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Sabe qual a parte boa de estar/morar sozinha? se engana quem pensa que é fazer o que se quer, ao contrario. É entender como é importante o relacionamento, as pessoas, os amigos e a família. Acho que nunca havia dado tanto valor a essas pedras preciosas. Já que bens materiais não te dão o conforto que o coração quer. As roupas não te esquentam como um abraço. As risadas sozinhas não tem tanta graça. E conversar sozinha ninguém merece. O bom disso tudo é que não é preciso perder para dar valor, apenas refletir como seria nossas vidas sem as relações humanas.
Ter amigos é uma das coisas importantes e imprescindível da vida, nossos primeiros amigos são nossas famílias, e nossos verdadeiros amigos adquiridos ao longo de nossa história também tornam-se família.
As únicas pessoas em que eu pessoas ter um pouco mais de confiança é minha família, e alguns amigos-família.
Não quero ser moldada pelas circunstâncias da vida, sentir ou deixar de sentir com base no que outros fazem comigo, com base no que ouço, no que vejo, no meio no qual estou inserida. Não, meu carácter não vai ser modificado para dar resposta à minha indignação com familiares e supostas amizades. Tampouco a produção involuntária do mínimo pensamento será em razão da falta de decoro alheio.
Eu peço ao meu Deus que a cada dia me aperfeiçoe, que eu possa estar mais cativa à Sua Palavra a cada dia, e que a Paz de Cristo seja juiz em meu coração, das minhas atitudes, pensamentos e sentimentos!
UMA QUESTÃO PARA REFLETIRMOS SOBRE A REDUÇÃO DA MAIORIDADE PENAL NO BRASIL, DE 18 ANOS PARA 16 ANOS ...
Será que o certo é promover a redução da maioridade penal, atribuindo aos jovens a culpa pela falência do Estado e pela ineficácia do sistema, ou investir esforços na revitalização do sistema como um todo, resgatando por conseguinte o prestígio do Estado, no que tange à sua responsabilidade em assistir os sujeitos em suas individualidades como pessoa humana, investindo esforços na efetivação de políticas públicas eficazes, adequadas à realidade brasileira, garantindo desse modo, direitos fundamentais previstos na Constituição Nacional e alicerçados em convenções internacionais dos direitos humanos?
Será que construir presídios e casas de acolhimento para menores infratores e jovens marginalizados socialmente é mesmo a melhor escolha? Porque é isso que terá de ser feito pelo Estado ao abdicar de sua responsabilidade legal quanto ao que deve ser feito com/para os jovens, principalmente aqueles em situação de vulnerabilidade social, por desleixo do próprio Estado. Tenho minhas dúvidas se essa é a melhor opção! Uns, dirão:
- É preciso estabelecer um equilíbrio entre o real e o possível, para diminuir a sensação de impunidade que impera no Brasil atualmente, tendo em vista que a atual situação não é nada favorável; a violência, a criminalidade, a ousadia dos atores juvenis com inclinação para o mundo do crime no Brasil cresce em níveis alarmantes, a escola já não dá mais conta de educá-los como antes. Espera aí! Educação é papel da família. Ah... Esqueci, os integrantes das famílias responsáveis pela educação dos filhos não podem mais fazê-lo, não dão mais conta disso, pois têm de trabalhar horas fio para sustentá-los em suas necessidades mais básicas, e também mimá-los com prendas tecnológicas de última geração e vestimentas e calçados absurdamente incompatíveis com suas rendas, só para compensar o vazio deixado por seus pais que, preocupados com sua educação para o convívio social e exercício cidadão não tiveram tempo de mimá-los, como muitos pais de hoje em dia fazem com seus filhos. Não deram a eles nada de 'mão beijada', ensinaram a eles o valor contido nas pequenas coisas e a importância do respeito ao outro e a si próprio; ao outro como indivíduo e a si próprio como sujeito inserido na coletividade social. Tudo bem, educação é papel da família! Mas se ela não dá conta, manda pra escola, que lá dá-se um jeito.
