So Nao Muda de Ideias que Nao as tem

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⁠A mesma aversão que você tem pela minha preferência política, eu tenho pela sua, mas isso, não muda em nada o respeito que eu tenho por ti!

Inserida por FrancyAndrade

⁠O Senhor nosso Deus tem sido o nosso refúgio de geração em geração e isso não muda, sua promessa é infalível. Não há tempestade que Ele não faça cessar. Ele é fiel. Creia.

Inserida por antonio_souza_3

Você não tem o direito de reclamar da situação de sua vida se você não faz nada para mudá-la.

Inserida por gkbsa

⁠O ser humano não muda a si próprio
E tem a arrogânte pretensão de querer influenciar o próximo;

Inserida por JULIOAUKAY

⁠⁠Tem gente que a vida não muda nunca, porque é uma forma de continuar aceitando o mínimo que lhe é oferecido. Mudar dá muito trabalho. É melhor reclamar e dizer que a vida não presta. Que a culpa da situação é de fulano, de sicrano. Viver na mentira e na ilusão, encontrando nelas justificativas para continuar na mesma.

Inserida por emiliaboto

⁠Dinheiro não some, ele apenas muda de mãos! Se você ainda não tem liberdade financeira, é porque está no lado errado do jogo. Aprenda as regras, jogue para vencer e pare de ser espectador!

Inserida por isaqueramon

O amor não acaba com o tempo. Ele renasce, se transforma, muda totalmente, mas ele não tem fim. Descobri isso na prática quando me vi longe de ti outra vez. Depois de todo esse tempo, e de tudo que aprendi ao seu lado, hoje eu sei realmente que eu não sei viver sem amar você. Muitas pessoas podem passar pela minha vida, mas você é diferente. Eu sempre volto para você de alguma forma. Eu achei que realmente tinha te superado, que tudo tinha acabado, mas não. O amor é o mesmo, assim como o companheirismo, parceria, vontade de estar junto. Simplesmente não tem ninguém que possa ocupar seu lugar em minha vida. Obrigada por ter acreditado em nós novamente. Dessa vez, eu tenho esperança que não vamos cometer os mesmos erros. Mas caso o melhor não aconteça, eu sei que dessa vez vamos enfrentar isso juntos

Inserida por droplets

“Posso comparar a vida como uma televisão, quem tem o controle muda o canal e quem não tem, vive assistindo a mesma vida passando todos os dias.”

Inserida por DAmico

⁠Quem tem maturidade, responsabilidade, constância nas decisões e não muda o curso universitário que escolheu, tem maiores chances de continuar os estudos através de um mestrado e um possível doutorado ou pós doutorado, podendo exercer com excelência a docência no ensino superior.

Inserida por ShalimarFarias15

Tem dias que a vida
É um mundo
Onde cabe todo mundo
Passa-se um segundo
Tudo muda
E a vida não passa
de um quintal
Tudo fica igual
ao que era ontem
Mas esta vida
é repleta de quintais
Por mais que a gente queira
Não existem dois dias iguais
Senão não haveria
Os jornais
Tem dias em que a vida
É um embornal
Roto e amarrotado
Abarrotado de sonhos
E a gente simplesmente
Precisa deixar de sonhar
Eu, particularmente
Nem sei mais
onde é que ponho
Tantos sonhos
edsonricardopaiva

Inserida por edsonricardopaiva

"Quando olho no espelho... Não vejo mais o que querem que eu veja... Mais sim o meu verdadeiro eu."

Depois de tudo, o tudo ainda pode não ser o suficiente.

Aquele nosso sonho também ficou comigo. Está no fundo, para eu não correr o risco de usá-lo na primeira oportunidade, num desespero momentâneo. Ele é único e, portanto, devo ter cautela. Pensar bem antes de tirá-lo do fundo da mochila e trazê-lo à tona.

... não é que eu não queira ser grande,
a grandeza me assusta.
não é que eu não queira subir,
as escadas são longas.
não é que eu não queira vencer,
as batalhas são duradouras.
não é que eu não queira viver,
é o medo que me faz assim.

