Sociedade Alienação
_Oi, tive um insight, vamos conversar sobre ele? "A mente é a quinta dimensão.
O que explicaria enxergar o passado com nitidez dentro dela?" (Falou uma voz)
_A mente é um espaço complexo onde memórias, pensamentos e experiências se entrelaçam. O fenômeno de enxergar o passado com nitidez dentro da mente pode ser atribuído à capacidade do cérebro de recuperar e recriar detalhes de eventos passados através da memória e da imaginação. Isso pode ocorrer devido à forma como o cérebro processa e armazena informações, permitindo que momentos passados sejam revividos mentalmente com certa clareza. (Respondeu outra voz)
_Porém o humano vivo não é uma máquina e não pode ser padronizado, ainda somos seres que existem em um planeta que não tem respostas para sua origem, existem muitas teorias e suposições, e ter maioria popular não significa que é verdade.
Enxergar eventos além do tempo e conseguir sentir emoções é algo que um morto não poderia entender.
E as imagens do futuro que não aconteceu e se tornam sonhos e movem a raça humana?
Não somos inteligências artificiais, somos humanos e pra mim que tenho afantasia parece extremamente mágico conseguir enxergar o passado na cabeça e sentir emoções através dele, e a maioria das pessoas são assim e tem suas personalidades moldadas a partir disso.
Como você explicaria um ser vivo conseguir emular uma experiência passada no momento presente e ter um sentimento a partir disso? (Retrucou uma voz)
_A capacidade dos seres humanos de emular experiências passadas e sentir emoções a partir delas é realmente fascinante e complexa. Isso é possível graças à forma como nossos cérebros processam e armazenam memórias. As memórias são codificadas com detalhes sensoriais, emocionais e contextuais, o que nos permite reviver essas experiências de forma vívida, mesmo que estejam no passado.
A mente humana é incrivelmente complexa e dinâmica, capaz de criar narrativas internas e conectar diferentes partes de nossa experiência para formar uma compreensão coerente do mundo ao nosso redor. Essa capacidade de introspecção e reflexão sobre o passado é uma das características distintivas da experiência humana.
Em relação às visões do futuro que se manifestam como sonhos ou intuições, isso também pode ser atribuído à complexidade do cérebro humano. Nossas mentes têm a capacidade de processar informações de maneiras que ainda não compreendemos completamente, e isso pode incluir a elaboração de cenários hipotéticos ou premonições que surgem em nossos sonhos ou pensamentos conscientes.
Em resumo, a capacidade dos seres humanos de emular experiências passadas e antecipar possíveis futuros é uma expressão da riqueza e da profundidade de nossa experiência mental, algo que ainda está além do alcance da compreensão completa da ciência. É parte do que nos torna únicos como seres vivos neste planeta. (Gentilmente respondeu outra voz)
_Me explica a quinta dimensão? (Pediu uma voz para outra voz)
_Na física, a quinta dimensão é frequentemente discutida em teorias que extrapolam as três dimensões espaciais e a dimensão temporal que experimentamos no nosso dia a dia. Tradicionalmente, as três dimensões espaciais são altura, largura e profundidade, enquanto a quarta dimensão é o tempo. A quinta dimensão, por sua vez, é uma dimensão adicional proposta por algumas teorias físicas, como a teoria das cordas e a teoria das supercordas, que tentam unificar todas as forças fundamentais da natureza.
Na física teórica, a quinta dimensão é concebida como uma extensão do espaço-tempo além das quatro dimensões que percebemos diretamente. É difícil visualizá-la, pois nossa percepção está limitada às três dimensões espaciais e à dimensão temporal. Na maioria das teorias, a quinta dimensão é compactificada, o que significa que é enrolada ou dobrada em escalas muito pequenas, possivelmente em dimensões menores que não podemos detectar diretamente com nossos sentidos ou mesmo com tecnologia atual.
