Tag portugal

101 - 125 do total de 294 com a tag portugal

A impossibilidade é uma incapacidade produzida.

Inserida por utola1

A ILHA DE VERA CRUZ
Média era, a época da descoberta
A coroa de Portuguesa, comerciava no mediterrâneo
A estrada das Índias Orientais,
Tomada pelos Turcos
Partiu então Pedro, deu-se uma volta pelo mundo
E essa estrada levou, a terras longínquas
Cabral viu e disse terra a vista, pisou na areia da praia
Que Índia estranha, e ao ouvir o canto dos pássaros disseram
Maravilhoso mundo novo,
Antes da colônia as aves eram belas,
Os índios eram livres e pequenos burgueses.
Os portugueses curiosos, exploraram a terra
Se perdiam por ela, e diziam
Maravilhoso mundo novo.
Com o intuito de encontrar jóias raras
Valiosas, bonitas e preciosas, descobriram o ouro, e
No litoral, a pequena ilha guardava
Sua magnífica árvore em forma de semente
Para então, as caravelas viajarem mar à frente
Os índios o branco escravizou,
Seu pagamento era em base de trocas, o escambo tornou escravos os filhos da pátria
Sua mão-de-obra era um futuro perverso,
Em cada verso se esconde as sementes vermelhas
A coroa com o monopólio delas, fez tamanha destruição
De Janeiro até o Grande Norte, matou-se a mata
Os Franceses inimigos invadiram a nova terra
Em busca do pau-brasil
A coroa resistiu até o fim da pré-era.
E assim se foi, os emigrantes deram origem à nova terra
João o país pintou de verde e vermelho
Do verde o lucro clareou, e o vermelho sangue dos filhos fizeram
Com que a terra de indigentes,
Porém também gente, fosse sua humilde serva...
Maravilhoso mundo novo
Era Vera Cruz...

Inserida por FranciscoDuarte

Se os lobos fossem homens.,,
haveria mais civilização,mais moral ??
como seria este país......melhor ou pior,
muitos consideram a nossa humildade com fraqueza.!
Enquanto o nosso país vive num mar de lama...
os senhores da guerra forjaram as suas leis
para escravizar-nos,
somos deixados à sua mercê que nos ameaçam,
despem-nos a alma ,sem dó nem piedade.!
As leis não são mais respeitadas..
o desrespeito é total.!
Esta realidade em que vivemos das muitas..
informações que chegam ate nós são manipuladas,
pelos senhores da guerra sem escrúpulos ,
só pensam no lucro ,desprezam a humanidade,
rasgam a carne de todos aqueles que são escravos ,
dependentes do seu emprego,
sem ele não conseguiam sobreviver,
alimentar a família que tanto depende.
Somos escravos de um sistema,que nos manipula,
escraviza,suga-nos o sangue e parece que gostamos,.....
Se os lobos fossem homens seríamos..
manipulados escravizados ou não..?

Inserida por IsabelRibeiroFonseca

Canta o galo em cima do telhado,
velho de podre a cair aos pedaços.
Dormem os campos serenos,
agitam à passagem de uma suave brisa,
que acompanham os meus passos.

Dormem sossegados já sem desassossego,
dos dias de férias passados na aldeia..
das idas à barragem do azibo,
água fresca,limpa ,de pedras e fragas.!

Caminhos de lama, trilhos de fragas, de pedras,
pelas ruas de casas caídas em ruínas,
onde as migalhas de pão caíam no chão,
de soalho, tábuas corridas,
onde outrora não havia fome.

Havia trabalho, trabalho duro, de sol a sol,
onde o pão não faltava e alegria também não,
ouvia-se o riso e o cantar das gentes ,
das crianças a ir para escola alegres e felizes,
com um pedaço de pão na algibeira.

Agora é só dor da partida, partida permanente,
onde vai-se e não voltam.
casas em agonias e tormentos onde,
os velhos gemem as suas mágoas, os seus desenganos,
embriagam-se nas dores que os atormentam,
prostram-se cansados pelos anos,
choram no banco da igreja, no banco de um jardim.

