Tag português
Eu não escrevo em português. Escrevo eu mesmo.
Gostar é provavelmente a melhor maneira de ter, ter deve ser a pior maneira de gostar.
A sintaxe é uma questão de uso, não de princípios. Escrever bem é escrever claro, não necessariamente certo. Por exemplo: dizer "escrever claro" não é certo mas é claro, certo?
Os professores da minha escola
A professora de Matemática,
com suas contas complicadas,
falando em equações,
no Teorema de Pitágoras.
A professora de Português,
com seu modo indicativo,
falando em advérbios,
interjeições, substantivos.
A professora de Geografia,
com seus complexos regionais,
falando em sítios urbanos,
em pontos cardeais.
A professora de Ciências,
com seus ensinamentos ecológicos,
falando em evolução,
em estudos biológicos.
A professora de História,
com seus povos bizantinos,
falando na Idade Média,
no Imperador Constantino.
A professora de Inglês,
com seus don't, do e does,
falando em personal pronouns,
na diferença entre go e goes.
A professora de Artes,
com suas obras e seus artistas,
falando em artes ópticas,
em pintores surrealistas.
O professor de Educação Física,
com suas regras de voleibol,
falando sobre basquete,
em times de futebol.
Os professores da minha escola,
com suas matérias que às vezes não entendemos,
falando em todas as coisas,
que aos poucos vamos aprendendo.
Palavras e classes
Substantivo, sempre, substantiva...
Quer seja concreto ou abstrato
Próprio ou comum, primitivo ou derivado
Dá nome para tudo, por todo lado.
E o adjetivo quando é sujeito...
Adora dizer: mudei de classe!
Fui substantivado pelo artigo
Pratico, agora, a ação na frase.
O bonito, aqui, é substantivo
Ser menino, uma qualidade
O amanhecer não é mais verbo
No português, todos mudam de classe...
Ó Língua maravilhosa, sempre justa!
Justiça que leva à igualdade...
As palavras podem ser o que quiserem
Não ficam presas em suas classes...
Tem pronome de tratamento...
Mais gentil do que muitos homens ogros!
Uns são demonstrativos, alguns indicam posse
Mas existem os que se põem no lugar dos outros...
Tem advérbio meio militar, de afirmação ou negação...
Os que só querem por e impor, modos e ordens
Eu prefiro os de lugar, de tempo ou de intensidade...
Mas são os de dúvida que nos tornam melhores...
Os artigos indicam o número e o gênero...
Algumas vezes definidos, outras, indefinidos
O grama? Neste caso, como podemos explicar?
O artigo é masculino, mas o substantivo termina em “a”!
Em quantos mares naveguei
Cheios de esperança ou cheios de lágrimas
As minhas, não as tuas
Por amar alguém que sequer encontrei
De onde vens, de onde vieste
Não sei
Porém almejei o teu abraço
O conforto que não me deste
Soubeste, pelo acaso
De uma grande paixão
Paixão essa, fracassada
Por um longo amor sem prazo
Não adiantou sorrir entretanto
Falsa esperança, traiçoeira
Levou todo o sentimento ao qual foi dado
Deixando a tristeza consumir cada canto
Oh, se eu pudesse, quisesse
Não deixaria o teu barco passar
Alcançar-te-ia, então
Sem agarrar a tua mão
Sei que não a iria largar
Querido alguém, ou ninguém,
Foi difícil te amar
Porém, o mais árduo,
Foi não saber como te alcançar
Percorro uma estrada
Incansável, insegura
Um caminho responsável
Pela tamanha amargura
No teu olhar, perco-me
No teu coração, perco-me
Estarei eu a sentir falta
De um amor que não existe?
Penso estar a cair
Num buraco ilimitado
Nunca quis te magoar
Arrepender-me-ia se o fizesse
Então, que farei eu?
Percorro uma estrada
Incansável, insegura
Um caminho responsável
Pela tamanha amargura
Dar-te-ei o meu tesouro?
Lamentar-me-ei, depois?
Com o meu coração, embevecido ficaste
Já eu, com o teu, nem uma gota de amor me deixaste
Cada "amo-te" uma faca
Cravada no meu peito
Ao saber a força das palavras
Que me enfraquecem, sendo cruas
No teu olhar, perco-me
No teu coração, perco-me
Estarei apaixonada?
Então, que farei eu?
Ao perceber o teu olhar
Choro internamente
Quem me dera saber te amar
Como faço o medo parar?
O medo de te magoar...
Por querer te amar!
E não haver paixão
Estarei apaixonada?
Não, não poderia estar mais enganada!