Talvez não seja o jeito dessa escola atual o melhor jeito, mas, faz-se o que pode não é mesmo? E como bem disse um pai desesperado e sem saber o que fazer para afastar seu filho da corrupção promovida por essa sociedade imediatista, de moldes hedonistas e de face cruel, no que tange principalmente as relações com as nossas crianças e jovens: "É melhor dentro da escola do que preso ou morto, né fessor?".
Não adianta acreditar que o modo familiar ocidental é o mais correto, pois não é o único e nem é eterno.
“As folhas que você me deu, as risadas que eu te dei, suas coleções de carrinhos e relógios, suas palavras... até as mais severas! Cada detalhe que eu percebo em nós, a maneira como você penteia o seu cabelo já grisalho devido ao tempo e as preocupações, o rastro do seu perfume no ar quando você sai para trabalhar, você me buscando na escola, sua tranquilidade demonstrada nos seus olhos vermelhos e cansados de sono, Pai."
O tolo vê no bolsa família apenas um programa para alimentar famintos, já o sábio além disso, vê também toda economia sendo alimentada.
VIVER MAIS NÃO É SINÔNIMO DE VIVER BEM
Já sorri. Já chorei. Menti e disse a verdade. Briguei e discuti. Magoei e fui atacado. Maltratei e me comovi. Lutei, venci e algumas vezes perdi. Assim como não existe o mal necessário, também deixa de existir o bem desconsiderado. No mundo temos dois tipos de seres humanos, os que querem viver mais e os que querem viver bem. Nem sempre quem vive mais, vive bem. Deixar de lado o que gostamos para prolongar nossas vidas seria abrir mão da verdadeira essência de viver. Somos todos iguais, o que nos diferenciam são as escolhas que tomamos .
Autor: Massáo Alexandre Matayoshi
A mais baixa forma de corrupção é a ajuda governamental criada para despertar no pobre uma dívida de gratidão para com o governo.
Pai ,palavrinha especial como se fosse rei que deveria amar respeitar e proteger. Pequena palavra que representa tudo em uma família,mais são poucos que merecem ser chamado, a maioria não dá valor e não tem amor pelos seus filhos agora imagina se um homem desses vai amar sua própria mulher?!
Grande parte da população brasileira está confundindo o excesso de liberdade com libertinagem. As pessoas usam o "Livre Arbítrio" aliada ao conceito de "Liberdade" para fazerem o que pensam poder fazer sem consequências...isso é um reflexo da ausência de educação, não só social, mas familiar, porque tudo começa no seio da família...é preciso que haja respeito e um equilíbrio entre a sociedade e a família.
Um homem leal sempre triste procura sorrir para sua mulher. Um homem leal não deixar uma mulher de verdade para uma qualquer de má fama, ele sempre procurar focar na família tem suas metas e que pode conta sempre com sua amada.
Eu em Família
Em maus dizeres, família é bom “longe”; eu, Gérlley, particularmente, assumo minha contradição dizendo: é bom à todo instante!
Crescido perto e amadurecido longe; cioso aventurado em outras companhias. Tão felizes instantes em um pré julgamento liberto, maduro e independente.
Foi longe que me fiz homem; orgulhoso que sou sobrevivi a cada obstáculo, sozinho as dificuldades se fizera menor que a vontade.... Mas vontade de quê?
Então mergulhei numa vida, que então era a minha, onde dia a dia respirava a obrigação de provar vitória, de aduzir conquistas; tão obcecado por tal, que sequer aguçava algum prazer próprio!
Da mudança, anos a fio dedicados plenamente à orgulhar minha família. Fui longe, e longe foi o sofrimento dessa tal ‘luta’; perpetuou por longos meses até estar cansado, e com o sentimento de tudo em vão, desvalorizado, cansado da espera de um alguém me “exaltar” ... já apodrecido desregrado distante, fiz escolhas.
Os olhos se abriram, o horizonte apresentou-se infinito e despertou o anseio de provações; mergulhei no mundo, deslumbrado com tamanho horizonte; espacei em minha alma o egoísmo e suas vertentes; com uma única priora: viver feliz, feliz por cada e a todo instante, sem anseios!
