Sociedade poesia
Seria
Asociedade dos homens
De bem a quem não sorri
Nem se orgulha
Ter na parede
Retrato de herói
De uma guerra
Qualquer
Que frouxos de zombaria
Não ouviste , ainda desperto
Às estrelas que por certo
Cochilavam Luz macia
No pélogo submerso
Do imenso abismo sem meta
Que te acorda da Nostalgia
E quem traça a curva
Do horizonte
E dá linha
Aos movimentos rasos
Dos astros
A Alternativa
A sociedade do paraíso
Reencontrar, criar
E por lá viver
Criar
A
Alternativa
Que seja contínua
Onde anda a Saudade
E os olhos
Que
A gente nem sempre vê
Que semeando vento
E na falta de escolha
Colhendo sempre tempestade
Combinando
Razão e emoções
Nos mesmos lugares
Na cama deitado
Na miragem perdida
Ver toda a terra girar
Ida estonteante
Que
Ganha apenas para juntar
Na volta inesgotável
De um eterno retorno
Se toca
Em que toca
Em se tocar
Entocado
Escondido nessa toca
Não sentia quem vinha
E
Quem se aproximava
Eu só sentia os passos
Um Estado
Estúpido
Criar o meu Estado
Estado de Espírito
Sociedade: raça louca
Nesta pirâmide social, inverteram-se os valores
A soberania impera pelas mãos de poucos
O controle da mídia te seduz e induz a acreditar
Enquanto que o governo cresce sobre os outros
Instituições milenares como a própria Igreja
Aparenta agora ser um atraente mercado
Você tem de pagar para praticar a própria fé
Caso recusar, pode estar cometendo pecado
Sociedade, sua raça louca
O inferno, se existe, é aqui
Crianças morrendo de fome
Políticos não estão nem aí (para você!)
Enquanto que milhões trocam suas mensagens
Em computadores, celulares, a falsa tecnologia
O dinheiro deles está indo para o poder de cima
Não ouse pensar que é o de Deus, seria ironia
Jovens pensam estar se divertindo nas festas
Se é "open bar", há a maior movimentação
Maior ainda é a cobertura dos jornais depois
Mortes no trânsito pela bebida, que comoção!
Sociedade, estupidamente louca
Você trabalha sem estar gostando
Ganha uma miséria e logo gasta
Mas fortunas continuam girando (e você não faz parte!).
Bom convívio em sociedade
A sociedade estraga os seus melhores homens
Saiba disto quando estiveres disposto a ser bom
Ao teu lado, urubus querem de ti uma carniça
Se torna perigoso buscares manifestar o teu dom
Tu corres em uma maratona praticamente só
Desviando das armadilhas do convívio social
Percebes nisto que eles almejam lhe derrubar
Com críticas “construtivas” em um teor boçal
Seja forte, autêntico, sublime e surpreendente
Só assim conseguirás calar estas bocas grandes
Tu tens que vencer desafios no espalhar do bem
Notadamente é mais fácil imitar os ignorantes
As pessoas encontram motivos para o confronto
Crenças, etnias, time de futebol, o jeito de olhar
Eleições, roupas sujas, modismos, gosto musical
São poucos os que vislumbrar a paz: vais tentar?
Lhe sugiro que mantenhas a serenidade intacta
Se pegares em armas, tu acabarás desamparado
Não és como eles, eles lhe invejam nas glórias
A difícil missão ficou para o verdadeiro soldado.
Do mesmo modo como nosso corpo é formado de células, uma sociedade é formada de micro unidades, de células básicas, que são as famílias.
Se as células de nosso corpo começam a se destruir, nosso corpo sucumbe, morre!
Se as famílias começam a se destruir, se desmontar, se decompor, a sociedade apodrece, desaba!
Em um prédio, onde as estruturas estão mal feitas, não adiantam belas paredes, obras de arte no hall de entrada ou cores lindas pelos corredores. Ele vai cair, é apenas uma questão de saber em quanto tempo.
Cultura leniente do coitadismo intelectual!
Vivemos numa sociedade "sem opinião própria", mas coletiva! Onde as informações chegam até nós e não o contrário como se afirma. Aceitar é o suficiente do que examinar o recipiente. Há também muita informação, mas pouquíssimo conteúdo que agregue uma ação significativa. Leituras cada vez mais artificiais e superficiais fazem parte desta cultura de leitores sem leitura. Críticas sem domínio do que é certo ou errado, adequado ou inadequado fazem parte desta festa e são características de um povo que se acomoda nessa moda de que tudo é bom e nada presta! Vivem assim o forte dilema de que complacência se faz com decência!