Perdem o rumo da vida, da alegria,
como se navegassem sem mastro, sem leme....
das aldeias perdidas esquecidas e dizem ..
estes velhos sábios das nossas aldeias....
Hei-de morrer algum dia!..

Inserida por IsabelRibeiroFonseca

Os portugueses do século XVII creram muito e pensaram pouco

Inserida por rodrigoolourenco

Casa majestosa e velha...
Melodia em silêncio provocada pelo vento
Folhas de todas as cores espalhadas pelo chão
Despertam qualquer lamento naquela casa velha
Escura e mal-acabada, outrora fora uma casa charmosa
Agora não tem cor, paredes gastas, descascadas
Apagadas pelo tempo, distante, sozinha, vazia
Já sem dono ou talvez tenha sombra de quem
Foi bela e amada, agora é escura, triste nesta noite
Chuvosa, sem meio, sem fim, destruída sem ilusões!

Inserida por IsabelMoraisRibeiro

Portugal é um poço de inspiração, tem temas para todos os gostos, é só ouvir e contar.

Inserida por EdmilsonNaves

Os teus poetas e filhos....choram...
Que Portugal é este....que país é este....
Que deixa fugir os nossos jovens....
Não nos deixam dar pão aos filhos...
E aos velhos cada vez mais sós ....
Tirando-lhe as próprias migalhas....
Não pronuncio nomes detestáveis..
já chega quando os leio nos jornais....
Miseráveis..... que deixam morrem na prisão...
os rouxinóis...como tristes papoilas....
De tristes...e corruptos....
Ficam como salvadores e heróis da pátria....
Pátria - para os últimos heróis......
Que teimam em ficar...lutar...lutar...
Dos que morrem por ti......meu querido Portugal
Ninguém é mais poderoso no mundo.....que a união...
A todos aqueles que tenham sofrido e vejo sofrer.....lutar.....
Lutar para limpar esta pátria...de miseráveis oportunistas...
Nem num instante pleno desta vida....fugir sem lutar....
Mais para morrer que de viver.....sem paz...sem pão..
Os teus poetas e filhos....choram...choram de dor..
Meu querido Portugal......lutar sim.......desistir nunca..!!!

Inserida por IsabelMoraisRibeiro

A Capital da Zona Norte,
Recebeu o nome de "Sobral".
Com raiz etimológica estrangeira,
Do aguerrido "Portugal".
simboliza um arbusto sombreiro,
Endêmico do mundo internacional.

Inserida por WILAMYCARNEIRO

⁠Oh, menina bela!
Onde é que eu me meti?

O destino enlouqueceu 
Ou eu enlouqueci?
Por pensar que um caminho
Foi criado para mim
E para ti!

Assim que te vi,
Com certeza 
Enlouqueci 

Diria eu com grande paixão 
O quão bela tu és 
De vestes largas, invulgar
Qualquer ser é capaz
De t'amar...

Amor tão largo,
Que dói!
Não te poder falar
Chorar por t'amar 
Dói

Assim que te vi,
Com certeza
Enlouqueci

Oh, menina bela!
Onde é que eu me meti?

Por ti, não por mim
Apunhalei um coração 
Que doía por t'amar
Que chorava por te querer
Nos meus braços 

Oh, doce mulher
O que fiz eu pra t'amar?
Amarga seja esta coita
Que só me faz chorar

Inserida por marisa_pires

Parafraseando...
Oh, Portugal é Lindo Demais!
Quem te conhece não esquece jamais
Recordando as lindas fontes
Lá da casa dos meus ancestrais
Voltei pro Belo Portugal
Querido Demais!
Nas lindas terras de Benfica
Tudo ali deduz
Onde o Amor se multiplica
Como no Coração de Jesus.

Inserida por EdsonSousa

APELO em forma de GRITO, À boa IMPRENSA, por ver NELA, a ÚNICA fonte para PACÍFICAMENTE se ver justiça neste meu pobre (por tão pobres reis) país, que é Portugal

EMPRESÁRIOS em nome individual, com seus PEQUENOS estabelecimentos comerciais, ENCERRADOS obrigatoriamente pelo estado, mas SEM qualquer direito ou apoio social, por parte desse mesmo, para suportarem as despesas que todos temos nomeadamente de: saúde alimentação, arrendamento, prestações das casas, água, luz, gás, electricidade e outras!!!!!!!!

