Soneto da Separação
O que somos? Parceiros? Casal?
A TV nos separa o tempo todo.
O tempo passa e a nossa união se evapora
junto com as programações.
Quando acabar a novela, a nossa vida a dois vai trocar os atores, e só vai restar raiva, ira e separação
Deixa esse cara de lado
Você apenas escolheu o cara errado
Sofre no presente por causa do seu passado
Do que adianta chorar pelo leite derramado?
O tempo já não quer dizer que vai passar
Eu sei, eu preciso caminhar
Te deixo me levar
Última vez que paro e tento te calar
Que é pra me ver partir
Já que me ensinou a beber
Já que me ensinou a sofrer
Me ensina, por favor
Como é que faz pra te esquecer
Eu já corri o mundo atrás de você
Já fui até palhaço pra te ver sorrir
Agora você chora, tentando entender
Porque tá indo embora e eu não to nem aí
Eu tanto fiz, que agora tanto faz
Não vou perder mais meu tempo com você
Eu tanto fiz, que agora tanto faz
Devagarinho você me fez te esquecer
Eu quero esquecer você
Eu quero te fragmentar
Em partes que eu possa perder
Que eu nunca mais possa encontrar
Nunca estamos preparados para o adeus, porque o adeus não existe.
De onde viemos, apenas conhecemos o "até logo".
Enquanto a dor da separação machuca, a esperança do reencontro cura.
Quando escolhemos amar, escolhemos nos mover contra o medo – contra a alienação e a separação. A escolha por amar é uma escolha por conectar – por nos encontrarmos no outro.
A separação pode ser o ato de absoluta e radical união, a ligação para a eternidade de dois seres que um dia se amaram demasiado para poderem amar-se de outra maneira, pequena e mansa, quase vegetal.
Depois de uma separação, parece que tudo faz lembrar aquela pessoa: uma música no rádio, um perfume, um jeito de falar. Na verdade, tudo continua igual, você é que faz questão de não esquecer essa paixão.
A possibilidade de conhecer uma pessoa incrível, na próxima esquina, faz de nossa separação uma lembrança um tanto mesquinha.
Viva e ame, mesmo que você sofra com a dor da separação, a dor da perda. Pode acreditar, valeu a pena.
Amores que se perdoam e superam a separação, enfrentando os maiores temporais a dois, podem vir a se tornar aqueles que mais entendem sobre o amor, frente aqueles que nunca na vida se separaram.
A separação de dois amores é sempre trágica, porque a promessa de sustentar esse amor foi quebrada por um coração covarde e medíocre.
A amargura originada pela dor de uma separação é semelhante a produzida pela perda de um membro ferido... nos causa forte desalento e apatia... Mas o prazer que um novo amor nos oferece... é semelhante a alegria de um novo nascimento... Causa-nos grande contentamento e alegria.
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