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Parceiros não são inimigos, porque só doença gera doença!

Inserida por Kllawdessy

A fragilidade do corpo não se compara a força da esperança
Os pulmões exprimem agonia e insuficiência
A ausência de oxigênio caminha para incapacidade
A recordação quando plenos pulmões corriam pelos ventos
Agora como uma víscera cruel arranca o sopro que existia
Uma canção fazia mudar seu animo
Agora a melodia da agonia e composta e soa como um ritual mortal
Como um câncer que se impregna e suga toda a pujança
Levou, e ao tempo mesmo tirou de todos
Carrapato oculto, jamais se vê apenas sentir
Sentir a sua partida e cruel
Sem chances para perdurar
Seu corpo desorientado
Mente desconexa, uma cruz a carregar
Um ser fora do seu eixo, assim como uma ave sem voar
A dor um dia vai passar a recordação vai ficar, é o recado vai ficar
Ninguém nasce para padecer.

Inserida por rmatos

Princesa adoecida pelo mal de séculos calhados. Eu pedi aos céus para que acreditasses que eu sustentaria as minhas juras. Mas um sim quase sem certeza, ficou preso por baixo das costelas...

Inserida por thainaseabra

Marco Aurelio Santos, um roteirista de cinema e televisão também locutor de rádio FM local. Nascido em São Paulo no dia 30 de Abril de 1969, foi criado no jardim Zilda, Capela do Socorro e região do bairro do Grajaú. Além de locutor, autor roteirista com vários argumentos, roteiros de cinema e sinopses de telenovelas ainda aguardando produção, escreveu para as revistas Gordo, Fofura e os Trapalhões de Ely Barbosa. Todos publicados pela editora Abril. Escreveu também para pegadinhas de programas de TV sendo ainda apresentador de shows e eventos pela região do Parque América, Parque São Paulo, jardim Primavera e jardim Varginha,Parelheiros. Apesar de sofrer com a Trombose nas pernas desdo oito anos de idade, o filho de Maria Ana, a dona Lúcia e Josué de Sousa, continua na luta pela vitória e conquista. Foi sem duvida Alguma, uma peça importante para a cultura da Capela do Socorro. Ainda mais, como espirita, ajudou muito as mães solteiras com uma equipe formada por mulheres. Sua história é longa. Pai de seis filhos que são : Mauricio, Maria Helena, Maria Ana, Tamires, Isabela e Yasmim, filha de sua atual esposa a atriz e modelo, Juliana Almeida Bastos, a vida e carreira do dramaturgo, autor, locutor e roteirista que abandonou a carreira de desenhista para escrever em 1983, esta na Web como : A FANTÁSTICA HISTÓRIA DE MARCO AURELIO SANTOS.
Atualmente, depois de terminar seus oito projetos para o cinema, mais duas sinopses de telenovela ainda aguardando produção, esta prestando serviço para a Rede TV com João Kléber.

A DOENÇA NA PERNA DO AUTOR

Seus tratamentos começaram na Faculdade Osec, hoje Unisa, nos anos oitenta. Mas a doença começou nos fim dos anos setenta quando o menino ainda tinha oito anos de idade. Passou pela Santa Casa de Santo Amaro e até no hospital das Clinicas.Marco Aurelio, conta com a ajuda de sua esposa a modelo e atriz, Juliana. O pai do Maurício e mais cinco filhos e uma de sua esposa, Vem passando muito mau também pelo começo de Pneumonia, que já teve cinco vezes a doença tratada no Hospital Grajaú. No ano de 2011, no mesmo hospital, foi internado na U.T.I por começo de Tuberculose. Marco Aurelio, foi locutor de rádio fm local na região do Varginha, quando fez programas de prestação de serviços e utilidade publica principalmente na Nova Brasil e Espacial FM. Como apresentador de shows e eventos, abriu portas para talentos da região, Parque América, Parque São Paulo e jardim Primavera, ao lado de Sergio Luiz, com a Voyager FM e as vezes com a subprefeitura da região.

Inserida por roteirista

Amizade é mais forte que família? Na enfermidade, quem irá trocar a sua fralda no leito, o amigo?

Inserida por rogerc

Duro é temer que
A cega lâmina ou o
Áspero baraço,
Cessem apenas o grito
Ali mesmo na garganta.

E assim, no incerto Além
Esteja eu a gritar sem voz
No maçador silêncio
Da minha breve eternidade.

Dantes ter que correr num campo de Helena!
Nas mãos escudo, espada e certeza.

Hoje, ter coragem exige amar
A vida até o último hospitalar suspiro.

