So Nao Muda de Ideias que Nao as tem
Amor é quando a gente tem vontade de se perder dentro do outro... Simplesmente para depois...
Poder se encontrar dentro do outro..
Quanto anos você tem amigo? Qual a sua idade?
Quem poderá saber o quanto de tempo cada um de nós ainda tem independente da idade?
Então se vier, venha com entrega, com intensidade, esteja inteiro, esteja de verdade, com muita vontade de trocar, doar e receber.
Venha de boa vontade, sem maldade, simplifique, não complique.
Conheci pessoas que em 18 anos viveram na plenitude, atingiram o auge da maturidade.
Não é o tempo, é a intensidade.
Não é a presença, é a disponibilidade.
Não é a idade, mas a sua verdade
Que aqueles que têm "equilíbrio" saibam perdoar os excessos dos que se perdem em suas intensidades. Os "INTENSOS" se jogam, são passionais sem medida, se doam e invadem a individualidade de terceiros sem testar seus limites e sensibilidades.
Perdoem-nos... Saibam também que pessoas assim sentem as "fechadas" (daqueles que entendem que mais equilíbrio é necessário nas relações humanas) na mesma proporção da sua intensidade, com dor, frustração à enésima potência, porque a intenção nunca é ser desproporcional ou inadequado, mas de se doar, mesmo de maneira invasiva e atrapalhada. Peço que sejam doces com gente assim, estamos amadurecendo...
As palavras também tem o poder de escravizar pessoas, pois muitos se deixam levar pela opinião dos outros. Opinião esta que pode nos dominar de tal forma, que não damos importância a opinião de Deus
Na era da modernidade líquida, a concepção de valor atribuída à duração do amor tem sido progressivamente relativizada.
Cada pessoa tem um mar de histórias e uma interpretação subjetiva de suas próprias vivências, então não se cobre tanto, tudo é aprendizagem para um bem maior.
Estender a mão é aceitar que cada um tem o seu jeito de como lhe dar com a difícil arte de saber viver. A vida é feita de etapas, degraus do aprendizado, e o tempo e a maneira como se caminha varia de pessoa a pessoa. Não seja intolerante com quem ainda não aprendeu o que você acha que sabe!
Edificar a alma é deixar Deus habitá-la. Pois se fazemos o que queremos a nossa estrada tem um limite, pois o ser humano é inclinado para o que não é bom. E nessa estrada triste ele se prepara para descer o abismo. Pois então que nós tenhamos a humildade para ouvir a voz de Deus e, com a direção Dele , reconstruirmos a nossa vida.
Os seres humanos têm uma baixa tolerância à indiferença devido à sensação de exclusão, rejeição e desvalorização que isso provoca, resultando em desconforto emocional.
O falso moralismo nunca esteve tão em voga, mas sempre é bom lembrar que todos têm seu lado autoritário e repressor.
O medo tem um objeto específico, como o receio de voar, enquanto a angústia é mais difusa e ataca sem um alvo específico, com causas menos compreendidas.
A culpa tem um efeito paralisante, impedindo a pessoa de avançar, enquanto a responsabilidade tem o efeito oposto, impulsionando-a para a frente.
Os pais têm a responsabilidade de educar seus filhos, sem ceder a chantagens ou ameaças, e essa autoridade deve ser exercida com convicção e baseada no pátrio poder.
O uso do "não" demarca a prerrogativa de estabelecer limites, os quais nem sempre precisam ser justificados para a criança.
Embora essas ações possam parecer injustas em algumas ocasiões e sejam passíveis de contestação durante a adolescência, nesse momento, pode-se afirmar que assumiram conscientemente o papel de ser pais atuantes, aceitando o risco de cometer erros, sem jamais serem negligentes ou ausentes.
O fenômeno contemporâneo tem envolvido os indivíduos em intricadas redes identitárias, notoriamente restritivas em sua complexidade.
Em alguns casos, a abordagem frequentemente adotada revela-se insuficiente, caracterizando-se pela superficialidade e, ocasionalmente, falta de sentido.
Observa-se uma propensão à recorrência de clichês inerentes ao grupo de afiliação, muitas vezes antes de uma compreensão abrangente de todas as nuances em jogo, o que evidencia a necessidade premente de uma reflexão mais profunda e uma análise crítica sobre tais dinâmicas sociais.
A pandemia de COVID-19 tem sido descrita como o maior experimento cognitivo-comportamental da história da humanidade. Apesar do aumento da solidariedade entre as pessoas, um fenômeno extremamente positivo, as consequências desta crise se manifestam em diferentes escalas temporais: no curto, médio e longo prazo.
As implicações abrangem uma crise humanitária, o surgimento de teses negacionistas, o medo crônico do contágio e da morte, o fortalecimento de comportamentos gregários e tribalistas, uma crescente desconfiança, o aumento do conformismo e da rigidez moral, uma sensação de ameaça generalizada, o fechamento de fronteiras e a manifestação de um sistema imunológico comportamental.
As consequências emocionais são variadas e incluem irritabilidade, um sentimento difuso de perda de controle decorrente da angústia e da impotência, ansiedade, negatividade, discórdia e polarização. Além disso, observa-se um aumento significativo da violência doméstica e a emergência de problemas nas relações sexuais.
Quando percebemos que o outro depende de nós e tem medo de nos perder, a conquista e a sedução tendem a desaparecer.
As pessoas são assim. Caem duras quando têm medo, mas te mordem se você baixa a guarda. A única forma de controlá-las totalmente é instigando o medo. (...) No entanto, onde há luz, também há escuridão. Eu simplesmente assumi esse papel. Para que você brilhe.
Se você estar solteiro e tem agilidade para comunicar-se com as pessoas que moram ao seu redor ou até mesmo distante, não crie expectativas ou cite frases um dia depois que o conheceu dizendo: NINGUÉM DÁ VALOR AS PESSOAS. Depois de só ter tido uma conversa com ela. Isso assusta as pessoas! É assustador conhecer pessoas que se sentem menores, desvalorizadas só porque o fulano não te respondeu em 5 minutos. E você já fica com paranoias? Essas atitudes são de pessoas solitárias.
- Maria Luiza Brasil de Medeiros
A mulher é livre para vestir o que quiser, quando e onde quiser?
Cada pessoa tem o direito de escolher o que vestir de acordo com sua preferência e conforto, independentemente do gênero.
No entanto, é importante lembrar que o respeito mútuo e a compreensão também são fundamentais ao considerar a cultura, contexto e normas sociais ao redor.
