Tag morta

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Alguém pode viver para sempre se sentindo culpado por não poder te salvar, sabia? Não há nada que você possa fazer para uma pessoa morta.

Inserida por pensador

Um homem sábio uma vez disse: "A felicidade é algo que deve ser buscado." Nunca entendi isso até estar morta. Quando está morta e presa em uma casa mal-assombrada, não há muito o que fazer além de esperar e esperar. E a espera, como outro sábio uma vez disse, é realmente a parte mais difícil do amor.

Inserida por pensador

Ninguém virá buscá-la porque ninguém se importa com você. Você não tem nada nem ninguém. Mais uns dias sozinha aqui, e estará tão morta quanto eu.

Inserida por pensador

⁠Natureza Morta

A natureza morta
Viva no teu olhar
As asas cortadas
O céu a se despedaçar 
As vozes estão caladas 
Não há porque lutar 
Nós somos lembranças 
De um passado
Que ninguém vai lembrar

E a velha canção de guerra 
Não irá mais tocar
Você se apaga
Antes mesmo de queimar 
O destino está traçado 
Ninguém pode mudar
As cartas foram marcadas 
No nosso jogo de azar

Esse deve ser o fim
Mas você disse que não acabaria assim 
Esse deve ser o fim
Você continua o vazio dentro de mim

E a velha canção de guerra 
Não irá mais tocar
A chuva lava
Mas não pode te salvar
E a natureza morta 
Volta pra se vingar
De tudo o que fazemos 
Ao invés de amar

Inserida por josue_braun

Eu sou ótima em controlar minha raiva. Eu controlo o tempo todo. Quando assoviam para mim na rua, quando um homem incompetente explica minha própria área de expertise pra mim. Eu controlo basicamente todo dia, porque se eu não controlar, vou ser chamada de emotiva, ou difícil, ou posso até literalmente ser morta.

Inserida por pensador

⁠Mosca morta não perturba ninguém.

Inserida por Kalmendro

⁠Sociedade sem professor é sociedade morta e sem história.

Inserida por JBP2023

Os sonhos são metáforas de uma morta existência querendo ser vida

Inserida por gnpoesia

Nostalgia
⁠⁠
Numa noite fria e morta
Você bateu em minha porta
Em teus olhos, histeria
Sabor de vermelho, sinestesia
Em teus lábios, gosto de vinho
Em tua mente, muito espinho
A cada toque um nascimento
Fez-me viva para matar-me em outro momento
Os teus traços, poesia
Teus sussurros, sinfonia
O teu gosto, nostalgia
Numa noite fria e morta
Você bateu em minha porta
Sugou o que restava
Incendiou enquanto nevava
O corpo vazio
A alma no cio
Num golpe de sorte
Matou-me e afastou-me da morte.

Inserida por acucena_polizel

⁠Eu não vejo arte alguma na guerra.
Somente natureza-morta.

Inserida por IraniltonLombardi

Muita gente vivendo morta de viver.

Inserida por MauCostaReal

Há muitas ausências nas pessoas de muitos lugares. As vezes desejo bem no meu íntimo, viver em outro lugar que não seja desta mesma complexidade que o mundo se alimenta em seu rumo progressivo e destruidor. Como eu queria a solidão da planície verde, do deserto de paz, da invasão dos ventos me abraçando. Um outro lugar que não seja este planeta cheio de horrores. Me sinto bem e em casa quando estou perto da natureza. O único lugar que me sinto melhor mas que infelizmente culpada... Pq está natureza está ferida, derrotada em sua esperança de se manter. Nós destruímos a cada dia nosso lugar, o nosso habitat natural.

Inserida por MirlaSantos

Sinto saudades, saudades dos tempos de criança em que eu brincava na rua... Saudades dos velhos amigos, os que sem motivo se afastaram e os que precisaram ir pra longe. Se saudades matasse, juro que já estaria morta. Mas não pode-se fazer nada, apenas ir vivendo, e o que realmente for de verdade sempre dá um jeito de nos reencontrar.

