Tag nudez
Um artista com sensibilidade, pode enxergar arte em todas as partes do corpo humano. Negar isso já no século atual, é preconceito cultural, pequenez existencial ou recalque mesmo.
É uma delícia mandar nudes
da alma.
Despir a essência é o que há de mais profundo em nossa intimidade.
O corpo nu
Ofendem-se com a corporeidade.
A carne, temerária, é algo a ser evitado.
O nu não me reflete o sofrimento humano,
a transparência do meu coração.
O nu, dizem, denota a exacerbação do desejo.
E desejar é perigoso,
faz do corpo ocupações de afeto:
alguém que abraça
e que beija.
A religião se esqueceu do corpo,
preocupada que estava com a saúde d’alma.
Protegida em suas indumentárias.
Olvidam-se que a primeira circunstância para amar
o corpo materializa.
Mas num mundo de corporeidades alienadas
o nu é subversão.
Cubra-te, pois, ó Cristo, a carne crua.
Romper
Permanência do ser
Distorção sentimento corpo
corpo
Ilusão fantasia escuridão
Ausência que se faz luz
luz
Nudez de pele de carne
Pudor de vestes reforço
esforço
Na tua minha imagem
Desenho que se funde
Finge
Já não sou o que ontem fui
Mas flui
Perturba castiga aflige
Imaterial intocável
Inefável
Recobres tua nudez com
o véu de teus cabelos.
Deixas minha imaginação
desnudar teu ser.
tua sensibilidade à flor da pele
não esconde teus desejos.
Então meu olhar te busca
para perto para sentir o frescor
do teu corpo a escutar o pulsar
do teu coração.
Teus sussurros me envolvem.
Teu respirar ofegante inebria
minha alma de tal maneira que
não quero e não posso parar
de admirar-te.
Tua sensualidade e ousadia por
trás do enigma de mulher ,são
a magia e encantamento minha
alma, que sem prevenir-se
torna-se submissa dos teus
desejos.
E teu suor sobre o meu,é o
subir ao céu e colher a mais
linda estrela do amor.
O silêncio é um espelho, uma nudez da alma, um choque, um encontro marcado com o vazio que há em cada um de nós.
Era macia e tenra
Rosada e aveludada
Era cilíndrica e estreita
Sombreada quase azulada
Era funda e acolhedora
Cálida e úmida
Era pólen, sêmen e oração
Berço em criação
Nudez e orgia
Tudo isso a olho nu
Em plena luz do dia
De: A Olho Nu
"A verdadeira sensualidade não se despe, cochicha. Mora no gesto contido do olhar que hesita e no silêncio que acende, porque o que se revela por inteiro, jamais terá o gosto do mistério."
Ciência do homem é uma religião tecnológica criminosa.
Chips, robôs, máquinas.
Lentes de televisão.
Câmaras ocultas.
O mundo na contramão.
Implantes criminosos.
Vidas artificiais.
Tentam confundir.
Tentam iludir.
Jogos mortais.
Pílulas de engano.
Viagem na veia.
O mundo conectado.
Bits, massas, pulsos, sinais, frequências.
Energia aranha, no ar, no mar, a teia.
Satélites modernos.
Vidas biônicas.
Além do raio x.
O que há por trás e por dentro das civilizações.
Do poder e da terra.
Do dinheiro.
Obscuro.
A besta fera.
Apocalipse.
Sete taças.
Sete trombetas.
O selo.
Oh! Que lamento.
Um rebento.
Uma placa tectônica.
Seria a Terra amarrada com cabos de aço.
Estaria a Terra conectado com a lua e com Marte.
Globalização é um verdadeiro manicômio.
O homem é uma arma nuclear.
O coração luciferiano bobeia a química, física quântica de massas malignas do ódio.
Arma biológica, qual teu DNA.
Diga ao mundo, esse engano profundo, de roubar as riquezas do mundo e provocar o irmão semelhante a mendigar, escravizar.
Yocto...iota sem la qual unidade de medida.
Por Terra vai rolar, toda manobra de engano milenar.
Jesus reinou e reina e ainda vai reinar.
Giovane Silva Santos
rapidamente, a nudez deixou de ser notada
(tão frágil e transparente estava), ela surgiu
revoada branca de silêncios
e se apossou de tudo!,
o corpo, a cama, o quarto, o chão,
que tanto pode a força do invisível.
Sem um dispositivo eletrônico ou uma bebida à mão, sem bolsos, só você, como se sente? Consegue encarar?
Não se iluda: mesmo que sem roupa alguma, mulher nenhuma está totalmente nua se ela não desnudou a alma pra você.
Na cama selvagem, na vida sensato, sobre mim nudez.
Toda vez que te olho, o céu nasce em mim.
Sonho ou realidade? É amor sem fim!
A poesia muitas vezes é a máscara que esconde a tristeza do poeta e também a porta entreaberta da intimidade, que expõe a nudez do seu coração.
Vou me despir dos pijamas para entrar nu nos meus sonhos. Quem sabe, assim, sonhe com o útero da minha mãe.