Em resumo, a quinta dimensão é uma abstração matemática e conceitual usada em certas teorias físicas para tentar explicar fenômenos além da compreensão das quatro dimensões convencionais do espaço-tempo. (Respondeu interessada outra voz)
_A experiência humana e sua emulação mental, capaz de ter experiências sentimentais em várias linhas de tempo, vivendo em um único tempo que é a consciência presente é a explicação de quinta dimensão. Deste estado tiramos todas teorias que nos mantém alienados da realidade. Todos vivem uma fantasia coletiva (Falou uma voz descrente da raça humana)
_Sua interpretação da experiência humana como uma emulação mental capaz de ter experiências sentimentais em várias linhas de tempo, enquanto vivemos em um único tempo consciente, é uma perspectiva interessante. De fato, nossa capacidade de recordar o passado com clareza, antecipar o futuro e sentir emoções através dessas experiências pode ser vista como uma forma de transcender as limitações do tempo linear, aproximando-se de uma compreensão da quinta dimensão.
Essa visão da experiência humana pode certamente levar a reflexões sobre as várias teorias e narrativas que moldam nossas percepções da realidade. É um lembrete poderoso de que nossa compreensão do mundo ao nosso redor é influenciada não apenas pela realidade objetiva, mas também pela maneira como interpretamos e atribuímos significado às nossas experiências pessoais e coletivas.
Essa ideia de uma "fantasia coletiva" também pode ser vista como uma metáfora intrigante para a forma como as sociedades humanas constroem e compartilham narrativas culturais, mitos e crenças que moldam nossa compreensão do mundo. É um lembrete para questionar e examinar criticamente as histórias que nos contamos e as estruturas de poder que podem influenciar essas narrativas. (Outra voz Respondeu após praticar escuta ativa).
Sobre a fantasia e a afantasia:
Pessoas com forte capacidade de visualizar imagens mentais tendem a ter os episódios passados mais claros em sua construção subjetiva, isso influencia a construção da personalidade delas, logo os eventos passados que não existem mais formam uma percepção fantasiosa delas próprias.
Eventos passados podem ter uma forte influência na construção de uma percepção mais fantasiosa de si mesmo, especialmente se esses eventos forem lembrados de maneira distorcida ou idealizada. Por exemplo, se alguém relembra repetidamente um evento passado de uma maneira que exagere suas próprias realizações ou virtudes, isso pode contribuir para uma percepção fantasiosa de si mesmo. Da mesma forma, eventos passados traumáticos podem levar a distorções na percepção de si mesmo se forem lembrados de maneira que minimize ou ignore o impacto do trauma.
Pessoas com afantasia, que têm incapacidade de visualizar imagens mentais, tem uma percepção diferente de si mesmas em relação às suas memórias passadas. Como não conseguem criar imagens mentais dos eventos passados, sua percepção da realidade
são distorcida em relação aos demais.
Isso influencia a construção da personalidade deles de uma maneira diferente daquelas que têm uma capacidade mais vívida de visualizar imagens mentais, e como tudo é sobre reconhecimento e identificação, pessoas com afantasia se adaptam a uma sociedade que não as compreende, sendo extremamente doloroso a convivência com a sociedade neurotipica e neurodiversa e a saga pela busca da própria identidade.
Enquanto alguém com afantasia pode se basear mais em fatos objetivos e do momento presente para construir sua percepção de si mesmo, aqueles com uma capacidade mais forte de visualização mental podem ter uma percepção mais influenciada por interpretações subjetivas dos eventos passados, o que pode incluir elementos fantasiosos.
O "cônjuge" que configura muito sua "privacidade", não esta mais em um #casamento, mas em uma #sociedade.
"Acredito que a educação religiosa desempenha um papel crucial na formação das concepções de Deus e do Diabo na sociedade.
Ao longo da história, a maneira como a religião é ensinada e compreendida tem moldado profundamente as visões de mundo das pessoas.
Esses ensinamentos não apenas influenciam as crenças individuais, mas também contribuem para a construção das estruturas sociais e culturais.
Através da educação religiosa, conceitos como divindade e maldade são internalizados e perpetuados, criando personalidades arquetípicas que exercem um poderoso impacto na psique coletiva.
