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A corrupção começa no judiciário, passa pra polícia e chega na população e forma uma espécie de círculo vicioso que se renova em 4 em 4 anos
Um homem deixa de viver, quando aceita que tolos escolham o que ele deve fazer, ser, falar e pensar.
Sobre os socialistas, é preciso ter em mente que se eles mentem tanto sobre o presente (cristalino e à vista de todos), mentem ainda mais sobre o passado - distante e nebuloso.
Quatro riquezas há:
Deus, Família, Amigos e uma Pátria. Feliz é o homem que não hesitar em abrir mão das três ultimas por amor a Deus.
Alguns choram por ver outros sorrir e outros sorriem por ver outros chorarem, quando deveriam sorrir com os que se alegram e chorar com os que choram.
Há os que choram e sorriem ao mesmo tempo, mas só se vê ou o choro ou o riso e não se sabe se é de verdade.
PAZ ARMADA
Eu quero a paz mas quero a paz pra todo mundo
Vivem dizendo na tv que existe paz na favela mas que balela só vejo gente morrer
Pena de morte mesmo que seja ilegal a bala da conta desse juízo final
E morte se modernizou largou a foice e agora usa o fuzil ceifando qualquer pobre que ousa dar um piu
E se eu vivo a paz alguma coisa tá errada é porque dentro da favela ainda se vive a paz armada
Honestidade e política nunca andam juntas; quando a primeira entra pelas portas da frente, a segunda sai sorrateiramente pelas portas do fundo.
A corrupção é a essência da política; quem não se submete a essa imundície nunca vai fazer carreira na política.
Política é como porco no rolete. Todos ficam observando desejosos, cada um querendo um pedacinho da farra.
Política é a arte de aplicar o dinheiro do pagador de impostos; a pequena parte fica por conta da política de pão e circo, e a outra segue para a algibeira de falsos políticos.
Sobre política, fiel aos nossos valores e princípios inegociáveis, devo dizer com todas as letras, com todo valor axiológico, na sua essência morfológica e semântica, por favor, não me convide para este banquete de hipócritas!
O ilusionismo da política tem a potencialidade de causar ebriez na sociedade ao ponto de suprimir a capacidade volitiva e intelectiva de quem manifesta crença numa atividade ardilosa e capaz de provocar também uma espécie de charlatanismo pernicioso, ensejando divergências sociais e aniquilamento do sentimento de unidade.
A política é um centro de acontecimentos corrosivos que desmorona a estrutura social para a construção satisfativa da vontade de grupos selecionados, com o exercício do poder de sedação pelo uso vernacular e domínio dos fatos sociais por meio da utilização de imagens ilusórias que visam impressionar o imaginário social através de promessas enganosas, bazófias e venda de fumaça.
A política como ópio do povo aparece nas eleições eleitorais como forma de suavizar o sofrimento do povo que se alimenta de esperanças renovadas em face das promessas de políticos pelo uso do vernáculo convincente e boas retóricas, um verdadeiro lenimento para a alma e bálsamo para o futuro. Com as promessas de campanha agora tudo pode melhorar. Surgirá um anjo salvador com o prumo de Deus nas mãos. Não haverá mais desemprego; vão acabar com as filas nas unidades básicas de saúde; as ruas serão asfaltadas, haverá valorização dos profissionais da educação, os servidores públicos serão valorizados, haverá cuidados com os direitos dos idosos, crianças e portadores de necessidades especiais; a torneira da corrupção será definitivamente fechada; a criminalidade será combatida com efetividade; os cidadãos terão direito à liberdade e ao território. A esperança pode renascer, por meio do ilusionismo vernacular, das boas retóricas; da boa impressão deixada das reuniões; do charlatanismo espetacular; muita gente feliz com os cargos e contratos prometidos; um jogo de mentiras aquece o coração do povo que sonha em ter respeitado os seus direitos; mas logo depois volta à normalidade ao perceber que foi vítima de um estelionato eleitoral. E segue o jogo do poder e do engodo.
"É simplesmente impossível uma ditadura de esquerda ou de direita, se instalar, num país onde haja uma imprensa combativa e vigilante, um povo unido e destemido, e suas forças armadas leais à pátria. Qualquer tentativa, ficará marcada por um episódio sangrento onde novos heróis se levantaram e se tornaram um símbolo de bravura e inspiração para gerações futuras."
O povo já se acostumou com a síndrome de Estocolmo; a paixão da vítima pelo delinquente começa nas campanhas políticas e se encerra com o espólio das feridas sociais.
O gênio político de Barack Obama é sua capacidade de dizer coisas que soam bem para as pessoas que não acompanharam as questões em detalhes - independentemente de quão obviamente fraudulento o que ele diz possa ser para aqueles que o fizeram.
