Tag razões
Estou pronta, ao menos era o que eu achava.
Mas, não... Não estou!
De alguma forma deveria expressar o que sinto.
Não consigo.
As palavras me fogem... E é isso...
Amarras
Um dia, te terei em meus braços
Sentirei teus afagos, teus mimos
Quem sabe, poderemos mudar nosso destino
Um dia, conhecerei o teu coração
Longe dessas amarras, longe dessa prisão
Enfim, poderei transformar tuas razões
Numa verdadeira paixão, sem hora de acabar
Sem ninguém para nos amordaçar
Nada acontece sem o consentimento de Deus. E não adianta buscar explicações para tudo, aceitemos nossa pequenez. Nos falta sabedoria para compreender seus motivos, suas razões. Tudo passará, quando os propósitos d'Ele forem consumados. Só precisamos ser fiéis.
O silêncio terá sempre duas razões de existir: uma por razões positivas e outra por razões negativas, requerendo sempre um cuidado e atenção minuciosa do comportamento de quem o pratica.
Números e amor têm muito em comum
Sei que ambos podem ser irracionais
Emoções irão fazer frações
Números irão fazer canções
E hoje eu vou tentar me elevar
Acima de todas as razões
Razões
Somos tão pouco e ao mesmo tempo tão muito
penso que a poesia tem que ser disseminada,espalhada em todos os cantos, de todos os modos, ela é como uma chave que desperta o nosso melhor, nossa verdadeira natureza e está no que sentimos, somos bem mais que um pedaço de carne viva, somos uma pequena faísca, mas com um interior infinito
Tratar como desejaria ser tratado, se dedicar por inteiro, amar sem restrições, não limitar demonstração dos sentimentos, mesmo se o resultado não saia como o planejado e o retorno não seja imediato. Desafios que valem a pena enfrentar a cada dia, quando você entende que é melhor abrir mão das próprias razões para ser a razão da felicidade de outro alguém.
Temos enumeras razões para confiar e amar a Deus… Mas uma delas é que Ele não muda de opinião a cada mudança de temperatura, novos amigos ou nova localização, emprego, escola... Deus é firme, objetivo e justo, isso nos dá uma certeza concreta que podemos confiar em tudo que ele faz e nos diz... E como não amar alguém assim?
Nada sei sobre o amor! E de fato que nada tenho a declarar sobre ele. Nem sei por que veio, de onde vem, por que estar e as razões de querer ficar. Sobre ele, nada sei falar. Mas, quem foi que disse que se precisa falar alguma coisa sobre o amor? Senti-lo já é o suficiente pra calar qualquer um que ouse explicá-lo.
Há sempre loucuras no amor e razões na loucura. Não tente explicá-las, apenas sinta! É a forma mais verdadeira de se viver.
Ah, as nossas razões...
Somos tão cheios de razões que chegamos a ser rasos em nossos pensamentos, conhecimeto, sabedoria, criatividade, inteligencia...
Tudo se perde na nossas razões...
Somos melhores que...
Fazemos melhor do que...
Somos insuperaveis...
Eu estou certo...
Quamdo eu tenho razão...
E no fim das contas as nossas razões so nos desgastam na sociedade. Desgastam nossas amizades e até nossos relacionamentos familiares e com a pessoa que amamos. Aqueles que mais confiam em nós.
Nossas razõs não passam de desculpas para nos colocarmos no lugar que não nos pertence ou de vítimas.
As pessoas em sua maioria desperdiçam o tempo querendo impor as suas próprias razões, talvez com o intuito de obter o mundo ou a verdade apenas pra si, pois em seu próprio "mundo" ou "verdade" eles acham que sua razão é a que tem de prevalecer.
Use seu tempo com sabedoria. Ouça mais e observe mais, com atenção.
As razões da primitiva prática dos Selvagens ainda são um mistério. Mas sabemos que a monogamia é uma importante tradição que permite aos Selvagens combinarem os valores base da cultura deles: possessão, competição, ciúmes e conflito.
Uma independência submetida aos interesses das classes dominantes internas e da burguesia britânica no exterior. Uma independência relativa, por isso mesmo...O Império foi, essencialmente, a conjugação do latifúndio e do escravismo...Foram, pois, os senhores de terras e de escravos que empresaram a independência"
A REPÚBLICA, pág. 12
Razões
Mil razões para sorrir,
Mil razões para chorar,
Dez mil razões para amar,
E cem mil razões para perdoar.
Chegar até aqui não foi fácil,
Muitas chuvas eu peguei.
Escorreguei pelas enxurradas,
Das tempestades e relâmpagos
desviei.
Peguei atalhos,
Respirei e tropecei.
O lápis como amigo meu e companheiro de todas as horas,
A meu lado sempre esteve e sofreu com as dores de um adeus.
Com as mãos calejadas fui rabiscando,
Cada frase escrita, um minuto a mais de vida bem vivida.
Borrando minhas inspirações,
Fui virando páginas.
Escrevi o que eu não senti,
Tentaram anular meu dom, Sangrei!
Assim...
Encontrei muitas razões,
E priorizei a sonhada paz interior e não mais a deixei.
Nas canções que ouvi e cantei,
Com saudosos amigos chorei,
Duras barreiras nas quais esqueci e não mais delas lembrei.
E orei!
