Tag corpos
A NASA, tem um domínio tão egoico do conhecimento astronômico, que se raciocinar no dever de servir à humanidade, levaria muitas gerações, para realmente sabermos a grandeza e a sabedoria do Criador do Universo, que deu o conhecimento ao homem para que tudo fosse revelado.
Ai da luz dos teus olhos quando se encontrar com os meus, ai dos teus lábios ao se encostar nos meus, não quero nem pensar o que vai ser dos nossos corpos, quando o seu corpo se deitar sobre o meu.
O abraço...
É a ação que mais
se aproxima do coração.
Quando os corpos
se encontram
num abraço...
Dá para escutar
o coração bater.
Se emocionar.
Estremecer.
Alimento para dois
Por favor, exagere! Mostre-me o todo e mais! O tempo passa e ela está faminta!
Não deixe a fome se cansar, não deixe... Não deixe de procurar! Ela precisa em demasia e você, você depende da necessidade dela para se saciar e para saciá-la!
O tempo passa, Ela sempre faminta... Peço que não deixe essa boca sedenta, saliente e quente! Não a deixe ir agora!
Mude a receita, onde aquele sentimento está? Exagere e, então, prove! Provem os dois, saciem-se até que se possa ver o fundo emergulhem!
Sintam os dois como deve ser... Devorem-se! Seus corpos são um alimento que quanto mais se consome maior fica a fome. Exatos e sublimes por vocês dois!
E justamente porque são dois...
Somos assim, como dois fragmentos de uma mesma alma, que chamam um pelo outro.
Entrelaçando nossas mãos.
Unindo nossos corpos.
Nossas vidas.
Eternamente em um só amor.
Eu me perco nos seus olhos
Que brilham como uma noite de luar
O verde se acentua
E me faz flutuar
Lábios que se tocam
Mãos um pouco sem jeito
Corpos selados
No encaixe perfeito
Em baixo da árvore
Momento adequado
Depois de tanto tempo
Você ao meu lado
Palavras contidas
Para não exagerar
Porque não sabemos do amanhã
Só o tempo irá revelar
Estou em lugar onde vejo corpos perfeitos, belos homens e belas mulheres, corpos tão lindos, que eu duvido que as formas que fizeram eles ainda existam para se copiar, por onde passo vejo corpos, negros, brancos e morenos, aqui onde estou, passam corpos baixos, médios e altos, cada um saindo do nada! como se fossem esculturas escupidas nas mãos não sei de quem, só sei que vejo em escalas, será que meus olhos aprenderam a enxergar a beleza humana ou a beleza humana nunca viram meus olhos? são belos, são belas, a luz do luar agora, brilha com intensidade sobre os corpos que vejo, parece mágica, são todos felizes, correm pela praia e se jogam no mar, esses corpos se molham e gritam a felicidade que sentem agora, escuto ao longe, risos, gritos, gargalhadas, aqui o que vejo e escuto é bom demais! de ouvir e enxergar tanta beleza!
Toda coincidência é inteligente. Das sonoridades que criaram corpos. Dos corpos que espertos! Nasceram sem bocas. Porque sabiam que o silêncio é o olho da vida. Do que valeria ter voz? Se só quando utilizo, como argumento o silêncio me entendem. Do que valeria ter janelas. Se a paisagem que me cerca é monocromática. Do que vale ter pulso. Se o meu peito abraça oceano e continente. Do que que vale meu nome iniciar com a consoante "T" de Thais. Se uma pessoa não é o seu nome. Mas uma consequência de planos sequencias que se seguem na vida?
Yin Yang
Não te entendo, não me entendo, não sei o que ela quer,
Não sei quem ela é, e não sei quem ela quer.
Estou em uma fase, que não me defino, não te defino,
Somente necessito de um amor recíproco.
Mas a culpa é minha, entrei sozinho nessa jogada,
Mas nunca desconfiei que seria uma cilada.
Uma armadilha fácil, uma armadilha boba,
Mas fui atraído como uma presa tola.
Esse silêncio machuca, maltrata e desarvora meu coração,
Uma multidão de sentimentos em minha volta,
E eu no meio sem munição.
Eis as questões: persistir? Desistir? Prosseguir? Continuar a te amar?
Me sinto um peixe sozinho no mar.
É difícil, é estranho, achei que era verdade,
Mas foi um mero engano. Provei uma dose disso,
E me embriaguei, não me controlei.
Ela pra mim é Yin, eu sou Yang,
Onde os opostos se atraem, e corpos se misturam.
E eu tento te ignorar, juro que eu tento.
Tento sorrir o tempo inteiro para disfarçar o vazio por dentro.
Tento não esperar nada de você.