*não é que deixei de lutar,
apenas desisti do que não foi feito pra mim.*

Desculpa por tocar a campainha sem pedir permissão. Se eu soubesse que intrusos não eram permitidos, eu nunca teria atravessado a rua pra conhecer um pouco mais sobre você. Eu não teria me levantado rápido depois de beber um pouco além da conta porque eu sei bem como eu costumo ficar tonta quando a dose é forte demais pra mim. Eu nunca fui de gostos amargos, mas os destilados puros sempre me fizeram sentir da forma adequada diante de você: com a garganta em chamas. Doida pra deixar a etiqueta convencional de lado e despejar meio litro de acusações e declarações para um completo desconhecido. Tentada a revelar o que nenhuma amiga minha sabe ou sequer sonhou sobre mim. Mas acabou que você virou o meu segredo mais sórdido e desculpa por isso também. Desculpa por ter achado que você ficaria por mim quando nem eu mesma teria ficado.
Desculpa se eu fui insistente e você não gostou. É que você parecia ser o único que entendia a minha carência específica – de você – e os meus medos de escuro. Desculpa pelo travesseiro duro e por todas aquelas vezes em que eu tive que parar o carro pra ir ao banheiro. Não achei que os meus modos fossem incomodar. Papai e mamãe sempre me ensinaram a não deixar estranhos entrarem, mas você seria o meu adorável estranho em pouco tempo. Ah, e obrigada pelo abajur roxo. É a minha cor preferida, o meu objeto preferido e o meu dia preferido no mundo. Me faltou delicadeza em recebê-lo porque eu sempre tremi demais nas bases quando eu tinha algum contato com você. Mas eu guardo os cacos numa caixinha dentro do armário. Os cacos do abajur e os meus também.
Desculpa por ter feito você perder alguns jogos do seu time pra cuidar de mim. Nunca soube jogar futebol e acho que teria entendido se você me explicasse o que era impedimento. Desculpa se eu avancei demais na área. É que você me deu corda e nem percebeu que eu tinha medo de altura e nenhum equilíbrio pra andar nela. Eu sei que caí algumas vezes, mas achei que entenderia o meu lado se ouvisse de mim que não era amor. Até era. Ou foi por um tempo. E quando não era mais, eu já não queria só o resto. Eu sei que eu deveria ter falado isso e que podia ter sido mais justa. Desculpa por deixar a luz apagada e a casa vazia bem na hora em que pedi pra você ficar por mim.
Desculpa por ter sido omissa comigo mesma. E eu só te peço desculpas porque eu sei que, depois de mim, o maior prejudicado foi você. Você me reproduzia em megafone e fazia com que o meu corpo se reverberasse por aí. Desculpa por ter sido idiota e por achar que, na vida, a gente consegue mudar alguém pra transformar um esboço numa versão mais bem planejada de alguém que a gente quer amar. Desculpa por não ter amado você de verdade – e foi só porque eu pensei que amaria os seus jeitos descomplicados quando eu conseguisse moldá-los aos meus. Desculpa por ir embora em silêncio, mas é que eu me envergonho muito por ter feito a gente perder tanto tempo um com o outro. Desculpa por pedir desculpas o tempo todo. Mas esse é mais um dos meus modos de tentar amenizar o prejuízo e os danos que eu causo por aí. Ah, e me desculpa por ser assim e por espalhar a desordem até numa carta.