Há tantas, família já tornara-se apenas um acômodo; uma espécie de seguro esquecido; em outras palavras uma âncora, a qual lancei ao mar (no literal, na parte da minha vida que seguia-se); seguro e convicto de um inviável naufrágio, fui navegar, viver... nadei de braçadas largas e destemidas, mergulhei fundo... fui longe e tantas foram as maravilhas que ao menos me dei conta em lembrar-me do que ficastes, o barco e âncora; minha família. Vieram tubarões, ondas gigantes, uma agitação incontrolável e inesperada do mar, uma constante e eu, um naufrágio solitário; pra que sórdida e desesperadamente, eu me lembrasse da âncora que tivera esquecido lá atrás e que hoje ao passar por isto, posso definir a tal âncora como lembranças, cumplicidade, união, amor, sangue, alicerce, família!
Os egoísmos abundam e cultiva-se, sozinho, o individual; cada um de nós é uma unidade, mas o que somos passa por sermos mais do que um. Mas não é fácil, nunca. É algo simples, puro mas árduo de alcançar; implica a renúncia constante aos artifícios do fácil e do imediato.
Pequei por muitos, mas o pecado maior, está além da ausência, julgo ser a renúncia; ambas constantes. Disponível a qualquer julgamento, mas jamais condenado por ausência de amor, este tão conciso, que fostes a razão desta tentativa de redenção, que talvez por fraqueza tenha obedecido as exigências de uma razão!
Fostes no mar, fostes nos rios, todos são feitos do mesmos elementos, mas ora estreitos, ora rápidos, ora largos, ora plácidos, claros ou frios, turvos ou tépidos; minha barca aparelhada, solto o pano rumo ao norte... meu único desejo era um passaporte, mas a fronteira se fechou.
Eu sou aquilo que sou, aquilo que fiz e que me aconteceu, sou quem sou, mas o meu bom nome, a minha honra, os princípios que traí ou não traí; vivo com isso e sou julgado por isso pelos outros. Não me frustro por estar certo de que nem tudo que me aconteceu, nem todo o julgamento dos outros, dependem verdadeiramente das minhas ações ou da minha vontade!
De tudo...
As saudades, se sempre se repetem, nunca se repetem, como foram ou como são... dói! de todos os ferimentos sofridos, este é o único que não adula, não cicatriza; inflamado na alma, só afaga com meras mensagens no whatsaap, vídeos e fotos.... E que mesmo não havendo reencontros, me despertou e então tenha dado seu devido valor! lamentações desnecessárias, mas lamento e sofro aas oportunidades perdidas, os espaços vazios!
Por fim; se há coisa que sobra em mim, é a falta que sinto de cada um, sem exceções cada um e sua particularidade. Singular, digo, esta tua ausência inunda tudo em mim; mas não apenas os olhos se enchem de lágrimas ao sentir saudades suas...
Os dias não são tão fáceis e agradáveis como antes, crianças, imensos de vida e tudo mais... mas juntos!
Me perdoem minha ausência, perdoem-me o meu silêncio ou a falta de respeito que por ventura tivera interpretado sem sentimentos. Foi preciso estar ausente de todos, para que eu pudesse entender que são vocês a minha essência e o que de maior representa o sentir saudade, e sempre o amor, na sua verdade e intensidade!
Se dê o direito de me julgar, não aceitar minha ausência, enfim todo rancor que tenhas acumulado em todo este tempo; mas por favor, não me rejeite. Jamais pedirei que entendam as razões do meu silêncio e negligência, e tão pouco lamentarei com justificativas dotadas de pena, “dó” ... A vida não supriu o que perdi se estivesse ao lado de vocês, e isso basta como castigo. Nas minhas escolhas, vocês ficaram de lado, mas no adiante penso que de tão distantes que estivemos, podemos um aprender com o outro, compartilhando as histórias e experiências. Não permito a ninguém o direito de me acusar abandono; pois se refletir, verás que fora recíproco. Orgulhoso que sou, evidencio que isto sequer beira mendigar aceitação; compreensão é tão somente meu desejo. Não houve uma vida provida de distância, foram muitos e intensos os momentos que compartilhamos, tais inesquecíveis... ao menos, pra mim. Pedir que compreendam minha ausência seria pretensão demais de minha parte, embora assim eu seja; mas ao menos tentem aceitar; mas certos de que me farei presente da maneira que posso, obviamente almejando sempre estar presente. Confesso, por egoísmo, tal atitude é sim de benefício próprio, não suporto mais a carência de família; insubstituível e determinante no caminhar!
