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O problema fundamental do coletivismo marxista é que este é fundamentado em luta. Todos os demais coletivismos são fundamentados na cooperação entre as pessoas, buscando o benefício mútuo - somente o marxismo incentiva a beligerância.
Uma ideologia fundamentada em luta jamais será capaz de promover a paz.
Esqueceram-se, talvez,
de quem vos deu o fardo e a força,
não para erguer muros,
mas para proteger as portas abertas
das casas simples,
onde mora o povo,
esse que vos deu o sentido
e não o cetro.
Fardados, sim,
mas não para a guerra contra irmãos,
não para erguerem o peito
como se fossem senhores,
mas para que nunca se ergam os tiranos,
para que a voz que vos comanda
não seja o eco da ditadura,
mas o sussurro da liberdade.
Se vos vêem como maiores,
lembrai-vos:
os gigantes que esmagam a terra
não plantam raízes,
não semeiam paz.
A vossa força é guarda,
não sobre a nação que teme,
mas sobre a pátria que respira
livre.
Soberba? Não!
Só há grandeza
em servir,
em ser de todos,
não contra todos.
E se vos esquecestes
a quem jurastes lealdade,
então lembrai-vos:
quem se julga dono da espada
perde o fio da razão.
Democracia ferida
Democracia é flor que desabrocha,
no campo onde todos têm voz e vez.
É o sonho de muitos que ergue e abraça,
um canto de paz, liberdade e altivez.
É voto que ecoa, escolha que é justa,
é a mão de quem serve e ouve o clamor,
de um povo que luta, de um povo que busca
um mundo mais pleno, repleto de amor.
Mas então vem a sombra, sutil e voraz,
corrompendo o que é puro com ganância feroz.
A corrupção se infiltra, espalha-se, trai,
e aos poucos, desonra o que a justiça faz.
O poder que era leve, que era para o povo,
vira jogo sombrio, um lucro só seu.
E o sonho se quebra, o campo é tomado,
e a flor da verdade, esmagada, morreu.
Mas mesmo ferida, a flor ainda insiste;
renasce na luta, ressurge na fé.
Pois a beleza da democracia é eterna,
enquanto houver quem por ela se ergue de pé.
Quando uma classe nega o seu direito democrático de expressar seus anseios, por meio do seu silêncio, abdicando da luta por melhorias, ela destrói uma conquista resultado de muitos barulhos, promovidos por seus antecedentes: A democracia!
Democracia e Liberdade: Um Canto Épico
Ó musa, desperta o brado altaneiro,
Que rompe o silêncio das nações cativas,
Canta o valor eterno e verdadeiro,
De vozes livres, fortes e vivas.
Democracia sem liberdade,
É oceano sem águas profundas,
Céu vazio, sem luminosidade,
Natureza estéril que não fecunda.
Estrelas sem brilho a pulsar,
Flores sem néctar divino,
Pétalas sem graça a murchar,
Num jardim que perdeu o destino.
Arrebol sem policromia,
Justiça sem defesa ou voz,
Coração sem vida ou harmonia,
Silêncio que nos deixa sós.
Chuva que não toca a terra,
Seca que rouba a esperança,
Democracia, quando erra,
É governo que cansa.
Tiranos brutos e arbitrários,
Sem ética ou devoção,
Transformam sonhos em escárnios,
Oprimindo uma nação.
Liberdade é chama que aquece,
A alma do povo que avança,
Sem ela, a justiça fenece,
E a democracia perde a confiança.
A gestão pública é saber nobre,
Não tarefa de curiosos vãos,
Amadores sem rumo, pobres,
Não compreendem grandes missões.
Foco, ética e compromisso,
São pilares da administração,
Servindo ao povo, sem submisso
A ambições que geram opressão.
Rupturas que ferem o Estado,
Rebeldia contra o bem maior,
Só revelam um fraco legado,
Onde o ódio se faz o tutor.
Ó liberdade, fonte divina,
Guia do povo em busca de paz,
Que a justiça sempre se destina
Ao futuro que a história refaz
A democracia sem liberdade é como um oceano sem águas profundas, um céu vazio sem estrelas vivas, uma natureza que nunca fecunda.
A democracia brasileira é uma farsa, pois a vontade dos grupos sociais não são valorizadas nas decisões políticas.
Toda democracia é complicada como complicada são as pessoas, mas mesmo assim cuidamos, vezes com ternura, vezes com rigor, sempre com diligência.
Às vezes, eu fico com a sensação de que no Brasil não estamos mais votando, e sim, comprando um ingresso para um longo espetáculo de trapalhadas, que dura quatro anos no mínimo. Os artistas? Boa parte dos políticos!
Europa, Levanta-te
Europa, levanta-te! Não és apenas terra e mar,
não és apenas mapas e tratados,
és o fogo que atravessou os séculos,
és a soma dos sonhos e dos ideais,
és as vozes que clamaram por liberdade
e não se calaram diante da tirania.
