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SUSPIROS PROFUNDOS
Ninguém sentiu o meu choro inseguro
Ó dolorosa dor entre as dores minhas
Embriagada solidão, máculas daninhas
O falto para mim foi silencioso e duro
Permaneceste no pensamento escuro
Vazia e casta, tristes eram as tadinhas
E chegaste a ter mais do que tinhas
Tornando-te em um flagelo impuro
Invisível tornou o meu sofrer inquieto
A minha poesia, o sentimento secreto
Jorrados do sentir, ali tão moribundos
E, neste trágico, pedaço dos pedaços
Ele, que habitou a ter esses embaraços
Fez-me o dono de suspiros profundos
© Luciano Spagnol – poeta do cerrado
26/08/2020, 12’28” – Triângulo Mineiro
Quando penso entre suspiros, minha inveja é maior que meu ciúme; sinto inveja até do lençol que te cobre.
"E percebo os suspiros dos amores
quando por esses prados florescentes
se ergueram duros punhos agressores"
- Ei moço, bom dia! Estás bem?
- Olá moça, eu estava bem, mas agora falando com você estou melhor ainda.
- Ah! (Suspiros) Será que mereço todo esse amor e carinho seu moço? Não sei! A única coisa que adentra em meu coração é: Mesmo perante meus erros, Deus é perfeito! Concede-me tantas bênçãos que nem sei como agradecer.
- Eu te amo moça!
- Eu te amo moço!
[VAIDADE]
No teu verso
Em miúdos alfanuméricos
O prazo de validade.
Nos meus versos
Em graúdos suspiros
A saudade.
SÓ EU SOU EU
[...]
Hoje, quis ser como você quis que eu fosse um dia
como eu quis ser se eu fosse um dia
se eu fosse um dia como você
não seria só eu
mesmo se quisesse não seria só eu neste dia.
Entre os suspiros e os soluços das palavras
escuto a vida com a audição de pertencimento
dos verbos e advérbios do viver e do sonhar
que pertencem ao meu olhar de poetica pertença.
Não sei se é amor ou sentimento, o que me punge e me inebria, só sei que penso noite e dia, e não me sais do pensamento. Por amizade ou por amor, por qualquer coisa ou artimanha, esteja aqui ou onde for, o teu sorriso me acompanha..
Que venham as sutilezas da alma, as levezas do coração, os sorrisos fáceis, os suspiros longos, os abraços demorados, as palavras ternas, os gestos de carinho. Que venha tudo que acrescenta e soma e o que subtrai que o vento leve.
Suspiros poéticos do Vale do Mucuri
Essa gente respira e transpira amor, exala na epiderme o néctar do verdadeiro sentimento humano; um povo do bem, trabalhador, ético, honesto, que constrói pontes para o desenvolvimento, gente de alma tenra, pureza que transcende grandiosidade, ternura, que traz no âmago a correnteza da arte, da cultura, da bela literatura. Um povo de valor desmedido, de caráter inabalável, de valores inegociáveis, de sabedoria infinita. Vale do Mucuri, Terra de poetas, de ilustres juristas, de artistas, de pessoas talentosas, de gente humilde e trabalhadora que edifica uma sociedade melhor para se viver.
Sabe, eu acredito nisso que a gente sente. Eu acredito na simetria dos gestos e dos afetos que se perdem na infinitude do sentir.
Mas, acima de tudo, eu acredito na gente. Nesse formato bobo de gostar.
- Dorme bem!
- Você também!
Eu acredito na entrega sem reservas, no desejo mútuo.
- Me beija?
- Beijo!
Eu acredito nas palavras ditas com carinho e cuidado. E acredito no silêncio que afaga com o olhar.
Sabe, eu também acredito no medo. Medo de ser pouco. Medo de ser muito. Medo do medo só pelo medo.
E é assim, eu vivo de acreditar, que, é um dia de cada vez que faz o calendário inteiro. E aprendo, entre um oi e um adeus, que não adianta nada passar a vida regando cactos se a gente sabe que deles nunca vamos colher flores.
Mas eu só descobri isso depois que vi que o amor não é uma só estação, ele é feito de primavera, mas também de verão. E a gente precisa descobrir quem está disposto a suportar o nosso outono e o inverno, aí sim, a gente vê brotar a semente daquilo que vamos chamar de amor da vida da gente.