Simplesmente assim:
A família é a casa e a paz. O refúgio onde uma vontade de chorar não é motivo de julgamento, apenas e só uma necessidade súbita de ... “família” !!!
Tema: Campanha da Fraternidade 1968
Lema: "Crer com as mãos"
Objetivo Geral:
Conscientizar o maior número possível de pessoas para os ideais da campanha:
O político: que compreenda que política é favorecer o Bem Comum.
O sindicato: que assuma a promoção de sua classe.
O patrão: que pague com alegria o justo salário.
A família: que haja dialogo entra pais e filhos.
A dona de casa: que trate a empregada como pessoa humana.
O padre: que esteja na vanguarda em proclamar a justiça e participar na busca de soluções.
O jovem: que descubra suas capacidades, desenvolva e as coloque a serviço da pátria.
Todos: que creiam com as mãos.
Normalmente, os desonestos nascem no seio da família, ou seja, quando não ensinamos aos nossos filhos a devolverem o troco a mais - dado pelo rapaz atrapalhado da mercearia - contribuímos para que ele,futuramente, torne-se um lixo social.
COMO NOSSOS PAIS
É bonito ver pais carinhosos com os filhos, mas é ainda mais belo ver o carinho dos filhos pelos pais, justamente porque não é a ordem natural. Geralmente os filhos, em especial os adolescentes, têm vergonha dos pais... Mais vergonha em expressar sentimentos do que de pedir dinheiro... (Ainda bem que isso tende a inverter com o tempo). E com o tempo percebemos o quanto de tempo perdemos economizando carinho e atenção com os pais, em vez de economizar nas brigas e implicâncias.
Quando bate o medo de perdê-los, dá uma vontade imensa de voltar no tempo e tentar não ser tão idiota, em preferir muitas vezes estar na rua sozinho do que em casa com eles; ou trocá-los por pessoas que fingem se importar com a gente, as mesmas que cedo ou tarde nos irão decepcionar (tipo sem querer, querendo), porque alguém mais interessante vai aparecer e seremos trocados.
Então você cresce, forma a sua família e - como num passe de mágica - entende tudo o que antes parecia ser absurdo... De repente você se vê responsável pelo seu lar, se vê tendo as mesmas preocupações e “neuras” que seus pais tinham e passa a enxergar as coisas na mesma visão que você tanto criticou um dia. As coisas simples da vida passam a ter um valor superestimado e os medos que antes enfrentávamos rindo deixam de ser engraçados. É quando passamos a entender melhor (e na prática) a palavra ‘arrependimento’, vendo que temos uma coleção delas.
Na euforia da juventude que parece não ter fim e na aparente sensação de onipotência e onisciência que os hormônios naturalmente provocam, achamos muitas vezes que nossos pais são tolos. Mas tolos somos nós, quando não insistimos por aqueles que jamais desistiriam da gente. Pois um dia eles se vão, assim como a juventude, os hormônios, a vaidade... Tudo vai sendo tirado da gente, aos poucos ou de repente, e cada vez mais nos vemos como nossos pais, nos dando conta de que não somos deuses, nem heróis, não somos perfeitos, inabaláveis ou incorrigíveis, não somos únicos... Mas para os nossos pais, com toda certeza, somos insubstituíveis e isso já deve ser o bastante para que os amemos sem condições, ainda que às vezes eles aparentem, na nossa visão, não merecer.
Nossos pais de fato não são deuses, mas se tem uma coisa divina que eles tentam fazer- da qual nunca damos valor - é nos salvar de nós mesmos. Eles já foram filhos, e um dia, inevitavelmente, seremos como nossos pais.
FILHOS, SOB QUAISQUER CIRCUNSTÂNCIAS, AMEM E DEIXEM-SE AMAR!