Inserida por G-Islier

⁠#PALCO

As estrelas pintadas pelo poeta...
E o beijo do vento que de longe vem...
Aplaca a saudade que atormenta...
Daqueles que um dia o quiseram bem...

Quisera o poeta...
Sempre e mais sonhar...
Voltar outrora...
Inútil...Sabe ele...
O passado não está mais lá...

Em sua vida não há pressa...
Não há para onde correr...
Apenas deseja o bem...
E ser feliz em bem viver...

O poeta um dia amou...
Mas foi um amor transloucado...
Não foi seguro e confortante...
Efêmero também acabou...

Hoje apenas um vago ruído...
Do que foi e passou...
Guarda no fundo da alma...
Uma vibrante música...
Quando os deuses partiram...

Passeia sobre as estrelas...
Modo de alcançar o céu...
Onde cairás morta a flor de sua infância?
Inocência que foi ao léu...

E agora...
Na pura ausência das coisas...
Na madrugada um palco por abrir...
Segue desejando a lua...
Nas estradas da vida por aí...

Sandro Paschoal Nogueira 

facebook.com/conservatoria.poemas

⁠#RENDAS #NOTURNAS

Triste de mim de alma nua...
Entre as rendas brancas e puras...

Aqui, acolá, acordo à vida...
Disfarço...
Chorar não posso...
Olho pro indefinido...

A confundir os caminhos...
Sozinho no mundo...
Tudo então segue a verdade...
É o que me conduz...
A esperança, a força, a luz...

Um tecido envolvendo a eternidade...
A incerteza do destino...
Esgotando na vida...
Todo o sentido...

Uns acabam...
Outros vem...
E no pensamento que se tem...
Que o que menos merece...
As vezes é o que mais tem...

Na alta noite e nas horas incertas...
Rondo sem fé e sem lei...
Ante um espelho opaco...
Não reconheço o que vejo...
Revolvendo na memória...
O mau fado...

Arranco das rotas veias...
Um suspiro rompendo as cadeias...
De chaves na mão...
Batendo o pé na calçada...
Retorno ao leito desmanchado...

A carnal tentação desenfreada...
Então, por fim, se acalma...
Paisagem morta que a terra conquista...
Aguardo os sonhos...
Esqueço das horas e mais nada...

Sandro Paschoal Nogueira

facebook.com/conservatoria.poemas

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⁠#ECO

Meu coração arde em coisa fria...
Nem a luz...
Nem o fogo...
Nem a fome entardecida...

Ou a febre da sede dos lábios...
Ai, ai de mim...
Enquanto caminho...
É pelo corpo que nós nos perdemos...

Pertenço a quem amo...
Num profundo arremesso...
Tenho pressa de viver...
Só quero o que me é devido...

Coração diga o que sofri...
Nesses dias que embranquecem os cabelos…
Amores vividos...
Só as fagulhas voam ao vento...

É preciso partir...
Antes que tudo cubra-se de cinzas...
É preciso ficar...
Onde se é benquisto...

Cerca-me a solidão...
Tal como uma pedra escura...
É tão fria e morta...
Eu sem ti...
À sua procura...

Ninguém sabe dizer porque o eco embrulha a voz...
Mas eu sei dizer...
Que sem você...
Não vivo mais...

Sandro Paschoal Nogueira

⁠Silêncio...
Hora morta...
Desfolhada...
Quando ouvi de seus lábios que eu não sou nada...

Hora inútil e sombria de abandono...
Um punhal em minhas costas...
A certeza cruel...
Do meu engano...

Sem rumo para os meus passos...
De que me serviram seus abraços?

Desiludido ainda me iludo...
Diante cruel mundo...
A quem devo dizer o contratempo...
Do solavanco desse destino...