Atitude, às vezes, é poder-se estar dignamente morto.

Inserida por ProvenceMaison

Sabe por que sua doença é passageira?
Porque eu estou aqui para ajudar você a passar por ela.

Inserida por GilNunes

Oração para aliviar...

Respire com calma,
puxe, e solte,
relaxe sua alma,
vai, e volte

um ritmo compassado,
nem rápido nem lento,
o eu é introspectado,
de fora pra dentro

os olhos, fechar,
o íntimo, sentir,
a boca, calar,
o espírito, emergir

deixe-o vagar,
para onde quiser,
ir para o alto-mar,
ou outro lugar qualquer

desprenda-o do corpo,
Deus vai lhe guiar,
sinta todo o conforto,
sinta a dor aliviar

acredite no Senhor,
creia com fervor,
entregue-se ao Salvador
com todo seu amor

o milagre é possível,
a doença tem cura,
para Deus nada é impossível
Seu poder não se mensura

acredite firmemente
que Deus vai ajudar,
use a força da mente
para o milagre se operar

você pediu,
Deus lhe concedeu,
o milagre surgiu,
você mereceu

agradeça em pensamento,
fazendo uma oração,
dedique a alguém que tenha ressentimento
dando a ela o seu perdão...

Inserida por NILOCRIBEIRO

Inveja, é a doença da alma, na qual a felicidade do próximo se torna a sua tortura.

Inserida por brilhoempalavras

⁠Ter amigos na abundância é muito fácil, difícil é tê-los por perto na falência e na doença.

Inserida por JBP2023

Que'u tô fazendo aqui?
To iluminando os escurecidos
Somos frutos da doença
E hoje somos adaptados

E o que é teu tá guardado
Ainda tem vida no reinado
Sua mãe bem que sempre te avisou
Filho leva a blusa, porque para os policiais sua cor, seu fardo

Inserida por Rahl

Aê Mano! Papo reto aqui contigo! Se você não sabe nada sobre doenças como a Depressão e Câncer, não arrisque a dar pitaco para aqueles quem lutam com essas pragas malignas. Valeu! Grato!

Inserida por RoneiPortodaRocha

Misoginia é uma doença.
A cura é o respeito.

Inserida por nellanjo

⁠Como fabricam a doença mental

Primeiro criam uma determinada situação. 
Lhe traz culpa e preocupação. 

A mente ansiosa, o coração acelera.
A química é manipulada e a mente alterada.
Leituras, pressionada, ferida.

Logo, baixa autoestima.
Ceifam a capacidade.
Ceifam os bens materiais.
São golpes letais.

Tecnologia, magia, sinais.
Religião, ancestrais.
A ciência cala, manipula por tostões a mais.

Um jogo, uma grande armadilha.
Escravos, reféns de milenar quadrilha.

A nova geração. 
Mais perigosa então. 
O grande golpe.
Aprisionar a mente de toda nação. 

Roubos de vida, a veia do mundo contaminada.
É perigoso até beber água. 
Quem dará o tiro de misericórdia. 
Jogar a verdade no ar.

Todos a que buscam Jesus.
A verdade deve saber.
A fé, muita fé, a cruz, o combater.
Porque nem mesmo a ciência tecnológica quântica, aliás esta é quem engana você.
Fala ao povo meu presidente, pede ajuda ao papa, ao bispo, o cardeal, o frei, o pastor.
Diga ao povo onde está o covil de lobos e os sinais dos uivos.
Diga onde estão os reis leões e os sons ferozes.
Diga onde estão os tigres e suas antenas felinas.
Diga onde estão os dragões cuspindo fogo.
Eu estou cansado e não posso mais.
Ataque de abutres, ienas e chacais.
Alguém consegue reset.
Quantos tipos de bombas.
A magia 5G, oculto está muito mais.

Giovane Silva Santos

Inserida por giovanesilvasantos1

⁠O câncer faz morrer nossas tão estimadas células, paralisa nossos sonhos, arranca páginas da nossa vida fábula. A metástase da carne começa pela alma, invade o corpo por dentro e deixa um buraco negro, mas em remissão traz de volta a esperança, voltamos a ser criança e brincamos de novo.

Inserida por catia_garcia

⁠O problema nem é a doença, é sofrer até a morte sem conseguir a cura! 

10√11√21

Inserida por suzy_benedetta

Minha cara/meu caro, a última coisa que eu pensei que faria era estar aqui dando um relato sobre tudo que está acontecendo comigo, é quando a gente se abre que a gente descobre que a gente não foi a última, nem a primeira pessoa a passar por isso. vamo lá.

