Mensagens sobre solidão e silêncio que tocam a alma
A solidão é um povoado de uma pessoa só, onde o silêncio ecoa mais alto que o vento nas copas dos ervais.
Às vezes prefiro a solidão, o silêncio de minha companhia.
Já que, num mundo tão cheio de gente, com tanta informação rolando solta, não conversamos mais, não dialogamos entre nós.
O que acontece é um vômito de ideias unilaterais, de fotos, de momentos isolados cheios de nosso ego, que recém aprendeu a fazer a roda e quer mostrar a todos o quanto é um ser humano digno de atenção e likes.
Mas por quê? Me digam vocês o porquê? Preferem estranhos comentando sua vida, dando-lhes migalhas com corações vermelhos e vazios, ao invés de compartilhar seus momentos com quem já lhe é tão íntimo, sejam eles bons ou ruins? Têm medo da crítica, do confronto, da verdade dos corações honestos e amigos? Têm medo da própria vulnerabilidade?
Se não o fiz antes, permito que sejam o que vocês são. Bons, maus, sorridentes, egocêntricos, ingênuos. Só não se escondam atrás do morno, do monótono, do tanto faz. Isso mata qualquer relacionamento, distancia qualquer coração. E ao invés de tentar ressucitá-lo mais uma vez, tenho preferido deixá-lo morrer.
E é por isso que tenho preferido a minha companhia ao invés das relações superficiais. Pois, estando comigo reconheço quem sou, o meu lado bom e o meu nem tanto, e dou aprovação e espaço para que exista e se expresse.
E finalmente, compreendo que quem permanece, quem ainda se abre pra trocar e agregar a meu ser na verdade foi a minha essência quem os escolheu para aqui permanecer.
Mas meu coração sempre bateu pelo efêmero..
A casa emudece, o ar se condensa,
Onde o silêncio é quem dita o lugar.
A solidão se torna presença,
Nesta vontade de apenas escutar.
Lá fora, o grilo em nota constante,
Vigila a noite que não tem mais pressa.
O som de um carro, num brilho distante,
É o único elo que ainda resta.
O cachorro avisa que a rua está viva,
Num latido seco que o vento conduz.
Enquanto a minh'alma, de forma passiva,
Se perde no vácuo que a noite produz.
É um mundo lá fora, de asfalto e ruído,
Aqui dentro, a paz que o vazio traz.
Entre o que é visto e o que é ouvido,
Sou só o silêncio que o grilo refaz.
Num tranquito de tarde
Mateando com a solidão
No silêncio do meu rancho
Tive a confirmação!
O que é bom, nasce pronto... não carece instrução
Pealado pela vida
Andando sem pai, sem patrão
Desde cedo valorizando
Os costumes e a tradição!
Saber o valor da doma
Aos velhos pedir benção
Respeitar moça e família
Cuidar bem da criação
Saltar cedo do poso
Aproveitar a ocasião
São verdades que o tempo ensina
O melhor mestre p'rum peão
O tempo passa depressa
Sem se importar com lamento
Se te prenderes no tento, da verdade e da razão
Ou mesmo que vivas em vão
Alcaide e desprestigiado
Carregamos o mesmo fado
Que valha a peleia então!
Fica o conselho ...
Daquele que já foi moço
Sendo Dr. Ou índio grosso
O que vale, é a virtude
Alma doce ou sistema rude
Todos tem algum valor
Aos olhos de quem compreende
Deixo guardada a semente
Pra não fazer sangrador...
Bebo agora o último gole dessa solidão fartamente regada do teu silêncio e indiferênça que tanto me machuca...
Lá fora um silêncio ensurdecedor e aqui dentro uma solidão silenciosa em busca, em vão, da alma que perdi.
Tem dias que é preciso a solidão de um quarto escuro, o silêncio das palavras o aquietar da multidão - é preciso olhar para dentro estabelecer um dialogo consigo mesmo, se refazer dos machucados da vida.
Cada um tem de experimentar o território sagrado do silêncio e da solidão.
E cada um, para existir - de fato -, tem de dar conta do próprio vazio.
Te amo em silêncio.
Vivo na sombra da solidão,
E a dor me acompanha pelos caminhos onde a tristeza se espalha
Mas; maior seria minha saudade se eu deixasse meus sonhos morrerem
O teu silêncio
explode feito solidão
no meu coração...
enquanto lá fora inebriante
brilha a lua no céu.
Então apanho os cacos de mim
e prossigo, "enfim".
A Busca!
Duas vidas...
Perdidas no silêncio da noite; mergulhadas em uma
enorme solidão, se encontram.
Perdidas em seus pensamentos, a vagar pelo mundo das ilusões;
a procura do encontro perfeito; do oposto.
A metade que soma!
O imperfeito!
Nem sempre realizamos o que queremos, mas, o contrário
do que almejamos ser.
Somos seres em busca do amor perfeito; único;
aquele que nos levará ao infinito!
O verdadeiro!
Aquele que as lembranças jamais se apagam.
Então nos encontramos!
Nossa sede de vida será saciada, no silêncio dos nossos corpos, e no encontro do olhar,
onde nossas almas se unem num misto de alegria e paz!
Sacia-me, pois tenho fome do teu amor!
Sacia-me, pois tenho sede de ti!
Meus olhos desejam seus olhos, e o que eu mais quero é te tocar, te amar!
E eternizar nosso amor com um beijo!
Então vem, cala meu coração com teu amor pra sempre!
Findo assim, essa incansável busca do Amor!
Te encontrei!
O silêncio, palco ideal, pensamentos afloram, quem sabe solidão? Medos, sonhos, choro, esperança, sono, outro dia vem...
Existem momentos que o silêncio e a solidão lhe trará a oportunidade de rever aquilo que não vai te servir mais, a escolha é sua.
Solidão
A solidão não me entristece
Muito pelo contrário, eu bem que gosto.
Gosto do silêncio de meus pensamentos, do cheiro do meu humor e de assistir a briga que trava minha mente quando ninguém além de mim existe comigo.
Eu me suporto muito bem, obrigada.
Ao não escutar meus conselhos e contrariar minha intuição sangro a alma, porém quando abraço meus instintos mesmo sangrando tenho forças para recomeçar.
Quando a dor é lancinante sou eu quem me consola, me sustenta e me apóia. Mas o inverso é real, se decidir sofrer a valer, será minha mente quem me levara ao caos.
Sou o melhor e o pior que tenho comigo.
Nunca me senti completa com a presença do outro.
Muito pelo contrário, o outro sempre me limita.
Não porque eu me baste, ou quem sabe me baste sim, mas pelo fato do outro ser outro e não ser eu, ele sempre será diferente.
Difere de gostos, de modos, de atos. E isso tudo me entristece.
Não que eu não aceite as diferenças, são elas que não me aceitam como eu sou.
Não vou mudar e nem pretendo mudar ninguém.
Por estas e outras pra ser feliz continuo comigo.
Mesmo cercada por multidão não deixo de me notar, de me sentir e de me amar.
Admiro-me como ninguém.
Sou o que sou, e não preciso que o que sou seja aceito pra continuar sendo eu mesma.
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