Que cada pedra do teu caminho recorde
o sangue e o suor dos que ergueram catedrais,
dos que navegaram sem medo,
dos que escreveram versos de esperança
e leis de justiça.
Não és um só povo, és muitos.
Não és uma só língua, és mil.
Mas falas com uma só voz
quando a liberdade é ameaçada,
quando a igualdade é negada,
quando a fraternidade é esquecida.
Juntos somos mais.
Mais do que reinos e bandeiras,
mais do que fronteiras desenhadas por guerras antigas.
Somos a luz de Atenas,
a coragem de Roma,
a razão de Paris,
o espírito de Lisboa,
a força de Berlim.
Os tiranos nos temem porque não estamos sós.
Eles sonham com muros,
mas nós construímos pontes.
Eles querem silenciar-nos,
mas a nossa voz ecoa em todas as línguas.
Europa, levanta-te!
Ergue a tua bandeira não como arma,
mas como promessa:
enquanto estivermos juntos,
nenhum homem será escravo,
nenhuma nação será acorrentada,
nenhum direito será negado.
O futuro não pertence aos que dividem,
mas aos que unem.
E unidos, seremos sempre livres.
Democracia 2.0
Já se perguntou, com tanta tecnologia em ação,
Por que o sistema continua o mesmo, sem evolução?
Tão antiquado, tão mal, tão banal,
Preso num passado que já parece surreal?
Antes, elegíamos alguns para nos "representar,"
Porque não dava pra todos juntos votar.
Mas, hoje, na palma da mão, estamos em qualquer lugar,
Então, por que a política ainda não conseguiu mudar?
Não precisamos mais de vampiros em terno e gravata,
Sugando o sangue do povo, em cada votação ingrata.
Podemos construir sistemas de decisão direta,
Onde a população escolhe, sem essa jogada esperta.
Representante? Coloco aspas sem hesitar,
Porque de mim, esses aí não tem nada pra representar.
Festa da Democracia.
Cada eleição, um novo santinho no chão,
Mas me pergunto: será que é santinho, ou não?
Santo quem suja a cidade e contamina a população?
Ou é só mais um milagre da nossa civilização?
Essa é a democracia, um verdadeiro festival,
De desrespeito, cadeirada e gritaria infernal.
Uma grande barbárie, mascarada de moral,
Pra no fim, alguém corromper o que é "nacional".
Quatro anos de bajulação e riso forçado,
Aí começa o circo, quando o voto está do lado.
Será que isso é mesmo democracia?
Ou um grande hospício com ingresso de cortesia?
Impedir a voz de alguém com base no lugar de fala, na vivência, no fenótipo é restringir o debate, transformar a experiência individual em dogma e estimular a divisão, enfraquecendo a busca por soluções na base da pirâmide social.
A metamorfose de Jesus Cristo, de um humilde servo dos pobres abjetos para um símbolo que representa o direitos às armas, a teologia da prosperidade, a anticiência, o governo limitado (que negligencia os necessitados) e o nacionalismo feroz é realmente a transformação mais estranha da história humana.
Quem primeiro atenta contra a liberdade de expressão é quem dela faz mau uso.
Não seria necessária uma regulamentação se as criancinhas de colarinho branco não agissem de modo despudorado diante dos meios de comunicação, infringindo as normas legais, à ética, o decoro e a liturgia da função, mentindo para milhões de brasileiros.
Democracia é o sistema político em que os cidadãos elegem os seus dirigentes. Perfeito! Contudo, vale fazer saber que se alguém deu exemplo ruim de gestão: falsificado assinaturas, atrasando e fatiando salários, perseguindo servidores do povo, acusando de mercenários os profissionais que buscam direitos... Vale te alertar que a democracia não pode levar a culpa por sua escolha irresponsável.
Só quem perdeu, um dia, a liberdade, pode avaliar quanto ela vale.
José Pedro Costa cometera o crime gravíssimo de ser meu amigo; alguns amigos, e até alguns parentes meus, pagaram por isso. E o fato representa amostra mínima e isolada de imundice política que dominava agora.
Democracia combina com decisões judiciais em detrimento do cumprimento das Leis estabelecidas pelas Casas Legislativas? Que vale mais: os interesses governamentais ou os do povo, a quem as autoridades servem?
Quando autoridades impõem suas vontades sobre o povo, em desprezo aos interesses deste, claro está que se vive uma ditadura e não uma democracia.
Os reais representantes do povo são os que, escolhidos pelo povo, são fiéis em lhes representar os interesses, fazendo-o sempre com base na justiça e na boa ética!
Dirão às pessoas
que o povo não sabe votar,
que não participa ativamente da política
e por isso elege maus governantes,
resultando num Estado corrupto e ineficiente.
A solução, dirão eles, será que apenas uma elite
cultural e financeira possa votar.
Isso, asseverarão, proporcionará melhor qualidade de vida para todos,
num mundo plenamente desenvolvido
e com justiça social.
E as pessoas... Bom..
As pessoas acreditarão neles,
e assim caminharão para o abismo.
