Sou So um Palhaco
''Mesmo que a gente tente achar quem realmente somos as vezes fracassamos e nessas horas basta pensar no que você foi e o que quer ser, mas a resposta que você espera é o presente''.
“As palavras, os discursos e toda comunicação oral são de pequeno alcance, pois demanda o interesse de quem ouve. Já a mensagem da vida ecoa no ouvido dos ouvidos, não sendo possível negligenciar a sua voz. Se cada sentimento, pensamento, palavra e ação compõe o livro que somos, que mensagem está impressa em suas páginas? Saiba que aquilo que você é fala mais alto do que aquilo que você imagina e verbaliza ser.”
Esta SOU EU, na superfície, brinco, inquiro, me deleito, na profundidade, mergulho, perscruto, depois me aquieto, com parcimônia, zelo, cuidado, acolho o meu ímpar jeito de SER.
Quão eloquente é, esta tal de METÁFORA!!!
O homem indignado com a pessoa ao seu lado por está em excesso de ocupação do assento diz, em frase não muito respeitosa.
"Fecha essas asas folgada" e a pessoa ofendida grita... "Galinha é sua mãe!".
Em discussão acirrada, com o moço de melanina gritante, ouve-se alguém nervosamente entoar..."vai comer bana fdp", e fez-se um silêncio.
Por isso cuidado.
Meu filho contou-me algo por esses dias que em conversas no seu trabalho, onde uma pessoa indagou ter sido danificado um equipamento, o cidadão disse que fora,
"um burro, que teria quebrado a tela do seu notebook" e um outro ser de exacerbada conduta, por se julgar empondeirado pelo dinheiro que dispunha, virou-se pro meu filho por ser negro, deu-lhe um tapinha em suas costas e disse!
"não teria sido este aqui o tal burro não né?"
Só porque o mesmo tem pele escurinha.
Uma tolice requerente muitas vezes de uma resposta pra mostrar qual seria o lugar de gente inescrupulosa, mostrando seu devido lugar que é a prática do RESPEITO.
Essa tal de METÁFORA, devastadora é no mínimo tosca e desafiadora.
Sou o revés de mim mesma
Sou a mão que açoita minha solidão
Sou o pesar do desespero
Sou a vida da morte em vão.
Eu sou o grilhão que prende a liberdade
Sou a pátria enfurecida
A vaidade!
Sou o pesadelo dos que dormem assombrados
Sou o estômago revolto
Revirado!
Sou a fronte acesa do fogo
Sou o extremo oposto do sol
Sou a figura em transe no rosto
Sou o temporal no fim do arrebol.
Quanto mais aprendo menos me conheço
se me aprofundo enlouqueço
Rasgar-me despir-me do meu eu
nada adianta porquê meus olhos não veem
Quem sou eu? não sei!
Diante do meu semelhante cresço
mas de mim esmoreço
sou fraco, pequeno indefeso
mas grande quando presa
se pra subir tem que descer
humilhado seja
melhorar, discutir dividir e até somar
para diminuir os devaneios
a quem possa interessar
afinal quem sou eu?
Enquanto você for o que as pessoas querem que você seja, você jamais será quem Deus te criou para ser.
Quiçá o silêncio vital que detenho de mim para contigo, se dá ao fato de que minha maior confidência não pode soar aos teus ouvidos.
Trata-se de mistério, ou, o achismo de não obter aptidão suficiente para acreditar que sou capaz?
Diga-me! quem realmente sou?
Sinto em mim o aperto de não compreender, que como consequência faz-me soltar a tua mão, neste lugar desconhecido.
Perdão! talvez eu queira de você a resposta que não encontro quando volto meus olhos para mim.
... e me puní severamente psicologicamente por ter-me esquecido da dor do outro em receber oferta cujo este merecia menos que a maioria de alguns no mundo.
E me liberei, pra me livrar de possível depressão.
Pois tal qual uma minoria, ainda sofro com a falta de humanismo que impõe minha mente, ao perceber disperso meu coração.
Eu sou assim
Acordei!
Pronto!
E tudo novamente se começa
Sem perceber, eu ja estou ligado na energia da ilusão...
Eis aqui um poema que própria semelhança falar por si só...
Em cada palavra, um ato.
Em cada verso, um vigor
Em cada frase, uma atuação
Em cada nota, uma execução
Em cada inspiração, um desempenho
Em cada refrão, um engenho.
Ah!
E quando a alma se bate, a saudade entra em ação..
Um exercício interminável,
Onde eu dou vida,
em minhas composições....
Autor: Ricardo Melo
O Poeta que Voa
Sim esse sou eu
Não sou famoso, e nem artista
Não sou engenheiro, tão pouco dentista
Sou simples e natural
Que faz da vidas e as coisas alto astral
Sim esse sou eu
As vezes esquisito e sem cor
As vezes carente e só querendo amor
Tem dias que eu não sei quem sou
Ando pra lá e prá cá e não faço ideia pra onde vou
Minha mente aperta com meus pensamentos
Isso me corrói por dentro, sofro sozinho sem ninguém saber
Que as vezes esse sou eu
E é sobre isso e não dá pra entender.
Disseram que sou.
Sim, fracassado.
Frustrado.
Analfabeto.
Ladrão.
Idiota, bestão.
Esquizofrênico.
Bipolar.
Tanto remédio, injetado tomei.
Repetidamente acreditei.
Sei, nem vão ligar.
Estão nem ai.
Bestinha e coitadim.
Rimador, delírio sim.
Olha, vou dá vasão.
Não vou negar não.
A porta de daquela instituição.
Aliás, tantas fecharam então.
Cara mania de grandeza.
Achei que era até um jogador de futebol.
Vultos, pânico, perseguição.
Gang stalking.
Mk ultra.
Vozes intracraniana.
Não.
Dá cá o dinheiro.
A psiquiatria, a psicologia.
O poderio dono do feijão.
Loucura, oh meu Deus.
Viu.
Rei, ei.
Rainha.
Estão apontando a injeção.
Vai na fé irmão.
Misericórdia aos vossos diplomas.
Gigantes Brasil.
Parabéns.
Caviar, aviões, trens.
Vós e as faculdades.
Homens de bens.
Tá certo, mamãe, papai.
Que herança tem.
Ainda então bem.
Não há cobiça, nem prisão a um Zé ninguém.
Vou reinar, idealizar, um mapa.
Olha, vou ver se sei um mais um.
De dois união, uma intersecção.
O que teria em comum.
Decifrando a psicologia.
Entre o bem e o mal.
Um coroa real.
Dissolve dois polos.
Positivo e negativo.
Analfabeto e cego.
Nem sabe o que é ego.
Simplesmente café com leito.
Cobre, Terra.
Isso minha gente.
Condutor neutro.
Mais pra lá.
Outras fases.
522 anos a base.
Aliás, mais de mil volts.
Retorno de uma cruz.
De vera.
Quem me dera.
De toda era.
Antes de tudo.
Simplesmente o positivo Jesus.
Humildemente, vou continuar tentado estudar.
Vai que eu consiga escrever, gravar.
Este nome simplesmente.
Sonho.
De uma gente.
Porque não, oh nação.
Sinceramente.
Este a que todos venha desdenhar.
Sei lá, acusação bipolar.
Jesus, no coração.
Quero desejar.
Giovane Silva Santos
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