Tag monstro

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Muito em breve, um monstro diferente de todos que já enfrentaram será solto nestas terras sagradas.

Inserida por pensador

Pareço um monstro?

Inserida por pensador

Estão com muito medo. Medo de você se tornar um monstro.

O Filho Bastardo do Diabo (série)
1ª temporada, episódio 1.
Inserida por pensador

⁠Assim como o monstro do Doutor Frankenstein, nossa personalidade também é construída pedacinho por pedacinho. Esse processo exige fé e confiança em nós mesmos, à medida que adicionamos camada por camada à nossa essência. A cada experiência e escolha, moldamos quem somos, criando uma identidade única e complexa. Assim como o próprio monstro, não somos definidos por um único ato, mas sim pela soma de nossas partes, tornando-nos seres em constante evolução. Acreditando em nosso potencial e valorizando cada passo desse processo, construímos uma personalidade autêntica e genuína, capaz de brilhar com sua própria luz no mundo.

Inserida por evermondo

Você não é um herói. Você é um monstro.

Inserida por pensador

Sem o perdão, o monstro do passado eclodirá em seu presente e controlará seu futuro.

Augusto Cury
Você é insubstituível. Rio de Janeiro: Sextante, 2002.
Inserida por pensador

Em uma noite cujo luar assombra a visão de tão belo, eu conheço alguém.
Ainda que seja um monstro e não um homem, eu ainda assim me sinto bem.
(Seika)

Inserida por pensador

⁠O combate interior

Luto todos os dias
Em uma batalha sem fim,
Combatendo contra ele:
O monstro que habita em mim!

Escuto o gritar sombrio
Por que do chão tremer assim?
Mas é só o caminhar dele:
O monstro que habita em mim!

Coração já disparou
A alma declarou falência,
Da mente está sendo sucumbido
O que um dia foi a consciência.

O céu se tornou negro
Sem estrelas pra brilhar,
Há um cheiro de morte
Que no ar está a planar.

O monstro de repente para!
Vem o silêncio atormentador,
O som era a única forma
De fugir deste opressor.

E como em um jogo de apostas
Decide-se onde pisar,
Com cuidado e com cautela
Para o monstro não escutar!

Por um tempo nada acontece
Parece tudo normal,
A fera então adormece
Cessando assim o mal.

Então tudo fica bem
Parecendo que vai terminar assim,
Mas tudo recomeça...
E ele acorda de novo:
O monstro que habita em mim!

Inserida por goulart_esdras

Me lembro do filme do Hércules, quando o monstro o engole e depois é dilacerado de dentro para fora pelo herói. Pois é, isto que pode acontecer quando colocamos alguém dentro de nossas vidas.

Inserida por danmelga

Descobri que sou igual ao Dexter. Só que não concretizo, o que às vezes é uma pena!...

Inserida por bodstein

⁠Se a dor do outro nao te incomoda;
Se o câncer de mama é problema dos seios dela(e) e não do seu {homem tb tem};
Se as lágrimas dos outros te fazem rir e a desgraça dos outros é combustível para seu sucesso... você é a própria dor, o câncer, as lágrimas e a desgraça que infelizmente nasceu ou foi defecado nesse mundo. 

Inserida por sergiorobertozullo

– Eu sou um monstro.
– Você fala sobre monstros e super-heróis. Coisas que só existem em mitos e conto de fadas. A realidade, a verdade, raramente é tão simples. Não é tão fácil definir as pessoas. Só enfrentando todas as nossas facetas, as partes boas e ruins, nos tornamos completos.
– E se eu não quiser ser completa?
– Isso seria uma escolha. A sua escolha. A porta está sempre aberta.

Stranger Things
Temporada 4, Episódio 7.
Inserida por alan_conciente

Monstro

Homem que possui o domínio
Eleva-se de formosa ternura
Com palavras simples e agradáveis
Emana a delicadeza das plumas,
Olhos claros, límpidos,
Que encanta o feminino
Com os louvores da doçura.

Homem que o domínio perde
No cume do ciúme enraivece
Como fera ferida enlouquece.
As paredes ressoam sons monstruosos,
Torna-se pétreo à doçura
E olhos matam as pessoas que mirar.
Mentecapto na humanidade já insana.

Inserida por MariadaPenhaBoina

⁠Somente você conhece o monstro que mora dentro de você. 

Inserida por Colicigno

⁠As pessoas sem querer se tornam um monstro e vitimizam o mundo.

Inserida por Colicigno

⁠Você cuidando do monstro que mora dentro de você e deixando em paz os monstros que moram dentro das outras pessoas, você vai estar fazendo muito por você e por toda humanidade.

Inserida por Colicigno

⁠O pior monstro é aquele que dorme ao seu lado.

Inserida por Colicigno

Um ser que se saTisfaz e dispensa a empatia pelo OUtro no sofRimento e que nADA este o fez, é um monstro, portanto, desprovido de alma.

