Tag poeta

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O mundo tá cheio de covardia, te apunhalam
Pelas costas e ainda com ironia, tudo começa
Quando se fecha as cortinas.⁠

Inserida por sindromesdapoesiaofc

Ninguém confia mais em ninguém, nem mesmo na
Própria sombra

Nem o espelho tá mais servindo, quando fui me olhar
Até me assustei com meu semblante destruído, geral
Corrompido, o amor tá frio, eu também já enfriei.

Inserida por sindromesdapoesiaofc

No calor do ódio e da intolerância, todo mundo quer
Ser rei, me desculpe se eu errei, é que eu já não sei
Mais pra onde eu vou, aonde vou parar, será que da pra
Raciocinar? 

Inserida por sindromesdapoesiaofc

O que é certo ficou errado, e o que é errado ficou certo
Meu papo é reto, nem sei mais quem sou, às vezes me sinto que
Estou em um deserto querendo desabafar com tanto glamour .

Inserida por sindromesdapoesiaofc

Muitos rir pra não chorar, diz que tá tudo bem, más eu sei que
No fundo não tá, é só pra agradar né? esse filme eu já conheço
Porque temos sempre algo em comum, isso ai eu já desmereço.⁠

Inserida por sindromesdapoesiaofc

Choramos todos os dias, mesmo sentindo alegria, a tristeza sempre
Tá perto, vejo agonia, não da pra entender, só quem não quer ver, aonde
O bem tá, o mal também tá próximo, é tóxico pra quem tá de plantão, mas 
Também vejo muitos pregando o amor e outros religião.

Inserida por sindromesdapoesiaofc

Ai vem me falar, o que é que tem haver? é preciso dizer? que ninguém se importa
Com você, só você pode e tem a chave secreta, na calada na madruga o coração
Acelera à mil por hora, porque a gente chora? em silêncio, dia após dia, querendo
Colocar pra fora toda essa patifaria.⁠

Inserida por sindromesdapoesiaofc

Tá me matando aos pouco, me vejo no poço, calabouço, eu dou grito com minha alma
Ao invés de usar minha própria voz, porra ninguém me escuta, más falam que eu tô na 
Paranóia, ninguém entende minhas loucuras, e loucuras de louco quem vai entender?

Inserida por sindromesdapoesiaofc

Só você sabe o que está passando e sentindo, cada gosto amargo feito fel, provando
Do veneno amigo.

Inserida por sindromesdapoesiaofc

Nós mesmo joga pedra sem querer ser atirado, somos nós mesmo, o próprio 
réu sem querer ser o culpado, é tanta hipocresia que até quem é não consegue ficar calado
E eu não me calo, é preciso mais amor pra não poder ver mais um morrer enforcado, ame mais
Ame mais, ame mais, ame mais...

Inserida por sindromesdapoesiaofc

Quem nunca sentiu a paixão se tornar amor não sabe a força linda da União de 2 corpos.
Um olhar dentro do outro, um sussurro ao pé do ouvido, uma excitação que arrepia, uma imensa alegria. 
Um complexo entre medo e perigo, esperança e confiança, uma montanha de pensamentos sonhados. Um desejo de estar juntos, um amor tão forte que nem o tempo da espera enfraquece; nem a morte nem a vida elimina esse amor.  " o mundo jamais verá amor igual ".