Ao te encontrar, amor
Perderei o meu lar
Não sei onde estou
Quero me encontrar
Ao teu lado, dor
Perderei-me no meu mar
Quem sou, não sei
Quero me encontrar
Sem um barco,
Quero remar
Sem um par de asas,
Quero voar
Sem a certeza,
Quero te amar
Amor, estou perto
Estou perto de te alcançar
Perder-me-ei por completo
Para assim me encontrar
Bullyng, ou búlingue em português, é praticado por aqueles que não toleram pessoas inteligentes. Assim, que vivam no estábulo!
RESPOSTAS LÓGICAS PARA PERGUNTAS DIFÍCEIS DE TODO BRASILEIRO
Por que aprender a matéria de português é tão difícil?
É porque ela foi feita por burros para burros
Por que os americanos são mais inteligentes?
É porque eles não precisam entender nossa Língua
Por que eles escrevem Brazil e não Brasil?
É porque o S tem som de Z
Por que as leis não são cumpridas no Brasil?
É porque nenhum juiz as entende
Por que a classe dos advogados é a mais procurada?
É porque eles são os únicos que podem enganar os juízes
Por que somos obrigados a assistir propaganda eleitoral?
É porque os políticos são um pouco mais espertos
Por que depusemos um presidente?
É porque ele era o mais esperto e o mais ladrão também, além disso, foi o
único a ser descoberto
Por que descobrimos que ele era ladrão?
É porque tinha um irmão dedo-duro e com problemas mentais
Por que nunca estamos satisfeitos com nossos dirigentes?
É porque somos nos que votamos neles
Por que votamos neles?
É porque são os únicos que temos?
Por que são os únicos?
É porque não temos capacidade mental para estar no lugar deles
Português é complicado
A cerca da construção da cerca, garanto que em cerca de 30 dias a cerca estará pronta
Se tantas pessoas inteligentes e cultas continuam achando que ‘não sabem português’ ou que ‘português é muito difícil’ é porque esta disciplina fascinante foi transformada numa ‘ciência esotérica’, numa ‘doutrina cabalística’ que somente alguns ‘iluminados’ (os gramáticos tradicionalistas!) conseguem dominar completamente.
MINHA FRASE 0572
É claro que eu falo, escrevo, leio e ouço em qualquer idioma. É claro, também, que compreender e me fazer compreendido, somente no idioma português. Para ficar ainda mais claro, apenas no português do Brasil. Ficou claro?
Quando os portugueses chegaram ao Brasil, eles não apenas tomaram as terras dos Nativos "Índios", eles também os roubaram o seu Futuro.
O papagaio-mor, do reino Português…
O papagaio-mor do reino, nosso;
Foi sabedor de uma mui grave asneira;
Tão grave que citá-la aqui não posso;
Por essa mesma estar na justiceira!
Justiceira, que existe em meu país;
Mas que mui mal em rico funciona;
Devido a cá faltar do bom juiz;
Que o do rico sabor, tal não suborna!
Por isso, o nosso papagaio-mor;
De nada, cá irá ser acusado;
Devido à nossa boa justiça!...
Só ser forte para o pobre senhor;
Logo, para esse tão rico; coitado!...
Tal ir ficar cheiinha de preguiça.
Com o carinho do humor;
Lei de Lourenço sobre "Ordem Aleatória"
- Ordem aleatória não existe;
- Uma ordem formada por itens aleatórios não é aleatória;
-Uma ordem formada aleatoriamente ainda é uma ordem ou simplesmente não possui uma.
A vida em si é uma viagem no tempo. O tempo flui incontrolavelmente. O presente de agora agora é passado. O próximo segundo, o futuro, agora é presente, logo é passado. Simples assim.
Existe uma grande falta de valor nos autores de livros contemporâneos do Brasil. São tratados como um nada. Eu faço parte, até então, destes autores. Críticos vem com sua arrogância menosprezando a mensagem devido erros ortográficos, e devido a modéstia de minha simples pessoa. Isto é um crime. Crime mais seria, se eles não observassem o esforço para alcançar a perfeição de minha gramática. Mas não me intimido. Os grandes manuscritos da humanidade vieram da mesma forma como estão sendo publicados os meus livros. Esse é o meu objetivo, mudar o mundo por meio dos livros e da mensagem. Mudar o mundo por meio dos livros é uma tarefa auspiciosa. Mas já vi pessoas salvas por meio de palavras.
O português escrito pode (e às vezes deve) ser corrigido, mas a tese defendida verbalmente e carregada de impropriedades gramaticais é um erro que se prolata no tempo e que fica à espera da prescrição ou do esquecimento.
