste de puras vestes de seu doador.
Pequenos gestos também tem grande mérito
nesta grandiosa atitude de amar.
"Bom dia, com os mais perfeitos gestos e atitudes de carinho e amor!"
"Seja calor, seja luz, seja amor: Sempre!"
Dos vales por mim andado fiz das pedras minhas cúmplices.
Dos tocos de madeira alados, dos córregos e tantos inertes mais duráveis que a mim mostrou-me de fato que viver não é só estar ali, pois só faz sentido existir se coexistir com os demais...
Cuidado com os teus escravos ou opressores que só vês nos outros.
Refiro-me ao que chamamos de falta ou defeitos...
Eles são tão sutis que você jura que eles não são teus e que é do outro a falta,
Quem lê o que eu escrevo, conhece um pouco sobre mim. Não conhecerá por completo porque eu também não conheço.
Esses dois dias que,
Eu tô conversando com amarelo,
Nossa parece uma amiga,
Tem ciúmes dela,
Se você tiver compromisso,
Eu também quero conhecer Maceió,
Mas parece que ela tá morando entende?
Na vida tudo passa. Coisas boas e ruins também. O que importa é levarmos a vida adiante,com tudo,para no final das contas,recebermos a recompensa!
E assim como o café, o amor também esfria, o aroma também acaba e quando fica frio não adianta esquentar, o gosto já não será o mesmo!
Qual a quantidade de sal que temos de comer juntos para acreditarmos que conhecemos alguém, só acompanhando a vida virtual da pessoa?
Diz um ditado que nós só conhecemos uma pessoa após comermos junto com ela; um quilo de sal, ai eu me pergunto: Se nos dias atuais vivemos também no mundo virtual, onde muitos acompanham nossa vida, em tempo real e se julgam grandes conhecedores...Quantos quilos temos de comer com uma pessoa virtualmente, para sermos peritos conhecedores de seu caráter, personalidade, índole e íntimo ser? – Se o ditado estiver correto levaríamos mais de 16 anos para comer a nossa metade, isso para dividirmos igualitariamente na proporção 50/50.
Uma pessoa saudável, segundo recomendações, deve comer de 4 a 6 gramas/diárias de sal – só para arredondar a conta vamos ficar em 5/gramas. Um quilo tem 1.000/gramas - uma saca de 60 quilos de sal contém 60.000/gramas do produto, é muito sal. A nossa metade equivaleria então a 30.000/gramas que consumidas a uma porção de 5 gramas/dia, seriam 6.000 dias comendo sal junto com uma pessoa para conhecê-la de fato.
Um ano é igual a 365 dias, isso quer dizer que 6.000 dias são exatamente 16,438356 anos.
O sal já foi moeda-mercadoria no passado – ter uma saca de sal era como ter um tesouro nas mãos, tamanha era a sua raridade. Desde as épocas passadas até hoje o sal é utilizado para conservação de alimentos perecíveis, como a carne, por exemplo. Você sabia que a palavra salário vem de sal? Pois é! Agora se você espera utilizar o sal para temperar a sua vida nos relacionamentos, pode esquecer, pois o sal não é tempero.
Uma comida insossa não é nada agradável - agora experimente comer uma colher de sopa de sal - também é horrível, aliás, nem sei se alguém conseguiria tamanha façanha sem fazer uma careta medonha.
O sal representaria então as dificuldades de conhecer uma pessoa? Muito provavelmente seria essa a intenção do autor do ditado. 16 anos é apenas uma fração de tempo do que levaríamos para conhecermos uma pessoa, porque às vezes passamos a vida ao lado de alguém e ainda somos surpreendidos com algumas atitudes, portanto, eu me atrevo a dizer que jamais conheceremos totalmente uma pessoa, pelo menos não na sua essência - no máximo vamos saber das manias, gostos e preferências pessoais, fruto de uma longa convivência cotidiana, mas isso não significa conhecer e sim que fomos treinados durante a vida de convívio, para identificar esses comportamentos.
As pessoas se utilizam de máscaras, muitas vezes para se protegerem, noutras porque faz parte do próprio caráter e quando as máscaras caem, pensamos que agora sim conhecemos aquela pessoa, mas infelizmente ainda não é nesse momento.
