Somos aquilo que fazemos quando Ninguem nos Ve
É comum dizer que não vivemos de aparência e que somos aquilo que quisermos, doa a quem doer. É normal sentir-se ofendido com o julgamento que as pessoas fazem e retrucar que não come as custas delas, e a única coisa que lhe cabe é lamentar por serem tão fofoqueiras. Não se pode julgar apenas pela cor dos olhos ou pela cor do cabelo. Nem pelo jeito e nem pelo que chamamos de moral. Ao passo que julgamos sem conhecer a fundo, daremos margem ao que podem chamar de pré-conceito, que é senão, a tentativa de apagar nos outros a chama que arde em nós. Por isso, começamos então a criar defesas insolúveis. Não deveríamos, mas conseguimos sempre nos sentir incomodados. Não há outra alternativa senão mudar o jogo. Pare de repetir que a opinião dos outros não te interessa. Se fosse assim, você não se enraivaria tanto com certas opiniões que andam por aí. Lógico que você agora está dizendo que não se importa, mas vamos combinar: -Eu e Você sabemos que você se importa, né? Sabe porque?
Porque você se arruma para que os outros te vejam, canta para que os outros ouçam, beija o outro para que o outro te beije. Querer se defender é o momento em que você quer calar bocas, e querer calar bocas é se importar com a opinião.
Nada melhor que a própria consciência para definir aquilo que somos, o que queremos ser e o que faremos.
Somos o que somos aquilo que estávamos exactamente destinados a ser porque não existe forças maiores contra o destino.
Somos aquilo que pensamos constantemente. Não havendo mudanças de pensamentos, não haverá mudança de comportamento.
Nós somos o que vivemos, nós vestimos aquilo que queremos ser, nós fingimos ser quem não somos, nós causamos...
Somos aquilo que define a nossa identidade;
Somos aquilo que completa a nossa estrutura;
Somos a base daquilo que nos sustenta;
Somos raiz daquilo que nos faz crescer;
Somos o centro das intenções de nossa alma;
Somos o centro das reações de nosso ser;
Somos morada da fé que nos compõe;
Somos abrigo do amor que nos constrói;
Somos filhos de Deus;
Somos quem somos por conhecer quem Deus é.
#RogérioMacena
Nossas frases no instagram: @eupensei18
A principio já ouvi diversas vezes que: “atraímos aquilo que somos”. Certamente você também já deve ter escutado esta frase em sua vida. No entanto, não atraímos quem somos, pois somos criação de Deus, mais que vencedores, e isto nunca vai mudar. Independentemente de sermos cristãos, ou não, a essência de todos está em Deus.
Entretanto, na verdade, é aquilo que nos tornamos que atraí as pessoas.
Somos tudo aquilo que conjecturamos em nossos pensamentos subjetivos e intoleráveis. Esse alimento psíquico nos fortalece a seguir caminhos assustadoramente deslumbrantes
O que não podemos perder é
quem somos, e tudo aquilo que nos ajudou a chegar até aqui nesta caminhada.
O que não podemos perder é a nossa essência.
Sermos humildes, leais com a vida , com os outros e fieis sempre aos nossos propósitos.
Amem jesus. 🙏🙇♀
Simone Vercosa
Somos aquilo que pretendemos ser? Ou somos aquilo que acabamos nos tornando? É preciso refletir bem nisso, se quisermos chegar onde nunca ninguém chegou.
Caráter é aquilo que somos...
Reputação é aquilo que mostramos...
O ideal é mostrar aquilo que somos,
sempre voltados para o bem...
E nem todos podem mostrar esse lado
de sua alma...
Ósculos e amplexos
Marcial
VAMOS DEFINIR CARÁTER E REPUTAÇÃO
Marcial Salaverry
Certamente é algo que exige uma boa análise, pois a vida nos mostra que o fato de alguém ostentar uma boa reputação, nem sempre indica ser portador de um bom caráter, e certos politicos que ostentam a famosa "reputação ilibada", que o digam, razão pela qual é preciso realmente pensar nisso antes de votar...