Tento não pensar em você cada minuto.
Tento não te amar tanto assim.
Eu tento.
Somos sonho, fantasia, poesia, amor, e desejo, nesse fogo que se acende com o roçar dos nossos corpos.
..."Os nossos corpos e mentes para a vida, são meras folhas de papel em branco."... Ricardo Fischer.
“O corpo é o lugar fantástico onde mora, adormecido, um universo inteiro. [...] Tudo adormecido”... O que vai acordar é aquilo que a Palavra vai chamar. As Palavras são entidades mágicas, potências feiticeiras, poderes bruxos que despertam os mundos que jazem dentro dos nossos corpos, num estado de hibernação, como sonhos. Nossos corpos são feitos de palavras”...
( na crônica 'Lagartas e borboletas', do livro "A alegria de ensinar". São Paulo: Ars Poética, 1994, p. 52.)
Fazer amor nao é errado, errado é nao permitir-se. Sinta como é bom a conexão de dois corpos unidos pela paixão. Sinta os seus corações no ritmo perfeito do amor.
Dois corpos precisam de:
Atração
Desejo
Química
Tem que acender, esquentar, pegar fogo ...
O coração sente, e o corpo avisa!
Se não tiver, não vale a pena ..
Tem que ter sentimentos, senão não vira!
Água morna não da ...
tudo que é morno esfria ..
Tem que ser como vulcão, quente para ...
Explodir!
Um belo dia, seremos surpreendidos pelo amor. Então, compreenderemos que a saudade dói, que a distância fere e que o silêncio conta segredos. Quando o amor nos acerta, a gente chega à conclusão que somos transformados em dois, vivendo num só corpo, repletos de sentimentos em quereres múltiplos.
Já faz tempo que eu não te vejo, e por dentro aumenta o desejo, nossos corpos tão conectados um no outro e recordo o gosto do teu beijo...♫
Vem cá e libera todo amor repreendido.
Cessa minhas lágrimas e me liberta.
Liberta meu coração que de amar ficou arrependido.
Liberta minha alma que de amor necessita.
Vem cá e diz baixinho o que preciso ouvir.
Canta uma canção pra solidão ir embora.
Não prometa nada se for partir.
Não prometa exageros porque meus olhos ainda choram.
Vem, chega devagar sem muita sede.
Me abraça que de carinho meu corpo suplica.
Juntemos nossos corpos entre estas paredes.
E me reapresente o amor para que de amor eu reviva!
Entre o verão e o inverno
O natural não se busca, acontece como a primavera vem do nada nascer e brotar,
O tempo significa as noites mais longas do ano, pontuando nos ponteiros que já é tarde,
E azul marinho vem inundando o espaço, onde se localizam e se movem os astros.
Contudo o tempo percorre acelerado imitando um instante com ele ao lado,
Parecemos o contrário, mas quem foi que disse que para sentir precisa ser igual à outra metade do seu lado?
A gente busca comprova que, algumas vezes esses corpos apenas de objeto, costumam se beijar por beijar,
Que os mesmos se abraçam para frio não sentir, aquecer-se de outro tem que ter por quê.
Mas tem que ter sentido, tem que ser sentido,
Tem que ser florido, tem que ser contínuo,
Entre o frio e quente de tons e sons,
Tem que ser rítmico esse som que do vem coração,
Acredite, faz sentido eu estou sentido,
Que a órbita celeste mudou, que esse mês de setembro,
Os dias se tornaram mais longos e com ele ao lado rápidos.
A gente decidiu violar o tempo,
Invadir um ao outro sem adentrar,
Sorrindo perdendo-se no sorrir do mar,
Rir do tudo e rir do nada,
Parecemos duas crianças sem graça, a gente foi meio assim,
Do nada por tudo, por um acaso do nada.
Um dia de cada vez, assim estamos a seguir,
Como a primavera que vem a surgir nos dias chuvosos,
A gente coincide assim, todos os dias algo vem a florescer e o frio na barriga a consumir,
Quando o igual é tudo de mais novo que você tem.
Quando o beijar é um ficar sem jeito e ficar com graça, há isso não tem preço,
É só com a pessoa certa, ela te deixa sem resposta,
Então nos encontramos e nos conhecemos ao nos olhar,
E lá naquele breve dia a gente foi o começar.
Ação oposta à outra e provocada por ela; foi à resposta,
E essas interações de dois corpos transformaram-se em um ou vários compostos diferentes dos iniciais;
Acontecem entre o verão e o inverno como duas ligações,
Seja por perda ou adição a gente acontece reagindo entre si,
Aquecemos-nos assim, entregues por adição.
Setembro de primavera.
