Solitário
O homem se torna um pensador quando se sente solitário. A solidão toma conta de seus pensamentos e os torna sentimentos inexplicáveis ao ponto de você viver de uma maneira mais fria e triste.
Solidão, que fora designada inúmeras vezes por um clemente solitário; um estado médio com extremo vazio, escassez de um ombro amigo e fantasioso amor viril. A este dito, obtêm-se falta de análise com mais proeza para com tal quimera que mais parece epidemia. À mesma, pode ser plenamente; a tranquilidade e o sossego de estar a sós, com seu espírito e sua mente.
O medo em si é o medo de ter medo. Ele é solitário, como um parasita que precisa se agarrar em algo para sobreviver. Quando encaramos-o de perto descobrimos que o que sobra é a experiência, todo o resto é o desespero.
Hoje é um dia de chuva,
Um dia lindo, porém incomum,
Um friozinho solitário...
Mas é tão bom que a cama chama.
Na verdade era pra ser todos os dias assim,
O mundo entre dois tempos.
Quando olho para a chuva,
Apenas vejo beleza e pureza,
Das árvores felizes, chuva harmonizadas com a temperatura fria...
É tudo perfeito.
Não sou uma grande pessoa em descrever, mas não há como guardar apenas para mim,
As palavras descritas de amor à chuva.
Os pássaros correm... Cantam,
Um verdadeiro paraíso.
Esquecemos dos problemas em um segundo...
Não... Não irei e nem vou chorar de tristeza,
Apenas de alegria.
E para combinar com o doce e delicado tempo,
o sol ilumina todo o universo.
O paraíso é um aconchegante vale verdejante, mas eu prefiro o gélido e solitário alto da colina.De lá eu vejo toda vastidão do vale e um pouco além.
Solteiro: solitário e completamente esquecido.
Namorando: lembrado, se torna interessante pra alguém, pessoas aparecem até do além.
Vai entender?!
Eu me sinto as vezes solitário, quando me perco. A maior parte das vezes me percebo aqui e eu não me deixo só, porque tenho a mim!
O solitário que anda
E pensa e busca o que não se tem
É letra que se junta como um magnetismo
Que nem seus punhos podem controlar
E do gênero fiel, que coloca no dedo um anel.
Aquilo o tormenta, cada dia é dia.
Que noite o açoita
De olhos a solidão
Esta em si
Esta em mim
Esta no fim…
Concordo plenamente em o mundo girar e girar....
Você foi e me deixou carente, solitário
sem chão e chorando.
Agora voltou................ e me encontrou feliz,........ triunfando.
Vou seguindo o desconhecido, mas o que me faz feliz...
Vou andando solitário com essa multidão...
Despertaram-se anjos e demônios...
Neste caminho feito por sorrisos e lagrimas...
Me sepultam os sonhos...
Em minha frente a morte e a vida...
Entre o chão e os céus me encontro...
Será que tenho um propósito?...
Respostas que não quero saber!...
Então vou seguindo o desconhecido, mas o que me faz feliz!...
A filosofia do lobo solitário é escolher o próprio caminho, sem medo da solidão, porque sabe que sua verdade não precisa de plateia — apenas de coragem para seguir.
Ouvi o som do silêncio, mas percebi que cada momento era vazio, cada segundo era solitário, mas sua própria palavra se tornou vazia.
Mudar dói né? É um processo solitário, mas, necessário. Seja qual for a mudança, dói. Seja ela de hábitos, lugares, atitudes, comportamentos ou relações. Dói porque causa um certo incômodo interior, dói porque nos desafia a uma nova fase. Sempre que algo nos confrontar a mudar um ciclo, antes passaremos pela dor da mudança e seguiremos curando vossas dores internas e vivendo reconstruindo-se como seres pensantes.
O Homem é decididamente um animal social, não um solitário. O ambiente humano é, antes de tudo, a sociedade a que uma pessoa pertence, e a sociedade é um complexo de indivíduos ligados por interações cooperativas que servem para manter uma vida comunal.
O lobo solitário é um arquiteto da própria existência, tecendo sua força na trama da solidão e do esforço. Sua jornada é um testemunho da vontade inabalável, onde cada dia é uma oportunidade para reafirmar sua essência. Na luta pelo desconhecido, ele encontra não apenas sobrevivência, mas um propósito que o coloca como uma figura forte, iluminada pela própria luz interior.
Ahoy!
Quando se encorajou, uma rota traçou...
zarpou solitário!
Na bagagem levou os sonhos que sonhou...
seguiu obstinado!
Enfrentou o próprio medo ao velar contratempos...
viveu maus bocados!
Como a flecha que encara os ventos
contrários ao deixar o arco.
Seu querer coordenou; foi desbravando o mundo...
ele era sábio!
Enquanto navegou, nunca perdeu seu rumo...
se achava no abraço!
