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"Quando li 'A Caverna' de José Saramago, onde ele reconta o mito de Platão, resolvi que não iria me prender às ficções da vida. A virtualidade é uma dessas ficções. A virtualidade é uma caverna."
(Do livro "Dente-de-leão: a sustentável leveza de ser")
MITOMANIA
04/02/2019
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Moralistas sem moral
Capitalistas sem dinheiro
Caridosos que não sabem qual
É a carência dos companheiros
Religiosos sem disposição
Para amar sem discriminação
Quem pensa diferente
E patriotas que se alegram
Quando os políticos entregam
Nossas riquezas a outras gentes.
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Intelectuais sem opinião própria
Filósofos que só citam sábios mortos
Governos civis que calçam botas
Donzelas puras que fazem aborto
Somos membros de uma espécie
Que nunca amadurece
E assim não adquire supremacia
Porque somos seres doentes
Que vivem constantemente
Infectados com a mitomania.
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Neste mundo a mentira
Recebe animados aplausos
Da plateia que faz fila
Para subir no palco
E com abraços calorosos
Elogiar os mentirosos
E dar-lhes os parabéns
Por serem os ídolos
Daqueles tolos indivíduos
Que adoram mentir também.
SÚDITOS SEM REI
30/07/2020
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Era uma vez uma sociedade
Em que tudo era permitido
Desonestos pregavam honestidade
Imorais enalteciam o moralismo
E religiosos sem escrúpulos
Faziam da fé um escudo
Para acobertar seus pecados
Enquanto ladrões cínicos
Travestidos de políticos
Roubavam o Estado.
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Havia também gente má
Fingindo ser gente de bem
Que não sabia o que é amar
Mas sabia odiar como ninguém
E que preferia a agressão
Como argumentação
Para resolver os conflitos
Fazendo da força o meio
Transformador do belo em feio
E do feio em bonito.
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Lá havia pessoas tolas
Ludibriadas pelas palavras
Que saltavam da boca
De um homem que babava
Enquanto ruminava o ódio
Que nutria o ser mórbido
Que se proclamava soberano
E transformava em súditos
Quem aplaudia os estúpidos
Discursos de um insano.
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Mas um dia o Rei deixou
Cair diante de todo o povo
A máscara que sempre usou
Para esconder que era louco
E por todo canto
Surgiram sofridos prantos
Que levaram muitos à morte
Porque o Rei que nunca existiu
Fez naquela terra chamada Brasil
Surgir milhões de bobos da corte.
"A imundice quando é pública,espalha-se de norte a sul e o nojo deixa de ter fronteiras.Mitos, messias e outras fantasias. O nojo passa a ser o motivo do vómito mundial-"
crônicas da fronteira. A lenda do pé de Ipê.
Era uma vez, em uma vasta mata que existia na região de fronteira de Ponta Porã com Oedro Juan Caballero, quando não existia estas duas cidades, onde os espíritos da natureza e os guardiões das plantas medicinais conhecidas pelos nativos como yuyos reinavam.
Certa vez uma grande tribo de guerreiros que vivia em harmonia com a a natureza e a terra fez um oacto para selar a uniao entre duas grandes nações que existia na região nestes tempos.
Nessa tribo, havia uma linda moça indígena chamada Jaciara, filha do grande chefe guerreiro. Jaciara era prometida ao filho primogênito da tribo vizinha, um casamento arranjado para selar a paz entre os dois povos.
No entanto, o coração de Jaciara pertencia a outro. Ela estava apaixonada por,Tekohá o jovem filho do xamã da tribo. Tekohá era conhecido por sua sabedoria e conexão profunda com os espíritos da floresta. O amor entre Jaciara e Tekohá era puro, mas impossível, pois ela estava destinada a outro.
No dia do casamento, Jaciara, com o coração pesado, decidiu fugir com Tekohá, eles correram pela floresta, mas foram perseguidos pelos guerreiros das duas tribos. Uma grande batalha se seguiu, onde Jaciara e Tekohá lutaram bravamente pela vida, amor e felicidade. Infelizmente, foram capturados e mortos como castigo.
O xamã, devastado pela perda de seu filho e da jovem que ele considerava uma filha, lançou um poderoso feitiço para salvar as almas dos amantes. Ele invocou os espíritos da floresta e os guardiões da natureza, pedindo que transformassem o local de seus túmulos em um símbolo eterno de seu amor.
Com o tempo, no lugar onde Jaciara e Tekohá foram enterrados, nasceram três pés de Ipê. Um Ipê branco, representando a pureza e a beleza de Jaciara; um Ipê amarelo, simbolizando a coragem e a força de Tekohá; e um Ipê roxo, representando o fruto proibido de seu amor impossível.
Assim, a lenda do Ipê nasceu. Todos os anos, na primavera, os Ipês florescem, lembrando a todos da luta pelo amor e felicidade de Jaciara e Tekohá. As flores dos Ipês enchem a floresta de cores vibrantes, um tributo eterno ao amor que transcendeu a morte e se tornou parte da própria essência da natureza.
A questão do voto para presidência não é escolher o melhor, mas o menos pior!
Tal escolha mostrará o que vc defende (princípios) e não quem você defende (pessoas)!
Logo, não é o melhor (todos são falíveis), mas a melhor escolha (princípios inegociáveis)
Cuidado com o fanatismo!
As pessoas ruins, nunca pedem perdão, porque acham que nunca magoaram ninguém, acham sempre que a culpa é do outro. Por mais que elas sofram as consequências universal, são incrédulas. Por achar que Deus é um mito.
A perfeição é um mito, um ideal inalcançável que nunca pertenceu à essência humana. Ela não é perfeita, e é exatamente isso que a torna tão linda. Suas imperfeições revelam sua autenticidade, sua humanidade e a beleza de ser única em um mundo que insiste em moldar formas iguais.
Ilusão
Mesmo que me convença,
Mesmo que não me convença.
De uma coisa me convenço,
No meu País existe apenas um MITO.
Inicia-se com duas letras BO,
Restante de seu nome,
O mundo inteiro sabe.
Harry Nunes
A imagem da divindade cristã, só mostra que tal indivíduo (Jesus) nunca existiu, não existe nenhuma sustenção de historiadores de sua época para dar base e comprovação de sua existência. Não passa de mais uma mitologia propiciada pelo "eurocentrismo" que os brasileiros tanto adoram. Afinal foram os portugueses que destruíram a cultura e crença indígena, forçando os nativos a aceitarem esse mito sob pena de morte. Tal conceito só corrobora para mostrar o quanto o ser humano regrediu no campo da racionalização e pensamento filosófico coerente!
Viva o Brasil.
Liberdade já.
O povo quando acorda de seus sonhos,
grita por liberdade
e vai para as ruas
em busca dos seus direitos, da sua LIBERDADE
e da sua honra.
Viva o povo brasileiro...
Vivaaaaa!
A crise está aí e é global!
Ela veio ensinar a humanidade a deixar de competir...
Sim, eu sei que parece estranho, pois todos nós aprendemos desde pequenos a sermos mais e mais competidores.
É isto que as escolas pregam, e é o que faz com que os palestrantes de business vendam milhões de livros sobre o assunto!
Enfim, aprendemos que este é o caminho do sucesso!
Mas se deixarmos de competir e buscarmos nos associar ao outro-empresa-ser, sairemos todos vencedores.
Enquanto houver um perdendo, todos estão perdendo!
O que parece absurdo hoje, pode ser ciência amanhã.
E talvez, o que chamaram de mito, era só realidade mal compreendida.