Nos horizontes desconhecidos,
Ortografias eu errei,
Com minhas inspirações chorei,
O suor em meu rosto escorreu,
marcando os passos da minha existência,
E por vezes pernoitei.
Cada flor tinha uma razão,
Cada espinho doia como esporão,
Das pétalas do tempo fui extraindo seus valores.
De altisssimo teor,
Colhi os perfumes do amor.
Adormeci em leitos estrelados,
Sonhando com as estrelas
me transformei.
Embriagado de paz e renovado acordei...
Despertando e louvando,
Fui me alimentando do terno e eterno Amor de Deus,
E até aqui eu cheguei.
O amanhã,
Eu não sei.
Autor: Ricardo Melo.
O Poeta que Voa
"O coração tem razões que a própria razão desconhece..."
Sábias palavras...
Mas... Quais serão essas razões?
Certamente, o coração as tem...
Vamos tentar descobri-las...
Osculos e amplexos,
Marcial
AS ESTRANHAS RAZÕES DO CORAÇÃO
Marcial Salaverry
Tentando descobrir quais podem eventualmente ser essas razões, e corroborando essa afirmativa, recentemente ouvi uma frase muito interessante, creio que seja de L'Inconnu, e é plena de sabedoria, senão vejamos... "O coração tem razões que a própria razão desconhece..."
Creio que todos já a leram ou dela ouviram falar, e de fato, encerra uma grande verdade, pois o coração costuma pregar peças inesperadas, criando algumas situações meio inusitadas, quando sem mais aquela resolve se apaixonar de maneira digamos, inadequada, e isso pode acontecer em diversas épocas de nossa vida, pois essas estranhas razões do coração sempre podem preger-nos uma peça.
Por exemplo, quando estamos nos bancos escolares, e resolvemos nos apaixonar por uma professora (ou professor, claro). Fica aquela situação meio esquerda, com suspiros pra tudo quanto é lado. E quando a professora percebe que aquele moleque está apaixonado por ela, muitas vezes não sabe o que fazer, e então, tenta explicar para o garoto que as coisas não são bem assim, e tenta explicar que em francês, “je t’aime” pode significar “eu gosto de você”, sem ser uma declaração de amor, muito pelo contrário, pode indicar o carinho de uma amizade.
Mas não é fácil fazer um garoto cheio de idéias de jerico na cabeça entender isso. E é uma baita frustração, podem ter certeza.
Mais para adiante, na adolescência, muitas vezes nos julgamos apaixonados. E isso segue pela vida afora. Tanto podemos viver um amor permanente, ou diversos amores ocasionais. Sempre a reação será a mesma. O coração bate mais forte, as pernas tremem, e muitas vezes as palavras não saem como queremos. E é uma delicia quando acertamos na Loteria do Amor, e encontramos reciprocidade em nosso amor.
Mas se nos apaixonamos pela pessoa errada, a tal da razão entra em atrito com o coração e tudo se complica, pois a gtande verdade nos mostra que o coração nunca sabe se vai haver reciprocidade no amor. Ele é meio burrinho, e se deixa dominar pelas emoções, nunca escutando a implicante da razão, que tenta mostrar que estamos entrando em fria. E se entramos de cabeça, o resultado será levar um gol no último minuto da prorrogação... Mas também, muitas vezes a razão se engana, e acabamos por não viver um grande amor porque a ouvimos, e não demos bola para o coração.
Eis aí o grande conflito. Se corre o bicho pega, e se para, o bicho come... O que ouvir? O coração, ou a razão? É hora de tentar usar um negocinho chamado discernimento, e analisar bem a situação, nunca esquecendo de que não existem parâmetros a serem seguidos, pois cada caso é um caso, e não é porque um amor não deu certo, que nunca mais nenhum outro dará.
E assim, nas questões de amor, temos que usar o meio termo. Seguir o coração, mas com a sintonia ligada na razão, para contrabalançar os efeitos, vivendo o amor, sem contudo, se entregar às loucuras da paixão. Sabendo observar os limites que poderão nos fazer sair fora da racionalidade, e sabendo nos manter no rumo, sem perder o prumo, nunca esquecendo de que, para um amor ser vivido em plenitude, é preciso que haja reciprocidade. Um amor unilateral nunca dá certo. E é justamente para entender essa diferença, que temos que ouvir a razão, o que ela tenta esclarecer para o coração, que é quando precisa ser ouvido e entendido.
Bem crianças, para digerir melhor esse problema, nada melhor do que UM LINDO DIA, que poderá ser bem aproveitado com um acordo de paz firmado entre o coração e a razão, pois nem sempre o coração tem razão quando não ouve a razão, e segue suas estranhas razões...
NOITE DE NATAL
Quando o barulho cessa,
o vazio existencial ecoa.
É no cerne do calabouço,
que é nossa mente,
que se processam as angústias,
mágoas, dores e dissabores.
Na noite de Natal,
geralmente abastecida
e com muitas cores,
sorrimos, abraçamos e comemos.
Mas depois de tudo,
o vazio se aprofunda.
Não há intrépida
adoração ou exaltação
que consiga parar
essa madrugada de reflexão.
É com quem você escolhe se deitar
que vai definir suas razões
para, então, continuar.
"Vão julgar muito suas escolhas, pelo simples fato de desconhecerem seus minuciosos motivos e suas decisivas razões."
