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Se ⁠o fim para todos é o mesmo. Por que ser o mesmo até o fim!
Eu escolho viver a metamorfose e provar de cada nova versão de mim mesma.

⁠Sabe quando a transformação que acontece dentro de você é tão incrível que transborda para o mundo sem que você perceba? É simplesmente maravilhoso! As pessoas ao seu redor captam essa evolução sem que você precise fazer nenhum esforço para demonstrar. É assim que a verdadeira metamorfose se manifesta: de forma espontânea e surpreendente.
Insta: @elidajeronimo

Inserida por ElidaJeronimo

⁠Lição que deveríamos aprender com a borboleta 

A borboleta sabe que a dor de viver espremida dentro do casulo é só uma fase, por isso, resignada enfrenta a metamorfose e o processo de mudança. 

Inserida por ednafrigato

⁠A metamorfose não acontece da noite para o dia, é preciso passar por um longo processo. Muitas vezes, ela pode ser dolorida e muito demorada. Mas, porém, necessária. Portanto, respeite as fases, não pegue atalhos, que no momento certo você será transformado. 

Inserida por eduardolimal

O que faz eu me sentir bem com a minha travestilidade é essa androginia que eu passo para as pessoas, de ser uma metamorfose ambulante, de não ter um contexto, uma definição. Eu sou aquilo que seus olhos veem.

Janaína Dutra
CAVALCANTI, Davi; LOPES, Flávio. Mrs. Janaina. Eu sou aquilo que seus olhos veem. Brasil, 2008.
Inserida por pensador

⁠Minhas certezas entraram em metamorfose.

⁠A crisálida é o casulo que envolve a lagarta em metamorfose. Nosso corpo é o casulo que nos abriga enquanto tentamos evoluir.

Inserida por Valdecir

⁠Amanhecer como metamorfose 

     Minha moradia situa-se em meio a uma ativa artéria comercial da cidade.
     Hoje levantei pela manhã, àquela altura, a rua já em efervescência com movimentação de pessoas indo e vindo nas calçadas. Enquanto os carros numa direção única, em linha reta, também ocupavam os espaços legais da via pública. 
     Para surpresa, ademias, ao meu lado, vem a se manifestar sorrindo, um empàtico transeunte, apontando o dedo à riste, para uma placa comercial, com o nome Penélope e fazendo alusão quiçá, ao amor platônico entre Penélope e Ulisses.
     Assim, percebi a enorme contribuição que as criaturas, apenas espreitando coisas ou fatos podem espontaneamente, oferecerem aos avanços da vida cultural, social e econômica. 
      Por outro lado, o avanço do fluxo de automóveis e de pessoas vai impactando numericamente, o espaço e a multiplicidade do comércio dalí, cada vez mais portas abertas e transações comerciais indicando um próspero dia de atendimento ao público consumista, sedento de suas demandas e longe do ponto de equilíbrio.
     Porém ali, todos a indicar suas labutas!
Neste sentido, quão é relevante integrar as emoções destes momentos de felicidades e de realizações humanitárias, aonde basta observar o que se passa no cotidiano. 
     Corroborando desta forma, em pouco tempo, a maioria já na sua ocupação, porém, uns ainda nos seus lanches matinais, outros como o fazem bilhões mundo a fora, buscando meios de suprirem as suas primeiras necessidades do dia a dia, de cada manhã.  
      Importa isto, não só como relato cronista, mas sobretudo, como indicação da existência de uma harmonia natural de transmutação, em cada amanhecer, desde o cantar dos pássaros ao nascer do sol, a luz realça no firmamento. 
     Por fim, esta esplêndida metamorfose é esperança aos seres vivos e faz com que imensurável número de criaturas exerçam o sacrossanto poder de ampla mobilidade, numa disseminação da seiva nobre da vida por toda natureza.

                 

Inserida por manoelscarmo

⁠É como a lagarta que passa por uma longa e dolorosa metamorfose para atingir o esplendor de uma bela borboleta, aquele que conquista uma vida suave e promissora a custo de muita renúncia, trabalho e sacrifício.

Inserida por Valdecir

⁠De casulo à borboleta

Nas profundezas da transformação, 
um projeto se desenrola,
um abraço da introspecção,
uma metamorfose silenciosa.

No refúgio do casulo,
Me encontrei presa, 
mas apesar do lugar escuro,
de lá surgiram muitas surpresas.

Examinando os fragmentos,
da minha alma despedaçada,
Encontro em Deus o acalento,
Me sentindo segura e abraçada.