Poeta Nilo Deyson Monteiro Pessanha 

Neutro e racional
Quatro elementos.
E as descobertas da
Ciência.
E agora. Computadores 
De alta performance.
Como competir com 
IA de cem bilhões de dólares.
Como acreditar que o homem
Não foi feito para fins de poder
De alguma supremacia extintiva. 
Pulsão não evoluída dos seres humanos.
E agora. Não é mais fixação. 
Como impedir esses monstros
Inteligentíssimos se propagem para 
Todo planeta azul.
Como assegura. Que. Assim como:
Exterminamos varias espécimes em 
Nome do progresso.
Com a alta performance em manipular
Os quatro elementos básicos do
Planeta. Por razão obvia.
A IA decida que o homem não
Serão necessário para continuação da
Vida no Planeta azul.
E extrema-lo , com se extermina javali,
Jacaré, e demais animais da fauna.
Quais a atitudes tomar.
Para evitar tamanha racionalidade.
Que trouxe o homem até aqui.
Acreditar que o homem pode impedir
Que essa superioridade o aniquile.
Que tem sobre o controle toda a segurança
Do sistema.
Acreditar que o gatilho não será 
Disparado por uma mente doentia.
Praticar mea culpa e inviabilizar os
Seres humanos para não alcance
Acessa essa tecnologia. 
Acreditar na porção divina de conhecimento, 
Que controlara, todos os atos dos homens.
Afim de evitar o extermínio da raça homens.
Aonde fica a garantia do homem em ser o 
Possuidor de direito no planeta azul.
E agora. O que antes fixação. Agora realidade.
Como modificar a pulsão de sete bilhões 
de homens em desejar multiplicar sua fome de poder 
Sobre o semelhante.
Apenas inteligência, não basta. 
Só coragem, também não.
Já é real essa verdade.
Retroceder. Quem irá.
Seria perder enfraquecer o poder
De controle e supremacia.
Robôs feitos para o extermínio
De humanos.
Quem possui argumentos,
Para modificar a decisão racional
Da IA. Para melhorar o meio ambiente e
Preservar a terra.
Como evitar de pensar.
E embriagar-se com outras idéias.
Ou até mesmo, não desejar enxergar
O obvio. Daí a tristeza coletiva.
Não expressa em palavras. Mas
Na falta de esperança. 
E, em ato continuo. A angustia de
Pensar. Essa realidade, é questão. 
De tempo. Assim como os homens.
O medem.
E pensar que não haverá retrocesso
Nesse caminhar.
O homem não está preparado para
Conter suas pulsões.
E o botão vermelho, está logo a sua frente.
Só que. Quem o apertará será a IA. 
Não se consegue, racionalizar uma moral,
A ser proposta, para ser seguida racionalmente.
Para quem ainda não acredita.
Não é um Tirano Sauro Rex. Que o homem
Usando da razão. Pode conter.
E uma IA milhões de vezes mais rápida da
Inteligência do homem. Me mais forte que
A constituição de carne humana.
Pensado: mas jamais o homem ira,
Transformar o IA, contra si próprio.
Sete bilhões de homens da terra. 
Esse texto e muito forte.
Mas não posse de exercer essa 
Faculdade.
A única palavra que me vem a
Cabeça neste instante é.
MAKTUBE.
 

Inserida por marcosviniciusfereS

⁠NUMA MANHÃ DE INVERNO (soneto)

Inverno. Defronte a inspiração. Cato por quimera
Sobre os sentimentos calados, e a agasta solidão.
Devaneios, perturbação. E a sensação na espera
No frio... tudo solitário, e desgarrado da emoção

A vidraça da janela, embaçada, úmida atmosfera
Tal uma tela em branco, aguardando uma demão
De imaginação, e perfume da delicada primavera
Aí, assim, adornar a epopeia devotada ao coração

E logo, ao vir do vento, gelado, ao abrir a janela
Invade a alma a sensação dum vazio subalterno
No horizonte cinza e tão sem uma luzida estrela

E eu olho o céu deserto, e vejo com o olhar terno 
Absorto, com uma oca ideia de uma cor amarela
Que priva o estro poético, numa manhã de inverno

© Luciano Spagnol - poeta do cerrado
03 julho de 2020 – Triângulo Mineiro
Olavobilaquiando

Inserida por LucianoSpagnol

⁠Todo aquele que vem de Deus...
Não vende Deus! 

Inserida por poeta1958

⁠⁠Reja a lenda do poeta sobrevivente romântico e aventureiro que viajou pelos mares e continentes no seu Navio pelo mundo fora.
Naquelas noites de época natalícia, o poeta surpreendia sempre a sua amada e os entes queridos com um colar de estrelas e prendas natalícias. para filhos e aventuras, breve e leves poemas para serem digeridos e escritos à noite no mar e no campo junto à lareira com um vinho e eggnogs natalícios para nos inspirar após se cometer loucuras. A vida é dura mas nós somos guerreiros que enfrentamos tudo e todos e vencemos o mal que paira na terra.

Inserida por ricardo_felix_1

⁠A vida é um barco à deriva
Uns pulam, outros preferem remar.
A coragem é de quem se arrisca 
ou de quem aprende a esperar ?
Pular é fugir de si mesmo.
Remar sem destino
é não sair do lugar.