Meu nome é Brunna, fui diagnosticada com depressão pelo Dr. Figueroa, em 2024.
eu mesmo vim fazer relato por mim.
vou contar oque rolou.
depois de exatas 2hrs mais ou menos de conversas profundas, ele me disse “Brunna, você está com depressão, em estágio avançado, você precisar urgente de começar a psicoterapia.” foi aí que tudo veio à tona. eu não disse nada a ele, e pensei: “doutor, isso é o mesmo que o senhor está me dando um atestado de óbito como ser humano.” 
vendo que a primeira ficha da história tinha caído, sem saber o'que fazer, como ficar, e sem saber oque dizer, eu só sabia ficar em silêncio e piscar os olhos, olhando para aquele laudo médico, e aquelas receitas, com antidepressivos, foi como se fossem o contestado da certidão de óbito em minhas mãos, sem saber segurar minha própria respiração.

foi aí que minha mãe que estava junto comigo disse, “você precisa tomar esses remédios” e eu negando para mim mesma o'que eu tinha acabado de escutar, sem nem uma palavra saindo da minha boca, a respiração ofegante e falhando. eu, suando frio, e em silêncio profundo.

Depois de deixar por um momento o orgulho tomar conta de mim, voltei para minha casa, quase segurando meu pulso e meu coração pelas mãos, tentando destravar aquele êmbolo, no meu peito e na minha garganta que não estava deixando eu respirar, e nem falar. eu sempre em silêncio.

Desde então, comecei o tratamento, e todo dia pensando e repensando oque eu havia dito na minha primeira consulta.
“meu Deus do céu, se alguém me dissesse que tem depressão a última coisa que eu diria a essa pessoa é que ela falhou como ser humano, e que o mundo acabou pra ela. eu tentaria ajudar, por mas que não conseguisse, eu tentaria. por que que comigo é diferente? céus, onde foi que eu errei comigo mesma? Desta vez não sei, foi tudo tão rápido…”

mas ainda não foi a segunda ficha que caiu.
e não foi nem a metade da verdade.
Apesar de me sentir fraca, insegura, e não acreditar que estava passando por aquilo mesmo, a segunda ficha só caiu, foi quando eu percebi que a melancolia e a tristeza sempre tomaram conta de mim, e fizeram um par, que sempre andaram e andarão ao meu lado.

eu sempre encobrida de elogios, notas altas, perfeccionismo, acreditando estar fazendo aquilo na contrução de mim mesma, do meu legado. acreditando que dar orgulho para todos ao meu redor, iria construir o meu nome, sempre me doando mais, e mais, até o'que eu não estava podendo, me deixando de lado, acabou fazendo eu me tornar impaciente e imparável. como se não bastasse, e eu sempre deixando de lado aquela tristeza profunda e melancolia. por medo de enfrentar, e por medo de não conseguir. pensando que seria o menor dos problemas, e que seria algo que iria durar pouco e não iria, e jurando que eu não deixaria isso me destruir, mas isso também não foi nem a metade da verdade. que me custou um preço muito alto.

disso ter acontecido, eu pensando comigo mesma, sendo obrigada a encarar e lutar pela minha vida, contra a depressão, vendo eu mesma me auto destruindo por dentro, por medo de morrer e medo de não morrer, obrigada a ficar, sem cessar eu disse.
“meu Deus do céu eu não posso ser tão desinteressante assim”
e me perguntei, pela milésima vez:
“onde foi que eu errei?”

e percebi que a coisa mais difícil a se fazer, e dizer “me ajuda”.
Eu estava acumulando, alimentando aquilo em mim por medo de enfrentar, e percebendo que eu não tinha coragem e condições de dar um basta, eu já estava entornando, e só me afundando mais naquele dilúvio e naquela bagunça, aquele caos que se tornou o meu mundo nebuloso, aquela chuva que não acalmava. lendo vários poemas, porque eu sempre tive uma paixonite no mundo das letras e dos versos, achei uma poesia que me marcou muito.

“Gastei uma hora, pensando num verso que a Pena não quer escrever.
no entanto ele está cá dentro,
inquieto vivo
ele está cá dentro, e não quer sair.
mas a poesia deste momento inunda minha vida inteira.”

Lendo isso, como eu disse no começo deste relato, é quando a gente se abre que a gente descobre que não foi a última, e nem a primeira pessoa a passar por isso.