Enquanto questiono o passado,
E me submeto a dor intensa das feridas,
Percebo o aprendizado,
e experiências adquiridas na lida.

Com cada memória dolorosa, 
uma lágrima cai suavemente,
e dentro das paredes silenciosas,
o Espírito Santo me trata amorosamente.

O casulo torna-se um santuário, 
um espaço para aprender e curar,
E apesar de muito solitário,
A melhor companhia encontrava-se lá.

Desvendei os padrões, 
erros e escolhas que fiz,
Mas através das reflexões,
obedeci, amadureci e cresci.

Confrontando a escuridão, 
e os meus medos mais profundos,
Encontrei a gratidão,
E o maior amor do Mundo.

Abracei a vulnerabilidade, 
sem nada a esconder,
A dor se tornou uma professora, 
que me ensinou a depender.

Não de coisas ou pessoas,
ou quaisquer emoções intensas,
mas do Senhor que me abençoa,
Sem desejar nenhuma recompensa.

O processo é árduo, 
um caminho doloroso,
mas emergir do casulo me fez mais forte,
para viver um tempo glorioso.

Analisando o processo, 
a jornada tão dura,
que leva ao autoconhecimento,
alcançado com fé e bravura.

Pois nas profundezas do casulo,
Está a semente da resiliência,
pronta para se transformar em uma linda borboleta,
com amor, mansidão e indulgência.

Então abrace o casulo, 
a dor e o aprendizado que ele traz,
Pois a transformação espera,
com muita alegria e paz.

Inserida por anabeatriz_depaula

⁠Amor é metamorfose, amor é ontem, hoje e amanhã, amor não tem cor, não tem cheiro nem sabor, não tem idas e vindas, não tem tamanho mto menos idade, o amor é o que é...uma existência, uma força da natureza.

Inserida por elvis_salme

⁠"A vida é uma constante metamorfose, onde a impermanência e a relatividade nos lembram da importância de aproveitar cada momento e buscar um sentido mais profundo para nossa existência."

Inserida por slsj2001

⁠Mas, enfim, tenho de reconhecer que sou sujeito a estas transformações súbitas. Sucede que só muito raras vezes penso; assim uma infinidade de pequenas metamorfoses vai-se acumulando em mim sem eu dar por isso, e depois, um belo dia, produz-se uma verdadeira revolução.

Inserida por dia_marti

⁠Chuva caindo, aqui dentro também chora.
Lágrimas e chuva.
Eu chovendo aqui dentro
A chuva chorando lá fora.
Ambas transbordando excessos
Ela numa linda missão…
Eu, suportando o processo.

Inserida por Jossana_Rocha

⁠⁠⁠“Sempre contemplamos a beleza de uma borboleta toda vez em que nos deparamos com uma. Porém, o que ninguém vê e fala é do processo de tornar-se-á borboleta.
E parando para pensar nisso, nosso processo é muito semelhante também… As pessoas só nos enxergam quando já nos tornamos borboletas, mas o que ninguém vê é que já fomos lagartas um dia. O processo é longo e entre a lagarta e a borboleta há a fase do casulo e cada borboleta irá passar por ela.
Nessa fase tudo é confortável e seguro, nada pode te atingir ou te machucar, mas nada pode acontecer também, nem de bom e nem de ruim, damos a essa fase o nome de zona de conforto. E assim como a borboleta só sai do casulo quando estão prontas, nós também só saímos da nossa zona de conforto quando estamos prontos. Mas não é tão fácil quanto parece, requer muita disciplina, autoconhecimento e tempo, afinal de contas, estar na zona de conforto é maravilhoso, até que chega um dia em que percebemos que estamos perdendo...
Perdendo de se conhecer, de sonhar, de amar, de construir novos desafios. Desafios que nos movem, nos motiva e nos fazem acreditar que podemos sim ser casulo ao anoitecer e borboleta ao nascer do sol de um novo dia.”