Para vós, senhores políticos: Presidente selfie, Primeiro ministro e deputados desta nação que é Portugal…

Sei que de mim, não gostais, mas que um sou;
E que como eu, há em nós: várias centenas;
Com cafés, salões e lojas PEQUENAS;
Sem DIREITO: a um cêntimo, como eu estou!

A vós, estado eu devo, nem centavo;
Daí, vos perguntar, ó deputados;
Parados, com chorudos ordenados;
Porque tão roubais vós, a tanto ESCRAVO?

Por isso analisai, com que critérios;
Num ROUBAR inconstitucional;
Nos prejudicais, porque somos sérios!...

RESPEITAI: presidente e ministérios;
Que sabeis a nós poder tratar mal;
Por tão conhecerdes: nossos mistérios. *

*Através do controlo do fisco, da segurança social e do registo criminal, por não SERMOS marginais, mas tão só: SIMPLES trabalhadores com os negócios FECHADOS e com a tal SEM qualquer AJUDA por parte de a quem sempre [ e aqui falo por mim e minha Família] pagamos os nossos impostos.

Com fé, num ALERTAR por parte da nossa COMPETENTE e JUSTA imprensa, pois por tais medidas [que considero NECESSÁRIAS, como tão tenho alertado em meus poemas que cá só pecaram por TARDIAS] por tomadas, por um INJUSTO desGOVERNO, encontro-me na situação de desempregado (sem um cêntimo de rendimento). A nossa “unida” Europa, está a mandar os governos ajudarem os seus povos, mas o nosso [o do meu PORTUGAL] … ENFIM!!!!!!!!!! de fome, não hei-de morrer, porque ainda estou (mas à minha custa) “bastante” gordinho.

Inserida por manuel_santos_1

⁠Porque nesta espada entendem muitos expositores a Cruz Santíssima, cujo sinal é bastante para prostrar a todos os inimigos do Céu e dos homens.

Inserida por samuel_roberto_1

⁠Usa bem a BAZUCA Amigo Costa…

Tem cuidado com esses aldrabões;
Que tão tens a dormir, nessa assembleia;
Pois como lobos, tais são em alcateia;
A comerem: os do POVO; tostões!

Aprecia os tais, em bancos, passado;
Tal como o agora com o novo banco;
Pois verás como o POVO ficou em branco;
Pós com tanto mamar, alimentado.

Oxalá alimentes nossa gente;
Com esses tais milhões que vêm da Europa;
Pois caso, tal bem faças, ficarás!...

Na história, como alguém, que o POVO sente;
E não como um mamão, em essa má tropa;
Que tão SUGOU a GENTE, em tal VISTO; atrás.

Com esperança em ti;

Inserida por manuel_santos_1

⁠Cantares do nosso Portugal…

São lindos os cantos do Norte, e Minho;
Mas mais bonitos são os tais, do Alentejo;
Daí sem lá ter ido, me revejo;
Em tais, sempre que escuto um passarinho!

Adoro ouvir dobrar das vozes tais;
Unido da mais alta, à mais baixa;
Dado o Lindo soar, que em tais encaixa;
Satisfazer meus sentidos, e mais!

Por a música universal, tão ser;
Linguagem, que todos nós entendemos;
É, pois, gostoso o Alentejo escutar!...

Nas vozes, desses que o sabem cantar;
Para dele gostarmos, sem tal vermos;
Bastando: o escutarmos, em tal conter.

Em homenagem a esses cantares e a um Grande Poeta e Amigo Alentejano ainda vivo e jovem [António Raposo];

Inserida por manuel_santos_1

⁠Da forma como as coisas estão,  ser independente e verdadeiro pode ser a ruína de qualquer cidadão em Portugal. 

Inserida por AntonioPrates

Ouve tu Portugal! País de longes terras!
Que aos homens fizeste muitas guerras.
Lembra-te dos teus erros e das tuas faltas.
Sobre os povos, tens muitas culpas.

