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O TIMÃO NA MÃO DE DEUS
“As ondas se agigantam diante de mim e eu não sei o que fazer. Se eu içar as velas, o vento forte vai derrubá-las. Se eu quiser pegar o timão, não saberei conduzi-lo. Não sei o que fazer em meio a essa tormenta! Que tempestade, meu Deus!!!”
O homem natural depende de si mesmo. O homem espiritual depende de Deus.
DEUS escuta as ondas e sente o vento. É Deus quem sabe o momento certo e o modo certo para içar as velas do meu barco. Ele está no meu barco; não estou só.
Deus é o meu timoneiro e o meu comandante. Ele conhece precisamente o rumo das coisas e a direção a seguir.
“Ele se levantou, repreendeu o vento e disse ao mar: ‘Aquiete-se! Acalme-se!’ O vento se aquietou, e fez-se completa bonança. Então perguntou aos seus discípulos: ‘Por que vocês estão com tanto medo? Ainda não têm fé?’” (Mc 4:39,40).
Sou apenas um navegante que precisa confiar no Comandante.
“Perdoe a minha incredulidade, Senhor!
Fortaleça a minha fé, meu Deus!
Emunah. Shalom.”
“Entrando ele no barco, seus discípulos o seguiram” (Mt 8:23).
Jesus entrou no barco e os discípulos iam após ele. Jesus estava na frente. Jesus era o comandante, aquele que sabia exatamente o que viria a ser necessário fazer, pois ele sabia exatamente o que ia acontecer e sabia exatamente como reverter qualquer situação adversa.
Quando a tormenta se agigantou diante deles, decidiram pedir o socorro de Jesus porque conheciam o seu poder. Eles sabiam que só Jesus poderia aplacar a fúria daquela tempestade contra a qual eles já não sabiam mais o que fazer.
Há momentos em que envidamos todos os nossos recursos e esforços para vencermos uma crise, e, depois que já estão todos esgotados, quando já não temos mais o que fazer, então lembramos da palavra de Jesus: “Sem mim, nada podeis fazer” (Jo 15:5).
Nessa hora, entendemos que é ele quem vai conduzir o timão e içar as velas no momento oportuno. A parte que nos cabe é apenas confiar e esperar pela bonança que certamente chegará. Emunah.
In memoriam á Diego Ferrão de inestimável pureza.
Quero alegria do teu barco voltando,
O teu sorriso navega no pranto estrelado dos nossos olhos.
E ancora em corações.
Quero alegria do teu barco voltando,
Acompanhado com as aves migradoras
e rever teu sorriso de'outrora.
Quero alegria do teu barco voltando
Trazendo o teu veleiro arteiro
porque a saudade dói latejada e depois da tua luz,
segue a noite estrelada.
Quero alegria do teu barco voltando
pra tangir a solidão daqui.
E fazer versos com a tua chegada
por que o teu sorriso fez morada em mim.
" Não sou e nem tampouco me considero sábio , mas um líder não forma um outro líder, jogando-o no barco e dizendo: TE VIRA. Pelo contrário, ele permanece junto e na hora certa o faz caminhar sozinho, dando-lhe todas as coordenadas necessárias.
" Barco do Amor "
Ela me abandonou,
Sem mais nem menos
Deu-me as costas e se mandou.
Hoje eu sonho acordado,
Tenho esperança
Que um dia volte a dormir do meu lado.
Naquele dia que você se foi,
Meu coração de tão triste chorou
Lembrando da coisas que você dizia,
Em frase de amor.
Então volta pra mim,
Deixa-me ser o seu mar,
E no barco do amor,
Vamos juntos navegar.
"Em ti, meu barco navega lentamente. Tenho o leme nas mãos e uma tripulação a guiar. Um bando de pássaros... Sem bússola nem mapa. Não me prendo a nada, nem ao vento que me indica a direção. Não me prendo ao azul, nem ao negrume das águas... É profundo o meu ser, no silêncio das vagas. Não se alcança chão, pois me encontro sobre as fossas. Como é fundo o meu ser, inacessível a mentes pequenas e perigosas...".
