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Vivemos o paradoxo da condenação, onde hipócritas se vestem de um vitimismo seletivo, manipulando parcialmente os fatos para construir narrativas.
Sabendo que o povo deseja um prefeito, um governador e um presidente dinâmicos, melhor seria se desejasse ser um povo obediente a Deus, porquanto o governo perfeito, fiel e cumpridor de Seu mandato, está nos ombros de Jesus Cristo.
Para melhorar as condições de segurança, educação e o atendimento à saúde em todas as regiões, o povo deve buscar e confiar no governo de Jesus Cristo.
Quando os fatos não convencem, se juntam a outros fatos que passaram batidos e a outros fatos vão se juntando e outros fatos vão aparecendo e os fatos vão se acumulando e a conclusão da situação resumida no ditado de Lao Tze se faz
Só se pode encher um vaso até a borda
nem uma gota a mais
Cabe sempre ao governo federal como poder central diminuir as diferenças e não destaca las para que lado for.
Apesar do medo de sermos governados por uma tirania, somos todos governados por alguma força de qualquer forma.
Toda e qualquer Religião tem por hábito batizar de “palavra de deus” a doutrina que mais favorecer a preservação de seu poder. O Estado aprendeu bem esta lição e procede exatamente da mesma forma.
Infame discursos politiqueiros nos últimos anos de mandato do Partido de Esquerda no poder do Brasil. Muito blá,blá,blá antes. durante as gestões e agora. O Brasil precisa urgente de menos combates ofensivos por parte de fundamentalistas eleitorais e mais de politicas publicas de estado, em todas as áreas, com um prazo de duração, correção e adaptação que tenham bem mais do que 4 anos. Isto sim que gera a clara diferença entre um mero chefe de governo e um verdadeiro estadista.
A política, quando misturada com um forte e descontrolado sentimento emocional, somente é útil para o governante mas nunca para os governados.
Todo fim de governo é assim: votam em tudo que puderem e que custam caro, para f*d£# com o próximo governo.
Fui candidato à Vice-Presidente da República para falar aos brasileiros que o dever de quem governa é trabalhar para a erradicação da miséria do povo; não é o de agradar banqueiros, garantir a fortuna dos parasitas do poder e fazer a festa dos bajuladores de plantão.
Não existe dinheiro público. Seria público se brotasse como capim na Esplanada dos Ministérios ou nas praças do país.
Basta dessa ladainha de fazer o discurso dos pobres para ocupar o poder e, no seu exercício, colocar-se a serviço dos grandes interesses financeiros.
Políticos demagogos costumam debitar aos servidores e empregados públicos a culpa pela ineficiência do Estado. Na verdade, o que fazem é lançar uma cortina de fumaça sobre a própria inutilidade.
Política – como o Brasil reclama – é para homens ou mulheres de coragem cívica; não é para cérebros de minhoca formados na escola da hipocrisia e do sorriso falso.