Eu acho que o sal é bastante apropriado para descrever as dificuldades da convivência e do conhecimento íntimo - se você foi capaz de dividir uma saca de sal com alguém, pode apostar que no mínimo você testou os seus limites.
Aproveitando essa crônica que pode servir tanto para mim quanto para qualquer pessoa, deixo a pergunta que não quer calar: Será que podemos dizer ou nos julgarmos conhecedores de uma pessoa; tanto no mundo real como no mundo virtual sem antes de comermos 1 quilo de sal juntos? Certamente poucas pessoas serão capazes de tal proeza, porém, para aqueles que conseguirem ou pelo menos tentarem, pode se considerar um privilegiado, além de ter exercitado a paciência e comido muito sal junto da pessoa amada, do amigo ou familiar,terá cumprido também um maravilhoso ciclo de auto conhecimento, afinal de contas, só conseguimos conviver, com as pessoas que refletem nosso “ eu interiores”...
Todos são culpados quando a culpa não é de ninguém.
Todos são culpados quando a culpa é de alguém também.
Amor também cura, sabia?
Se eu te cuidasse
Estaria melhor
Amor também cura, sabia?
Colinho
Carinho
Chazinho nem quente nem frio
Companhia
Escuta
Cuidado
Cafuné
Aspirina
Abraço
Massagens nos pés e no ego...
Antitérmico
Analgésico
Anestésico
Contemplação
Aconchego
E um pouco de paz.
Agora ele se foi e eu também
Quantas vezes o ofendi gratuitamente? Quantas vezes procurei outras pessoas para conviver? Quantas vezes senti vontade de vingar o que ele disse e não me entrou muito bem?
Tudo isso acabou em divórcio, tomei minhas próprias decisões, agora as cicatrizes ainda não cicatrizadas continuam na alma, tento ser guerreira, mas quando olho para trás desabo, se eu tivesse maturidade de observar tudo seria diferente, já li que a culpa faz parte e que ele não era tão maravilhoso assim.
Eu não me contento com a vida, não temo mais a própria vida, passa coisas horrorosas pela minha cabeça, inclusive interromper a vida que não é tão bela ou colorida como antes.
Eu encasquetei que ele me traia, estava muito carinhoso ultimamente, levantou suspeitas imediatamente, era um terreno perigoso descobrir traição quando na verdade você não sabe o que vai fazer com aquela informação.
Vivia num estado de pique o tempo todo até desabar, decidi pela mudança, mas a adaptação não é fácil, perdê-lo transformou-o num príncipe, mesmo que lá no fundo eu saiba que não é bem assim.
Eu precisava de desafio, precisava ingerir açúcar, aumentar o ritmo, fortalecer os ossos com cálcio. Eu precisava de razão, de coração, de vontade, precisava deixar claro uma coisa eu não era mulher de aceitar tudo passivamente.
Nunca mais ele teve brilho nos olhos, nunca mais o seu pobre coração acelerou, ele sofreu demais, mas foi responsável pelas suas escolhas, ele estava bruto, chato, relaxado e justamente à época em que eu estava organizada em tudo, coisa que nunca fui.
A vida deu uma virada absurda, ele não fazia objeção à coisa alguma que eu pedia, mas não era sincero, não era por vontade, ele apenas não queria levar um pé, não queria discutir com minha ansiedade, meus medos e a perda do marido perfeito.
Tive a oportunidade de aprender a ter mais autoestima e amor próprio, a pensar mais em mim mesma, a conhecer as contradições internas, a não ter ódio e complexos.
Comecei a ter aquele jeitão de dona do mundo, de viver a minha maneira, de evitar o longo processo de amadurecimento. Havia mil formas de relacionamento, poderíamos morar em casas separadas ou agir como se atitudes alheias não me afetassem.
Não preciso lidar com nenhuma desculpa, o meu maior bem-estar, minha maior sabedoria, a minha própria admiração e doação me diziam para ir embora, para sair do caminho, para encontrar alguém que me ame sem fugas, eu me permitia olhar para o futuro sem medo. E assim foi.
Só não posso ser mais fria, porque se eu for acabo que matando todos que tentam se aproximar de mim e eu acabo que me matando em meio tantos homicídio causados pelo a frieza do meu coração.
