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Sempre fui a favor da boa e velha forma de convivência com aqueles que me são caros, inclusive com pessoas que nem conheço, mas tenho apreço e respeito.
Não faço distinção de nada por nada, até porquê sou um ser humano e tenho inúmeros defeitos. E quem sou eu na fila do pão? Ninguém. 

Não sou de vir em redes sociais e discutir temas delicados, tais como política, religião, gênero, etc. E nem tenho a pretensão de fazer hoje... apenas dar conta de quê, a minha opinião sobre assuntos delicados seja respeitada, assim como respeito de todos. 

Não sou analfabeta, não sou gado, Maria vai com as outras, alienada e outras expressões que queiram dar... tenho opinião própria e não cabe a ninguém me julgar por tê-la.  
Àqueles que se incomodam por eu não estar em sincronia com o seu modo de pensar politicamente e acha que sou analfabeta política(de acordo com Bertolt Brecht*) esteja à vontade para retirar o meu perfil do rol de amigos. 

Tenho inúmeros colegas e amigos que pensam diferente de mim, e nem por isso saio dando "pancadas" em ninguém. Por sinal, tenho admiração por muitos e não será o modo de pensarem diferente de mim que vai fazer eu desgostar deles.

A minha postura sempre foi e será comigo mesma, e não para agradar a outrem. 
Mais EMPATIA E RESPEITO.

Inserida por jarina_rodrigues

⁠"Polarização política só existe na base de apoio. Minha humilde e sábia mãe já dizia: enquanto vocês brigam, eles (os políticos) comem no mesmo cocho."

Inserida por PalavraMotriz

⁠Cuidado pois, em política, quanto mais brigas e intrigas, mais informações e vazamentos.

Inserida por podersocial

⁠No jogo do poder é mais importante saber 'quem' e 'por que'  alguém tem interesse em determinada informação do que se a mesma informação, de fato, é correta ou verdadeira.

Inserida por podersocial

⁠O tipo de autoridade que o líder político deve exercer é mais moral que executiva, tendo a capacidade se convencer, não apenas os seguidores, mas também, alguns adversários.

Inserida por podersocial

⁠Assim, antes de se apresentar ao comando, à liderança, o primeiro inimigo que você precisa conhecer, sem dúvida, é você mesmo

Inserida por podersocial

⁠O líder político não é o despachante do povo. [...] É, de fato, o agente criador, negociador, gestor e transformador das relações entre os cidadãos, seus negócios, direitos e deveres.

Inserida por podersocial

⁠Não é, necessariamente, por um candidato ter vencido as eleições nas urnas, que ele tenha sido a melhor escolha.

Inserida por carlos_alberto_hang

⁠O brasileiro passou por lavagem cerebral por décadas acreditando estar no melhor país do mundo, que o povo é sinônimo de alegria, trabalho e honestidade e que o futuro melhor estaria a uns passos adiante... isso dá votos, comove pelo ego para melhor manipulação. Está na hora de assumirmos a realidade e o caos, e partirmos de fato em direção à dias melhores sem ilusão, as quais só frustram.

Inserida por carlos_alberto_hang

⁠Parafraseando os libertários:


Se a "Educação pelo Estado é a Educação para o Estado", também"a Ciência pelo Estado é a Ciência para o Estado".

Inserida por aulercoelho

⁠Para quem enxerga o mundo da esquerda, toda direita é extrema. O contrário é idêntico.

Inserida por leirbaGGabriel

⁠[HISTÓRIA POLÍTICA]


O que autoriza classificar um trabalho historiográfico dentro da História Política é naturalmente o  enfoque no “Poder”. Mas que tipo de poder? Pode-se privilegiar desde o estudo do poder estatal até o estudo dos micropoderes que aparecem na vida cotidiana. Assim, enquanto a História Política do século XIX mostrava uma preocupação praticamente exclusiva com a política dos grandes Estados (conduzida ou interferida pelos “grandes homens”), já a Nova História Política que começa a se consolidar a partir dos anos 1980 passa a se interessar também pelo “poder” nas suas outras modalidades (que incluem também os micropoderes presentes na vida cotidiana, o uso político dos sistemas de representações, e assim por diante).

Para além disto, a Nova História Política passou a abrir um espaço correspondente para uma “História vista de Baixo”, ora preocupada com as grandes massas anônimas, ora preocupada com o “indivíduo comum”, e que por isto mesmo pode se mostrar como o portador de indícios que dizem respeito ao social mais amplo. Assim, mesmo quando a Nova História Política toma para seu objeto um indivíduo, não visa mais a excepcionalidade das grandes figuras políticas que outrora os historiadores positivistas acreditavam ser os grandes e únicos condutores da História .

Objetos da História Política são todos aqueles que são atravessados pela noção de “poder”. Neste sentido, teremos de um lado aqueles antigos enfoques da História Política tradicional que, apesar de terem sido rejeitados pela historiografia mais moderna de a partir dos anos 1930, com as últimas décadas do século XX começaram a retornar com um novo sentido. A Guerra, a Diplomacia, as Instituições, ou até mesmo a trajetória política dos indivíduos que ocuparam lugares privilegiados na organização do poder – tudo isto começa a retornar a partir do final do século com um novo interesse.