Inserida por acvomotta

⁠Pior que enfrentar os nossos monstros e de alguma maneira sobreviver-lhes, é esconde-los em jaulas as quais podemos vê-los e ainda mais, sem trancas.

Inserida por FranciscoFontes

⁠A cada dia precisamos lutar contra nós mesmos, para que o monstro fique calmo dentro do nosso calabouço!

Inserida por SamuelRanner

⁠O seu pensamento é bom ou ruim? A partir desta pergunta podemos trilhar diversos caminhos que nos farão perceber que a dualidade da atual realidade é um monstro gigantesco, muito barrigudo, cheio de dobrinhas de gordura em seu corpo, que nos mastiga, regurgita e torna a nos engolir, enquanto nos tornamos uma deliciosa presa deste "mundo real". Aliás, na maioria das vezes, o bafo é horrível.

Inserida por QuantumDox

Os donos das terras chegavam às plantações ou então mandavam alguém no lugar deles. Vinham em carros fechados e pegavam pequenos torrões de terra seca para esmagá-los entre os dedos e assim conhecer-lhes a qualidade; outras vezes traziam grandes escavadeiras que revolviam o solo para a análise. Os meeiros, às portas de suas cabanas míseras, olhavam inquietos o rodar dos carros através dos campos. E, finalmente, os donos das terras paravam às portas das cabanas para falar, sem sair do assento de seus carros, com os meeiros. Os meeiros paravam ao lado dos carros por um momento, e depois punham-se de cócoras e esgravatavam a poeira com varinhas secas.
As mulheres dos meeiros também chegavam às portas das cabanas e, com os filhos pequenos atrás delas, crianças de cabelos cor de trigo, olhos muito abertos, um pé nu sobre outro pé nu, os dedos dos pés a catar a poeira, olhavam os maridos falando com os donos das terras, e as crianças também os olhavam; mantinham-se em silêncio.
Alguns proprietários eram afáveis e detestavam o que tinham que fazer; e outros ficavam irritados e coléricos porque não gostavam de parecer cruéis e outros ficavam impassíveis porque tinham descoberto que um homem não podia ser dono de terras sem ser impassível. E todos eles se sentiam presos a uma armadilha mais poderosa que eles próprios. Alguns detestavam os algarismos que os impeliam a assim proceder, e outros tinham medo e ainda outros gostavam dos algarismos porque eles lhes forneciam um refúgio contra os tormentos de sua consciência. Se um banco ou uma companhia era o proprietário da terra, seu representante dizia: o banco, ou a companhia, é que assim quer, insiste, exige, como se o banco ou a companhia fosse o monstro, cheio de ideias e sentimentos, que os apanhasse em sua armadilha. Os representantes não queriam tomar a si a responsabilidade dos atos dos bancos ou das companhias, porque estas eram os patrões, e, ao mesmo tempo, máquinas de calcular, e eles não passavam de homens, de escravos. Alguns representantes tinham orgulho de serem escravos de patrões frios e poderosos. E, sentados em seus carros, explicavam tudo isso aos arrendatários dizendo: vocês sabem, estas terras são pobres, não dão mais nada; vocês já as revolveram bastante e agora não dão mais nada, Deus sabe disso?
E os meeiros acocorados no chão meneavam a cabeça em sinal de assentimento e concordavam, refletiam e desenhavam figuras no solo empoeirado. Sim, senhor, eles sabiam. As terras não dão mais nada. Deus sabia também. Se ao menos não fosse essa poeira que cobria tudo, decerto com algum adubo se dava um jeito. E os donos ficavam aliviados e diziam: pois é isto, as terras estão ficando cada vez mais pobres e imprestáveis. Vocês sabem o que o algodão está fazendo às terras; suga-lhes todo o sangue, toda a seiva.
Os meeiros acenavam com a cabeça, nós sabemos, Deus sabe. Se ao menos pudessem fazer uma rotação das culturas, lhe devolveriam o sangue, à força.
Bem, agora é tarde, não adianta. E os representantes explicavam aos meeiros como eram fortes os monstros, os bancos e as companhias, muito mais fortes que eles. Uma pessoa podia continuar com as terras enquanto elas lhe davam de comer e permitiam pagar os impostos; assim podia continuar com elas. Sim, podia continuar, até que as safras falhavam e tinha de se recorrer aos bancos para pedir empréstimos.
— Mas, olha, um banco ou uma companhia não pode viver assim, porque estas criaturas não respiram ar, nem comem carne. Elas respiram lucros e alimentam-se de juros. Se não conseguirem estas coisas, elas morrem, como vocês morreriam sem ar e sem carne. É triste mas é assim. É assim, simplesmente.
E os meeiros, agachados, erguiam a cabeça e aventuravam com timidez: mas será que não se pode esperar mais algum tempo? Talvez o ano que vinha fosse melhor, houvesse uma boa safra. Deus talvez permitisse que houvesse muito algodão no próximo ano. E com todas essas guerras, não é, o algodão pode subir de preço. Eles não faziam explosivos com o algodão? E uniformes? Tratem de arranjar muitas guerras e o preço do algodão subirá até o teto. Quem sabe no ano que vem? Olhavam os senhorios com olhares interrogativos.
— Não, nós não podemos nos fiar nisso. O banco, esse monstro, tem que receber logo o seu dinheiro. Não pode esperar mais; senão, morre. Não, os juros não param de subir. Quando o monstro para de crescer, morre. O monstro não pode ficar sempre do mesmo tamanho.
Dedos finos tamborilavam nas vidraças dos carros e dedos duros e calosos esgravatavam ansiosamente a poeira. Nas soleiras das cabanas batidas de sol em que moravam os meeiros, as mulheres suspiravam e mudavam as pernas, de maneira que os pés que estavam no chão ficavam no ar e os que estavam no ar ficavam no chão e os dedos dos pés se mexiam lentos. Cães se acercavam, farejavam os carros e urinavam nos pneus um após o outro. E galinhas se acocoravam na poeira quente e sacudiam as penas para tirar o pó que se lhe descia da pele. Nos pequenos e apertados chiqueiros, os porcos grunhiam remexendo com os focinhos os restos turvos de lavagem.
Os meeiros baixavam outra vez os olhos.
— Que vamos fazer? A gente não pode contentar com uma parte menor ainda das safras. Estamos na miséria. As crianças tão sempre com fome. Não temos roupas, só farrapos. Se toda a vizinhança também não fosse assim, a gente teria até vergonha de ir à missa.
Por fim, os donos das terras desembuchavam. O sistema de arrendamento não dava mais certo. Um só homem, guiando um trator, podia tomar o lugar de doze a catorze famílias inteiras. Pagava-se-lhes um salário e obtinha-se toda a colheita. Era o que iam fazer. Não gostavam de ter de fazê-lo, mas que remédio? Os monstros assim o exigiam. E não podiam se opor aos monstros.
— Mas os senhores vão matar a terra com todo esse algodão.
— Sim, a gente sabe disso. Mas vamos cultivar bastante algodão antes que a terra morra. Depois vendemos a terra. Muitas famílias lá do leste querem comprar um pedaço dessa terra.
Os arrendatários erguiam os olhos alarmados:
— Mas que será de nós? Que é que nós vamos comer?
— Vocês têm que sair daqui. Os arados vão rasgar os quintais.
E agora os meeiros endireitavam-se, coléricos. O avô tomou conta destas terras e teve de lutar com índios e expulsá-los daqui. E o pai nasceu aqui e teve que matar as cobras e arrancar as ervas daninhas. Depois, vinha um ano ruim, e ele tinha de fazer empréstimos.
(John Steinbeck, in As vinhas da ira)