Há esta coberta do domingo, que está a me cobrir, a me esconder! Do que? De quem? Essas wilmices de ver a vida, através das "janelas" concretas e virtuais. Para cada renúncia há a "Decisão", palavra do Latim DECISIO, do verbo DECIDERE, "resolver", literalmente "cortar fora, extirpar".
Domingo é sempre assim... é o dia das decisões. Daquelas que surpreendem! Os sentidos nascem, o olhar foca em buscas, como se existisse o dobro do tempo, apenas para isso! Parece simples assim, mas esse dia possuí o "dom" de impressionar! Pode ser pelo sabor diferente no viciante café, um novo passar de faca na manteiga, a música ou a mesma música com a nota mais intensa, a letra mais instigante, ou o texto que minha alma acordou para ler, o filme em cartaz! Do evangelho à última "fantástica" notícia, do checar das redes sociais, o dia de descanso passa a ser da labuta de decidir!
De tanto ver as pessoas "cortando" entre o açúcar e o adoçante, escolhi também o último, por ser mais saudável. Outro dia, admirei ouvir em alto tom: Café sem açúcar! Poderosa decisão sobre a minha bebida favorita e viciante! Hoje, aposentei o adoçante na estante! PERDI-O!!! O frasco quase cheio! Escolher é perder, sempre! A única escolha que não posso fazer é entre a vida e a morte, isso depende do tempo que me resta, e isso eu não sei, mas as decisões posso tomá-las agora! Já! Aqui! Mas se há uma decisão, há duas ou mais opções...sempre irei perder o que deixei! Mas ganharei o que escolhi!
Portanto, o que escolhi, pode não ser a melhor alternativa, entre o que tinha no passado, ou que pode vir no próximo clicar, posso desistir de todas as opções, dependendo do último wathsapp! Do novo contato no Facebook à imagem do estreante seguidor no Twitter...
Falar é fácil, penso aqui com meus botões! Pois, entre o que corto, para brotar nesse "arvorecer" e a tão angustiante decisão, há a renúncia. Fica algo a desprezar, anular, como: entre o adoçado e o puro, o poema ou a prosa, o dia ou a noite, o esquecer e o recordar, entre o amor e o nada! Mas, se tratando do amor!!! Há esse sentimento!!!... As coisas não dependem das nossas decisões e sim do machado certeiro alheio. Nesse ato que está o martírio, em ser par e retornar a ser ímpar! Ou pior, de ser a opção deixada na estante! A escolha pelo amor, resta a outra também escolher o nobre amor!
Quando você não está no plano decisivo amoroso, basta respeitar a opção, mesmo havendo o resignar-se, pois quando se tem muito o nada é vão. As relações buscam uma paz, um caminho, o que ficou da árvore, é a decisão, essa, estará coberta de vantagens, que firmará sua vida. Estando na solidão ou amando.
Em romance é isso: entre mim e ti! Escolho eu! Se você me faz mais feliz do que já sou, será feliz comigo, será "A Escolha! Mas tenho o orgulho e a vaidade bestas de ter deslindado, tentarei confirmar recorrendo ao escritor Pablo Neruda, para apresentar aqui versos sobre o que nos causa desconforto, ao analisarmos, como "os outros" verão nossas sentenciadas decisões Mesmo com contrariedades sociais e até familiares, o amor será o vencedor, presente nessas três palavras "E desde então"... E, lógico, vivido, nas enigmáticas reticências, deixadas pelo chileno.
"Talvez não ser,/ é ser sem que tu sejas,/ sem que vás cortando/ o meio dia com uma/ flor azul,/ sem que caminhes mais tarde/ pela névoa e pelos tijolos,/ sem essa luz que levas na mão/ que, talvez, outros não verão dourada,/ que talvez ninguém / soube que crescia/ como a origem vermelha da rosa,/ sem que sejas, enfim,/ sem que viesses brusca, incitante/ conhecer a minha vida,/ rajada de roseira,/ trigo do vento,/ E desde então, sou porque tu és/ E desde então és/ sou e somos.../ E por amor/ Serei... Serás...Seremos..."
Nossas escolhas, certas ou não, só o Srº Cronos dirá, apenas a vida responderá, pois elas jamais foram realizadas apenas por nós, as respostas estão no que fazemos, para isso, precisamos de tempo, para integrar as decisões na vida, por isso a coberta do domingo é tão interrogativa, de aquecer meu frio o coração, independente se sou, ou serei: Quem vai ficar? Quem vai partir? Quem vai chorar? Quem vai sorrir?! - Epa!Isso é Raul!