Sandro Paschoal Nogueira

⁠Grande ilusão morta no espaço tempo...
Do fundo do copo...
Disfarçando a espera de um qualquer sofrimento...

Pelas saudades que lhe aterram...
Procurando no amor a felicidade...
Entre conversas vãs...
Entre os descasos sem cuidados...
Pertencer a quem souber...
Apreciar os trejeitos...

No íntimo mais profundo...
Ignora o silêncio e o eco...
O que o coração murmura, a voz não diz...
Entorpecido sente-se feliz...

E vão-se em mar a fora...
Os sentidos embriagados e mal sentidos...
Que tudo é ilusão que esta alma sente...
Se nada há de novo e tudo o que há...
Sentir prazer em deitar-se com o perigo...

Que alguém lhe mostre a tua imagem, como tantos, sem sentido...
Sem expor à vergonha...
Sem alardear seus gemidos...

Pobre esperançado...
Que anda crê na ilusão…
Do amor…
Da fantasia...
Que nas portas dos bares aguarda...
Alguém a lhe acompanhar pelas ruas...

Tudo posso esquecer em minha vida...
As visões em minhas estradas percorridas...
Só não consigo me esquecer no entanto...
Dessa figura de alma nua...

Sandro Paschoal Nogueira

#A #cigarra...

Ouvi...

Ela vai morrer...

E em seu canto revela seu destino...

No chão observo...

Perto de uma porta...

Formigas carregam ...

Uma companheira já morta...

O ar brilha...

A brisa quente passa...

Então perfume se espalha...

São jasmins...

São rosas...

O céu nublado...

Pingos de água fria...

Terra chama...

Para o enterro da cigarra...

Que o momento clama...

Ah...

Vida triste...

Viver na obscuridade...

E quando a luz procura...

Já é quase tarde...

Resta apenas amar...

Que já é muito bom...

Cantar...cantar e mais cantar...

Talvez assim...

Possa compensar...

A tristeza do passado...

Que deve se deixar para lá...

Paz em vez de violência...

Neste mundo necessitado de amor...

Cantai...

Pelo menos uma vez na vida...

Louvando nosso Criador...



Sandro Paschoal Nogueira

⁠Muitos de nós não nos preocupamos mais com essas perguntas, entretanto, questões como 'de onde viemos?' ou 'para onde vamos', que eram tradicionalmente questões filosóficas, hoje são recorrentes exclusivamente para a ciência. Os filósofos atuais não têm estudado de acordo com as descobertas mais recentes da física, e por isso, a filosofia está morta hoje.

Stephen Hawking

Nota: Trecho de discurso em uma conferência do Google em 2011.

Inserida por wesleyroseno

Uma igreja que não evangeliza está morta ou está morrendo.

Inserida por HelgirGirodo

Perguntaram-me:

Não te cansas de ficar ai escrevendo? Respondi subitamente: Não. Muito pelo contrário. A escrita me alimenta. Deixa-me feliz e leve. Tenho a impressão de que flutuo e saio do corpo. Só meu espírito fica em evidência. Se eu não tivesse a escrita eu já estaria morta, mesmo estando viva. Agradeço a Deus pelo dom que me foi concedido. Ainda bem que eu e a escrita nos encontramos no meio do caminho. 

Inserida por Rita1602

⁠Sobrevivo quando penso que estou morta.

Inserida por Rita1602

⁠A moça que dançou
depois de morta 
escreveu no seu coração,
Deixou o seu casaco 
na tumba e escreveu a História 
com a tinta da eternidade
nesta vida que ainda continua.

Inserida por anna_flavia_schmitt

⁠Toda coleção de arte deve estar sempre viva em constantes movimentos, com novas compras, novas vendas, exposições, participações, publicações, restaurações e significações. A coleção de arte, parada está morta, é um doentio complexo cumulativo sem sentido, um distúrbio de personalidade de posse do que não tem dono, pois pertence a todas culturas da humanidade.

Inserida por ricardovbarradas