E que mania besta é essa de se abalar quando alguém te chatear? Não sabes que assim é mais fácil identificar quem realmente quer o seu bem?! Algumas pessoas só dão valor quando perdem, infelizmente essa é a mais pura realidade. As mesmas que abanam o leque e lhe dão uvas quando tudo vai bem, são as primeiras a pular do barco quando a tempestade vem.
Quando persistir muito em alertar, avisar, mostrar e comprovar, recebendo como resposta que somente fala coisas ruins, sendo tachado como chato, não se deixa abater. E se, de repente, o barco que estava à deriva começar a afundar, ofereça ainda uma boia e, assim, terá a consciência tranquila. Você fez a sua parte!
Ei amiga, leia isto,
Preste atenção nisto,
Houve dia , nos vivemos insisto.
Ei amiga, vamos nos entregar,
Novas oportunidades iremos ambos velejar,
Como se !. num barco do amor pela amizade verdades ser estar .
Felizes seremos, grande vontade,
Laços nos une nosso olhar,
Ele , faz nós dois interior se entregar,
Como se !, é, verdadeiro desejo nos amar.
Ambos são adulto,
Não tem que temer,
Nada em nós ira machucar, estremecer,
Pois, na verdade este momento faz nossa amizade nos merecer.
Escrevo pra você tá,
Não posso lhe contar,
Coisa da brisa linda vão fluir no ar,
Mas, na verdade verdade quero muito lhe amar.
A partir do momento em que você entende a matemática da vida, você sabe em que resultará lá, a ação que você tomou aqui. Então o seu barco não está mais à deriva, você tomou o leme e tem pleno controle na direção do seu caminho, rumo à seu destino.
Maquilhei o coração ,
Com tintas coloridas ,
Mas a água é o perigo,
Destas idas e vindas .
O amor é tão perigoso,
Já deveríamos saber,
Embarcamos sem rumo,
Sem mapa , sem leme.
Ficamos à deriva,
Em pleno alto mar,
E se ela baixar,
É o destino a nos juntar.
Mas o mar não é constante,
E este amor não foge à regra,
Fomos inexperientes navegadores,
Nos afundamos em pleno rio Tejo .
E hoje ?
Hoje é o dia das flores,
Em que todos vestem escuro,
Se tivéssemos sido prudentes,
Poderíamos ter desenhado outro futuro.
Aquele que abandona o barco que, de modo consciente, desejoso e irreversível, abdicou de si mesmo, não é um rato; é um ser que tem a lucidez, intuição ou comando biológico de que os organismos vivos estão estruturados para buscar o máximo tempo da melhor vida possível.
Quem fica no barco conta milagres dos outros, mas quem tem a ousadia de sair contará milagres a seu próprio respeito.
As vezes nós deixamos o barco com as velas içadas e esperamos os ventos e a ondas nos levarem. O final desta viagem poderá ser surpreendente!
SOLTAR AS AMARRAS (B.A.S)
Morrer é em si uma partida.
É soltar as amarras de um barco
e pôr a navegá-lo.
É deixar o ancoradouro desta existência
e navegar rumo ao in-finito...
BARCO DE PAPEL
Faça um pequeno barco de papel e mentalize colocando nele a maldade, o mal humor, o sofrimento, a mágoa, o rancor, os pensamentos ruins seus e de outros contra você, o negativismo, de tal forma que permaneçam consigo somente as virtudes, como amor, felicidade, bondade, caridade, perdão, paz.
Em uma ponte que tem o costume de passar, coloque o barco na água corrente, de tal forma que não passará mais por baixo de você. Inspira e diz: _ Deus leve este barco para bem longe de mim, até que se dissipe, juntamente com tudo que está em seu interior. Em seguida, expira e diz: _ Graças a Deus.
Se não souber fazer um barco de papel, use uma folha de árvore.