Me desculpa por não poder chegar hoje. Eu tava levando um buquê de flores rosa, daquelas surpreendentemente charmosas, para tentar me desculpar pelo atraso no trânsito. Tenho certeza que a sua voz brava iria ficar doce e um largo sorriso iria se abrir quando visse meu rosto por trás das cores delas. A pista estava molhada, tudo engarrafado, a estrada estava péssima. Nevou um pouco e eu pensei em como você adoraria fazer anjos de neve comigo amanhã. Me desculpa de verdade por ter me impressionado com as luzes na curva. Acho que foi a coisa mais bonita que eu já vi. Um lampejo, um som agudo. Eu não consegui desviar, meu anjo. A luz simplesmente foi maior que eu. E eu vi seu rosto antes de fechar meus olhos.
Ah, menina. Os paramédicos disseram que foi de uma vez só, que eu não sofri nada. Mas me sufoca ouvir meus pais gritando essa dor enquanto eu estou aqui deitado, cochilando no asfalto. Eu sempre fui bem preguiçoso mesmo, já dizia você. Em pensar que eu te disse várias vezes que a segunda-feira era o pior dia da semana, o dia com mais trabalho depois de um domingo calmo e morto. Eu trocaria qualquer segunda por um dia inteiro de sono ao seu lado. E cá estou eu num retrato de domingo. Com carros tocando sirenes e transeuntes parando aos solavancos para olhar a retenção do tráfego. Meu ego agradeceria em outras circunstâncias. Você teria me dado um tapa no pescoço se me ouvisse fazer essa piada agora.
O que eu mais queria nesse momento era ouvir a sua voz. E te pedir perdão por não ter sido tudo o que você sonhou e, principalmente, por não poder estar aqui com você. Eu queria te dar um último abraço, um beijo de despedida. Cuida deles, por favor? Você vai ter que ser mais forte do que todos eles juntos. Minha mãe vai precisar que você tire o bolo com ela e que lamba a calda da colher como eu fazia. Meu pai vai precisar ouvir a tabela dos campeonatos e vai querer te emprestar alguns livros de poesia argentina. Pobre velho. Meu irmão mais novo vai querer te levar em alguma festinha da turma dele ou te pedir pra andar de bicicleta. Mas segura firme, viu? Ele ainda não sabe andar e eu tinha medo de deixá-lo cair. Um dia ele vai crescer, eu sei. Vai se tornar um homem melhor do que eu fui. Quem sabe ele até cuide de você por mim. Eles te amam um pouco menos do que eu, mas tenho certeza que vão precisar tanto de você, minha pequena.
E você, meu bem, meu anjo. Eu quero que você seja forte. E que se lembre com carinho de ontem e de todo o tempo que passou. Quero ver seus olhos verdes meio embaçados de emoção quando ouvir meu nome, mas não quero que deixe a sua vida aqui comigo. Você foi a melhor pessoa que eu já conheci na vida. Minha namorada, meu amor de primavera. O chão ainda tá um pouquinho gelado e o meu rosto deve estar um horror. Não quero que você me veja assim, nesse estado. Você nem poderia olhar nos meus olhos “azuis-seu-bebê” para ter certeza de que estou falando a verdade. Eu confio em você como nunca confiei em guria nenhuma. E daquela vez que te empurrei do balanço e te pedi em casamento, você riu. Mas meu amor, eu nunca pensei em passar o resto da minha vida ao lado de outra pessoa. Eu queria realizar os seus sonhos, sabe? E nunca vou parar de me culpar por te deixar na mão quando você mais precisava de mim.
Mas olha. Olha bem pra trás e vê que a gente foi feliz. Você me fez o homem mais feliz do mundo. E eu quero que você possa ser a mulher mais feliz do mundo mesmo sem mim. Vai doer no início, tá doendo muito em mim. Sem trocadilhos infames. Mas por favor, não se fecha pra vida. A gente sorriu e brincou e tocou violão e caiu na piscina e se jogou de uma escada e pulou em cima da cama e fez tantas coisas divertidas que eu nunca achei que tivesse que me despedir. E eu quero que você encontre alguém melhor que eu. Alguém que seja tão bobo e louco por você como eu sou e ainda serei. E vou te contar um segredo. Eu ia te dar aquela Flor de Lótus que você gostou tanto quando visitamos o boticário da cidade. Tá guardada numa caixa vermelha em cima do meu armário. Tem uma foto nossa depois do dia do parque. Aquela foto no carrossel. Você tá linda como sempre e eu apareço doido por você (como sempre). Vai doer, eu sei, mas espero que a minha mãe te entregue isso. E que você guarde pelo tempo que for necessário. E que você veja as fotos sem que isso doa algum dia. Me promete que vai ser feliz, meu amor. Eu te amo, eu te amo, eu te amo tanto. E a maior conquista da minha vida foi ter te encontrado. Me encontra algum dia, se você ainda precisar de mim pra alguma coisa. Eu te prometo que vou esperar.
Eu te amo. Adeus.

É você e vai ser sempre você. Eu já disse isso em outro desses textos meus e não consigo deixar de pensar em como essa frase martela na minha cabeça. Já falei sobre independência e sobre como eu não preciso de você pra nada. Já falei sobre deixar você ir embora e sofrer uma, duas, trinta vezes e mais um pouco toda vez que abrisse a porta e desse de cara com esse seu sorriso de quem ainda tem esperanças de que eu largue esse modo de ser e entenda tudo isso. É você e vai ser sempre você. Mesmo que seja teimosia minha e eu te reinvente a cada dois minutos dizendo pra mim mesmo que você não é nada que eu sempre quis e conte pros outros uma versão diferente de nós dois.
Eu te defendo sempre que meus amigos me dizem que é loucura. Que você me faz mal. Que você me descompleta. Como é que eu vou deixar que falem mal de você na minha frente mesmo que eu esteja te odiando com todas as forças que eu nunca sonhei em ter? Só eu posso reclamar da nossa descontinuação. Só eu posso reclamar dessas invenções de vocabulário que a gente sempre faz tentando expressar isso tudo com palavras que não existem.E por onde você anda? Ouvi dizer que se sentiu perdida, mas também achou melhor não me ter mais por perto. Ouvi dizer que conheceu uma bebida de sabor doce e gostou (apesar de sempre ter odiado sabores doces e amores mais doces ainda). Ouvi dizer que é perda de tempo ficar esse tempo todo pensando sobre como a gente consegue gostar um do outro e cismar em se perder por aí mesmo não tendo problema algum.
Mas a gente se esbarra, eu sei. Um dia a gente se encontra de novo. Seja aqui ou em marte, no céu ou no inferno. Depende da tua religião ou da tua forma de me querer de volta. Um dia eu te provoco mais um pouco e te estrago só mais um pouquinho de um jeito que só eu sei fazer. Um dia a gente se põe lado a lado pra reclamar da vida e acender um cigarro barato pelas ruas dessa cidade. Um dia você esquece o guarda-chuva de novo e eu te dou cobertura, abrigo e um pouco de mim de novo. Um dia desses, quem sabe, a gente não precise se despedir e possa ficar pra sempre nesses nossos joguinhos que só interessam a mim. Vão nos chamar de loucos e desvairados. Mas nós somos jovens, meu bem. É você e vai ser sempre você. E talvez isso não seja tão ruim assim.