A propósito, vejam esta mensagem muito interessante, de autoria do muito conhecido guru L’Inconnu...
"Preocupe-se mais com seu caráter do que com sua reputação, porque seu caráter é o que você realmente é, enquanto sua reputação é apenas o que os outros pensam que você é, e o que eles pensam, é problema deles, e nem sempre é a sua realidade..."
Com certeza esta é uma das maiores verdades que já vi. Realmente, nossa maior preocupação sempre será sobre o que outras pessoas irão pensar a nosso respeito e, por causa disso, muitas vezes mudamos nossa maneira de ser e agir, para que não venham a “pensar mal de nós”, quando o correto é isso ser exatamente nossa última preocupação, pois o julgamento alheio é algo tão subjetivo, que jamais conseguiremos agradar a todos.
Assim, o que ocorre é que terminamos por violentar nossa personalidade para agradar a alguém, mas sempre estaremos desagradando a outro alguém. Julgamentos sempre dependem do enfoque que se dá à vida. Assim, o que é certo para uns, será errado para outros.
O melhor mesmo é agir com naturalidade, sendo exatamente o que somos, facilitando assim a análise de nossa personalidade. Isso também facilita o auto conhecimento. Precisamos nos conhecer bem, para assim, poder gostar ou não de nós mesmos, e assim, poderemos analisar com segurança outras opiniões, podendo observar com tranquilidade quais as que merecem ser ouvidas e consideradas, e quais as que deverão ser meramente descartadas. Nesse caso, o que importará será nosso julgamento sobre atos e opiniões alheias, ainda que a nosso respeito.
Partindo do princípio de que nos será impossível contentar a todos, o que nos importará será saber “tirar uma média”, para sentir de que lado pende a balança. Claro está que, se em um universo de 100 pessoas, desagradarmos a 99, algo está errado conosco, e possivelmente essa única criatura a nosso favor, não estará sendo sincera...
Deveremos ter o discernimento necessário para ponderar sobre as reações que nossas atitudes provocam, verificando o caráter daqueles que se desagradam ou não com elas. Nesse caso, é necessário ser elitista, pois é importante que saibamos definir a opinião que terá maior ou menor peso para nós. A quem devemos ou não, não digo agradar, mas provocar opiniões favoráveis.
O que realmente deve ser importante, é a formação de nosso caráter, ponto realmente importante para a reputação boa ou má que vamos ter, e para tanto um ponto fundamental, é sempre estarmos imbuídos da boa vontade para com os demais, não procurando prejudicar ninguém. Devemos ter ações mais fortes apenas quando nos sentirmos prejudicados, e mesmo assim, verificando primeiro se isso não se deve a alguma eventual mágoa que estejamos causando, ou um possível prejuízo, mesmo que involuntário. Devemos ter o bom senso para analisar nossas ações com isenção de animo, sabendo onde e quando recuar, ou confirmar, ratificando ou retificando atos e atitudes...
Ao afirmar que não devemos fazer da opinião alheia o ponto básico para nossa vida, não afirmo que “jamais” deveremos levar em conta outros pareceres sobre nossa conduta, seguindo a velha fórmula: “sou assim... ame-me se quiser, ou deixe-me se não quiser”... Nada deve ser levado a ferro e fogo. Apenas devemos saber ponderar para analisar, tanto críticas como elogios, nunca podendo nos esquecer de que muitas vezes um elogio é mau sinal, dependendo de quem o emite.
Vamos ficar atentos, analisando com carinho e discernimento as ações e reações que provocamos, sempre tendo presente de que o que realmente é importante, é o que nos diz nossa consciência.
Isso claro, para quem a tem, e que poderá assim sempre de consciencia limpa e livre, desfrutar de uma infindável série de LINDOS DIAS, pois é o que estará desejando aos demais...
Somos, emocional e intelectualmente, manipulados por tudo aquilo que fala, ou que atende, às nossas carências, preguiça e fraquezas.
"Somos capazes de tudo aquilo que almejamos desde que não nos deixemos abalar pelas dificuldades encontradas".