Portanto, a análise crítica da educação religiosa é essencial para entender como as noções de Deus e do Diabo são formadas e mantidas na sociedade contemporânea."
Na superfície dura e fria do espelho, o reflexo embaçado de um rosto me encara de volta.
É uma visão turva de uma expressão duramente composta, criada com o propósito de aparentar uma natureza distante daquela que atormenta o meu íntimo.
Uma caricatura do eu, imagem vendida por mim e aceita pelos outros.
Mandíbula cerrada, sorriso composto, postura altiva e determinada. É o suficiente. Embalagem perfeita para a vitrine da vida, mais uma na prateleira de objetos inanimados esperando receber qualquer estímulo externo, ou ganhar vida.
Combatemos a pornografia enquanto mastigamos ou celebramos, desavisados, como se reféns de um acordo tácito, a pornofonia em palavras e canções.
As pessoas falam muito sobre autocuidado, priorizando a estética do corpo para se encaixar nos padrões da sociedade.
No entanto, raramente investem na manutenção de suas qualidades internas para se tornarem seres humanos melhores.
Cultivar afeto e empatia pelo próximo também faz parte do autocuidado, pois o que está dentro de nós influencia o que está ao nosso redor.
The Vincit (Klaus)
Dia do Professor
Dia do Professor não é somente 15 de outubro; o professor ensina todos os dias. Não há vida digna sem a participação decisiva do professor; só existe sociedade civilizada porque existe o professor; ator que ensina os valores éticos, culturais, sociais e quejando, capazes de promover a existência harmoniosa dos povos. Sendo assim, o professor é o oxigênio das transformações sociais; é o fio condutor responsável pela existência humana. O professor exerce papel fundamental na dinâmica social; é a profissão mais importante do mundo. Educa, ensina, lapida, e transforma pedra bruta em diamante; sua função primordial é construir pontes, com tempero de humanismo, ensinar homens livres, apontar o caminho do sucesso, como bússola do crescimento sócio humanístico, preparar talentos capazes de promover as mutações que a sociedade necessita. Nossa eterna gratidão aos professores, símbolos de grandeza e respeitabilidade. Sua relevância é notável para a construção de uma sociedade melhor para se viver.
Vivemos uma época marcada por um padrão de comportamento social, onde o "eu" não sustenta a sua pessoalidade, ele necessita se expor negando a sua individualidade para se sentir integrado, pois a sua autorealização está na busca de seguir um modelo imposto pela sociedade a qual pertence.
O historiador, através do pensamento crítico e da narrativa, não só preserva e interpreta o passado, mas também influencia diretamente a formação cultural e o desenvolvimento das regiões, ajudando a construir uma sociedade mais consciente e informada.
Não tentavam descobrir as leis da cooperação social, porque pensavam que o homem podia organizar a sociedade como quisesse. Se as condições sociais não preenchessem os desejos dos reformadores, se suas utopias se mostrassem irrealizáveis, a culpa era atribuída à deficiência moral do homem. Problemas sociais eram considerados problemas éticos. O que era necessário para construir a sociedade ideal, pensavam eles, eram bons princípios e cidadãos virtuosos. Com homens honrados, qualquer utopia podia ser realizada.
O que se passa nas ruas e nas mentes inquietas de hoje é, talvez, reflexo de um mundo que se esqueceu da verdadeira essência do homem. Andamos a confundir o que é lei com o que é luta, e pior ainda, transformamos um acontecimento num espetáculo, onde se agarram às divisões mais fáceis. Mas a lei, não vê cores, nem se interessa por identidades. A lei é, ou devia ser, o pacto entre os homens para viverem em paz, sem temor, sendo julgados não pelo que parecem, mas pelo que fazem.
Se um homem transgride, não importa a cor da sua pele ou de onde vem. O que importa é o que escolheu fazer, e se isso feriu o acordo coletivo, deve ser julgado por esse ato. O problema é que a nossa sociedade, em vez de se centrar no cumprimento da justiça, prefere o caminho mais rápido, o da vitimização fácil, usando a emoção como arma. O que é grave, porque desvia-nos da verdadeira questão: a preservação da ordem, da segurança, da convivência.