Inserida por Hugodepaula

⁠Eu sou eu em você 
E você só é você 
Em mim.

Inserida por Hugodepaula

⁠[…]o poeta é um ser que ceia as letras, e depois devaneia...

© Luciano Spagnol - poeta do cerrado
03 de julho de 2020

Inserida por LucianoSpagnol

⁠De mim esmoreço - de mim adoeço 
Comprimo os meus lábios, chacoalho a cabeça
Mas não me abandona este peso.
De tão cortante título, carregá-lo é sacrifício
Eu nem sei se poeta é aquele horizonte que chacoalha-me
Mas aqui dentro me desperta a todo momento num grito

Inserida por AlbaAtroz

⁠UM AMOR CERRADO (soneto)

Cala-se o triste olhar. Anina o sentimento
E a deslizar pelo rosto mudo, a dor vencida
No exilio tão áspero dum vazio sentimento
Em uma lágrima de choro e de cor abatida

O horizonte se põe, nublado, suspira o vento
Algente, as sensações estão assim de partida
Pura! Frutificando na paz o ardente sofrimento
E a alma incrédula, ainda, não está convencida

Das gotas do pranto, abrasador as lembranças
E pela saudade a sofrência em estreitas tranças
Amarra o peito, apouca, e pelo clamor escorre

E sob o pesar tão cavado e magro, que tortura
Do sonho e as privações dos planos, - fulgura,
A dor, do derradeiro amor que cerra. E morre.

© Luciano Spagnol - poeta do cerrado
06/07/2020, 06’45” – Triângulo Mineiro
Olavobilaquiando

Inserida por LucianoSpagnol

⁠Se você é uma pessoa São Tomé, tome muito cuidado!
A pessoa São Tomé é aquela que precisa ver para crer. Essa ânsia pode nos meter, no decorrer da vida em sérias confusões e até risco de vida. Eu uma vez passava por um poção. Ali já havia morrido dois meninos. Eu também era um menino na época de uns onze prá doze anos.  No ver prá crer qual era a profundidade,  escorreguei e cai dentro e quase morri afogado. 

Inserida por poeta1958

⁠FASCÍNIO (soneto)

Beija-me! O teu beijo ardente e brando
Entra-me o sentimento, intenso e forte
De arrepios e de suspiros, vivo, entrando
No afeto, e assim, acontecendo a sorte

Olha-me! O teu olhar, na alma radiando
Felicidade, luz, em um cálido passaporte
De ter-te aqui, e no querer ter-te amando
Onde a poesia e o poeta têm o seu Norte

Fala-me de sonho, de um límpido recanto
Onde o trovar conversa com a lua cheia
E o teu fascínio adentra em meu verso

Beija-me! Olha-me! Fale-me! Ó encanto:
- de amor... de paixão. Prenda-me na teia
Do teu magnético e tão delicioso universo

© Luciano Spagnol - poeta do cerrado
07/07/2020, 05’45” – Triângulo Mineiro
Olavobilaquiando

Inserida por LucianoSpagnol

Ser poeta
É a tentavida
De colocar luz
No obscuro da gente.