Tu que nos mares, foste senhora.
As gentes mataste, também.
Nem em tudo fizeste o bem!
Por força dos homens, foste detentora,

Escravos trazias de África muitos.
Aos judeus, mataste e roubaste,
E de ti foram todos expulsos.

Pelo fogo, muito povo queimaste.
Arrepende-te pois então nesta hora.
Sim faz isso sempre e agora!

Inserida por Helder-DUARTE

" Há tempos em que os mais sábios são aqueles que se calam na discussão ou aqueles que se deixam ser acertados na briga, pois há tempos em que os mais fortes não são aqueles com maior poder de ataque mas sim o que tem mas resistência em suportar a ignorância dos que os tenta atingi-los, pois esses são infelizmente os que mais precisam de sabedoria...."

Inserida por Marco_Aurelio

" É estranho parar um minuto pra pensar na minha vida, isso me leva ao limbo entre a turbulência de uma existência graciosa e a lucidez de um espera tenebrosa, isso me apavora quanto mais eu me recordo de outro eu que fui mai me apavoro com tanta dor que causei, mas a causa não se faz justa, hoje ela se torna poética, na mais sublime transformação da alma, a poesia me fez relembrar do mesmo limbo sem poesia , a alma é a poesia que o poeta sente e descreve a cada novo dia,,,,"

Inserida por Marco_Aurelio

⁠O primeiro ministro de Portugal e os PROFISSIONAIS de saúde…

Que grande lata a tua, amigo Costa;
quando afirmas ter pena em ver cansados;
profissionais da saúde achados;
pra auferirem cá de vós, boa bosta!

A em dos tais cansaço reconheceres;
dizendo que temos que os ajudar;
bastando fugirmos de um infectar;
mas pra os tais ajudar, nada fazeres.

Pois contratares tais por quatro meses;
renovados durante a pandemia;
por outros quatro após tais esgotados!

É não dares valor a em tais achados;
é demonstrares quão pobre a valia;
que em ti tens, pra em ti verem; os ingleses.

Com pena por ti;

