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Tudo que escrevo e que escrevi, tem sentimento mas não significa que estou sentindo no exato momento a qual estiverá escrendo.
'-' Não jugue o livro pela capa, primeiro da uma lida na introdução, no contexto se o livro for bom, começa escrever sua história nele.
Ao escrever você fala com você mesmo e quando resolve publicar fala para uma uma plateia que concorde ou não com as suas ideias pode gostar da forma como ela foi colocada.
Escrever é um dos raros prazeres que não custa nada mas depende muito do investimento que você fez anteriormente.
O bom de escrever é que você põe tudo pra fora. Mesmo sabendo que ninguém vai ler (e, as vezes, querendo isso) você escreve e reler e corrige e acaba entendendo as confusões da sua vida, aprendendo com elas e começa a resolvê-las com facilidade.
Se eu escrever ,mesmo não devendo por causa do meu medo de afastar você de mim ,peço que leia ,mas leia apreciando cada palavra pois foi moldada pra ti.
Se um dia eu te escrever por engano,tantas coisas do quão eu nem sabia tanto. Escrever por meus dedos estarem com saudade,mas a saudade é da sua pele,de tocar sua alma,ah se um dia eu escrevestes por engano é meu coração quase gritando o mais alto possível volta logo aqui é seu canto.
Se me perguntarem qual a minha paixão, sem titubear irei responder, escrever. pois as palavras vivem em mim como um copo que você coloca debaixo de uma torneira a gotejar, uma hora transborda, e é necessário que eu as externe, para que não me afogue
Na dúvida do que fazer numa rede social, escreva alguma ideia que se passou à mente. Pode não ter os 15 minutos de fama por isso, mas pelo menos colocou pra fora sua sensibilidade. Em tempos midiáticos, onde se barbariza qualquer coisa pelos militantes de cadeira e sofá, muitas pessoas deixam de mostrar - por medo - coisas bonitas da sua alma. Uma ideia, quando germina e floresce, sobrevive ao seu autor.
Escrevo o que sinto ou o que quero sentir?
Pois quando penso, escrevo
E quando escrevo, choro
Já não sabendo se tenho ou imploro
Um sentimento existir
Eu imaginava que nos dias que eu estivesse com mais dor, seria os dias que eu mais escreveria. Não escreveria simples palavras, mas sim, lindas histórias. Histórias que as pessoas pudessem se identificar, que pudessem ajudá-las. Mas não. Nos dias que eu mais tenho dor, são os dias que as palavras me fogem, me restando apenas a dor e as lágrimas. Eu queria saber escrever. Não pequenos textos carregados de frases clichês, nem poesias melosas demais, não. Eu queria saber escrever, transcrever, desenhar palavras. Queria saber colocar sentimentos em uma folha, sabe o que eu quero dizer? Queria me mostrar nas letras ou me esconder nas palavras, fazer um livro pelo prazer da escrita. Criar, emocionar, viver a escrita. Sim, eu queria muito.
Tive medo de errar, errei.
Almejei acertar, errei de novo.
Sonhei em conquistar, um novo erro.
Quis muito saber, errada novamente.
Persegui as vontades, mais um erro.
Escrevi entrelinhas, errata, equívoco, mal entendido.
Falei claramente, precipitada, grossa, sem filtro.
No fim, ficou claro que certo mesmo é o erro, de resto, o que vier dessa vida é lucro.
Ser escritor, para mim, é uma benção e uma maldição, sendo que a segunda parte, a da maldição, é a que mais gosto.
Para mim, ser escritor é uma espécie de benção e maldição, sendo que a segunda parte, a da maldição, é a que mais gosto.
Escrever é... romper as barreiras da matéria e mergulhar em um oceano infinito, repleto de maravilhas indescritíveis... um oceano, repleto de tesouros inimagináveis!
Autor: Eliseu Fernandes Laurindo
14/07/2016