Desde então eu estou percebendo que a tristeza estava me vencendo, a melancolia me acompanhando, e que eu já estava morrendo, eu já estava me isolando de tudo, de todos, sem nem forças pra comer, para me levantar da cama, para andar.
Sem forças para fazer as minhas atividades, minhas obrigações.
minha mente já não conseguia pensar em mais nada, eu só sabia perceber e pensar “Deus, eu estou morrendo e não sei oque fazer.”, me sentia escura por dentro. eu não estava conseguindo olhar para mim e imaginar mais que isto estava acontecendo, estava me sentindo funda, rasa, não estava conseguindo raciocinar, deixar o racional tomar conta, nessa guerra que eu sinto culpa de ter causado, mesmo escutando dezenas de vezes em que isso me mostrou, que é depressão mas mesmo assim, senti que causei a guerra, contra mim mesma.

estava percebendo que eu estava numa luta comigo mesma, mas é possível? infelizmente, é possível sim. a solidão se fez presente em mim, junto com, a tristeza profunda, e a melancolia. eu estava correndo delas, mas quando chegou a hora eu não estava mais tendo lugar para fugir. eu tive que enfrentá-los, o'que ocorreu, foi que eu sinto a dor das feridas em meu corpo. que eu sei que não vão se tampar, nunca.
sempre vai estar com um rombo, que se entrar alguma poeira, vai infeccionar, e vai abrir mais, novamente.

Há uns dias atrás eu percebi uma coisa, daí que a terceira ficha caiu.
eu estava machucada, minha pele estava machucada, aquela alergia emocional tomou conta do meu corpo, e começaram a brotar machucados, em meu corpo.
me sentia suja, me olhava no espelho e me sentia desprezível, me sentia das más coisas, as piores.
aquelas feridas dói, dói muito. dói quase o mesmo que eu sinto dor, e senti ao descobrir a verdade verdadeira sobre oque eu estava passando, e digo que isso foi a pior coisa que aconteceu da minha vida, um dos meus piores traumas.


Aí que eu comecei a tomar cuidado com tudo.
até com o'que eu havia dito antes e ia dizer depois. com o'que eu havia feito, e iria fazer.
mas…
antes de você saber, você desconfia
e quando você sabe, você nega.
quando você nega, você fica pior.
e quando você fica pior, você não consegue enfrentar,
quando você não consegue enfrentar, você morre.
então, diga “me ajuda”
peça ajuda.


 

Inserida por brunnakeilasv

⁠"Há uma doença internacional que se alimenta  da noção de que você pode usar qualquer meio para promover sua causa, já que os fins justifica os meios"

Inserida por alan_conciente

⁠Os seres humanos são os únicos animais capazes de ações ditadas pela vontade. Através de sua vontade, o homem transcende sua natureza animal e cria cultura mas, neste processo, afasta-se da natureza e se torna vulnerável a doenças.

Inserida por MarcioAAC

A humanidade estava no auge de seu esplendor. Porém, seus corações estavam repletos de decepção, ódio e rancor, que se espalharam pelo mundo como se fossem uma doença.

Inserida por pensador

⁠OBSESSÃO não é doença, é uma manifestação intensa de consciência.
É estar possuído de Presença Divina. 

Inserida por evermondo

A doença é uma manifestação de vida do organismo humano.

Georg Groddeck
O livro dIsso. São Paulo: Perspectiva, 2008.
Inserida por MarcioAAC

⁠⁠Contra o sofrimento que pode advir dos relacionamentos humanos, a defesa mais imediata é o isolamento voluntário, o manter-se à distância das outras pessoas. A felicidade passível de ser conseguida através desse método é, como vemos, a felicidade da quietude. Contra o temível mundo externo, só podemos defender-nos por algum tipo de afastamento dele, se pretendermos solucionar a tarefa por nós mesmos. Há, é verdade, outro caminho, melhor: o de tornar-se membro da comunidade humana e, com o auxílio de uma técnica orientada pela ciência, passar para o ataque à natureza e sujeitá-la à vontade humana. Trabalha-se então com todos para o bem de todos. Contudo, os métodos mais interessantes de evitar o sofrimento são os que procuram influenciar o nosso próprio organismo.

Sigmund Freud
O mal-estar na civilização. São Paulo: Lebooks, 2019.
Inserida por MarcioAAC

Sem esforço apenas a doença, a velhice e a morte chega até você

Inserida por Itardvictor10

⁠Quando uma pessoa se culpa pela reincidência nas escolhas egoicas sem fazer esforços para realizar as escolhas conscienciais, a pessoa vai se negando de forma cada vez mais intensa o acolhimento por meio do amor essencial, intensificando o ódio a si mesma, que vai gerar doenças como a depressão e outras ainda mais graves, caso isso não seja modificado.

Livro: Inteligência Consciencial - a conquista da autonomia da consciência

Inserida por AlirioCerqueira