De outro lado, além destes objetos que se referem às relações entre as grandes unidades políticas e aos modos de organização destas grandes unidades políticas que são os Estados e as Instituições, ganham especial destaque as relações políticas entre grupos sociais de diversos tipos. A rigor, as ‘ideologias’ e os movimentos sociais e políticos (por exemplo as Revoluções) sempre constituíram pontos de especial interesse por parte da nova historiografia que se inicia com o século XX. Por outro lado, tal como já ressaltamos, hoje despertam um interesse análogo as relações interindividuais (micropoderes, relações de poder no interior da família, relacionamentos intergrupais), bem como o campo das representações políticas, dos símbolos, dos mitos políticos, do teatro do poder, ou do discurso, enfim. Em muitos destes âmbitos, são evidentes as interfaces da História Política com outros campos historiográficos, como a História Cultural, a História Econômica, ou, sobretudo, a História Social.


[extraído de'O Campo da História'. Petrópolis: Editora Vozes, 2004, p.106-107]

Inserida por joseassun

⁠Não há nada mais fétido do que um rico da alma apodrecida pela soberba, a não ser quando encontramos um pobre soberbo!

Inserida por israellopess

A verdade perde-se à medida em que a parcialidade predomina. 

Inserida por ALCANTARAGC

⁠   ⁠Luto por melhorias para todos. Inclusive para aqueles que só críticam, são maldizentes e possuem caráter egoísta. 
   Acredito no bem comum, na dignidade e na ética. Minhas conquistas são por mérito, e não por bajulação. 
   Tenho fé que o bom exemplo dissipe as trevas das mentes beligerantes, permitindo que sejam libertas e cresçam em espírito fraternal. 
   Minha maior batalha, ainda, é a favor da sabedoria filosófica, tão combativa ao sagaz "idiotismo". 
Thiago S. Oliveira (1986 a)

Inserida por TH_Historiador

⁠Na Radiofonia local, poucos são os profissionais sérios. Pois, há àqueles que se deleitam em verdadeiros locutores de puxa-saquismo da Política Partidária da Região.

Inserida por WILAMYCARNEIRO

⁠ O sistema se tornou sujo porque a maioria nem queria saber pra onde vai ou vem, o que é feito ou deixado de fazer, o caminho tá estreitando, fique de olho e faça cobranças você também ao seu redor, o político que ganha porque exige imposto de você viver.

Inserida por sidaofc

Toda verdade atravessa 3 fases: 
1) é ridicularizada; 
2) é violentamente contrariada; 
3) é aceita como a própria prova (dita, escrita ou praticada).⁠

Inserida por dionir_romero

⁠Consciência da depravação.

Governos, instituições, empresas e qualquer outra estrutura que acumule algum tipo de poder são geridas por homens. O que surge dessas diversas relações dos indivíduos em uma sociedade é a política. Por ser essencialmente um reflexo do relacionamento humano, tal ciência moral normativa não fica imune à maior chaga da natureza humana: a depravação. Logo, independentemente de suas inclinações morais, filosóficas ou ideológicas, o homem, em algum momento, será seduzido pelo mal que está presente em seu ser. Mesmo diante da escolha de trilhar um caminho virtuoso, justo, reto e ético, a sombra que habita o espírito humano exercerá sua influência e, potencializada pelo poder político, econômico ou social, irá desvirtuar, desnaturar ou deteriorar suas ações. Perceba, mesmo o mais justo ou santo possui essa chaga. Divinizar o homem, esquecendo de sua natureza depravada é um erro crasso. É considerar que uma árvore envenenada sempre dará bons frutos. Esquerda ou direita, liberal ou conservador, cético ou ideológico, o homem permanece homem. Não esqueçamos que a real confiança está na Verdade, no uno transcendente, no bom por essência e excelência, no Rei dos reis e Senhor dos senhores, a real confiança está no Pai.

Inserida por NogueiraLife

⁠Brigar por candidatos e partidos é uma perda de tempo.

Exceto, se tivermos interesse em fazer carreira política.

Inserida por I004145959

⁠A colonização da política pela economia de mercado aniquilou o poder do cidadão.

Inserida por I004145959

⁠Fomos socialmente construídos, depois  politicamente desconstruídos e agora estamos totalmente perdidos.

Inserida por I004145959

⁠Por falta de opção, há muito tempo o povo brasileiro aceitou conviver com a política do "pão e circo.

A dificuldade em passar pelas portas da inclusão social, tão tortuosas e estreitas, faz com que muitos escolham viver o "hoje".  

Entregando seu futuro nas mãos de Deus, no destino, na Mega-Sena, na loteria, no sonho de um dia ser famoso, jogador, cantor, ator....

Inserida por I004145959

⁠Jornalistas sérios, ficam do lado do povo e não de partidos!

Inserida por israellopess

⁠Bem-aventuradas as pessoas cujos líderes podem olhar o destino nos olhos sem vacilar, mas também sem tentar brincar de Deus.

Inserida por FilipeManuelNeto