Somos aquilo que fazemos quando Ninguem nos Ve
Somos eternos colecionadores,
Colecionamos para viver.
Ou será que vivemos para colecionar?
O colecionador é feroz,
Corre atrás de cada uma de suas joias.
O acumulador, porém, vive a esperar que o mundo chegue até ele.
Quem sabe, o acumulador apenas observe o tempo passar, esperando que suas virtudes o procurem. Mas fato é: ainda não são suas virtudes.
Ele observará quimeras indo e vindo, esperando que alguém as pegue.
Mas esperará que ela venha até ele. Apoiado na infinitude de seu eterno narciso, acredita piamente que é merecedor de tais utopias para si.
O colecionador, por sua vez, irá correr ferozmente para agarrar seus desejos, abrindo mão da observância do acumulador.
Oxalá ele pudesse ao menos ver o pôr do sol.
Correndo atrás de suas glórias, o colecionador esqueceu de sua mais preciosa peça colecionável: o eterno brilho de apenas ser.
O deturpado sentido do acumulador o fez se despir de suas ambições, simplesmente porque não quis agarrá-las. Mas colecionou o que a vida teve de mais precioso a lhe entregar: a visão do mundo, de quem apenas viveu, sem a ambição de colecionar.
Somos forjados por momentos,
Quem dera fossem positivos.
Os negativos os tornaram fortes,
Os positivos os tornaram vivos.
Amei enquanto pude,
Observei enquanto podia.
Corri atrás de minhas coleções,
Para poder apenas observá-las um dia.
Não sejas colecionar ou acumulador. Cuide para que um dia, sejas cheio de berloques memoráveis, e não te arrependas da vida que viveu. Seja acumulador e colecionador.
“Às vezes, somos orientados a não ficarmos olhando no retrovisor, mas ele não foi colocado no veículo por acaso, ele faz parte de um equipamento obrigatório, na condução de um veículo, para dar segurança ao condutor e proteção aos demais transeuntes nas vias e rodovias. Aos gestores públicos, olhar no retrovisor é trazer a memória do que foi feito, dos erros e acertos, criar novos projetos e dar continuidade aos bons projetos iniciados pelo antecessor”
Sem Deus não somos nada.
Nada neste mundo acantece sem a permissão do senhor.
Entrega teu caminho a ele e ele tudo fará.
Talvez a vida aqui seja um estado curto
Nós somos o que acreditamos que somos
E que tudo o que somos e o que projetamos, tudo o que desejamos
Procuramos nos nossos sentidos sabores, cheiros e toques que nos permitam sentir-nos à vontade.
Talvez sejamos uma projeção da nossa consciência
E tudo é uma ideia que criamos
E nós os tornamos reais ao produzi-los
Somos uma criação de nós mesmos
Que em pouco tempo projetamos a vida como uma realidade, nos tornando vivos e esse ser que criamos a partir de uma projeção é temporal
Este ser não aceita sua condição
E ele quer ser o ser que realmente somos, além de influências e projeções temporárias, ele luta todos os dias pelo direito de transcender sua própria natureza.
E criamos mundos fictícios paralelos ao nosso mundo real e frágil
Onde perdemos entre um ser e outro é apenas um, a fonte original
Os demais, assim como a própria projeção, são cópias.
Projeções
Não somos essencialmente bons ou ruins. O que cada um de nós demonstra, é o reflexo daquilo que foi feito para nos moldar devido ao que estamos fazendo uns aos outros. Se houvesse mais compaixão, humildade e respeito, certas atitudes não aconteceriam.
Ignorância não é mais uma bênção ou sinal de inocência, mas sim uma escolha. #deusesnaoexistem Somos ação e reação, causa e efeito, escolhas e consequências. O que repetimos várias vezes com nossas atividades e atitudes, somos os mostrando comportamentos, isso é o que realmente importa, mais do que palavras.
Somos indivíduos únicos, com uma vida para cada um de nós. Não é questão de não suportar a si mesmo, pois, se cada um não cuidar de si, quem o fará? Não é que eu não suporte a SOLIDÃO; aprendi a aceita-la e a conviver com ela e com meus demônios interiores.
Depois de supera-los e assumir o controle, ressignifiquei, transformando em algo positivo. Se todos soubessem gostar de si mesmos, entenderiam o que é a SOLITUDE.
Eu aprendi a não me importar com o que não merece importância, a viver de acordo com o que é certo, reto e correto, a não fazer ninguém sofrer as consequências dos meus atos e problemas, e a não aceitar os dos outros. Por isso, mantenho um distanciamento social saudável, pois é o único meio de preservar a integridade física e moral, sem manchar a honra ao se misturar com aqueles que são imorais, covardes e convivem em ambientes degradantes.
Devemos ser agradáveis as pessoas em amor. Mas, não somos obrigados agradar a todos, pelo simples fato de que mesmo fazendo o melhor e vivendo de uma forma excelentes, muitas delas vão nos odiar e desprezar gratuitamente.
Somos todos viajantes no espaço e no tempo. Nosso primeiro e último banho foi/será dado por outras pessoas, que também escolhem as nossas roupas. No fundo não temos nada e estamos todos nus, com o corpo coberto por roupas emprestadas. Pouco importa as nossas crenças, a certeza é que retornaremos ao pó, de onde viemos. Quem dera o nosso espírito sobreviva, liberto das impurezas que juntamos aqui.
Ao valorizar o aqui e agora , somos capazes de desacelerar, apreciar as pequenas coisas da vida e encontrar paz interior mesmo no meio à correria do dia a dia.
Insta: @elidajeronimo
"Nós somos Templo do Espírito Santo Ou Igreja ? No templo do Espírito, habita o Espírito; mas quem habita ou frequenta as igrejas ? São pessoas com um só pensamento, adorar a Deus. Templo fala de comunhão, já a igreja, fala de Serviço, Adoração e Comunhão."
“A jornada de mil passos começa com a aceitação do primeiro. É na compreensão do que somos que encontramos o caminho para o que podemos ser.”
Solitários...
Sem vidas compartilhadas
somos momentos de emoção
sem promessas enraizadas
sentimentos sem definição
vivendo alegrias do momento
e a tranquilidade das partidas
nesse estranho envolvimento
sem apego nas despedidas
Do futuro não se tem noção
e as juras não são necessárias
ensinando a alma e o coração
que serão para sempre solitários.
Em grupo sempre somos uma ameaça, melhor individualizados, mais fácil de odiar entre si do que se unir contra um sofrimento em comum