MENTIRAS E MEDO
Sem a mentira e o medo a sociedade jamais sobreviveria.
São elas a estrutura que move o mundo, mundo de fantasias.
Uma maquiagem, uma máscara.
Até o Diabo também mentiu.
Misturou verdade com mentira.
No final ficou assim...
É mais fácil acreditar numa mentira do que numa verdade.
verdade...
mentira...
verdade...
mentira...
......
Talvez estejamos vivendo em uma sociedade com reduzida ativação no córtex pré-frontal e baixa resposta emocional da amígdala.
Uma era onde a empatia foi arquivada em um pendrive com o sistema corrompido.
As decisões parecem partir de impulsos primitivos, desprovidas de reflexão ou compaixão. O senso coletivo de humanidade parece adormecido, desligado — ou talvez nunca devidamente instalado.
Pode ser que estejamos diante de uma nova síndrome.
Não clínica, mas simbólica. Uma síndrome de Ares, de Eris, de Nêmesis...
De Thanatos, Set ou Apep.
Forças arquetípicas que personificam o caos, a guerra, a destruição, a vingança e a escuridão.
Talvez seja isso: um espírito coletivo dominado por essas entidades, em conflito com tudo que representa equilíbrio e afeto.
Ou talvez seja apenas um Fazio —
Um erro no sistema. Uma falha que clama por compensação.
Um nome inventado para algo que não sabemos nomear... mas que sentimos todos os dias, no concreto e no virtual.
Sociedade
A fuga do instinto no instituindo a não agir, um colapso, um grito, farpas cúspides, é atiradas ao vasto buraco negro que muito protestao é chamam de sociedade, estúpidos São os que reagem, os que esperam ainda sentir que buscam algo mais dessa rotina dessa esteira rolante de conformismo e s- pura ilusão estamos moldados ao fracasso pois não reagimos a grande falha em perde os instintos é que perdemos a identidade perdemos a atitude é não sabemos viver abisorvemos esse conduto e acreditamos que isso é vida quando não passa de uma repetição de pessoas feito máquinas marcando seuns pontos batendo o cartão na máquina da sociedade achando que está vivo quando é um mero mecanismo a sombra da sobrevivência. PauloRockCesar
Cada um é cada um- A sociedade é uma empresa cobradora que não tem vínculos com ninguém.
Porque as pessoas fazem tantas cobranças a seus semelhantes?
Dão palpites, querem mudar conceitos e indicar rumos. Cada um é cada um e deve fazer o que deseja, é livre em pensamento e as ações que praticar, boas ou más são de sua única responsabilidade.
Cobranças, só as de contas e tarifas públicas que também já são abusivas demais.
—
“Vivemos uma sociedade do cansaço, sobretudo, cansaços de si mesmo. A casa do descansar e repousar é também uma casa espiritual, uma casa interior. Um espaço contemplativo, uma sintonia com o dono da casa”.
Adaga de dois gumes
Parar de ser eu, para ser o que
a sociedade quer que eu seja,
Eu prefiro a morte.
Você me disse isso, sinceramente
eu não entendia.
Mas quanto mais eu te conheço,
mais eu te entendo.
Esse teu amor que te protege,
É o mesmo que te prende.
É como uma cela cheia de
espinhos, não deixa que
ninguém se aproxime, porém,
Você também não consegue sair.
Não fazia sentido para mim
esse teu jeito rebelde,
Agora eu entendo, sua maneira de se expressar.
Você é forte, a cada dia que
se passa eu te admiro mais.
Quero mais tempo ao teu lado.
A democracia, é algo crucial à saúde social. É, o sistema fisiológico de uma dada sociedade. Atentar contra a democracia representativa, faz fenecer a vida dos "indivíduos" e, destroça o Estado Democrático de Direito."Deus acima de tudo remete a um discurso tirano para legitimar o abuso de poder"
Deus entre todos!
