Tag intelectual

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⁠↠ Eu ↞
*
Desordenados versos e pensamentos,
miscigenam criações.
O que escrevo, inexiste julgamentos
humildemente manifesto: inspirações.
*
Frases, estrofes e rimas
são parte de percepções,
quiçá obras-primas
pela Força Divina: perfeições.
*
O pseudônimo, convenção ocasional
para expressar o cotidiano informal,
com modéstia, sem sutileza excepcional
não sou intelectual, apenas um ser normal.

Inserida por clickinview

⁠"A propriedade intelectual não é apenas roubo. É terrorismo." 

Inserida por iann_zorkot

⁠Um homem comum se faz pelo exemplo, mas o intelectual se faz pela palavra.

Inserida por silvio_oliveira_3

⁠Aprender a aprender não é aprender a nadar se afogando (esse não passa de um processo trágico), mas sim um aprender previamente estudado, aberto a novas possibilidades, isto é, dialógica e dialeticamente partindo do reconhecimento de quem se é, de onde se está e, consequentemente, de quem se deseja ser e de onde se quer chegar...

Inserida por Atsoceditions

No verdadeiro intelectual não há distinção entre o que ele sabe e o que ele é.

Inserida por romuloalbuquerque

⁠Absolutamente nada poderá abalar o seu investimento em “Capital Intelectual”, seja por uma crise financeira, econômica ou governamental, essas jamais terão influência, que deprecie, roube ou desgaste o eu conhecimento.

Inserida por Jeferson-Zahorcak

⁠Sou o que dou graças a todas as experiências que passei e o que fiz delas.

Inserida por Zaika_Capita

⁠⁠Quando você tem sabedoria para debater com alguém e a pessoa não tem mais conteúdo, o grito interno dela se torna a agressividade e o vitimismo. Essa é a divisa entre intelectual e ignorância.

Inserida por fabioi

⁠É o momento de opinião que honra e opinião da onda, parte que explica e a outra que aplica a penalização e aborto precoce do banal. Um grupo que pensa o certo que se emociona e a outra parte que pensa o certo e cala porque é o tempo que a razão precisa de resguardo. A opinião do Brito Semedo não é nada de novo, não há um ponto profundo de que já não sabíamos desse debate, também ela não é e nem foi impositiva, e tem direito a ela, igual a quem pensa o contrário. Liberdade aos libertadores.

Inserida por M2810

A incompletude atribuída é melhor que a completude mal entendida.

Inserida por albatroiz

⁠"Tratava-se, no fim de contas, mais uma vez, do conceito de liberdade, honrado em abstrato, normalmente, pelos intelectuais, no individualismo que os aperta, na solidão do trabalho que executam, no valor desmedido que transferem ao resultado desse trabalho, na vaidade que, por isso mesmo, os atormenta"
                            A FÚRIA DE CALIBÃ - pág. 190

Inserida por Acirdacruzcamargo

⁠A superioridade intelectual raramente é sobre saber mais, e quase sempre sobre encontrar alguém que saiba menos.

Inserida por darcicley

⁠A verdadeira liderança atua em três áreas relevantes dos liderados: intelectual, social e emocional. Trazendo com isso um ganho inestimável.  

José Guaracir

Inserida por Jguaraci16

⁠Mesmo quando ninguém acredita em mim, eu sigo firme, porque minha fé e minha determinação são inabaláveis.

Inserida por isaqueramon

"Não é sobre inveja. Ninguém inveja pobre. É sobre despeito. Não é sobre o quanto você é grande. 
É sobre o mínimo que faz, despertar no bom, o bem e no ruim a sensação de irrelevância, não é sua responsabilidade, mas deles. Preserve os bons, os ruins, apenas deixe que saibam que você os reconhece."

Inserida por AShakti

⁠Na dúvida, substitua o intelectual pelo intencional para uma experiência mais profunda e significativa. Escolha, então, o caminho que sussurra verdades ao coração.

Inserida por evermondo

⁠... cada vez mais funções intelectuais e cada vez menos funções puramente instintivas e emocionais.

Zevedei Barbu
Freire, Paulo. Educação como prática da liberdade. Rio de Janeiro: Paz e Terra, 2015.
Inserida por Acirdacruzcamargo

⁠...Neles , entretanto, é fácil distinguir a divergência da maledicência, da malevolência...Quando essa animosidade..., por trás da pretensa crítica, se escora em divergência ideológica e com ela se disfarça, o caso entrra para a sombria faixa das pequenas infâmias que - destacadamente,  em épocas de tirania e de obscurantismo - marcam as criaturas frustradas, covardes e sujas...essas mazelas, que definem ações dos marginais da atividade intelectual...Ninguém pode caminhar pelos tortuosos caminhos de uma atividade feita para o público sem arriscar a receber uma mordida de um cão raivoso, ou uma pedrada insólita de um esquizofrênico, ou o bote traiçoeiro de serpente se pisou inadvertidamente" 
A FÚRIA DE CALIBÃ, pág. 247

Inserida por Acirdacruzcamargo

⁠Honestidade Intelectual: quem tem, sabe quem não tem!
Uma pessoa descobre isso aos 10 anos de idade.

