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Um bom pregador, não é aquele que faz o povo dar Glórias a DEUS durante o culto, mas aquele que consegue que a GLÓRIA permaneça no coração e mente de quem ouviu sua mensagem.
A palavra de Deus é uma pérola dada por ele aos seus discípulos.
Neste contexto, Jesus está falando daqueles que resistem ao Evangelho e zombam dele. Os discípulos não devem perder o seu tempo com esse tipo de pessoa que mostra nitidamente o quanto despreza e rejeita tudo o que é de Deus.
Que se pregue o evangelho a todas as pessoas, SIM, mas, ao perceber que há resistências, ironias, falta de reverência, diante da palavra de Deus, não se desperdice esta preciosidade - a palavra de salvação do Senhor.
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As lágrimas do semeador diante de Deus por amor ao perdido é o adubo mais poderoso que fertiliza a semente de sua pregação.
As lágrimas do semeador após a sua pregação são como uma ótima temporada de chuva após a semeadura. São elas que umedecem a terá do coração do perdido e faz a palavra germinar.
É pela pregação que adquirimos a fé, afirma o apóstolo Paulo em sua carta aos romanos (Rm. 10.17). Não a fé em que, mas em quem. Podem nos ensinar um caminho de cura, mas o que carecemos é mesmo de fé. Falhamos em não despertá-la como faziam Jesus e seus discípulos. A fé pode ser ensinada e adquirida. Deus não pode agir se não há fé.
Se as pessoas com quem convivemos não querem o Jesus que pregamos, talvez estamos apresentando um Jesus errado para elas. É impossível não querer o Jesus da Bíblia Sagrada!
A grande maioria dos pastores da atualidade "só" sabem pregar, dar palestras, dar lição de moral... Mas na hora de cuidar mesmo das pessoas, seja dando um abraço, doando um pouco de tempo, doando os ouvidos e o colo, cuidando de doentes do corpo e da alma, daí são suas esposas (tidas como ajudadoras) que o fazem... Não sei como este "trabalho feminino" se denomina, se é pastorado, obra, caridade, tanto faz... Só sei que não vejo muitos homens empenhando este papel extremamente doador e fundamental do verdadeiro pastorado, assim como o próprio Jesus (que é Deus) o fez, atitudes muito evidenciadas em passagens da bíblia. Eu fecho com Madre Teresa: as mãos que ajudam são mais sagradas do que os lábios que oram.
O que parece é que a Bíblia não é mas suficiente para a Igreja Brasileira, os pregadores que fazem uso expositivo são ignorados, as pessoas querem revelação, visão, cura e até mesmo linguas estranhas só não querem ouvir sermão e quando escultam buscam sermões que sejam passivos aos seus pecados.
Pregue o evangelho para si mesmo. Abandone de vez os “pecados de estimação” por meio da mensagem da cruz.
Cristo te erguerá.
Então você só se lembra de JESUS no Natal e na Páscoa, né?
Conte-me como é esquecer do filho de Deus durante 363 dias.
Sua vida prega, o exemplo arrasta. A adoração traz ambientes e novos níveis de proximidade ao pai e o espírito convence
Incrível como nos dedicamos a assistir um filme, uma novela ou um programa de TV, mas quando vamos assistir uma pregação de uma hora, ficamos inquietos e logo paramos de assistir. O crescimento espiritual só vai vir quando a carne começar a ser morta de fome e o espírito ficar satisfeito.
Tem muitos preocupados em debater fé e teologia, enquanto isso, muitas pessoas estão perecendo sem ouvir o Evangelho salvivíco do Senhor Jesus Cristo.
Capacita-me, Senhor, para corresponder ao teu chamado para a pregação da tua palavra e para doutora, i.e., instrutora dos teus santos que estão por vir.
“Para o que (digo a verdade em Cristo, não minto) fui constituído pregador, e apóstolo, e doutor dos gentios, na fé e na verdade” (1 Tm 2:7).
A palavra que pregamos deve ser a mesma que vivemos. A palavra pregada no altar deve ser a mesma praticada na vida.
Os calvinistas na internet e em debates dizem que Deus não ama a TODOS, mas não pregam e ensinam isso dentro da igreja. Mas, historicamente a incoerência é a marca registrada deles!
Na vida, a única pregação e adoração que causam impacto, não são palavras, mas o Evangelho do amor ao próximo.
Sermão temático, expositivo ou textual? A questão fundamental não é se o sermão é temático, expositivo ou textual; mas se eles estão ancorados nas escrituras. É possível ter um sermão temático, expositivo e textual bíblico, e ter um sermão temático, expositivo e textual que não é bíblico. Por isso o que temos que analisar é se o sermão está bem ancorado nas escrituras.
