Tag português
Eojjeol su eobseoseo beoryeosseo
Modeun gamjeongeul jiwosseo
Neol aesseo jiul su eobseoseo (let me free)
Nae mami ansseureowoseo (let me breathe)
Idaero salmyeon dwae sum swimyeon dwae
Saraitgiman hamyeon dwae wae andwae
Naega gwaenchantaneunde (let me free)
Naega ige deo naeunde (let me breathe)
"Sábio não é aquele bom em cálculos , ou que fala um bom português , o realmente sábio é aquele que conhece os próprios limites."
"Diferenciar se é Surdo ou D.A pode servir para deixar claro aos outros que existem surdos que preferem a Libras e existem surdos que podem preferir o Português ou os dois. Mas jamais deve ser placa para separar e segregar pessoas. Cultura surda pode servir para demonstrar que existe comportamentos diferentes entre os indivíduos ouvintes e não ouvintes. Mas jamais deve ser placa para separar e segregar pessoas.Identidade surda pode servir para demonstrar que surdos não são todos iguais e sim, cada qual, dependendo das influências que teve e das ocorrências terá um comportamento e visão de mundo.Mas jamais, JAMAIS, deve ser placa ou razão para separar e segregar pessoas."
A recuperação é paralela e imediata, mas tenho que deixar alguns alunos, das minhas classes de português, para fechar a boca dos colegas invejosos que não suportam me ver em recesso antecipado.
Se os alunos têm média excelente em português e matemática,em seu boletim,como é que a escola tem média 3,1 na prova do Ideb? Fiz uma pergunta simples!
Juro, como português e como militar, guardar e fazer guardar a Constituição
e as leis da República, servir as Forças Armadas e cumprir os deveres
militares. Juro defender a minha Pátria e estar sempre pronto a lutar pela sua
liberdade e independência, mesmo com o sacrifício da própria vida.
O português brasileiro é falado por todo o Brasil, com exceção de São Paulo, capital, onde se fala um misto de pizza com virado à paulista.
Independente do contexto, elas, as aspas, carregam um significado ímpar à linguagem, já que são responsáveis por abrir alas às ideias, pensamentos, argumentos, ou, enfim, qualquer enunciado que represente um ser pensante, determinando assim o rumo da história de algo ou alguém.
De Camões à Machado de Assís
E tantos outros que estão por vir.
O português que cruzou oceanos
Prestes a engajar em outros planos,
Cresce cada vez mais
Com as inovações de cada rapaz.
Para um dia sem falta,
Dominar o mundo a sua volta.
Floresça, fale, cante, ouça-se e viva.
A portuguesa língua, e já onde for,
Senhora vá de si, soberba e altiva!
"Hoje acordei sem nada no estômago, sem nada no coração, sem ter par onde correr ..."
COMENTÁRIO(CRÍTICA)- PORTUGUÊS CORRETO - Se você está sem o Nada no estômago, é porque você está com algo lá então, você precisa, necessita, é obrigado a dizer que :
"Hoje acordei COM nada no estômago, COM nada no coração..."
O MEU VARINO
Ao Dr. Francisco Ferreira Neves
Gabão, varino de Aveiro,
quase sexagenário,
tem sido meu companheiro,
com vigor extraordinário;
O alfaiate Gafanha,
autor do risco e do corte,
deu-lhe rigeza tamanha
que tarde verá a morte;
Estaria como novo,
se não surgisse a desgraça,
o descuido, que reprovo,
de defendê-lo da traça;
Acalenta tronco e pernas,
é completo agasalho;
tem o ar das coisas eternas,
no inverno de ele me valho;
Protege cabeça e rosto,
a ser cantado tem jus,
a ser em relevo posto,
seu altaneiro capuz.
Que boa fazenda aquela,
já se não vê no mercado!
Não entrava a chuva nela,
nem o vento mais danado!
Ficou por onze mil réis,
nos tempos que já lá vão,
em que eram outras as leis,
o meu valente gabão.
«Precisa o senhor Roberto»
disse o Diretor, com tino,
para meu Pai, e deu certo,
«de abrigar-se num varino».
Ele deu esta sentença
justa e mui sensatamente,
porque de séria doença
me achava convalescente.
Agora está interdito
vir à rua em tal farpela,
pois o automóvel maldito
quer pressa, tudo atropela.
Mas em casa, no sossego
que não tem tal desatino,
me agasalho, me aconchego,
me envolvo no meu varino.
Gabão, varino de Aveiro,
é trajo tradicional
e português verdadeiro,
mas do antigo Portugal.
Meu gabão dos tempos idos,
dos tempos de colegial,
estamos envelhecidos,
fora da moda, afinal!
Porto, Portugal, Maio de 1963
"Advérbio"
De todas as palavras da linha portuguesa eu gosto mais dos advérbios, por que embora seja invariável, ele é o único capaz de modificar a si mesmo.
EXÓTICO
És a paz que jamais pude ter
Régua de medida sem segredos
Dez ancas que decantam dedos
Nada é tudo que padece o ser.
Da vida rojam jatos de tinta
Sem tréguas vadios português
Vazios que preencha ou sinta
Na língua, no corpo outra vez.
O que me torna português?
A força de acreditar.
O querer vencer.
O lutar com afinco.
Um coração distinto.
Uma alma em paz.
Ser verdadeiro.
Um querer simples
E verdadeiro.
Os sonhos conquistados.
Os objetivos em vista.
Os sonhos criados.
As batalhas vividas.
O querer sonhar
Sem nunca desistir.
Do belo e verdadeiro
Não há que redimir.
Sonhar não castiga
Ao belo pensar.
Que belo é me perguntar:
Porque será que…?
A curiosidade é muito
Para quem acredita.
Que lutar é de português.
Que a curiosidade
Dá conhecimento.
Quem investiga descobre,
E entende por si.
Que sem lutar
Nada se consegue.
Que nada se consegue sem fim.
Sinto-me preocupado,
Sinto-me abandonado,
Sinto-me conquistado.
Já não sei
O que é dormir
Pois a minha mente
Não pára de sentir
A obrigatoriedade de pensar
Como se fosse tão importante
Como é para um humano respirar.
Isto já me começa a sufocar
Pois perdi a capacidade de relaxar
A minha mente tornou-se num lugar
Onde preferia não estar.
Imagina que és um cão
Que não consegue ladrar.
Que és um peixe
Que esqueceu como nadar.
Que a tua mente
Perdeu a capacidade
De sentir felicidade
De sentir amabilidade
Quem trabalha e mata a fome, não como o pão de ninguém.
Quem não trabalha e não tem fome, como sempre o pão de alguém