Sistema “extenuado” carcerário
Ressocializar seria tornar social, reunir em sociedade, trazer o indivíduo ao convívio coletivo. Como vemos há até um significado, genericamente, agradável, não fosse à realidade conferida por nós. O sistema carcerário remonta aos tempos coloniais. O Código de leis portuguesas então em vigor no Brasil, e que atribuía à Colônia, entre outras funções, a de prisão de degredados. Os apenados, pelo texto legal, eram os alcoviteiros, culpados por ferimentos por armas de fogo, duelo, entrada violenta ou tentativa de entrada em casa alheia, resistência a ordens judiciais, falsificação de documentos e contrabando de pedras e metais preciosos. A Carta Régia de 1769 mandou estabelecer a primeira prisão brasileira, a Casa de Correção do Rio de Janeiro.
Todavia, a realidade é completamente diferente do que está escrito. A comunidade carcerária esteve e estará fadada ao descaso, ou seja, violências diversas entre eles e além deles, tratamento desumano, um caos. Mesmo assim as autoridades vendem um discurso improvável, inverossímil: “vai melhorar”, “os investimentos estão voltados para estes problemas; dessarte, dando uma idéia utópica para solução deste problema.
Por conseguinte, se as políticas de base são falhas, mal geridas. Estas são o grande trunfo para não existência de tal problema. pelo menos estabelecida como se manter e abastar o sistema prisional
EM CONSTRUÇÃO
NOVAMENTE o congresso me surpreende. A sociedade necessitando, clamando nas ruas pelas questões basilares: SAÚDE, EDUCAÇÃO, SEGURANÇA; reformulações pontuais, mudança no código penal; e etc. E o parlamento discutindo FINANCIAMENTO DE CAMPANHA.
Se for PÚBLICO: Vai tirar da onde?
Se for PRIVADO: Vai pagar com o quê?
Se for PÚBLICO E PRIVADO: Vai tirar quanto e vai pagar quando?
Sendo assim, quem irá fiscalizar e como será feita esta fiscalização (impossível)?
Estão querendo copiar o modelo Alemão, Americano, inglês, ... Sabemos que a aqui não funciona.
Mais uma vez, de novo, os nossos representantes legislam interesses próprios e, ou de grupos fechados.
Nunca deixe de fazer o que gosta por pressão da sociedade.
Nunca deixe de acreditar no seu potencial.
Faça o que te faça bem e feliz!
Do que adianta seguir os passos dos outros se você não seguiu os seus!
Continue sempre buscando realizar seus sonhos porque nada é impossível principalmente para quem acredita que é possivel!
… 💕🌸
Vivemos em um momento o qual ser classificado é primordial para a sociedade. Não seja assim! Porque você não é o dinheiro que tem na carteira, nem o seu trabalho. Você não é uma casa grande, com bebidas caras, carros de luxo e paredes vazias. Você não é a imagem que ostenta para se enquadrar na visão das minorias.
Você é o amontoado de sonhos, você é as viagens que fará, os amores que viveu e viverá, o carinho que transmite e recebe. É aquela pessoa que muda em si o que crê não estar certo, que defende os que não se defendem, que vive aquilo que os outros não se permitem viver por mesquinharia.
Não somos o que temos, somos o que significamos para o mundo.
“Para se vitrinar numa sociedade, pessoas
estudam, graduam e doutoram-se sobre um tema ou conduta, mas no fim, continuam apenas ignorantes que procuram revelar o óbvio. Esquecem-se que o mérito de tudo cabe ao objeto do estudo que os ocupa, doutrina e os ensina.”
ENGRENAGEM DA SOCIEDADE
Todos no batente dia após dia no rosto o suor, no semblante o cansaço, no bolso o furo, na carteira o registro o orgulho para afirmar a quem for,
Eu sou trabalhador, morando na zona sul na zona norte, bairro nobre, bairro pobre, eu sou trabalhador,
Doutor de caneta, doutor colher pedreiro, professora ou doméstica, doutor de bisturi, doutor de pincel pintor, senhor, senhora no dia na noite trabalhador todos com capacidade engrenagem do campo e da cidade.
A sociedade me transformou num monstro, frio, apático, sem sentimentos
e ainda por cima egoísta. Culpa eu não carrego até porque me feriram e pisaram em mim. Chorei, me quebrei, me reconstruí e estou aqui moldado
a base do que eu vivi. Lhe contando detalhes, foi tudo muito nebuloso, cansativo, esvaiu minhas forças. Quando vi eu já estava irreconhecível.
Quando dei por mim, estava fazendo tudo somente com base no meu interesse pessoal. ''O que eu sou?'', é minha pergunta atual...só digo uma coisa eu não me reconheço e ainda por cima me temo.