Inserida por JAugustoMaiaBaptista

⁠O intelectual busca saber antes de viver, mas o sábio vive antes de saber, pois só a experiência transforma conhecimento em verdade.

Inserida por evermondo

⁠A vaidade mais corrosiva, solitária e longeva é a intelectual. Quem a tem sabe o que isso significa. Importante é que o bom-humor sobreviva em tempos de tanta acidez.

Inserida por JAugustoMaiaBaptista

⁠“Enquanto alguns conquistam corpos, eu prefiro conquistar mentes. O intelecto é a minha maior arma de sedução.” 💡🧠 

Inserida por rayramalho

⁠Laboratório de pensamentos traduzem enigmas que para os indoutos revela esquizofrenia intelectual

Inserida por Janbres

⁠HONESTIDADE INTELECTUAL. 
Algo que nem todos conhecem.
Daqueles que conhecem, nem todos praticam.
Dos que praticam, nem todos convivem com quem conhece.

⁠Propriedade Intelectual na Era da Inteligência Artificial: o desafio da criação no novo milênio


Vivemos mais uma revolução silenciosa — dessas que mudam tudo ao nosso redor sem pedir licença. 

Assim como as máquinas a vapor redefiniram o trabalho manual na Primeira Revolução Industrial, a Inteligência Artificial vem transformando o modo como pensamos, criamos, nos comunicamos e até mesmo escrevemos. 

Diante disso, uma questão inevitável surge: como ficam os direitos autorais e a propriedade intelectual neste novo cenário?

Historicamente, toda grande inovação enfrentou resistência. A fotografia foi vista como ameaça à pintura; o cinema, como inimigo do teatro; o rádio e a TV, como rivais da imprensa escrita; o Google, como possível substituto das bibliotecas, ou como ferramenta de estudo na substituição dos livros.

Com o tempo, cada uma dessas tecnologias provou ser não um fim da arte anterior, mas um complemento, um novo capítulo. O mesmo está acontecendo agora com a Inteligência Artificial — especialmente nos campos da escrita, do design, das artes visuais, da música e do audiovisual.

Mas há um ponto sensível nessa Nova Era: a autoria.

Quem é o autor de uma arte criada com apoio de IA? Quem detém os direitos de um texto gerado por algoritmo, mas que passou pela curadoria e edição humana? E se uma melodia é composta a partir de comandos dados a um sistema inteligente, essa música é de quem?

As leis atuais de propriedade intelectual, criadas nos séculos XIX e XX, foram moldadas em um tempo onde a autoria era claramente atribuída a uma pessoa ou grupo. Com a IA, esse limite se dilui. O algoritmo é apenas uma ferramenta — mas uma ferramenta que aprende, simula estilos e cria com base em dados humanos. Há, portanto, um entrelaçamento entre criação humana e execução tecnológica que desafia os moldes tradicionais do Direito.

A verdade é que estamos atrasados na regulamentação dessa nova realidade. O mundo já discute isso em fóruns internacionais, e alguns países começam a propor legislações específicas, mas ainda não há um consenso.

No Brasil, o debate está apenas começando, e é essencial que ele seja democrático: criadores, desenvolvedores, juristas, empresários, universidades e a sociedade civil precisam ser ouvidos.

Afinal, essa nova etapa da criação não pertence apenas aos grandes conglomerados ou aos programadores de IA, mas a todos nós — jornalistas, escritores, artistas, professores, estudantes, pequenos produtores de conteúdo.

É preciso entender que utilizar a Inteligência Artificial não anula a essência do criador. Assim como o uso da máquina de escrever não acabou com o escritor, ou o uso do Photoshop não acabou com o fotógrafo, a IA não substitui a mente humana — ela a expande. A criatividade continua nascendo da experiência humana, da visão, da emoção e da capacidade de dar sentido ao mundo. A IA apenas ajuda a tornar essa visão mais ampla, mais rápida, mais acessível.

Portanto, repensar a propriedade intelectual hoje é mais do que atualizar uma lei: é construir um novo pacto social sobre a criação. É reconhecer que estamos em um novo normal, onde o digital e o humano caminham lado a lado, e onde proteger o direito de quem cria deve ser compatível com a liberdade de inovar, de compartilhar, de evoluir.

A revolução não pode ser barrada. Mas ela precisa ser justa.

Inserida por HumbertoCorsi