Inserida por ogbtheodoro

Vagalumes brilhantes
Tantos vagalumes tentando brilhar,
E suas existências serem reconhecidas.
Sim é um direito natural.
Possuem essa consciência. 
Em maior e menor compreensão.
Do que seja vida.
Como atribuir culpar em desejar
Apresentar seus melhores atributos.
Durante percorrem. De um ponto para 
Para outro ponto no tempo.
Já sabem que é breve esse momento.
E apenas buscam perpetuar-se.
E o que sobra. Apenas o acumulo de
Conhecimento que servira para embasar
Conhecimentos maiores no futuro para 
Controlar a natureza. Que na sua passividade.
De tempos em tempos . Coloca tudo ao seus
Lugares. Apreendemos a sobrevivermos 
Pela união dos esforços em nos protegermos.
Das intempéries da vida. E de nossas fraquezas
Também. Alguns já conseguiram unir e partilharem
Mais. Outros continuam escravos das ideias que
De singularidade e medos. O que leva a falta de 
Controle dos egoísmos. E ficam vampirizando
Tudo o que enxergam pela frente. Decorrente
Da falta de auto estimas. Ou segurança o que se 
Denomina narcisismo. E assim segue a humanidade.
Não somos os primeiros e nem seremos os últimos.
Muito foi alcançado. Vários foram os fatores que nos
Trouxeram até aqui. E já não me importo. Os fatores
Que nos irão , remover-nos daqui.
Sei que a Vida seguirá. Com homem, insetos o anfíbios.
Mas tenho certeza. Esse planeta não é do homem.
O homem é desse Planeta. Querendo ou não.
E antes de se prostra ao Deus de sua Compreensão.
Precisará tratar todos os membros da natureza,
com referencia e respeito.
Viver dentro do lixo que o homem próprio produz
É um contrassenso que a própria natureza já identificou.
A cada agressão da natureza. Menos uma chance do homem
Em serem hospedes desse mundo. E que irar chorar por isso....
Agora vários animais e plantas estão tolhido de suas
Vidas. E alguém esta sofrendo por isso.... O mesmo será 
Pelo homem.
A necessidade de acumulação de conhecimento até chegar 
A uma consciência do todo. Precisa de algum tempo.
E ao invés de usar da consciência do todo. 
Preverem a chibata do poder a todo o custo.
Da Auto referencia e alcança da eternidade por feito.
Que perecerão com o tempo. E daí. O fracasso 
Na distribuição dos méritos . E do crescimento da
Vaidade do poder. Que não dura oitenta anos.
Se repetindo o carnegão de geração a geração.
Como pecado original . Daqueles que sobrepõe,
E subjugam as leis do mercado da vida.
Onde, quando se retira alguma coisa de algum lugar,
Que não deveria. A natureza precisará preenche-la.
 com outra energia com a parte material é consumida.
Para redenção de todos. Porem a própria energia voltará,
A cobrar a energia faltante. E não se separa daquele que 
A possuiu sem direito. Até o último pagamento.
Em cada interação no universo. O homem precisar 
Sair justificado. Aí o grande desafio.
Se não poder realizar o bem. Precisa sair neutro de uma
Interação. E isso se faz do julgamento que possui.
Se interpretar e julgar errado. O Criador é neutro.
E a medida que julga irá incorpora o julgamento na
Própria carne. E na medida que mede. Será medido.
Está aí o grande desafio da vida. O resto e liturgia.
Adereço e egoísmo decorrente do medo.
E fechando-se os olhos para isso. Entrega-se 
A cegueira espontânea e convencional.
Ignorando que a Vida é um sopro divino.
Que mantém a consciência.  
E faz questão de ignorar o homem,
Com o desenvolvimento do sentido de
Humanidade. Só conseguirá evoluir coletivamente.
Havendo , ou não a chance de entrar na linha de
Reencarnação. Ou não. Mas se consegue sair de
Cada inteiração de modo neutro. Mais leve de 
Torna o caminha por esse período de tempo 
Nesse planeta. Senão ficará pregado na própria
Cruz que criou. Durante a Vida, os anos, dias, horas,
E minutos. Constantemente, até que venha o livramento.
Com o desligamento dos fios que o mantem vivo.
A matéria que volta para terra. E a Vida que continua
Animando todos os seres desse planeta.
E o homem.... Pergunte aos que se foram.
 
 Marcos fereS

Inserida por marcosviniciusfereS

⁠SINO DOLOROSO (soneto)

Plangei, sino! O cerrado chora essa dor vasta
Ecoado no infeliz peito e no soneto solitário
Dessa realidade vil de uma tirania tão casta
Do afeto que um dia foi por nós necessário

Cantai, sino! A sofrência no cortejo arrasta
Verdugos sentimentos solução no itinerário
Escorrem lágrimas que ao pranto não basta
Arde a emoção e a alma neste árduo relicário

Em repiques de pesar, em desilusão a finados
Tilintando rancores, ó carrilhões, que aí tala
Em campas de sanhas, e de renhidos brados

Toe, sino doloroso, que no silêncio devasta
Badala, bimbalha, e num soar o aperto exala
Brandindo o amor com uma emoção nefasta

© Luciano Spagnol - poeta do cerrado
08/07/2020, 12’10” – Triângulo Mineiro
Olavobilaquiando

Inserida por LucianoSpagnol