Eu vivo de acreditar, que, é um dia de cada vez que faz o calendário inteiro. E aprendo, entre um oi e um adeus, que não adianta nada passar a vida regando cactos se a gente sabe que deles nunca vamos colher flores.
Menina, espero que esteja bem.
Espero que você se cuide. Eu quero que você vibre o seu melhor bem alto para que o Universo possa te entender e lhe entregar o futuro doce e sereninho que dorme todo dia no seu travesseiro.
Menina não dispense o teu medo, ele é o teu instinto salvador, mas ei: - não esqueça a coragem, pois ela é o combustível da nossa viagem.
Menina, honre cada parte de você, encare com amor os teus defeitos; respire levemente um segundo, faça preces para você e para o resto do mundo. Não faz sentido não querer o bem de todos se todos somos um.
Menina, não encolha em seu tamanho, tu é maior do que podes imaginar.
Sente-se no altar do teu coração, e sinta a tua alma desacelerar.
Menina, tire o dedo da tomada! Permita-se desligar. Para conectar-se é preciso desconectar.
“O ego é um icerberg que resiste ao fluir. Derreta-o. Derreta-o com amor profundo até que o gelo desapareça e você faça parte do oceano.” (Osho)
Menina, a tua luz é o teu guia, não deixe nada lhe apagar.
Colha com amor cada fruto, e, regue com verdade e devoção a sua primavera íntima, particular. Doce menina, não é engano, ela vai lhe entregar uma brisa serena no equinócio de verão.
Menina eu desejo que você esteja bem, pois, se você estiver, eu vou estar também.
Menina, não encolha em seu tamanho, tu é maior do que podes imaginar.
Sente-se no altar do teu coração, e sinta a tua alma desacelerar.
Menina, tire o dedo da tomada! Permita-se desligar. Para conectar-se é preciso desconectar.
Meus suspiros e áis
Sobrevivente sou nesta terra de faz de contas que os homens inventaram
e nem imaginaram que precisa tão pouco para ser feliz.
Uma pequena dose de Amor
É tônico para o coração,
Alimenta a nossa alma
Acende a luz na escuridão, nos caminhos de quem ama e
manda embora a solidão.
você foi embora sem sequer dizer adeus,
Deixou me sozinha
Com minhas lágrimas, meus suspiros e meus áis....
Vou seguindo com fé e esperança,
Sei que não adianta e
Posso administrar, meu amor, em um coração que não me pertence mais.
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SUSPIROS DE AMOR
(dia dos namorados)
Quando à saudade amorável no poetar
A sensação é sempre aquele palavroso
Carinhoso, que a recordação vai buscar
No rastro daquele suspiro tão gostoso
Da paixão, do coração, ó emoção rara
Do ardor que n’alma então aconteceu
E que rompeu cada sentido, e amara
Cada momento que o afeto anoiteceu
Posso então exaltar o nada esquecido
O tudo a palpitar e cheio das histórias
Do desejo, da quimera, jamais perdido
Tornando ao destino doces memórias
Prazer, glória e nostálgico pensamento
Vai o dia e fica o consorte sentimento!
© Luciano Spagnol - poeta do cerrado
12, junho, 2021, 12’26” – Araguari, MG
Parti-me em pedaços.
Rompi-me em sentimentos e suspiros
e um vendaval de sensações espalhou meus fragmentos.
Desfiz-me!
Na oração, os suspiros e os gemidos da alma são mais eloqüentes do que as mais belas e elegantes palavras.
Soluços por Suspiros.
Troca-se soluços por suspiros!
Porque soluços já não me cabem mais
Não há sabor ... Nem mais atrai
Quero um suspiro doce
Que eternize momentos leves
Que não queira ser breve
Seja suspiro e só...
Quero que seja constante
Como um acorde dissonante
Dedilhado ao violão...
Que embora intenso, contraste em leveza
pois pesar não quero não!
Um suspiro confeitado!
Que me atraia só de olhar
E derretendo ao céu da boca
Sofistique o paladar
Troco soluços por suspiros
E se junto vierem sorrisos
Também vou me agradar!
E antes de sermos olhares, já éramos vozes e nós riamos da breguice do mundo. E no meio dessas risadas, surgiram sorrisos e suspiros, e saudade do que não conhecíamos, e eu já sabia que íamos nos casar.