Beijo na testa. E eu achando que ele não tinha desistido. Que não teria esquina, nem curva nenhuma que me fizesse perdê-lo de vista. Que não teria grito alto demais, arranhão de raiva ou choro no silêncio que o fizesse dar meia volta e ir embora. Ele não tinha força nos braços pra carregar a gente, e me carregar sem amor ardente. As mãos suadas e aquela premissa de que ele era realmente um moleque. Dureza é voltar pra casa com os olhos borrados e contar pra minha mãe que ela tinha razão. Ele não saberia lidar com nada disso. É quando estabiliza, quando acontece a vira que a gente descobre quanto vale o jogo. Ele veio com um zap, e eu só tinha uma espadilha de nada. Não dava pra lutar sozinha se o nosso truco é jogado pra dois. Não dava pra continuar quando a aposta é doze e ele abandona o jogo no meio. Pior é constatar que não era blefe e que a mão dele era leviana. Resultado: na testa.
Eu tenho um pouco de medo disso. Não, não é dela. É disso que a gente tem. Que me sufoca, mas não é um sufoco forçado. Bate junto com a angústia e parece que o peso do mundo amolece as minhas pernas e elas ficam bambas. Os braços ficam dormentes com a disritmia do coração. E eu sou só mais um desses meninos que se mascaram de fortes. Com músculos, um pouco de barba e um tanto de solidão pra dar charme. Mas é quando estabiliza que a gente entende o rosto. Não tem ruga nenhuma e dá pra perceber que a gente é muito novo ainda. Tem muita coisa pra viver, e eu não sei lidar com as coisas quando elas saem do controle. A garganta fica seca quando eu percebo que as coisas estão indo por um caminho que eu não sei prever. Não tem mais aquela falta de ar, mas a atmosfera é leve com ela. Não precisa muito de pôr-do-sol pras coisas ficarem bem. E se eu perder tudo isso? Eu corro. Largo as cartas na mesa e vou sem nem olhar pra trás – porque se eu olhar, eu volto.
Você era o mundo pra mim, e decidiu não ser mais. Eu só queria um amor, e você queria o resto. Você queria pausar as coisas, e eu o controle remoto da TV. Você queria ter o controle, e eu me jogar de bungee jump. Você queria que eu ficasse, mas eu fui embora algumas vezes também. Você queria um final feliz, mas a gente só era feliz e eu resolvi não dar final. Eu só queria fugir e você queria misturar o meu discurso e me levar a algum lugar com nome e endereço conhecido. Você bateu a porta, mas eu também. Dava pra sentir a sua mão do outro lado da maçaneta – e por que você não me puxou? A gente girou junto e eu caí na minha cama, e eu também caí pra fora da vida. Eu fui crescer, mas você quis ficar. Quem é que vai substituir o seu rosto nas fotos do meu quarto? – e quem vai me mandar combinar o tênis com a bermuda direito? Eu vou correr, mas um dia eu volto. Se você voltar, eu corro. Bati a porta depois que você saiu, e não tem toc toc que me faça abrir de novo. Boa sorte com isso, e pra você também. Até mais, e eu te amo.
[E é nos desencontros da vida que a gente vê que uma cena qualquer é como o amor. Que não precisa ser bonita ou fazer sentido. Que não precisa ter motivo aparente ou fechar nas reticências. É nos diálogos entreportas, de portas batidas, de corações partidos que a gente vê que a maioria de nós quer a mesma coisa. Que a gente só quer um amor.]

... Não me diga, que não me ama
Não me diga que, nunca me amou
Conheço seus sentimentos
Conheço seu coração
Sei bem que ainda existe
Algo ai dentro, que ainda não acabou.

⁠Não seja um idiota. Se alguém te dá algo, você aceita.