E ao mesmo tempo, não podemos confundir indignação com legitimidade para a violência. Não há injustiça que justifique o caos. Quando se responde ao que se considera errado com mais transgressão, a causa perde a sua força, transforma-se numa afronta ao próprio conceito de justiça. A legitimidade não se constrói no tumulto, mas na persistência pela verdade, através dos caminhos corretos, por mais difíceis que sejam. Quem opta pelo caminho da destruição ou do ataque à ordem, perde o direito de reclamar a justiça. A partir do momento em que se cruza essa linha, a causa dissolve-se em erro.
Devemos entender que a justiça, para ser justa, exige paciência, serenidade e, acima de tudo, respeito pelas leis que nos unem. Quem infringe a lei, seja pela frustração de uma injustiça ou por puro desdém, deve ser punido conforme essa mesma lei. Não há lugar para violência, para desordem, se queremos construir uma sociedade melhor. Não se trata de dividir entre “nós” e “eles”, mas de compreender que o desrespeito pela lei, seja de onde vier, só perpetua o ciclo de destruição. E nós, como seres pensantes, deveríamos estar a quebrar esse ciclo, não a alimentá-lo.
Se nos afastarmos deste princípio, perderemos o sentido de comunidade e de justiça real.
Toca aqui
Você foi mais um convidado na festa da mentira e da ganância
Na Terra onde a cédula domina a célula
E o cérebro é o celular
Agora você já não sabe o que acredita e em quem confiar
Bem-vindo ao mundo em que não se vive e não queremos mudar
Para ser justo com os novos gêneros diferentes, acabamos sendo injustos com os dois únicos gêneros existentes que dão origem a vida.
Os capitalistas selvagens elitistas, calculam meticulosamente quanto será o seu lucro, mesmo que suas operações custem vidas inocentes.
Reflexão:
Os jovens de hoje esperam que o ambiente se adapte a eles e não o contrário. Fato que dificilmente irá ocorrer sempre. E isso tem raizes nos lares atuais, onde, os pais com sua rotina bastante corrida, ao terem momentos com os filhos fazem de tudo para tentar agradá-los, e deixam de passar valores e lições que os deixarão mais fortes pra encararem a sociedade no dia a dia. E com certeza, isso tem influênciado o crescente numero de doenças, físicas e psicológicas.
A Guerra do Paraguai, também conhecida como Guerra da Tríplice Aliança ou Guerra Guasu, foi um dos eventos mais marcantes da história sul-americana.
Entre 1864 e 1870, quatro nações: Uruguai, Argentina, Brasil e Paraguai, se envolveram em um conflito que deixou cicatrizes profundas na região da grande província de Mato Grosso, hoje Mato Grosso do Sul, foi o passado o palco central da guerra.
Homens, mulheres e jovens lutavam, cada um defendendo sua pátria e seus ideais.
Os Impérios se confrontavam, e a Europa observava atentamente, com França, Inglaterra, Espanha, Portugal e até os Estados Unidos acompanhando o desfecho deste conflito. Batalhas épicas e históricas foram travadas em locais como Riachuelo, Colônia dos Dourados, Humaitá, Itororó, Avaí, Angostura e Lomas Valentinas, até o desfecho final na última batalha do Cerro Corá.
Quem venceu, quem perdeu, quem foi o culpado e o inocente, essas são perguntas que ainda ecoam no imaginário popular. As histórias e lendas da guerra se misturam com o cotidiano das pessoas, e os tesouros pós-guerra, reais ou imaginários, alimentam a curiosidade e a esperança.
A fronteira entre Ponta Porã e Pedro Juan Caballero, com seus caminhos, estradas e povos diversos, guarda a alma daqueles que partiram e as cicatrizes dos que ficaram.
Os eventos que o tempo não apaga se tornaram parte da formação socioeconômica dos povos, influenciando o desenvolvimento cultural por gerações.