Inserida por manuel_santos_1

⁠Pelas minhas previsões, daqui por um ano já quase ninguém fala em covid. Atribuem-lhe outro nome, passa a ser mais um virus como tantos outros que circulam por este mundo afora, será tratado da mesma maneira que tratamos a gripe. Os sintomas são mais ou menos os mesmos e as consequências são muito parecidas. Foram estas as minhas primeiras palavras acerca deste virus, há quatro ou cinco meses atrás, depois de me informar sobre o vírus, depois de ler sobre os resultados do vírus na China, assim como acho que as primeiras palavras da senhora directora da Direcção Geral de Saúde sobre o vírus foram proferidas com base nessa mesma informação que eu colhi na altura. Com todo o respeito que eu tenho pelos idosos e pelas pessoas de maior risco perante este vírus, não poderei de ter menos respeito por todas as pessoas, principalmente crianças, que estão a passar e que irão passar dificuldades por causa desta enorme crise económica, motivada por esta onda de choque que os políticos intitularam de pandemia. Tudo bem... ou vai ficar tudo bem... como dizem muitos, mas o que é certo é que estamos perante um dilema que em muito me faz parecer o nosso comportamento quando estamos inseridos numa religião: Deus é o criador deste extenso Universo, com mais de duzentos biliões de galaxias, a nossa galáxia é das mais pequenas, o nosso Sol, como estrela-anã que é, tem mais de noventa por cento de estrelas maior do que ele, e Deus, da maneira como muita gente o arvora, além de ser o Criador deste Universo, tem obrigação de ter uma especial atenção ao nosso planeta, ao nosso país, à nossa região, à nossa rua e porventura à nossa casa, acompanhando- nos por toda a parte, no trabalho, no jogo e até onde as religiões dizem que Deus condena nós temos esperança que Deus atravessa todos esses biliões de galáxias para nos ajudar. Ou seja, muitas pessoas praticam o bem por interesse e só não praticam ainda mais o mal com medo que Deus lhes dê o merecido castigo. Por isso sou da opinião de que antes de praticarmos uma religião devemos praticar a nossa espiritualidade interior. E se pensam que eu não acredito em Deus, muito longe disso, visto que sou crente e um crente convicto, mas tenho o direito de absorver a minha própria imagem de Deus, à minha maneira, e longe de tentar convencer ou colonizar quem quer que seja, mesmo pertencendo à classe dos escravos (mas sem coleira) da democracia ateniense ou romana, ou ainda fazendo parte do povo sem couto da monarquia portuguesa da idade-média, acredito piamente num Deus que influencia os humanos à distância e que faz o que quer e lhe apetece aqui na Terra, capacitando os escolhidos de uma forma que será sempre de difícil compreensão para nós, humanos, enquanto nos comprtarmos do jeito que nos dá mais jeito, ou talvez de um modo mais animalesco do que propriamente racional. Sempre que nos metem uma frase à frente, por norma uma boa parte de nós acredita na frase como se fosse verdade, o que muitas vezes acontece na política e muitos políticos sabem isso, levando muitas dessas frases feitas a fazer das pessoas o que realmente não são, levando muitas vezes milhões e milhões de pessoas a acreditar em coisas que não são minimamente verdade. Como exemplo, estou- me a lembrar daquela célebre frase, que, em alemão, ainda diz, à entrada dos campos de concentração nazia: " o trabalho liberta." Mas como é do vírus que comecei a falar e como o vírus interfere com a justiça-social de todos nós, não seria correcto da minha parte se deixasse de dissertar um pouco sobre a justiça-social por causa do virus, sempre com Deus por companhia e como bom conselheiro. 
Debruçando-me um pouco sobre a justiça social, uma epígrafe que tem quase sempre lugar cativo nos diversos panfletos dos partidos e movimentos políticos da nossa sociedade, sempre que há eleições, na minha simples condição de escravo sem coleira, ou de elemento do povo fora do couto, ser-me-á fácil constatar que ainda há muito por fazer nesta importante matéria, ainda que muitas vezes tentemos disfarçar essas inumeráveis desigualdades gerais através de actos de solidariedade, de eventos com a chancela da bondade, ou mais fácil ainda, recorrendo a essas tais frases, à sombra dos nobres, dos burgueses e dos lacaios, para endrominar o povo que vota e quase todos os que as lêem. Os actos de solidariedade fazem-me lembrar sempre o Natal; os eventos com a chancela da bondade recordam-me muitas selfies no Facebook; e as frases feitas não deixam de me trazer sempre à memória esses tais letreiros que ainda são visíveis nas tristes memórias da segunda guerra mundial e que não convém esquecer. Actualmente, podemos até ser condenados a trabalhos forçados, por esta ou por aquela razão, mesmo até com o calor que faz hoje, contudo a austiça social é e continuará a ser sempre a forma de a sociedade viver em harmonia, de forma a que todos se respeitem a todos, independentemente da cor da sua pele, da sua ideologia política ou dos seus credos religiosos. É desta forma que vejo a justiça social e é desta forma que penso que a sociedade pode ser mais justa e de maneira a que ninguém fique mal. Pois se continuarmos a fazer um excesso de exposições de fotografias a preto e branco, continuamos a enverdar por caminhos sinuosos, onde uns tentam ser mais parentes de Viriato ou de dom Afonso Henriques do que outros, e o que tem sido construído de bom nas últimas décadas vai desabar e vai parar novamente aos confins da idade-média, sobrando sempre para mim o estatuto que antes referi e para a História um conjunto de ati@tudes e de propósitos que poderão, no futuro, envergonhar os nossos netos, se tiverem mais juízo do que nós, e até Deus, que nós tantas vezes evocamos nas nossas preces, se deve envergonhar de nos botar ao mundo em forma de humanos. A minha falta de coleira nunca me fez sentir superior mais ou menos português do que outro qualquer português, visto que essa história das fotografias a preto e branco não entra em mentalidades mais coloridas, nem tampouco esse tipo de segundas intenções deixam marcas a quem vê o horizonte até ao tempo de outros reis, de outras rainhas, de outros nobres, de outros burgueses, de outros lacaios, e de outros membros do povo sem couto e sem coleira. Nessa altura, apenas os cidadãos que eram admitidos no couto social podiam pertencer à administração pública, tudo era supervisionado pelos administradores do reino, e quase tudo passava de geração para geração como se apenas aqueles portugueses fossem feitos ou talhados para aquele tipo de trabalho, em prol da pátria e dos seus próprios benefícios, mas como o público naquela época era quase todo analfabeto, ou iletrado, como se diz agora, a justiça social desse tempo ia empalhando as coisas de um modo mais ou menos natural. Uns gozavam a vida com grande sobranceria, outros estavam incumbidos de gerir a máquina do reino, e os portugueses do povo trabalhavam para ganhar o pão de cada dia, curiosamente, quase da mesma forma que acontece hoje em dia, nomeadamente nos concelhos do interior e com menos população. Por esse mesmo motivo, já tenho dito algumas vezes que nunca teremos uma justiça social justa e equilibrada enquanto conservarmos na nossa sociedade esses costumes do tempo da monarquia. E para agravar mais as coisas, estamos cada vez mais excludentes e cada vez menos inclusivos, em relação ao português que consideramos menos português do que nós, ou porque mora fora do couto protegido, ou porque não nasceu dentro do castelo, ou ainda por uma questão que por vezes nem as pessoas sabem porque agem dessa forma. Ainda creio que as gerações vindouras possam vir a ter uma justiça social em harmonia com a cor da pele de todos, com as ideologias políticas de todos e com todos os credos religiosos, assim a Educação fomente e pratique de forma justa a igualdade de oportunidade para todos, e assim a Justiça funcione com todos da mesma forma para que todos possam ter uma vida digna e para que todas as crianças possam ser tratadas da forma que merecem, sem segregação e sem conceitos estereotipados, que não nos levam a nenhuma evolução e muito pouco contribuem para uma sociedade verdadeiramente multicultural, progressiva e democrática.           
    