Inserida por camila_caldeira

⁠Levei meu sobrinho para passear comigo, há tempos ele vinha me pedindo, animado, seriamos só nós dois. Crianças abaixo de cinco anos nunca foram meus favoritos, só venho lidando com crianças de vinte dois anos ou mais.
Só que pensei ser uma boa oportunidade, saímos e eu descobri uma inveja dessa energia juvenil, a gente perde tanto quando cresce. Tudo bem, não digo perder, sacrificamos muito para conseguir zelar por nossa sobrevivência. E nesse exato momento, eu almejava um pouco dessa vitalidade que a vida me tirou. Mal me lembro da sensação de ver o mundo pela primeira vez.
Voltei meus olhos para o meu sobrinho e ele pulava, sorria, caía e levantava sem muitas preocupações na vida. Tudo o que tinha era o presente e só isso bastava. Os frutos do futuro não lhe interessavam. Essas preocupações cabiam aos seus pais, este é único período da vida em que temos o direito de entregar nossos destinos nas mãos de outros, todavia, conheço adultos que ainda insistem em fazer isso. Tolos, não sabem que depender dos outros é um luxo que não podemos nos dar. Porque a vida maltrata com socos no estômago. Quando crescemos, o presente é invadido por possíveis futuros, a maioria deles irreais.
Somando todas as invejas que senti de meu pobre sobrinho, aquela foi uma das mais marcantes. Pensar na maneira como já tive o presente e perdi fez dessa a maior perda de uma vida. Agora mesmo, enquanto meu sobrinho brinca nos brinquedos do parquinho, eu checo meu celular pela quinta vez, procurando por pessoas que definitivamente não estavam ali. Preocupando-me com compromissos que ainda virão. Já não sei como recuperar o luxo do presente e só. A vida te pede para ficar.
Então voltamos para casa. Caminhamos por entre as pessoas, ele grudado no meu braço, e me puxando para que cessasse meus passos, como se toda a sua vida dependesse disso. Meu sobrinho queria voltar, pois algo lhe roubara sua atenção, algo no mundo era digno de seu afeto. Queria pegar uma tampinha de garrafa dourada no chão.
— é só uma tampinha de garrafa. — disse eu.
— eu nunca tinha visto uma dessa cor.
E foi aí que eu me dei conta que crescer é uma grande perda e me dói saber que meu sobrinho logo será um adulto como muitos outros, lamentando  a perda de quem foi um dia.

Inserida por h4yllon

É a segunda vez que tento
Sair voando do casulo
De novo não tenho assas
De novo não pude sentir o vento

Quero extrovertir meus versos
Cansei de ser larva
Sofro por minha reserva
Livro-me desses sentimentos imersos

MINTO, MINTO, MINTO!
Odeio as cores destas asas
E o vento é muito forte
Não gosto do que sinto

Quero desmetamorfar
Quero me casular de novo
Se sempre desaprovarei meu voo
Prefiro não mais tentar…

Inserida por Layyy

⁠Ter consciência do processo é acreditar na capacidade da metamorfose humana.

Inserida por ruan_loyola

⁠Meu maior medo é permanecer o mesmo para sempre

Inserida por h4yllon

Pessoas que nascem com a doença de Gabriela. Eu nasci assim, eu cresci assim, e sou mesmo assim, vou ser sempre assim:
Gabriela!

Inserida por AndersonDiego

ouvindo Raul Seixas relembro os bons momentos de poesia e um pouco de destreza, aprendendo com sua rebeldia e as lições de Carlos Vieira, escrevendo o mundo e os maiores sonhos que algum ser um dia inventou, a loucura de apenas pensar e se extasiar de tanto imaginar. Uma loucura sem norte e instante, sou ambulante procurando a metamorfose.

Inserida por gnpoesia

⁠Nessa vida eu já vivi umas 15 vidas.

Inserida por danmelga

Transforme sua dor em pedras preciosas.

Inserida por moloki

⁠Mudanças

É possível que o homem se esqueça... Temos a tendência de achar que nos igualamos a Deus de alguma forma, mas essa foi a mentira que ouvimos e aprendemos, certo? No entanto, há uma verdade, e ela sempre será: Deus estará sempre presente em toda e qualquer mudança, como causa e consequência. Ele é a chave, a fechadura, a porta e o outro lado!

Inserida por CatarinaL

Metamorfose
Os sapos da sociedade são príncipes amaldiçoados por bruxas de poderes vingativos. Nos castelos dos sonhos ambos vivem a beira do bem e do mal se transformando e evoluindo pelos comportamentos da sociedade.
Sapos são homens/príncipes que giram em torno dos interesses da mulher por sua magia e poder de princesa e bruxa. Os sapos/príncipes protestantes imploram por um beijo ligeiro, uma voz clemente, valiosa e privilegiada.
Transtornado pela influência feminista o homem carrega a ideia de propriedade sobre a mulher. Ao sapo/príncipe talvez seja necessário consultar as bruxas da sociedade nos episódios da vida. Sendo o olhar do sapo/príncipe temente aos poderes feministas das princesas e donzelas.
Amauri Valim

Inserida por amaurivalim