Inserida por Filigranas

— Não, nós não podemos nos fiar nisso. O banco, esse monstro, tem que receber logo o seu dinheiro. Não pode esperar mais; senão, morre. Não, os juros não param de subir. Quando o monstro para de crescer, morre. O monstro não pode ficar sempre do mesmo tamanho.

Inserida por Filigranas

Não sou escravo de ninguém
Nem de mim, nem de você.
Não tente me encontrar
Pois nem eu sei onde me encontro.
Vivo de princípios para
Manter o meu equilíbrio.

Penso em tantas coisas
Mas às vezes não tenho nada
A dizer.
Tantas palavras, mas todas já
Foram ditas.
Não vejo mal algum em usar
Palavras repetidas.

Sou pura emoção ao mesmo
Tempo me encontro em grande
Solidão.
Não tenho medo do escuro
Pois caminho nele sem ver
As coisas que encontro em
Minha frente.
Tenho medo da luz, pois ela
Me permite ver os monstros
Que se esconde dentro a escuridão.
Observo as pessoas como faz qualquer artista
Deduzo oque sentem e transcrevo
Em minhas linhas.
Faço das verdade minha fonte
De vida.
Mantenho a verdade viva
Em minha vida.
Das mentiras me escondi,
E meu coração pulveriza
Oque tenta me ferir.
Não me apego facilmente
Ao que desperta o meu desejo
Empurro com vontade oque
É fora de carácter.
Não sou o dono do mundo
Mas sou o filho do Dono.

Minhas ideias são frias
Pois tenho uma mente sofrida.

Inserida por OrlandoBiotoviski

Bom ou ruim
Quer testar o limite de um homem? Ver do que ele é capaz? Tire sem motivo aquilo que para ele é importante, deixe o se sentir mera poeira. Basta isso pra você ver do que um homem é capaz... Todos nós temos um lado bom e um ruim. Você é quem determina o monstro que somos, ou, a pessoa bela que vive em nós...

Inserida por OrlandoBiotoviski