Inserida por AntonioPrates

⁠Portugal e os agradecimentos aos Profissionais de Saúde!

Ai Costa e Marcelinho, aonde andais;
Será na bola Terra, ou na da Lua?
Pois vejo em vós a cabeça tão nua;
Por ver em vós, nas tais; só futebóis!

Apreciai feitos, destes países;
Pois nem tais pagam: a dedicação;
Que estes Anjos da vida, a nós tão dão;
Quando a nós tratam, até às raízes.

Por não terem, vagar havido em vós!
Para a tirarem selfies, andarem;
Tal como pra o futebol, irem ver!...

É bom que não deixeis tais Anjos, sós;
Para o nosso País, tais não deixarem;
Por não haver futebóis: em seu FAZER.

Com uma profunda tristeza, por pena de vós;

Inserida por manuel_santos_1

⁠Há profissionais de saúde não colocados/desempregados em Portugal?!

Com tanto doente em listas de espera;
Por não haver ninguém para os tais tratar;
Devido a um político, desleixar;
Assim se encontra a da doença, esfera!

Que pena haver em vós, desleixo tanto;
Pra com a saúde do POVO nosso;
Por para vós terdes, tratar como osso;
Espalhado por todo e qualquer canto.

Aproveitai este ajudar bom, da Europa;
Pra recheardes bem todos os quadros;
Que faltam nos sistemas de saúde!...

Para que eles, não emigrem pra tal tropa;
Nem para os outros nela, não encontrados;
Pra O POVO, ter tratar; mais amiúde.

Com pouca, mas alguma esperança em vós, “senhores” políticos;

Inserida por manuel_santos_1

Sou um coelhinho fofinho
Que vive numa caixinha
Se abrires este presente
Seras minha, certamente
Sou um homem largado
Que vive em algum lado
Se ficares comigo
Seguir-te-ei para todo lado
Sou apenas um homem
Com o coração destroçado
Fica comigo por favor
Dar-te-eu todo o meu amor.

Inserida por bruno1011

A ti revelo os meus segredos
As minhas sombras, pesadelos
A ti revelo os meus medos
Sequelas do meu pensamento
A ti revelo os meus sonhos
Esperanças perdidas no momento
A ti eu mostro o meu tesouro
Minha arte, meus poemas, o meu ouro
A ti revelo o meu corpo
Aberto, descoberto monumento
A ti e só ati o meu desejo
Que não é mais nem menos
Que o teu beijo.

Inserida por bruno1011